Prova Professor Educacao Infantil 2011

  • Published on
    06-Jul-2015

  • View
    3.572

  • Download
    0

Embed Size (px)

Transcript

Concurso Pblico para provimento no cargo de PROFESSOR DE EDUCAO INFANTILCOORDENADORIA GERAL DE GESTO DE TALENTOS COORDENADORIA DE RECRUTAMENTO E SELEO

CADERNO DE QUESTES OBJETIVAS E DISCURSIVAS ATENO1. A prova ter durao de 4 (quatro) horas e 30 (trinta) minutos, considerando, inclusive, a marcao do CARTO-RESPOSTA e o preenchimento do CADERNO DE RESPOSTAS DEFINITIVO. 2. Quando autorizado o incio da prova, confira atentamente este caderno que contm 60 (sessenta) questes de mltipla escolha, cada uma com 4 (quatro) alternativas (A,B,C e D), e 03 (trs) questes discursivas, distribudas da seguinte forma:

3. Observe as seguintes recomendaes relativas ao CARTO-RESPOSTA: verifique, no seu carto, o seu nome, o nmero de inscrio e o nmero de seu documento de identidade; o CARTO-RESPOSTA ser o nico documento vlido para correo eletrnica atravs de leitura tica, e seu preenchimento e respectiva assinatura so de inteira responsabilidade do candidato; a maneira correta de marcao das respostas cobrir, fortemente, com caneta esferogrfica de tinta azul ou preta, o espao correspondente letra a ser assinalada, para assegurar a perfeita leitura tica. 4. No haver substituio parcial ou integral do CARTO-RESPOSTA, por erro do candidato. 5. O candidato ser automaticamente excludo do certame se for surpreendido: utilizando-se, no decorrer da prova, de qualquer tipo de consulta a material impresso, anotaes ou similares, ou em comunicao verbal, escrita, ou gestual, com outro candidato; utilizando aparelhos eletrnicos, tais como: telefone celular, bip, walkman, rdio receptor/transmissor, gravador, agenda eletrnica, notebook, calculadora, palmtop, relgio digital com receptor ou qualquer outro meio de comunicao ativa ou passiva. O telefone celular dever permanecer desligado, desde o momento da entrada no local de prova, at a retirada do candidato do respectivo local. 6. No CADERNO DE RESPOSTAS DEFINITIVO para a prova discursiva, utilize caneta esferogrfica de tinta azul ou preta. 6.1 No assine e nem faa qualquer tipo de marcao que possa identificar o candidato no CADERNO DE RESPOSTAS DEFINITIVO. 6.2 Ao terminar a prova discursiva, destaque o canhoto. Ele seu comprovante e contm o cdigo criptografado identificador de sua prova. 7. O candidato somente poder se retirar definitivamente do recinto de realizao da prova, entregando o CARTO-RESPOSTA devidamente assinado, e o CADERNO DE RESPOSTAS DEFINITIVO aps decorrida 1 (uma) hora do incio da prova. No entanto, s poder levar o CADERNO DE QUESTES se deixar a sala faltando 15 (quinze) minutos para o trmino do exame. Os exemplares no levados sero eliminados. 7.1 o candidato que se retirar da sala de prova, antes do horrio autorizado para levar o CADERNO DE QUESTES, no poder retornar sala para este fim. 8. Os trs ltimos candidatos devero permanecer em sala, sendo liberados somente quando todos tiverem concludo a prova ou o tempo tenha se esgotado e tenham sido entregues todos os CARTES-RESPOSTA e os CADERNOS DE RESPOSTAS DEFINITIVOS da prova discursiva, sendo obrigatrio o registro dos seus nomes na ata de aplicao de prova. 9. O fiscal no est autorizado a alterar quaisquer dessas instrues. 10. O gabarito da prova ser publicado no Dirio Oficial do Municpio do Rio de Janeiro, no segundo dia til seguinte ao de realizao da prova, estando disponvel tambm, no site concursos.rio.rj.gov.br .

2011

Boa Prova!

PROFESSOR DE EDUCAO INFANTIL

LNGUA PORTUGUESA Texto: Da solido H muitas pessoas que sofrem do mal da solido. Basta que em redor delas se arme o silncio, que no se manifeste aos seus olhos nenhuma presena humana, para que delas se apodere imensa angstia: como se o peso do cu desabasse sobre a sua cabea, como se dos horizontes se levantasse o anncio do fim do mundo. No entanto, haver na terra verdadeira solido? No estamos todos cercados por inmeros objetos, por infinitas formas da Natureza e o nosso mundo particular no est cheio de lembranas, de sonhos, de raciocnios, de ideias, que impedem uma total solido? Tudo vivo e tudo fala, em redor de ns, embora com vida e voz que no so humanas, mas que podemos aprender a escutar, porque muitas vezes essa linguagem secreta ajuda a esclarecer o nosso prprio mistrio. [...] Tudo palpita em redor de ns, e como um dever de amor aplicarmos o ouvido, a vista, o corao a essa infinidade de formas naturais ou artificiais que encerram seu segredo, suas memrias, suas silenciosas experincias. A rosa que se despede de si mesma, o espelho onde pousa o nosso rosto, a fronha por onde se desenham os sonhos de quem dorme, tudo, tudo um mundo com passado, presente, futuro, pelo qual transitamos atentos ou distrados. Mundo delicado, que no se impe com violncia: que aceita a nossa frivolidade ou o nosso respeito; que espera que o descubramos, sem anunciar nem pretender prevalecer; que pode ficar para sempre ignorado, sem que por isso deixe de existir; que no faz da sua presena um anncio exigente Estou aqui! estou aqui!. Mas, concentrado em sua essncia, s se revela quando os nossos sentidos esto aptos para descobrirem. E que em silncio nos oferece sua mltipla companhia, generosa e invisvel.(Ceclia Meireles. Da solido IN: Escolha o seu sonho. Rio de Janeiro: Record, s/data. Pginas 35 37. Excerto adaptado.)

