Questão das Coreias 1910 até 1945 – ocupação Japonesa 1944 norte – soldados soviéticos - divisão do paralelo 38º N sul – soldados estadunidenses Pós-guerra

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    18-Apr-2015

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<ul><li> Slide 1 </li> <li> Slide 2 </li> <li> Slide 3 </li> <li> Questo das Coreias 1910 at 1945 ocupao Japonesa 1944 norte soldados soviticos - diviso do paralelo 38 N sul soldados estadunidenses Ps-guerra Duas potncias (URSS e EUA)permanecem 1947 Doutrina Truman 1950 Coreia do Norte (apoio de URSS e China) invadem a Coreia do Sul EUA e ONU reagem 1950 a 1953 GUERRA DAS COREIAS Pobreza Fome - Armamento Nuclear - Eixo do Mal </li> <li> Slide 4 </li> <li> Slide 5 </li> <li> ndia x Paquisto Regio de contrates da pouco povoada regio do Himalaia s plancies superpovoadas do Ganges da pouco povoada regio do Himalaia s plancies superpovoadas do Ganges da riqueza dos Marajs Extrema Misria do povo da riqueza dos Marajs Extrema Misria do povo dos investimentos em Armas Nucleares aos milhes de condenados Fome Crnica dos investimentos em Armas Nucleares aos milhes de condenados Fome Crnica </li> <li> Slide 6 </li> <li> Desde 1947, com a independncia,Paquisto e ndia no resolveram suas questes de fronteira Responsvel por trs guerras entre os dois pases. A Inglaterra imps como condio de independncia o acolhimento dos muulmanos, nasce: Paquisto ( 2 partes - muulmanos ) e ndia ( hindus ) 1948 1 guerra (ndia vence) 1965 2 guerra (sem vencedores) 1971 Paquisto do Oriente vs Ocidente nasce Bangladesh 1974 ndia (arma nuclear) 1998 Paquisto (arma nuclear) </li> <li> Slide 7 </li> <li> Questo da Caxemira O controle da Caxemira significa: localizao estratgica, junto fronteira da China; dispor de nascentes; das guas do curso mdio do rio Indo; de vales frteis apropriados atividade agrcola. regio de maioria muulmana, sob domnio da ndia. rica em gs natural e petrleo. </li> <li> Slide 8 </li> <li> Grande lder da independncia da ndia. Grande lder da independncia da ndia. Pregou uma revoluo pacfica, baseado no conceito de desobedincia civil. Pregou uma revoluo pacfica, baseado no conceito de desobedincia civil. Mahatma Gandhi Atos de violncia e atentados terroristas foram intensos durante a luta contra o imprio. se todos aplicarem a poltica do olho por olho, terminaremos todos cegos Mahatma Gandhi </li> <li> Slide 9 </li> <li> Questo de Punjab Lutam pela independncia e pela formao do Estado do Kalisto. Entre os sikhse os hindus Entre os sikhs e os hindus Intensificou-se em 1984, aps o assassinato da primeira-ministra indiana Indira Gandhi. O provvel motivo teria sido ela ter ordenado a invaso do Templo Dourado de Amritsar (Local sagrado para os sikhs, onde se reunia a cpula do movimento separatista) </li> <li> Slide 10 </li> <li> Questo do Tibete palco de protestos contra os mais de 50 anos de domnio chins. Protestos comearam como reao notcia de que monges budistas teriam sido presos depois de realizar uma passeata para marcar os 49 anos do levante tibetano contra o domnio chins ( 10/03/2008 ) No sudoeste da China, o Tibete uma regio de tradio budista no alto do Himalaia. </li> <li> Slide 11 </li> <li> Entre 1911 e 1950 o Tibete manteve o status de pas independente, at a revoluo de Mao Ts-tung; Em 1959, uma rebelio liderada por monges budistas foi massacrada pelas tropas chinesas. O levante levou ao exlio o lder espiritual, Dalai Lama (14 encarnao do esprito de Buda); Em 1963, o Tibete ganhou status de Regio Autnoma, e hoje conta com um governo comandado/apoiado pela China; Para a China, o Tibete faz parte de suas terras desde o sc. XIII, j para os tibetanos a regio do Himalaia ficou independente durante sculos e o domnio chins no foi constante; </li> <li> Slide 12 </li> <li> Os maiores problemas