Peixos Chatos Do Alasca

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    30-Oct-2015

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<ul><li><p>Os peixes chatos selvagens que vivem nas longnquas guas cris-</p><p>talinas do Alasca so geridos de forma a proporcionar uma fonte</p><p>de alimentao sustentvel e proteger simultaneamente o habitat.</p><p>Os pescadores dedicam-se a uma gesto responsvel da pesca e</p><p>tm liderado os esforos para desenvolver proativamente medi-</p><p>das que permitam atingir os objetivos de sustentabilidade. A</p><p>pesca de peixes chatos no Alasca a mais importante do mundo</p><p>e um modelo das melhores prticas de gesto pesqueira.</p></li><li><p>P E I X E S C H A T O SD O A L A S C A</p><p>EMBARCAES</p><p>PROCESSAMENTO</p><p>ESPCIES</p><p>VOLUME</p><p>Barcos de pesca e barcos-fbrica</p><p>A bordo</p><p>Solha-spera, Solha-da-rocha, Al-abote-dente-curvo, Solha-japonesa, Solha-do-Alasca,Alabote-da-Gronelndia</p><p>250.000 t</p><p>MAR DE BERING / ILHAS ALEUTAS GOLFO DO ALASCA( M B I A ) ( G A )</p><p>Barcos de pesca e barcos-fbrica</p><p>A bordo e em terra em Kodiak,King Cove e Sandpoint</p><p>Alabote-dente-curvo, Solha-da-rocha, Solha-japonesa, Solho-americano</p><p>40.000 t</p><p>A tualmente, a pesca de peixes chatos efetuada em duas zonas de gesto distin-tas: o Mar de Bering / Ilhas Aleutas (MBIA) e</p><p>Golfo do Alasca (GdA). Estes peixes preferem os</p><p>fundos planos e arenosos da plataforma conti-</p><p>nental do Mar de Bering e reas semelhantes</p><p>no Golfo do Alasca. A pesca de peixes chatos</p><p>no MBIA, que engloba a maioria das capturas,</p><p> quase totalmente efetuada por barcos-fbrica.</p><p>Estas embarcaes possuem equipamento a</p><p>bordo para processar e congelar o pescado al-</p><p>gumas horas aps a sua captura, fornecendo</p><p>um produto fresco, congelado a bordo. Estas</p><p>embarcaes tm um comprimento entre 110 e</p><p>300 ps1 e uma tripulao at 50 pessoas. A</p><p>pesca no GdA combina barcos de pesca e bar-</p><p>cos-fbrica. Os barcos de pesca so geralmente</p><p>mais pequenos do que os barcos-fbrica, tendo</p><p>uma tripulao de 4 ou 5 membros.factora y</p><p>llevan 4 o 5 tripulantes. </p><p>1 1 p = 30,48 cm</p></li><li><p>SOLHA-SPERA</p><p>SOLHA-JAPONESA </p><p>SOLHA-DA-ROCHA</p><p>ALABOTE-DENTE-CURVO</p><p>SOLHA-DO-ALASCA </p><p>E S P C I E S D EP E I X E S C H AT O S D O A L A S C A</p><p>Em 2011, 94% das capturas de peixes chatos</p><p>do Alasca correspondiam s seguintes 5 es-</p><p>pcies: solha-spera, solha-da-rocha, ala-</p><p>bote-dente-curvo, solha-japonesa e</p><p>solha-do-Alasca. Outras espcies de peixe</p><p>chato comercialmente disponveis so o ala-</p><p>bote-japons, o alabote-da-Gronelndia, o</p><p>solho-americano, o butter sole (Isopsetta iso-</p><p>lepis)2, a solha-de-Dover e a solha-estrelada-</p><p>do-Pacfico.</p><p> Solha-spera (yellowfin sole, limanda aspera)</p><p>representa a maior captura de peixes chatos nos</p><p>Estados Unidos, com predomnio nas guas do</p><p>Alasca. capturada no Mar de Bering durante</p><p>todo o ano e em maior quantidade de maro a</p><p>maio e de agosto a outubro.</p><p> Solha-da-rocha (northern rock sole lepidop-</p><p>setta polyxystra) A maioria das capturas mundiais</p><p>de solha-da-rocha ocorre no Alasca. A solha-da-</p><p>rocha sobretudo pescada de janeiro a abril,</p><p>quando os peixes se encontram em cardumes. </p><p>maioritariamente capturada por barcos-fbrica no</p><p>MBIA, embora seja tambm capturada ocasional-</p><p>mente por barcos de pesca no GdA.</p><p> Alabote-dente-curvo (arrowtooth flounder athe-resthes stomias) / Alabote-japons (kamchatkaflounder, atheresthes evermanni)</p><p>Atualmente, o alabote-dente-curvo a espcie</p><p>mais abundante no GdA e, a nvel mundial, a</p><p>maioria deste peixe proveniente do Alasca. Os</p><p>alabotes-dente-curvo e japons so capturados</p><p>principalmente de maio a agosto.