Potiguar Notícias - Edição 378

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    11-Mar-2016

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Potiguar Notcias - Edio 378

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<ul><li><p>www.potiguarnoticias.com.brParnamirim - 27 de junho de 2011 - segunda-feira Ano 12 - nmero 378 - R$ 1.50</p><p>Jos Pinto Jnior</p><p>Partidosmostraro suascaras verdadeirasem 2012</p><p> Pgina 5</p><p>Cefas Carvalho </p><p>Video na internet mostraHitler irritadocom Micarla</p><p>Valerio Mesquita</p><p>Dos males, omenor: Maiscausos sobre o Estado</p><p> Pgina 2</p><p>Evandro Borges</p><p> Mun. Pg. 3</p><p>Rmulo Estnrley</p><p> Mun. Pg. 6</p><p>Joo Bezerra</p><p>RN tem baixondice de gerao deempregos</p><p> Pgina 6</p><p>Potiguar NotciasTaxa de estacionamento de shopping criticada</p><p> Pgina 7</p><p>A paralisaodos operriosda reforma doMineiro</p><p>Descaso peloTerminalRodovirio mostrado na TV</p><p> noonon. no. 4</p><p>Cobrana para estacionar j tinha sido proibida por lei e gera polmica entre motoristas e funcionrios</p><p>Encerra-se nesta segun-da-feira, dia 27, a exposi-o Porta Jias de Co-res, do artista plstico eprofessor Erasmo Andra-de. So 20 quadros pinta-</p><p>dos em leo sobre tela efotografias de lbum defamlia, que esto expos-tos desde o dia 26 demaio, na Galeria Convi-vart (UFRN). </p><p> Pg. 7</p><p>MacabaSo GonaloBrejinhoCarnaubaisPassa e FicaMessias TarginoCear-MirimIelmo Marinho</p><p>e muitos outrosRN</p><p>MUNICPIOS NESTA EDIO</p><p>Artista plstico ErasmoAndrade expe na UFRN</p><p>TCU libera saneamento deParnamirim, diz Maurcio </p><p> Mun. Pg . 6</p><p> Parn. Capa</p><p>Femurn esclareceprefeitos sobre </p><p>previdncia social Municpios. Capa</p><p> Pg. 4</p><p> Municpios. pginas 4 e 5</p><p>Natal ter Encontro de Dana Contempornea</p><p>Em entrevista aos jornalistas Jos Pinto Jr. e CefasCarvalho, o prefeito de Parnamirim Maurcio Marques co-memora o fato de o TCU aceitar a correo na licitaopara as obras do saneamento bsico.</p><p>Presidente do PT: Teremoscandidato a prefeito em Natal</p><p> Mun. Pg . 6</p><p>Em entrevista redao do PN, o presidente dodiretrio estadual do PT, Eraldo Paiva fala sobre2012, projetos e gesto Micarla de Sousa</p><p>F-clube natalense de HarryPotter aguarda ltimo filme</p><p> Mais. Pg . 4</p><p>Um f clube do bruxo ingls foi fundado em Natalreunindo aficcionados dos livros e filmes que vmencantando os jovens de todo o mundo.</p><p>Potiguar Capa:2.qxd 25/6/2011 18:13 Page 2</p></li><li><p>DESTAQUESDESTAQUESda semana</p><p>Juzes federais queremaumento salarial</p><p>A Ajufe (Associao dosJuzes Federais) marcou para17 de agosto uma assembliade contornos inditos. Vai-sediscutir a hiptese de defla-grao de uma greve nacionaldos cerca de 16.100 juzes ematividade no pas. Donos decontracheques com valormdio de R$ 23 mil mensais,os juzes reivindicam reajustede 14,79%. O governo resiste.</p><p>SInte elenca condiespara parar greve</p><p>O Sindicato dos Trabalha -dores em Educao (Sinte/RN)encaminhou ofcio ao presidenteda Assemblia Legislativa, dep-utado Ricardo Motta, elencandoos pontos considerados funda-mentais para que os professoressuspendam a greve. O documentoser entregue governadoraRosalba Ciarlini por RicardoMotta e uma comisso supra-partidria.</p><p>Santos vencePearol e ganha aLibertadores</p><p>Com a vitria de 2 a 1sobre o time uruguaio doPearol, o Santos tornou-sena quarta-feira dia 22 cam -peo da Taa Liberta dores daAmrica. Os destaques dojogo foram Neymar, Gando eArouca. o terceito ttulo doSantos na competio.</p><p>Deputados reagem acusao de Micarla</p><p>Em entrevista, a prefeita deNatal, Micarla de Sousa, afir-mou que Natal no recebiaajuda da bancada federal.Alguns deputados, comoRogrio Marinho (foto), doPSDB, Felipe Maia (DEM) eFbio Faria (PMN) reagiram,registrando que ajudam, sim,com emendas e recursos, e queo problema que o municpioestaria inadimplente para rece-ber verbas federais.