para o povo tibetano nmero crescente de imigrantes chineses da etnia majoritria han chegam regio incentivados pelo governo (massificao cultural) e conquistam os melhores empregos; nmero crescente de imigrantes chineses da etnia majoritria han chegam regio incentivados pelo governo (massificao cultural) e conquistam os melhores empregos; Os tibetanos acreditam estarem excludos dos benefcios dos avanos econmicos desfrutados por outras provncias costeiras da China; Os tibetanos acreditam estarem excludos dos benefcios dos avanos econmicos desfrutados por outras provncias costeiras da China; enorme represso cultural, poltica, religiosa e violao dos direitos humanos por parte da China; enorme represso cultural, poltica, religiosa e violao dos direitos humanos por parte da China; ATENO: desde que exilou-se no norte da ndia, Dalai Lama viaja o mundo para advogar por mais autonomia para sua terra natal. Ele ganhou o Prmio Nobel da Paz em 1989. </li> <li> Slide 13 </li> <li> Questo do Timor Leste Invaso da ex-colnia portuguesa nunca foi reconhecida pela ONU Timor Leste, colonizado pelos portugueses desde o sculo 16, deveria ficar independente em 1975 com o apoio de Lisboa, mas no houve acordo sobre quem governaria o pas, o que resultou na guerra civil. Nesse quadro confuso, a Indonsia invadiu o Timor e depois o anexou em 1976. Nos ltimos 24 anos, o uso do portugus sofreu restries e os separatistas foram perseguidos pelo governo ou por milcias pr- Indonsia. Timor Leste, colonizado pelos portugueses desde o sculo 16, deveria ficar independente em 1975 com o apoio de Lisboa, mas no houve acordo sobre quem governaria o pas, o que resultou na guerra civil. Nesse quadro confuso, a Indonsia invadiu o Timor e depois o anexou em 1976. Nos ltimos 24 anos, o uso do portugus sofreu restries e os separatistas foram perseguidos pelo governo ou por milcias pr- Indonsia. </li> <li> Slide 14 </li> <li> Mapa do Conflito </li> <li> Slide 15 </li> <li> Slide 16 </li> <li> Slide 17 </li> <li> Aps a Segunda Guerra Mundial, o estabelecimento da ordem bipolar pretendia colocar o mundo sob os ditames de dois projetos hegemnicos concorrentes entre si. No entanto, o desenvolvimento desses regimes ao redor do mundo acabou mostrando que as aes ordenadoras capitalistas e socialistas no conseguiriam suplantar as demandas das futuras geraes. Um exemplo do fracasso dessas ideologias totalizantes aconteceu em 1968, quando a Tchecoslovquia apontou para uma nova direo. </li> <li> Slide 18 </li> <li> 1989 foi o ano mais importante do final do sculo XX. Entusiasmados com os ventos da liberdade que sopravam na URSS e no Leste europeu, no ms de abril, estudantes e intelectuais chineses ocuparam Tiananmen (Praa da Paz Celestial), em Pequim. A princpio, o governo liderado por Deng Xiaoping hesitou, mas na noite de 2 para 3 de junho ordenou o massacre que ps fim ao movimento. Assim, por meio da fora, as ancestrais muralhas da China barraram a contaminao vinda do Ocidente. </li> <li> Slide 19 </li> <li> Slide 20 </li> <li> O gesto desesperado de um jovem, no dia 17 de dezembro, deflagrou uma onda de protestos e choques entre manifestantes e a polcia. Mohamed Bouazizi ateou fogo em si mesmo na cidade de Sidi Bouzid (centro do pas) quando policiais impediram que ele vendesse vegetais em uma banca de rua sem permisso. O ocorrido gerou uma onda de protestos contra o desemprego na regio, que baseia sua economia na agricultura e uma das mais pobres do pas. Os protestos se espalharam ento para outras partes da Tunsia. O governo acusou a oposio de explorar o incidente. Mas a resposta violenta das autoridades, com a polcia disparando munio verdadeira contra os manifestantes, parece ter dado mais fora aos manifestantes. O protesto tambm considerado uma reflexo da frustrao da populao com a elite dominante