</p><p> Solha-japonesa (flathead sole hippoglossoides</p><p>elassodon). O Alasca responsvel pela maioria</p><p>das capturas de solha-japonesa nos Estados</p><p>Unidos. A solha-japonesa capturada durante</p><p>todo o ano por barcos-fbrica no MBIA e por</p><p>uma combinao de barcos de pesca e barcos-</p><p>fbrica no GdA.</p><p> Solha-do-Alasca (alaska plaice pleuronectes</p><p>quadrituberculatus) tem sido pescada, de um</p><p>modo geral, sem grande presso, sendo retida</p><p>em outras pescas de valor comercial mais ele-</p><p>vado. No entanto, desde que a gesto das esp-</p><p>cies de peixes chatos do MBIA foi alterada em</p><p>2008, a captura da solha-do-Alasca tem aumen-</p><p>tado juntamente com o desenvolvimento do</p><p>mercado.</p><p>2 No existe nome comum em portugus</p></li><li><p>SOLHA-SPERA</p><p>SOLHA-DA-ROCHA</p><p>ALABOTE-DENTE-CURVO /ALABOTE-JAPONS</p><p>SOLHA-JAPONESA</p><p>SOLHA-DOALASCA</p><p>124.359 t 189.763 t</p><p>51.581 t 75.905 t</p><p>MBAI: MBAI:29.460 t 57.078 tGdA: GdA:27.365 t 43.000 t</p><p>18.786 t 47.228 t</p><p>17.785 t 35.875 t</p><p>D&amp;E (decapitado eeviscerado), inteiroe kirimi (fatiado)</p><p>D&amp;E, D&amp;E comovas e inteiro</p><p>D&amp;E sem cauda(D&amp;E/C)</p><p>D&amp;E com ovas</p><p>D&amp;E e inteiro</p><p>Peso geral D&amp;E130-450 g, inteiro200-700 g</p><p>Peso geral D&amp;E150-500 g, inteiro230-800 g</p><p>Peso geral D&amp;E/R500-2500 g, inteiro750-3500 g</p><p>Peso geral D&amp;E180-750 g</p><p>Peso geral D&amp;E350-1000 g, inteiro500-1500 g</p><p>C A P T U R A C U O T AE S P C I E S M D I A E M M D I A E M P R O D U T O S D I M E N S O</p><p>2008-2011 2008-2011</p></li><li><p>Os pescadores de peixes chatos do Alasca</p><p>utilizam a mtodos de captura responsveis e</p><p>tm participado em muitos estudos cientficos</p><p>para evitar ou reduzir as capturas acessrias in-</p><p>desejadas. </p><p> Colaborao e Transparncia. O North Pacific</p><p>Fishery Management Council (NPFMC ou Conse-</p><p>lho) tem autoridade sobre a gesto de todos os</p><p>peixes chatos do Alasca, com exceo do ala-</p><p>bote-do-Pacfico. Nos termos do Magnuson-Ste-</p><p>vens Act, o Conselho obrigado por lei a</p><p>garantir stocks sustentveis de peixes chatos</p><p>atravs de uma abordagem conservadora ges-</p><p>to pesqueira. O Conselho trabalha em colabora-</p><p>o com o National Marine Fisheries Service</p><p>(NMFS), o estado do Alasca, outras organizaes</p><p>governamentais, a International Pacific Halibut</p><p>Commission (IPHC), a indstria pesqueira, orga-</p><p>nismos ambientais e o pblico em geral com</p><p>vista a desenvolver e implementar estratgias de</p><p>captura sustentveis. Os processos do Conselho</p><p>so transparentes e abertos participao de</p><p>todas as partes interessadas.</p><p> Cincia de Preveno. O Alasca foi pioneiro na</p><p>abordagem cientfica preventiva gesto dos re-</p><p>cursos piscatrios. Os cientistas recomendam ao</p><p>Conselho os limites de Captura Biologicamente</p><p>Aceitvel (ABC),de forma a garantir nveis futuros</p><p>de biomassa robustos e sustentveis. O Conse-</p><p>lho define ento as Capturas Admissveis Totais</p><p>(TAC), que nunca excedem os limites de ABC e</p><p>garantem nveis conservadores de captura.</p><p>Muitos dos desafios enfrentados pelos pesca-</p><p>dores de peixes chatos noutras partes do</p><p>mundo foram j superados pelo robusto sis-</p><p>tema de gesto do Alasca.</p><p>R E S P O N S V E L E S U S T E N T V E L</p><p>G E S T O D A P E S C A D E P E I X E S C H AT O S</p></li><li><p> Reduo das capturas acessrias. O salmo,</p><p>arenque, caranguejo das neves, caranguejo real e</p><p>alabote-do-Pacfico so espcies atribudas a ou-</p><p>tras frotas. De forma a criar incentivos para evitar</p><p>a captura destas espcies, o Conselho designou-</p><p>as como proibidas e exige que sejam devolvidas</p><p>ao mar. Na pesca de peixes chatos, h limites de</p><p>captura de espcies proibidas e os funcionrios</p><p>do NMFS encerram a pesca quando estes limites</p><p>so atingidos.