Potiguar Notícias Edição 408

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    08-Mar-2016

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Potiguar Notcias Edio 408

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<ul><li><p>www.potiguarnoticias.com.brParnamirim - 23 de janeiro de 2012 - segunda-feira Ano 12 - nmero 408 - R$ 1.50</p><p>Cefas Carvalho</p><p>Melencolia:Filme do ano fala sobre o fim do mundo</p><p> Pg 7</p><p>Pinto Jnior</p><p>Outubro agora nosmunicpios daGrande Natal</p><p>Valrio Mesquita</p><p>Enlio Petroviche sua trajetriano InstitutoHistrico do RN </p><p> Pgina 2</p><p>Evandro Borges</p><p> Mun. Pg. 3</p><p>Rmulo Estnrley</p><p> Mun. Pg. 6</p><p>Claudino Leite</p><p>H cerca de 500 templosevanglicos em Natal</p><p> Mun. Pgina 8</p><p>Potiguar NotciasLiderana de Carlos em pesquisas pode ser ilusria</p><p>Rosalba e Micarla em atrito por Copa</p><p> Pgina 5</p><p>A EmendaConstitucionaln 29 e sua regulamentao</p><p>Servidor sequeixa dosservios doBanco do Brasil</p><p> on no 4</p><p>MacabaSo GonaloSanta CruzCarnaubaisJandusGoianinha</p><p>e outros</p><p>RN</p><p>MUNICPIOS NESTA EDIO</p><p>Cepe se preparapara 2 Carnaval da Saudade</p><p>Assim como a primei-</p><p>ra edio, o evento ser</p><p>realizado na sede da en-</p><p>tidade, no dia 11 de fe-</p><p>vereiro. Pg. 8</p><p>Lei probe uso de celularem agncia bancria</p><p>Projeto de lei do ve-</p><p>reador Rosano Taveira,</p><p>presidente da Cmara, e</p><p>sancionada pelo prefeito</p><p>Maurcio Marques, pro-</p><p>be o uso de telefones ce-</p><p>lulares dentro de agn-</p><p>cias de banco. Isso dar</p><p>mais segurana aos</p><p>usurios. Parn. Pg. 3</p><p> Pg. 3</p><p>A popularidadede seu Messiasda Caern </p><p>Aos 71 anos, o encana-</p><p>dor ainda est na ativa.</p><p>Ele guarda na memria o</p><p>nome de muitos endereos</p><p>de Macaba. Pg. 6</p><p>Ex-prefeito lidera pesquisas em Natal, mas parte do eleitorado pode pensar que ele conta com apoio de Wilma </p><p>Disputa por obras da Copa estaria confrontando as autoridades</p><p> Pg. 3</p><p>Garibaldi leva sua lendria sorte Previdncia Pgina 3</p><p>A Prefeitura de Parnami-rim iniciar, no perodo de23 de janeiro a 7 de fevereiro,a inscrio do concurso deRei Momo e Rainha do Car-naval 2012 para suceder Sil-vano Jeferson e CarolineReis , eleitos em 2011.</p><p> Parnamirim. Capa </p><p>Rei e Rainha doCarnaval de Pirangisero escolhidos</p><p>Rei e Rainha doCarnaval de Pirangisero escolhidos</p><p>KENGASKENGASA programao 2012 dasKengas ser aberta no dia29 com uma feijoada noPalcio da Cultura.Atraesmusicais ealegria se-ro as mar-cas dafesta </p><p> Pgina 7</p><p>Potiguar Capa:2.qxd 20/1/2012 15:34 Page 2</p></li><li><p>DESTAQUESDESTAQUESda semana</p><p>Enem no concedercorreo de provas </p><p>O ministro da Educao,</p><p>Fernando Haddad, disse que no</p><p>h condies tecnolgicas de se</p><p>conceder cpia das correes da</p><p>prova de redao aos</p><p>participantes do Enem.</p><p>Brasil registra 30 anosda morte de Elis</p><p>No ltimo dia 19 (quinta-</p><p>feira) registrou-se 30 anos da</p><p>morte da cantora Elis Regina.</p><p>Diversos shows e eventos em</p><p>todo o Brasil lembraram a mem-</p><p>ria da artista, uma das maiores</p><p>intrpretes da histria da msica</p><p>brasileira.