</p><p>Poltica</p><p>Greve</p><p>Reivindicao</p><p>Futebol</p><p>ARTIGOS</p><p>Dos males, o menor</p><p>01) A genitora de Bonzinho, o malu-co beleza da cidade do Assu, pensandoem melhorar a renda familiar, passou afazer tapiocas e saiu vendendo pela cidade.Como passagem obrigatria, aportou nacasa de Renato Caldas e ofereceu o produ-to aos presentes. Querendo fazer gozao,Walter Leito quis saber: Bonzinho, quemfaz essas tapiocas?. Minha me. Valter:E ela j ficou boa daquela ferida?.Bonzinho foi custico e sarcstico: Nosenhor, papai fua toda noite?! Eu s escu-to o ai, ai, ai...!.</p><p>02) Com um discurso temperado e arre-batador, Geraldo Melo conquistava o esta-do, e em especial, Campo Grande. A cida-de tinha entre seus cidados, ChicutoSoares, que se auto credenciava como omaior tamboretista do Rio Grande doNorte. Quando se anunciava a visita deGeraldo a Campo Grande, muito cedo, obarbeiro Chicuto, soltava o som: Sopraum vento forte no Rio Grande do Norte....No palanque. Geraldo falando a linguagemdo povo, e no meio da multido, o cabelei-</p><p>reiro, arrepiado at a medula, gritava atodo pulmo: A sim! lder!. E em tommais baixo, emendava: A sabe ser sem-vergonho! Nunca me deu nada, mas eusou apaixonado por esse tamborete!Castiga soberba preta, o Tamborete vaiganhar e no tem quem tome.... Paixodesgovernada.</p><p>03) O secretrio de cultura do estado daParaba, o bravo Chico Csar, vetou con-tratos com as chamadas bandas de plsti-cos ou forr de plsticos. O secretrio,recebeu total apoio da primeira damaparaibana que diz no v nenhuma identi-dade dessas bandas metalizadas com o cha-mado forr p de serra, autntico doNordeste. Baixou-se um decreto: na terrade Jos Amrico, o So Joo, s com for-rozeiro autntico. A, no Rio Grande doNorte, pensando no Mossor CidadeJunina, o vereador Chico da prefeitura,sentenciou do alto de sua sapincia copia-tiva: Eu tambm no vejo nenhuma iden-tidade, nem CPF, nada que some nossoforr de Dominguinho com Ferro naBoneca ou outras bandas. Viva o nossoforr. Meu voto contra os metalizados!.Fechou o firo Chico a favor do forr casade rebco.</p><p>04) Os bons causos da vida, valem apena reviver. Ademais, nunca passado. Ahistria aconteceu em Baixa Verde (JooCmara), durante uma acirrada campanha.</p><p>Os adversrios queriam a todo custo, des-tronar o lder Chico da Bomba. Na praa,um orador-candidato, atacava: Meuadversrio um desavergonhado! Todomundo sabe que ele bgamo! Todossabem da falta de respeito dele pelas fam-lias!. E foi debulhando improprios con-tra o velho Chico. Uma semana depois, namesma praa, Chico da Bomba assumindoo crach de culpado, respondia: Sim con-terrneos, eu sou o que ele disse! Eu tenhoduas muis! A primeira. a minha espo-sa, a me dos meus fios. A segunda, ame daquele f.d.p. que vem praa falar demim, sem saber a me que tem!. Foi umasemana de intrigas pelas antigas ruas deBaixa Verde. Venceu a bigamia. Chico daBomba ganhou a eleio.</p><p>05) Manoel da Carne, nasceu paranegociar. Usando a esperteza e a irrevern-cia, Mane ganhava a amizade de todos, etocava seu comrcio. Certo dia, precisandolevantar certa importncia, confidenciouaos botes: Hoje eu t precisando dedinheiro. E para ganhar, eu fao qualquernegcio. Um fregus aproveitando o pala-vreado indagou, insultando: Por quantovoc me amolega aquilo, sendo o cuspepor minha conta?. Manoel no se deu porachado. E respondeu irnicamente: Vocme d o frezado de entrada, e a gentedivide o resto em trs vezes. Coisas dasabedoria popular.</p><p>Valrio Mesquitamesquita.valerio@gmail.ccom</p><p>Presidente do</p><p>TCE/RN e</p><p>escritor</p><p>A dimenso pedaggica 2</p><p>Dando continuidade s anotaes sobreuso artstico e pedaggico dos meios tec-nolgicos, transcrevo a seguir algumasconsideraes crticas elaboradas por alu-nos do Curso de Licenciatura em ArtesVisuais da UFRN. Os textos, sobre aPinacoteca Virtual (Pinacoteca do Estado Fundao Jos Augusto), foi requisitadopor mim, na disciplina Histria eMetodologia do Ensino de Artes Visuais,daquele Curso. Tomo como estruturante, otexto de Pedro Balduno Ausquia, mas ha transcrio de trechos dos trabalhos deFrancisca Marcela Arajo e de TomazGonzaga de Souza Neto.