</p><p>A captura de alabote do Pacfico representa o maior</p><p>desafio. Nos pesqueiros, os pescadores colaboram</p><p>entre si para identificar e comunicar as zonas com</p><p>elevada abundncia de alabote-do-Pacfico, de</p><p>modo a que a frota possa evit-las. Nos casos em</p><p>que isso no possvel, a indstria desenvolveu</p><p>dispositivos seletivos em redes de arrasto que con-</p><p>sistem numa porta, grelha ou outro aparelho incor-</p><p>porados na rede. Os dispositivos seletivos</p><p>aproveitam o comportamento natural do alabote-</p><p>do-Pacfico para permitir que este evite a captura. </p><p> Consideraes sobre o ecossistema. Todos os</p><p>anos os cientistas progridem no conhecimento do</p><p>ecossistema. Os cientistas do NMFS elaboram um</p><p>relatrio anual das suas concluses para que o</p><p>Conselho possa adotar medidas de gesto apro-</p><p>priadas para a reduo do impacto da pesca. </p><p>O Conselho tem um longo historial de identificao</p><p>dos habitats necessrios propagao sustentvel</p><p>de todas as formas de vida marinha e de proteo</p><p>destas reas, atravs da implementao de reas</p><p>Marinhas Protegidas (AMPs). As AMPs do Alasca</p><p>so das mais extensas do mundo. Para mais infor-</p><p>mao sobre as AMPs consulte http://sustainabi-</p><p>lity.alaskaseafood.org/resourcesand-tools.</p><p>O Conselho criou tambm a rea de Investigao</p><p>do Norte do Mar de Bering (NBSRA) fechando</p><p>essas reas a todos os arrastos no pelgicos. A</p><p>NBSRA uma zona prstina do rtico na qual a</p><p>pesca tem sido relativamente reduzida. medida</p><p>que as temperaturas do oceano aumentam, os</p><p>stocks de peixe deslocam-se para Norte. A NBSRA</p><p>representa uma oportunidade nica para avaliar</p><p>os efeitos da pesca. Com vista a um conheci-</p><p>mento mais aprofundado desta zona nica, o</p><p>NMFS, o Conselho, representantes da comunidade</p><p>Oeste do Alasca e a indstria pesqueira colabo-</p><p>ram num esforo sem precedentes para desenvol-</p><p>ver um plano de investigao, aps o qual o</p><p>Conselho poder permitir ou no a pesca na zona.</p></li><li><p> Atribuio de quotas como medida de conser-vao. Antes de 2008, a frota pesqueira de peixeschatos com arrasto do MBIA estava envolvida</p><p>numa corrida ao peixe, competindo por pores</p><p>maiores dos limites de quota. Esta corrida ao</p><p>peixe resultou em prticas piscatrias ineficazes,</p><p>sendo os limites de captura de espcies proibidas</p><p>atingidos prematuramente, em muitos casos antes</p><p>de atingidas as TACs para os peixes chatos.</p><p>Em 2008, o Conselho terminou com a corrida ao</p><p>peixe no MBIA atravs da atribuio de quotas</p><p>anuais para vrias espcies e da formao de coo-</p><p>perativas de pesca. As espcies incluem a solha-</p><p>spera, a solha-japonesa, a solha-da-rocha, o</p><p>bacalhau-do-Pacfico, Atka mackerel (Pleurogram-</p><p>mus monopterygius)3 e o cantarilho-do-Pacfico;</p><p>foram tambm estabelecidos limites de captura de</p><p>espcies proibidas para o caranguejo real, o ca-</p><p>ranguejo das neves e o alabote-do-Pacfico. As re-</p><p>jeies diminuram de forma significativa devido </p><p>exigncia da sua reteno e aos novos sistemas</p><p>de gesto das cooperativas. Mais de 90% de</p><p>todos os peixes de fundo capturados por esta</p><p>pesca multiespecfica so retidos.</p><p>A atribuio de quotas s cooperativas permite as</p><p>embarcaes associadas podem abrandar as ope-</p><p>raes, dar mais ateno qualidade do produto,</p><p>evitar zonas de elevada pesca acessria e introdu-</p><p>zir alteraes nos aparelhos de pesca que melho-</p><p>ram a eficcia e reduzem o impacto ambiental.