</p><p>Pepe pisa na mo deMessi em partida To comentada quanto a</p><p>vitria do Barcelona sobre o</p><p>Real Madrid por 2 a 1 pela</p><p>Copa do Rei da Espanha foi o</p><p>piso que o luso-brasileiro</p><p>Pepe deu na mo de Messi.</p><p>Suspeita de estuprono Big Brother Brasil A suspeita de que Daniel teria</p><p>estuprado Monique foi a</p><p>polmica do programa Big</p><p>Brother Brasil da rede Globo</p><p>nesta semana. Daniel foi</p><p>expulso pela produo.</p><p>Polmica</p><p>Educao</p><p>Arte</p><p>Esporte</p><p>ARTIGOS</p><p>Relembrando Enlio Petrovich</p><p>No cenrio cultural da nossa provn-cia, a rigor, enquanto alguns fazemmanchetes, outros fazem histria. Elefez histrias.</p><p>O cidado potiguar Enlio Lima Pe-trovich realizou, ao longo do tempo,atravs do Instituto Histrico e Geogr-fico do Rio Grande do Norte uma pas-sagem to promissora e relevante quepermanecer calado quando ele silenciapara sempre, ser ignominioso.</p><p>Ele levou a cultura norte-riogranden-se aos principais centros intelectuais dopas, no apenas divulgando a obra deLus da Cmara Cascudo, atravs doIHGRN, mas tambm, lanando livrosde dezenas de autores do nosso RioGrande do Norte. E em Natal esse tra-balho foi hercleo. A atividade culturalque a tantos desencanta, em Enlio tevea fora encantatria das estaes, deuma chama votiva permanente, irremo-vvel e imorredoura.</p><p>Num verdadeiro mutiro editorial,dezenas de livros foram lanados e ou-tros reeditados. Sem hora, sem vez esem ver recursos oficiais, Enlio s tevea voz e a vontade itimorata de fazer.</p><p>Irrequieto, incansvel, colocou o Ins-</p><p>tituto na vanguarda cultural do RioGrande do Norte quando poucos, desa-visados e canhestros, supunham-no se-pultado vivo num mausolu de velha-rias. As suas iniciativas culturais tiveramo sabor de manh de ressurreio por-que provou que a instituio se mantevelimpa e criadora no seu mister obstinadoe gratuito. A mais antiga Casa da Me-mria do estado deveria merecer dos po-deres pblicos e do povo mais apoio por-que detm sob a sua guarda todo o patri-mnio histrico que representa a pr-pria alma norte-riograndense. E ai dopovo que no sabe preservar o seu passa-do! E muito mais piedade merecem osgovernantes que no auxiliam as insti-tuies culturais!</p><p>Enlio foi um viajor de longo curso ea obra que nos lega um testemunho fi-delssimo de sua atuao e idias sobreos mais variados assuntos onde impri-miu o selo de sua experincia e o sensode observao acerca da provncia e seushabitantes.</p><p>Ele realizou-se como administradorcultural que tem a fora de ser a mdia de-le prprio. A imagem que imprimiu emtodos ns a de um homem solidrio,obstinado, bom esposo e pai, amigo in-transigente e de honestidade inatacvel.</p><p>Irrequieto, incansvel, colocou o Ins-tituto Histrico e Geogrfico do RioGrande do Norte na vanguarda culturaldo estado, atravs de promoes com osaber de manh de ressurreio porque</p><p>provou a cada dia que a Casa da Mem-ria se renovou, determinada e criadora,no seu labor corajoso e gratuito.