03. Em ... que espera que o descubramos..., no quarto pargrafo, o pronome pessoal em destaque representa a seguinte forma nominal anteriormente expressa: (A) violncia (B) frivolidade (C) mundo (D) respeito 04. No entanto, haver na terra verdadeira solido? (segundo pargrafo). Constata-se a mesma relao de sentido expressa pelo conectivo em destaque em: (A) O administrador afirma que o hospital funciona bem, contudo as falhas no atendimento so evidentes. (B) Temos obrigao de votar com conscincia, pois desejamos o melhor para todos. (C) Participaram da festividade no apenas os moradores da vila, mas tambm aqueles dos arredores. (D) Nossa famlia sempre muito unida, portanto no h motivo para temer a solido. 05. Em ... o nosso mundo particular no est cheio de lembranas, de sonhos, de raciocnios, de ideias... (segundo pargrafo) as vrgulas so empregadas para: (A) realar elementos que exercem funes sintticas diversas (B) indicar supresso de um verbo (C) isolar adjuntos adverbiais antecipados (D) separar elementos que exercem a mesma funo sinttica 06. Basta que em redor delas se arme o silncio... (primeiro pargrafo). Nesse segmento, a autora optou por uma construo na qual, contrariando a ordem direta da frase, o verbo anteposto ao sujeito. Isso tambm se verifica em: (A) E que em silncio nos oferece sua mltipla companhia, generosa e invisvel... (B) Tudo palpita em redor de ns... (C) ... como se dos horizontes se levantasse o anncio do fim do mundo... (D) ... essa linguagem secreta ajuda a esclarecer o nosso prprio mistrio... 07. No h mais acento em ideias, porm ainda se usa em distrado. Segundo o atual Acordo Ortogrfico, a srie em que nenhuma das palavras deve receber acento grfico : (A) tem, mantem, creem, Xerem (B) voo, feiura, ruim, europeia (C) forma, tunel, paranoia, Meier (D) im, beno, boleia, paraibano2

Responda s questes da prova com base na compreenso do texto. 01. A inteno da autora, ao se servir da primeira pessoa do plural ao longo da crnica, : (A) ocultar ao leitor a rispidez da imposio de suas ideias com essa frmula de cortesia (B) destacar o poder de sua funo de escritora (C) provocar a impresso de que as ideias que expe so compartilhadas pelo leitor (D) dirigir-se cerimoniosamente ao leitor, tratando-o com deferncia enftica 02. Trata-se de um texto literrio, no qual importa no apenas o que dito, mas o modo como dito. Assim, observa-se que as perguntas formuladas no segundo pargrafo cumprem o objetivo de: (A) atenuar a expresso do pensamento que ser desenvolvido a seguir e que coincide com o fato constatado no primeiro pargrafo (B) despertar a curiosidade do leitor, camuflando uma declarao que se contrape ao expresso no primeiro pargrafo (C) desqualificar, por antecipao, o que ser dito a seguir (D) esclarecer e ratificar a constatao pela qual o texto introduzidoSecretaria Municipal de Administrao Coordenadoria Geral de Gesto de Talentos - CGGT

Concurso Pblico Secretaria Municipal de Educao

PROFESSOR DE EDUCAO INFANTIL08. Em A rosa que se despede de si mesma... (quarto pargrafo) ocorre transferncia de atributos humanos a seres inanimados, o que tambm se verifica em: (A) Rio lento de vrzea, / vou agora ainda mais lento, / que agora minhas guas / de tanta lama me pesam... (B) No direi que assisti s alvoradas do Romantismo, no direi que tambm eu fui fazer poesia... (C) Msicas passam... e delas, como se a cor ganhasse ritmos preciosos, parece se desprender, se difundir uma harmonia azul, azul... (D) Quando ele nasceu, nasceu de birra / Barro ao invs de incenso e mirra / Cordo cortado com gilete. 09. Sabe-se que, como regra geral, o verbo varia para conformar-se ao nmero e pessoa do sujeito, mas h casos que fogem a essa regra. A frase correta quanto concordncia verbal : (A) Basta dois filhos para o casal lastimar os momentos de solido perdidos. (B) Faz muitos anos que se procura fugir da solido indo ao shopping. (C) Deve existir outros motivos para as pessoas sofrerem por angstia. (D) Sobrou do romance apenas lgrimas de desespero por saudade e solido. 10. As oraes ... sem anunciar nem pretender prevalecer... (quarto pargrafo) unem-se, sendo estabelecida entre elas a seguinte relao de sentido: (A) explicao (B) concluso (C) oposio (D) adio Representam a planificao de um tetraedro regular, apenas as figuras de nmero: (A) 1 e 3 (B) 1 e 4 (C) 2 e 3 (D) 2 e 4 14. Uma lanchonete oferece 6 tipos de sanduches, 3 tipos de doces e 4 tipos de refrescos. O nmero mximo de lanches distintos com um sanduche, um doce e um refresco, nessa lanchonete, igual a: (A) 72 (B) 54 (C) 28 (D) 13 15. Observe os quadrados abaixo: Figura 3 Figura 4 12. Em um pote de vidro h 169 balas e em outro h 247. A quantidade de bal