</p><p>O site possui um generoso nmero defalhas que tornam a navegao difcil,prejudicando a elaborao de projetospedaggicos. H a tentativa de apresentar</p><p>recursos motivacionais, como facilitar ainterao, porm, inmeras pginas queno abrem, com falhas ou em manuten-o, recursos que no funcionam msi-ca, pop ups, etc, - fazem que a interaodeixe de existir. Ou seja, o site no apre-sentado de maneira a envolver, de imedia-to, o aluno em um processo de aprendiza-gem sobre os contedos ali postados.</p><p>Desta forma, o site se torna relativa-mente til apenas para quem precisa deuma pesquisa histrica sobre a Pinacotecaou tem interesse na parte fsica do prdio.Como instrumento didtico, as falhas tor-nam o site insuficiente. Ou quase, pois,apesar dos defeitos, a seo referente aoAcervo Virtual consegue salv-lo.</p><p>O Acervo Virtual, ao contrrio de todoo resto, consegue ser organizado, comple-to e didaticamente til para um professorque queira trabalhar sobre a arte regionale mesmo nacional, associando tal estudoaos aspectos relacionados aos recursosmultimdia. Apesar das marcas dguasobre as imagens e a baixa resoluo des-tas, a organizao atravs da catalogaodos artistas e das obras, torna o AcervoVirtual um recurso multimdia nico para</p><p>o estudo da arte regional.Dados os contedos do site, possvel</p><p>um olhar sobre a cultura local e a organi-zao de estudos partindo de um contextoprximo aos alunos, estes que, medidaque apreendem esses contedos, tmmaior facilidade para ampliar o conheci-mento para contextos em nvel nacional einternacional. Mas, as j citadas falhassugerem a necessidade de reformulaesna arquitetura de informao do site, dareduo da grande quantidade de links ebotes que, alm de haver os que no fun-cionam ou so sem necessidade, causamconfuso no usurio. Essa dificuldade deobter informaes no site acaba por difi-cultar o seu uso para um trabalho pedag-gico, por no deixar claro e de fcil aces-so os caminhos que se devem percorrerpara reas determinadas pelo professorpara uma pesquisa de seus alunos. </p><p>No obstante os muitos problemasapontados, alguns alunos propuseramatividades de explorao didtica do site,mas considerando basicamente a varie-dade de informaes ali entrada. Experimente: http://www.fja.rn.gov.br/pinaco-teca/index.htm.</p><p>Vicente Vitorianovvitoriano@gmail.ccom</p><p>Professor e</p><p>crtico de artes</p><p>Meia noite em Paris</p><p>Vi, embevecido, o novo filme de WoodyAllen, Midnight in Paris. Confesso que apesar de nunca descrer na genialidade dodiretor surpreendi-me positivamente comesse mais recente exemplar de sua obra jtornada clssica. Woody Allen revisita,sempre, alguns aspectos de seus filmes psi-colgicos e intelectuais, com boa dose dehumor e alguma sutil crtica social. Mas,percebo que nunca se repete no que respei-ta s sensaes e emoes que provoca comseus muitos filmes. Uma hora, a sensualida-de extravasada, como em Vicky CristinaBarcelona. Noutro instante, a racionaliza-o e a intelectualizao do drama,como em Match Point, noutro</p><p>Pode-se at dizer que Woody Allen temrepetido algumas frmulas e, eventualmente,at mesmo alguns clichs (basta notar, naltima e tima fita, a voz e os trejeitos deOwen Wilson, uma verdadeira rplica doilustre criador cinematogrfico, um alter egoexplcito). O que nunca se pode afirmar que</p><p>Allen faa filmes entediantes ou desagrad-veis. Quem assistiu ao Midnight in Paris eque tenha o mnimo de sensibilidade saberbem do que falo. Confesso que s me deiconta de que o filme havia acabado quandocomeou a passar o letreiro final. E, mesmoassim, insisti em ficar mais um pouco paraescutar o saboroso Jazz que ainda rolava(msicas de Sidney Bechet, Cole Porter,Josphine Baker, dentre outros grandes,fazem da trilha sonora do filme um belocaptulo parte).