</p><p>Enlio nunca deixou de ser o guar-dio quer queiram ou no os insensa-tos do patrimnio histrico que repre-senta a prpria alma norte-rio-granden-se. Assisti-o, em vrias ocasies, semapoio oficial, d a volta por cima pelavontade corajosa de fazer, de promovere divulgar a cultura e a histria do RioGrande do Norte. No pode deixar deser reconhecido como esgrimador depelejas alm de perseverante, deixandomarcas de eternidade na afetividadedos seus gestos. Admiro-o porque sou-be, de forma forte e intensa, nos des-compassos das incompreenses da lidecultural, ser o capataz do silncio e daslongas esperas. </p><p>Diante de tudo e de todos, cultivou avivncia de ser simples, disponvel, abor-dvel, democrata nas intransigncias enas concesses.</p><p>Abenoado seja Enlio que no dei-xou cair por terra o impulso dos pionei-ros daquela tarde plcida e fagueira deNatal de 29 maro de 1902, quando do-ze homens impolutos em Natal funda-ram a Casa da Memria do Rio Grandedo Norte. Ao sopro dos idealistas: Vi-cente Lemos, Alberto Maranho, Dion-sio Filgueira, Nestor dos Santos Lima,Aldo Raposo de Melo, agrega-se agora,a lembrana pro tempore de Enlio Li-ma Petrovich.</p><p>Valrio Mesquitamesquita.valerio@gmail.ccom</p><p>Presidente do</p><p>TCE/RN e</p><p>escritor</p><p>100 anos de Marieta Lima</p><p>No ltimo dia 12, estive em Mossorpara participar de uma festa mpar. Ne-la, comemoramos o centenrio de nas-cimento de Marieta Lima de Medeiros,artista e professora de arte, responsvelpela formao de vrios outros artistasdaquela cidade. Realizado na praa aolado do Memorial da Resistncia, oevento foi organizado pelas netas daaniversariante e contou com a presenade muitos de seus familiares, alm deautoridades polticas e intelectuais devrias reas, todos representados pororadores emocionados na expresso deadmirao e respeito.</p><p>D. Marieta tem importncia em minhatrajetria de artista e de pesquisador. Paracomear, ela tem alguma ascendncia so-bre minha prtica artstica, mesmo queeu no tenha sido diretamente seu aluno.De forma enviesada que fui atingidopor seus ensinamentos, particularmenteatravs de meu irmo, Jos Victor, e do</p><p>saudoso e multifacetado artista Jos Bou-lier Sidou. O primeiro frequentou algu-mas de suas aulas de desenhos que eletrazia para casa e que eu, meio s escon-didas, tentava repetir na incipincia deminha pouca idade, mas na ansiedade deaprender. Quanto a Boulier, passei a serseu vizinho j depois de v-lo passar emfrente casa em que eu morava e que es-tava no caminho entre a dele a e de DonaMarieta, onde ele praticava pintura. Pos-so dizer que Boulier foi meu primeiroprofessor de arte, e o sentido classicistaprprio de sua arte e de sua professorame foi transmitido em nossa convivnciade, pelo menos, uns quatro a cinco anos. evidente que ns tivemos outras fontesque influram nas formas com que confi-guramos nosso desenho e nossa aborda-gem da cor. Ambos pudemos dar enca-minhamento s nossas prticas ao sabordas visualidades disponveis nos anos ses-senta do sculo passado, principalmente,e, com estas, operar redefinies das dire-es, digamos, acadmicas oriundas doatelier da artista e professora.