e a ausncia de liberdades polticas. </li> <li> Slide 21 </li> <li> O Guerra Civil do Burundi foi um conflito armado com durao de 1993 a 2005. A guerra civil foi o resultado divises tnicas de longa data entre os hutus e as tribos tutsis no Burundi. O conflito comeou aps as primeiras eleies multipartidrias no pas desde a independncia da Blgica em 1962 e visto como formalmente terminado com a tomada de posse de Pierre Nkurunziza, em agosto de 2005. O nmero de mortos estimado de 300 000 mortos. As maiores eleies no Burundi depois de 12 anos de uma brutal guerra civil com motivaes tnicas. Pierre Nkurunziza o nico candidato depois do boicote dos partidos da oposio. </li> <li> Slide 22 </li> <li> Nos anos 70, muulmanos rebeldes tomaram o norte e entraram em guerra civial contra ao governo colocando um fim hegemonia dos cristos. A crescente violncia na zona oriental do Chade pe em grave perigo civis que so tomados com alvos na luta entre milcias negras chamadas toroboro com combatentes de ascendncia rabe, em uma rplica do conflito na regio de Darfur, no vizinho Sudo. Recentemente, o conflito de Darfur (Sudo) atravessou a fronteira e gerou conflito entre os pases, com centenas de mortos e milhares de refugiados. No Chade, o grupo rebelde Foras Unidas para Mudanas luta pelo poder desde 2005. Um acordo de paz assinado em 2007 ainda no foi suficiente para encerrar o conflito. </li> <li> Slide 23 </li> <li> Em 1993 milcias promovem ataques contra tropas do governo. A situao persiste at 1995, com greves e motins. Em 1997 ocorre um novo golpe de estado, desta vez apoiado por Angola (at ento tambm em guerra civil). Em 1998 e 1999 tropas do novo governo e aliados enfrentam rebeldes orientados pelo antigo governo. Em 1999 assinado o cessar-fogo e chega ao fim a Guerra Civil. As perdas so estimadas em US$ 2,5 bilhes, alm de 10 mil mortos. A situao da nova vaga de crianas e mulheres deslocadas desesperada, pois desde que abandonaram as suas casas pouco ou nada tiveram para comer. </li> <li> Slide 24 </li> <li> A Guerra Civil de Costa do Marfim iniciou em 2002, quando soldados rebeldes vindos do Burkina Faso tentam tomar o controle da capital do pas, Abidjan, e das cidades de Bouak e Korhogo. Os rebeldes no conseguem tomar Abidjan mas ocupam as outras duas cidades, respectivamente no centro e no norte do pas. A Costa do Marfim tem maioria islmica no norte, regio pobre, e crist no sul, mais desenvolvido. O conflito se estendeu, e os rebeldes tomaram a metade norte. Assassinatos em massa e crianas recrutadas para as foras armadas de todas as partes implicadas no conflito fizeram mais de 20 000 mortos. Em 2003, a Frana mediou um acordo de paz prevendo um governo de reconciliao, mas o pas permanece dividido, com o norte controlado pelos rebeldes. </li> <li> Slide 25 </li> <li> Atuante desde 1984, a Frente Nacional para a Libertao de Ogaden luta pela independncia da regio. Com populao predominantemente muulmana, Ogaden fica na fronteira com a Somlia e rica em petrleo e gs. Em 2004, 10 000 pessoas fugiram de novos conflitos tnicos no oeste do pas e mais de 250 pessoas morreram em funo de ataques que na regio de Gambella. Em um dos ataques, a uma mina de ouro perto da cidade de Dima, 196 pessoas foram mortas em apenas um dia. O governo justificou as aes alegando que a mina est localizada em seu territrio. O estado de Gambella fica na fronteira com o Sudo e habitado pelas etnias: anyuak, nuer, majenger, opou e komo. </li> <li> Slide 26 </li> <li> Mergulhada em uma guerra civil, a Lbia hoje uma nao dividida entre as foras leais ao ditador Muammar Gaddafi e a oposio, que domina o leste do pas e pede por democracia. H mais de quatro dcadas no poder, Gaddafi resiste ao movimento que pretende por fim ao seu regime autoritrio. Estima-se que das 100 000 pessoas que esto