Pre modernismo portugus cpia

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    26-Jun-2015

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  • 1.PR- MODERNISMO

2. Um perodo de transio
Os autores desse movimento ainda estavam presos s escolas literrias acadmicas;
Substituio de temas sentimentais e mitolgicos;
Substituio da linguagem erudita;
Temas considerados imprprios.
3. O interesse pela realidade brasileira
Parnasianos e simbolistas:
Machado de Assis, Alusio Azevedo
Os modelos literrios realistas-naturalistas eram essencialmente universalizantes.;
A preocupao central era abordar o homem universal.
4. Pr- modernistas:
Graa Aranha, Euclides da Cunha, Lima Barreto, Monteiro Lobato
A preocupao central era assuntos do dia-a-dia dos brasileiros;
Obras de carter social;
Augusto dos Anjos exceo
Foge ao interesse social.
5. Uma linguagem simples e coloquial
Explcita na prosa de Lima Barreto;
Ignorar normas gramaticais e de estilo;
Provocou a ira dos conservadores e parnasianos;
Um importante passo para a renovao modernista de 1922.
6. Msica
Msica Erudita:
Destacou-se o cearense Alberto Nepomuceno;
Intenes naturalistas;
7. Msica popular:
Maxixe;
Modinha;
Toada;
... a vizinhana concluiu logo que o major aprendia a tocar violo. Mas que coisa? Um homem to srio metido nessas malandragens!
(Lima Barreto, Policarpo Quaresma)
8. Pintura
Pouco se influenciou pelas renovaes;
Permanecia o estilo Acadmico;
Resumia-se a temas e a ambientes da elite;
Rodolfo Amoedo Ms notcias;
9. Pintura Brasileira (1913)
Lasar Segall;
Obra revolucionria;
Anita Malffati (1917);
Renovao artstica;
10. Literatura
Um trao conservador;
Um trao renovador;
1. Ruptura com o passado;
2. Denuncia da realidade brasileira;
3. Regionalismo;
4 Tipos humanos marginalizados;
5. Fatos polticos, econmicos e sociais.
11. Poesia
Poucas novidades;
Prevalecia a poesia Parnasiana;
Augusto dos Anjos Exceo
Meu corao tem catedrais imensas,
Templos de priscas e longquas datas,
Onde um nume de amor, em serenatas,
Canta a aleluia virginal das crenas. (Vandalismo)
12. Prosa
Obras crtica e questionadoras;
Realidade do pas;
Ambiente rural e regional;
Ambiente urbano e social;
Ambiente indefinido.
13. Euclides da Cunha
14. Euclides da Cunha a defesa de canudos
Nasceu no Rio de Janeiro em 1866,
Estudou em escola militar e fez engenharia;
Engenheiro civil;
Positivista;
Cubriu a Guerra de Canudos;
Os Sertes;
Abordou partes religiosas e a realidade da poca, opresso, misria, etc.
Passou a ser visto pelo pas como monarquista e uma ameaa a nao.
15. Canudos: Misria, fanatismo e violncia
Um dos mais violentos conflitos da
histria brasileira;
Secas, crises econmicas e
socias.
Cidade de pessoas miserveis.
Problemas com a igreja e leis
locais.
16.O incio da guerra
A guerra teve incio com o movimento de Antnio conselheiro que tinha a preteno de restaurar a monarquia;
Quatro expedies militares.
17. Os Sertes- denncia da violncia
Analisa a guerra segundo as teorias cientficas da poca.
Canudos como um problema socialpoltico e econmico;
Prostituio,estupro,tortura.
Dividida em:
-A terra;-O homem;-A luta;
18. Do preconceito racial a uma viso crtica
Acreditava numa raa superior;
Acreditava no embranquecimento dos brasileiros evitando a mistura com raas inferiores.
19. Lima Barreto
20. Lima Barreto: o crtico marginal
Rio de Janeiro, 13 de maio de 1881;
Morre em 1 de novembro de 1922;
Jornalista;
Monarquista;
Um dos mais importantes escritores
libertriosbrasileiros;
Crtico da poca daRepblica Velha
no Brasil;
21. Um escritor de transio;
Crtica a sociedade urbana da poca;
Triste Fim de Policarpo Quaresma ;
Recordaes do Escrivo Isaas Caminha;
O Homem Que Sabia Javans.
22. Monteiro Lobato: o moderno antimodernista?
Nasceu em Taubat,18 de Abril de 1882;
Morreu em So Paulo, 4 de julho de 1948;
Bacharel em Direito;
Extraordinrio contador de histrias;
Histrias regionais;
23. Preso a modelos realistas;
Um dos primeiros autores de literatura infantil;
Linguagem simplificada;
Urups ;
Cidades Mortas;
24. Pobre Jeca Tatu! Como s bonito
no romance e feio na realidade!
Urups
H de subir, h de subir h de
chegar a sessenta mil ris em
julho. Caf, caf, s caf!...
Cidades Mortas

25. Augusto dos Anjos
26. Augusto dos Anjos: o tomo e o cosmos
Nasceu na Paraba em 1884;
Morreu em MG,em 1914,por uma pneumonia;
Formou-se em direito;
Pessimista;
Poeta simbolista;
Eu (1912); Vandalismo;
Experincia nica na literatura universal;
Termos considerados antipoticos e inquietantes.
27. J o verme - este operrio das runas-Que o sangue podre das carnificinasCome e vida em geral declara guerra.
28. Graa Aranha e o debate racial
Nasceu no Maranho, em 1868;
Morre em 26 de janeiro de1931;
Cana;
Imigrao alem para oBrasil;
Conflito;
Dinheiro mais importante do que o amor?
29. (...) o contraste entre o racismo e o universalismo, entre a 'lei da fora' e a 'leido amor' que polariza ideologicamente, em Cana, as atitudes do imigrante europeu diante da sua nova morada.