</p><p>Eu no havia ainda concludo meuprimeiro curso de ps-graduao umaespecializao em ensino de educaoartstica, isto em 1984, quando fui esti-mulado por Ana Mae Barbosa a em-</p><p>preender uma pesquisa sobre histria doensino de arte no Rio Grande do Norte.Como se diz, eu no contei conversa eno demorei em decidir que tentaria es-crever uma biografia de D. Marieta. Naverdade, a pesquisa inicial ainda incluiuoutras professoras de arte mossoroenses,alm de Ivan Lima, seu filho. Mas tantoa histria pessoal de D. Marieta quantosua diversificada experincia como pro-fessora de arte exerceram especial atra-o para mim. No primeiro caso, as cir-cunstncias rocambolescas de seu casa-mento e posterior separao, assim co-mo suas batalhas domsticas para criaros filhos e seu envolvimento com a vidapoltica da cidade apontaram para o des-velamento de uma personalidade fortecapaz de render uma boa literatura mesmo que eu no fosse, assim, to ca-paz de realizar. Como professora, D.Marieta foi professora de atelier e, tam-bm, em salas de aula de escolas pbli-cas e privadas, efetivando uma prticasustentada na sua capacidade artstica. </p><p>Este espao suficiente apenas paraestas anotaes, feitas no sentido de fa-zer conhecida, mesmo minimamente,esta artista que atravessou um sculodando demonstraes de inegvel valorcomo mulher e como professora de arte.</p><p>Vicente Vitoriano</p><p>Artista plastico e</p><p>professor</p><p>Lua cheia</p><p>E porque a lua me espiava da ja-nela, desisti de dormir. Sob a claraluz que varava as grades de ferro</p><p>azul vi surgir, uma a uma, as frgeiscriaturas.</p><p>So muitas e h tanto tempo meacompanham que chega a ser imper-dovel o fato de eu no as conhecer detodo. Mas o que o conhecimento dooutro quando ns mesmos somos umpoo de obscuridade?</p><p>Ento suspiro. Quase no mesmo ins-tante em que pressinto o semblante tris-</p><p>te daquele que outrora deve ter sido umgrande amor. Os olhos fundos, a tezcansada, as mos atadas por cordas in-visveis. Sero ns de marinheiro que oseguram na escurido?</p><p>No h resposta. Os fantasmas nofalam a nossa lngua.</p><p>(L no canto, a sombra de uma saiabalana meus pensamentos: a meninacom seu vestido de bolinhas)</p><p>Vssia Silveira</p><p>Jornalista e</p><p>escritora</p><p>PGINA 2POTIGUAR NOTCIASOpiniO Parnamirim - 23 de janeiro de 2012 - segunda-feira</p><p>Potiguar 2:2.qxd 20/1/2012 15:57 Page 2</p></li><li><p>Barragem Manoel Torres?</p><p>O deputado estadualNelter Queiroz vai encami-nhar a Assembleia Legisla-tiva do Rio Grande do Nor-te projeto de lei que d onome do ex-prefeito deCaic, Manoel Torres deArajo, a barragem das Oi-ticicas na regio do Serid</p><p>Tortura 1A Cmara Criminal do</p><p>Tribunal de Justia do RioGrande do Norte mantevea condenao imposta so-bre um policial civil, pelocrime de tortura (artigo 1,da lei n 9.455/97), pratica-</p><p>do no dia 1 de novembrode 1999, no municpio deJardim de Piranhas. A sen-tena inicial, mantida naCmara, condenou o poli-cial a cumprir pena de qua-tro anos e 21 dias de reclu-so em regime inicialmentefechado, bem assim, a per-da do cargo pblico.</p><p>Tortura 2Consta na denncia</p><p>que o fato ocorreu numcampo de futebol da cida-de de Jardim de Piranhas,quando trs viaturas poli-ciais abordaram um ho-mem, o qual, ao respon-der, foi torturado pelo po-licial e outros denuncia-dos, incluindo milicianosdo estado paraibano noidentificados.</p><p>Tortura 3Acrescenta, ainda, que</p><p>os policiais se dirigiramao local em companhia deum advogado e de um jo-vem conhecido por "Val-mir", com a inteno decapturar um suposto par-tcipe de crime de homic-dio cometido na cidadede Belm de Brejo doCruz/RN, que seria a v-tima.