abandonando o pas, cerca de 85 000 j[a teriam cruzado a fronteira da Lbia para a Tunsia e perto de 95 000 j tenham passado para o Egito. Os protestos iniciaram-se no leste do pas, onde a popularidade do ditador historicamente mais baixa. </li> <li> Slide 27 </li> <li> Durante as dcadas de 70 e 80, Moambique viveu trs guerras consecutivas, destruindo a infraestrutura econmica e social do pas, buscando o socialismo. A paz somente foi alcanada em 1992. Recentemente, partidos de oposio e grupos de direitos humanos criticaram o governo, dizendo que falhou ao medir a indignao que causaria o aumento de 30% no preo do po e nas tarifas de gua e eletricidade. Foram registradas mais de 500 mortes nos incluindo crianas que morreram quando a polcia abriu fogo contra manifestantes que bloquearam ruas, incendiaram pneus e saquearam lojas nos mais violento </li> <li> Slide 28 </li> <li> Nao mais populosa do continente africano, tambm vive uma situao interna estvel. Alm da diviso entre muulmanos e cristos, existem mais de 250 grupos tnicos, com lnguas e culturas diferentes. As tenses explodiram em 1999, quando alguns Estados oficializaram a Sharia (legislao baseada no Coro). Onde a presena crist era mais forte, houve protestos e choques nas ruas. Mais de 10 000 pessoas morreram desde 2000. Em 2007, as eleies presidenciais e parlamentares provocaram uma nova onda de violncia, que resultou em mais centenas de milhares de mortes. No delta do rio Nger, de onde se extrai muito petrleo, diversos grupos rebeldes sabotaram as atividades econmicas. </li> <li> Slide 29 </li> <li> Desde sua independncia, o Qunia movido por corrupo, autoritarismo e desigualdade tnica. Atualmente o pas protagoniza uma grave crise poltica e social. Desde as ltimas eleies presidenciais, realizadas em 27 de dezembro de 2007, uma onda de violncia tomou as principais cidades e j deixou mais de 700 mortos e cerca de 250 mil desabrigados. O estopim da crise foi o resultado do pleito, onde a oposio derrotada contestou a vitria do governo acusando-o de fraudar os resultados, e convocou protestos pelas ruas do pas. </li> <li> Slide 30 </li> <li> Ele ocorreu aps o genocdio de 1994 em Ruanda. Em 1996, o governo tutsi, que assumiu o poder depois da guerra, invadiu o Congo perseguindo os rebeldes hutus e iniciando guerra, que envolveu Ruanda, Angola, Uganda, Zimbbue e Nambia. Os mais recentes confrontos na regio, obrigaram 100 000 pessoas, das quais 60% so crianas, a abandonar as suas casas. Cerca de 250 000 deixaram as suas terras, o que fez crescer para cerca de 1 milho o nmero de deslocados no interior do pas. A Repblica Democrtica do Congo (ex-Zaire) aps passar por diversos conflitos internos, teve em Kivu do Norte, em 1998, uma guerra civil que durou cinco anos, deixando 4 000 000 de mortos, o que fez com que a ONU considerasse este o conflito mais mortfero no mundo desde a 2 Guerra. </li> <li> Slide 31 </li> <li> O conflito de ordem interna, envolvendo as etnias tutsis e hutus, resultado da luta por terra frteis num pas com densidade de 300 hab./km 2 e divergncias de ordem poltica, levou Ruanda ao terror, com mais de 1 800 000 mortos, majoritariamente da etnia tutsi. Em 1990, a Frente Patritica Ruandesa, (tutsis) atravessou a fronteira da Uganda e iniciou a guerra civil. Foras francesas, egpcias, britnicas, italianas, sul-africanas, israelenses, do Zaire se alinharam ao governo ruands. Entre os responsveis, alguns comeam a pagar pelos seus atos. Dentre os que podiam interferir para impedi-lo e nada o fizeram Em abril de 1994 o ento presidente destitudo e o pas mergulha de vez no horror. Entre Jan/93 e Mar/94, Ruanda adquiriu da China 581 000 sabres. Nenhuma potncia ocidental ou organismo internacional monitorou este comrcio. </li> <li> Slide 32 </li> <li> Desde 1961, data de sua indep...</li></ul>