</p><p> Monitorizao. Para garantir uma contabilizaocorreta das capturas, o Conselho, o NMFS e a in-</p><p>dstria colaboraram no desenvolvimento de um</p><p>dos programas de monitorizao das pescas</p><p>mais robustos do mundo. </p><p> Em cada embarcao, dois observadores certi-ficados federalmente asseguram a amostragem</p><p>de praticamente todos os lances de arrasto.</p><p> Balanas com compensao de movimentogarantem observaes preci-</p><p>sas do peso das amostras,</p><p>independentemente do mo-</p><p>vimento da embarcao no</p><p>mar. </p><p> Bscula dinmica parapesar a captura total. Estes</p><p>aparelhos so colocados</p><p>por baixo de uma correia</p><p>transportadora que desloca</p><p>o peixe de uma rea para</p><p>outra e produzem pesagens</p><p>precisas de toda a captura. </p><p> Estao definida de observao e amostra-gem, opes eletrnicas ou visuais para moni-</p><p>torizar o fluxo da captura pelo navio e outras</p><p>ferramentas de monitorizao da captura. </p><p> Sistema de Monitorizao do Navio (VMS). OVMS permite que os agentes oficiais do</p><p>NMFS possam certificar-se de que os navios</p><p>pescam apenas em reas abertas. </p><p>3 Sem nome comum em portugus</p></li><li><p>I N O VA E S N A S R E D E SD E A R R A S T O</p><p>A rede de arrasto para peixes chatos evoluiu sig-</p><p>nificativamente nos ltimos 20 anos e j no </p><p>aquele aparelho grande e pesado antigamente</p><p>utilizado por frotas estrangeiras e hoje em dia</p><p>ainda usado em outras partes do mundo. A rede</p><p>utilizada atualmente mais leve, tem um impacto</p><p>menor no ambiente e incorpora inovaes vi-</p><p>sando direcionar o esforo de pesca para esp-</p><p>cies comerciais, reduzindo tambm a pesca</p><p>acessria indesejada como o alabote-do-Pacfico</p><p>e o caranguejo.</p><p>Representantes da indstria pesqueira e cientistas</p><p>do NMFS desenvolveram em conjunto a Rede de</p><p>Arrasto do Mar de Bering para Peixes Chatos.</p><p>A partir de 2011, foi exigido que todos os navios</p><p>de pesca de peixes chatos do Mar de Bering uti-</p><p>lizassem a Rede de Arrasto do Mar de Bering</p><p>para Peixes Chatos. Esta rede inclui dispositivos</p><p>que levantam as malhetas do fundo, eliminando</p><p>praticamente o impacto no fundo marinho. A in-</p><p>vestigao conduzida pelos cientistas do NMFS</p><p>indica que o efeito nas estrelas-do-mar, gorg-</p><p>nias e outros invertebrados marinhos que habi-</p><p>tam o fundo foi reduzido praticamente a zero.</p><p>Alguns navios tambm usam portas pelgicas</p><p>voadoras que no entram em contacto com o</p><p>fundo marinho.</p><p>A frota do GdA encontra-se atualmente a traba-</p><p>lhar com cientistas para avaliar a viabilidade da</p><p>utilizao desta rede de arrasto em reas mais</p><p>fundas e com fundos mais duros, tpicos desta</p><p>regio.</p><p>Rede de Arrasto do Mar de Bering para Peixes Chatos</p><p>Portas Bobinas para manter as malhetas afastadas do fundo Bobinas para levantar a rede do fundo</p><p>Saco flutuante</p></li><li><p>ESCR I TR IO NO SU L DA EUROPA www.alaskaseafood.orgc/ Borrell 7 - Local 19 08172 St. Cugat del Valls (Barcelona) EspanhaTel: +34 93 589 8547 Fax: +34 93 589 7051 Email: dmcclellan@alaskaseafood.orgEscritrio Central: 311 Franklin Street, Suite 300 Juneau, Alasca 99801-1147 EUATel: + 19074655560 Fax: + 19074655572</p><p>Os peixes chatos do Alasca so uma fonte sustentvel</p><p>de pescado de grande qualidade. O excelente sabor e</p><p>a textura destes peixes brancos so mundialmente</p><p>apreciados. Para mais informao sobre a gesto da</p><p>pesca de peixes chatos visite o website do Conselho</p><p>em www.fakr.noaa.gov/nfmc/</p><p>O Alaska Seafood Marketing Institute disponibiliza</p><p>mais informao sobre a gesto sustentvel da pesca</p><p>no Alasca, identificao de peixes chatos e guia de</p><p>compra de peixes brancos. Por favor contacte-nos</p><p>pelo nmero +1 800-806-2497 ou visite www.alaska-</p><p>seafood.org</p><p>Selvagem, Natural &amp; Sustentvel</p></li></ul>