</p><p>Esse Midnight in Paris deve-se realar um verdadeiro conto de fadas, umaespcie de Cinderela s avessas, em que osonho do personagem principal, o seu docedelrio, comea mesmo meia-noite,momento a partir do qual passa a vivernuma Paris fantstica, a Paris dos anos lou-cos, os anos 20, o que era o mais elevadoobjeto de seu desejo.</p><p>A partir desse retorno no tempo, o perso-nagem vivido por Owen Wilson, Gil, umroteirista competente e romancista nem tanto,passa a conviver com figuras do naipe de umErnest Hemingway, uma Gertrude Stein, docasal Fitzgerald (Zelda e F. Scott Fitzgerald),de uma Josphine Baker, de um Cole Porter,de um Pablo Picasso, de um Salvador Dal,de um Lus Buuel</p><p> pouco? Imagine, ento, o personagemvoltando ainda mais no tempo e se deparan-do com a Belle poque no Maxims ou no</p><p>Moulin Rouge (ao som do can-can), juntocom sua amada de sonhos, que desejava esseretorno histrico e pessoal. Veja-se numamesa com o pequenino pintor bomioToulouse Lautrec, com o expressionista PaulGauguin e o fotgrafo dadasta Man Ray. Oque acha desse sonho?</p><p>E o sonho de ambos os personagensenamorados Gil Pender (Owen Wilson) e aitaliana Adriana (Marion Cotillard) eraviver numa verdadeira poca dourada. Sque at a (como em quase tudo) havia umconflito basilar: a era de ouro de Gil eranos anos 20 e a de Adriana, nos anos daBelle poque, fim do sculo XIX e inciodo sculo XX.</p><p>Mas, havia uma coisa em comum entreambos: o lugar dos sonhos era mesmo Paris.L era o osis onde ele poderia esquecer,num 2010 recentssimo, uma americana ftil(embasbacada com um acadmico nomenos ftil e pedante, doutor em quase-tudo-no-mundo) e a Adriana, em sua pocareal, poderia ampliar a sua imaginao egosto pelas artes plsticas (tinha vividocasos com vrios pintores, inclusiveModigliani e Georges Braque, alm do insa-civel Picasso, claro).</p><p>Ah! Tem outra coisa que me chamouateno no filme: a apagadssima participa-o da primeira-dama francesa, senhoraCarla Bruni-Sarkozy. Mas, como WoodyAllen no d mesmo ponto sem n</p><p>Lvio Oliveira</p><p>Poeta</p><p>PGINA 2 POTIGUAR NOTCIASOpiniO Parnamirim - 27 de junho de 2011 - segunda-feira</p><p>Potiguar 2:2.qxd 25/6/2011 17:49 Page 2</p></li><li><p>Prefeito, no!</p><p>O deputado federalFelipe Maia (DEM) afir-mou que no est emseus planos disputar aPrefeitura de Natal, naseleies do prximo ano.Ele disse que foi eleitopara ser deputado fede-ral e seu foco est nocumprimento do manda-to. O parlamentar, noentanto, admitiu que aexecutiva nacional dopartido, sob o comandodo senador Jos Agripi-no), definiu como priori-dade o lanamento decandidaturas prpriasem todas as capitais e ci-dades de grande porte.</p><p>Reeleio na ALEu reunio da Comis-</p><p>so de Constituio e Jus-tia(CCJ) da AssembliaLegislativa, realizada naquarta-feira (22), foramdesignados para a presi-dncia e vice-presidnciada Comisso Especial queir apreciar o mrito daPEC que estabelece a vol-ta da reeleio da mesadiretora da Casa os depu-tados Tomba Farias (PSB)e Ezequiel Ferreira(PTB), respectivamente.</p><p>Reeleio na AL 2O anncio dos nomes</p><p>de Tomba e de Ezequielfoi feito pelo deputadoPoti Jnior, que presidiu</p><p>a reunio. Na condiode presidente da PEC,Tomba Farias designou adeputada Gesane Mari-nho (PMN) para ser a re-latora da matria na CCJ.</p><p>Aumento...A Ajufe (Associao</p><p>dos Juzes Federais) mar-cou para 17 de agostouma assemblia de con-tornos inditos. Vai-sediscutir a hiptese de de-flagrao de uma grevenacional dos cerca de16.100 juzes em ativida-de no pas. Donos decontracheques com valormdio de R$ 23 mil men-sais, os juzes reivindicamreajuste de 14,79%. O go-verno resiste. Como alter-nativa paralisao, osjuzes cogitam marcar umdia nacional de mobili-zao.</p><p>Audincia pblicaO presidente da Cma-</p><p>ra Municipal de Tibau doSul, Jos Odcio Rodri-gues, promove AudinciaPblica referente a Lei deDiretrizes Oramentriaspara o exerccio de 2012-LDO, amanh dia 24 docorrente ms e ano,s 9h,na Cmara Municipal si-tuada a Vila Dona Isabeln26, Centro de Tibau doSul.</p><p>PartidoSegundo dados do Tri-</p><p>b...</p></li></ul>