</p><p>redacao@potiguarnoticias.com.br</p><p>DaRedao</p><p>PGINA 3POTIGUAR NOTCIASPoltica parnamirim - 23 de janeiro de 2012 - segunda-feira</p><p>Ao avaliaro critrio uti-lizado porRosalba paraescolher seucandidato aprefeito dacapital poti-guar, o pr-c a n d i d a t oH e r m a n oMorais afir-mou, em en-trevista aoDirio deNatal, queseu projetoi n d e p e n d e</p><p>do apoio da governadora. Ele disse que faz parte dabase de sustentao do governo na Assembleia Legis-lativa (AL), mas reiterou que seu projeto depende ape-nas do PMDB.</p><p>Respeito o critrio adotado pela governadora. Elatem todo o direito de adotar o critrio que achar maisjusto. Mas, minha candidatura no depende do apoiode Rosalba Ciarlini. Nosso projeto um pleito doPMDB. O partido percebeu que a sociedade esperauma candidatura prpria, que no lanada h 20anos. Ento, seguiremos firmes nesse propsito, de-clarou o deputado.</p><p>arquivo pn</p><p>liderana real ou ilusria?</p><p>divulgao</p><p>Hermano no depende de Rosalba</p><p>Eleitorado pensa que Carlos tem apoio de Wilma</p><p>conflito</p><p>Rosalba e Micarla brigam por obras da Copa</p><p>CEFAS CARVALHOQue as pesquisas de inten-</p><p>o de voto para a Prefeiturade Natal evidenciam francofavoritismo - a preo de hoje- para o ex-prefeito CarlosEduardo (PDT), no se dis-cute. Afinal, na ltima pes-quisa Sinduscon/Consult,Carlos obteve 42,8% na esti-mulada contra 19,1% deWilma de Faria.</p><p>Mas, tambm inegvelque o favoritismo de Carlospode ser ilusrio, por vriasrazes (a maioria do eleito-rado no tem candidato, acampanha no comeou, ofator rejeio a Micarla,etc.), mas uma em especial examinada cirurgicamentepor analistas polticos estaffs dos pr-candidatos:Wilma no entrou na cam-panha.</p><p>ROBSON PIRESSe a aliana entre a prefei-</p><p>ta Micarla de Sousa (PV) e agovernadora Rosalba Ciarli-ni (DEM) j no era das me-lhores desde o segundo tur-no das eleies de 2010, a di-vergncia relativa s obras demobilidade necessrias paraa realizao da Copa doMundo de 2014 em Natalazedou de vez a relao en-tre as duas.</p><p>Enquanto o governo se co-loca disposio para exe-cutar as obras de mobilidadedo municpio, pregando o te-mor de que Micarla no temcondies de realiz-las, agestora da capital contra-ata-ca, alegando que o governo que se mostra inabilitado pa-ra executar os projetos de suaresponsabilidade.</p><p>Por enquanto, o jogo ficana fase das declaraes e dei-</p><p>xa o campo administrativopara entrar no poltico. Mi-carla de Sousa ironizou oscomentrios de que deveriapassar a responsabilidade pa-ra o governo. </p><p>A prefeita chegou a cobrarapoio da bancada federal aoEstado, devido s dificulda-des enfrentadas pela gestode Rosalba para viabilizar asobras geridas pelo governo.</p><p>Ministro garibaldi Filho v Previdncia com bons resultados em 2011</p><p>Carlos Eduardo Alves Wilma de Faria</p><p>Como no se declara can-didata, Wilma, para muitoseleitores, no est na dispu-ta. Mais que isso. Boa partedo eleitorado natalense tema percepo que Carlos apoiado por Wilma para aPrefeitura.</p><p>Alguns wilmistas compar-tilham esta tese. Tem lgica,</p><p>afinal, Carlos foi vice de Wil-ma e ambos experimenta-ram slida parceria poltico-administrativ...</p></li></ul>