Redes Sociais e Inovação Digital

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    28-Mar-2016

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Ebook colaborativo - Volume 2

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<ul><li><p>Inovaes DigitaisE-book Colaborativo</p><p>Volume 2</p><p>No use velhos mapas para descobrir novas terras Gil Giardelli</p><p>Voc o que voc compartilhaCharles Leadbeater</p><p>Um projetoGaia Creative + CIC ESPM</p></li><li><p>Copyright 2011 Gaia Criative www.gaiacreative.com.br (fund. 2009) / So Paulo; 86 pginas</p><p>Ttulo: Redes Sociais e Inovao digital | E-book Colaborativo - Volume 2</p><p>Expediente</p><p>Conselho Editorial:Cibele Silva, Gil Giardelli, Talita Carvalho</p><p>Responsvel:Gil Giardelli</p><p>Realizao:Gaia Creative e CIC/ESPM</p><p>Edio e RevisoCibele Silva</p><p>Produo de gr ca e diagramao:Camila Carrano e Ellen Oliveira</p><p>ORGANIZAO E EXECUO</p><p>+A Gaia Creative uma Empresa de Tendncias, que visa inovao na Gesto do Conhecimento, a Gesto da Inovao e especializada em solues tecnolgicas para Relacionamento Digital, Redes Sociais, Campanhas de Email Marketing e Campanhas de Mobile Marketing. </p><p> Clique e saiba mais em:www.gaiacreative.com.br/site/@ _gaiacreativefacebook.com/gaiacreativebrasil</p><p>Clique e saiba mais em:www.inovadoresespm.com.br/@inovadoresespmfacebook.com/acoesinovadoras</p><p>O Centro de Inovao e Criatividade (CIC) ESPM proporciona o ambiente adequado para pessoas interessadas em se tornarem pro ssionais atuantes em um cenrio extremamente dinmico onde inovao e criatividade caracterizam cada vez mais as atividades das marcas lderes. No CIC so realizados os cursos do professor Gil Giardelli, o #InovadoresESPM </p><p>Esta obra est licenciada sob uma Licena Creative Commons. Atribuio Uso no-comercial Compartilhamento pela mesma licena 3.0 Brasil. Para ver esta licena, visite http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/</p></li><li><p>Inovadores</p><p>Aline PatiniAllan AlvesAnderson PinhoCintia CoutinhoCludia BoechatDanuzza CavalcanteDenise Ferreirarica BrasilFabio FernandesFelipe MendesFernando Eliezer FigueiredoGabriela RamosHeloisa BiagiJoo Pedro PiragibeJose EugnioKarina GiardelliLarissa AndradeLetcia VolponiMagali MartinsMarcus de Barros PintoMaria Elisa Teixeira LeitoNei GrandoPaulo RedondoPriscilla FreireReinaldo CiriloRicardo MorenoRoberto CibulskiSamantha Col DebellaSamia GabrielSandra de AngelisSergio Karagulian Sonia Maria Eullio AlvesThierry AiresVanessa TeodoroVIviane AmaroWellington Sacchi</p></li><li><p>PREFCIOAs escolas deveriam ser um lugar para se aprender, e no para se ensinar. Em vez de se concentrar no professor, o sistema educacional deveria se concentrar no aluno.</p><p>Por persistir nesta ideia que lano mais um livro colaborativo volume II. a juno do esprito colaborativo de meus alunos e a concentrao do que eles podem me ensinar e tambm ensinar a todos vocs leitores este livro</p><p>O intuito aqui em vez de isolar os estudantes, encoraj-los a escrever/colaborar, o conceito do Don Tapscott no livro A hora da gerao digital.</p><p>No a hora de cidados globais e conectados encontrarem a educao progressista?</p><p>O pensador Mark Prensky disse A fonte do conhecimento no so mais os professores, mas a internet. A educao mais til para o futuro no est acontecendo na escola. Est acontecendo depois da escola, especialmente em clubes de robtica etc., e na internet como um todo est acontecendo nos games</p><p>Al netou o educador Jeffery Bannister sobre os modelos de educao seculares Professores que leem anotaes manuscritas e escrevem em quadros negros, e alunos que anotam o que eles dizem. Esse um modelo pr-Gutenberg.</p><p>Eric Mazur da Universidade de Harvard disse Educao muito mais do que mera transferncia de informao. A informao precisa ser assimilada. Os alunos tm de conectar a informao ao que j sabem, desenvolver modelos mentais, aprender a aplicar o novo conhecimento e adapt-lo a situaes novas e desconhecidas.</p><p>E para colocar mais pimenta nesta encruzilhada, no contvamos com as rpidas vias digitais No sculo XXI, redes de banda larga sero to cruciais para a prosperidade econmica e social quanto s redes de transporte, gua e eletricidade disse Hamadoun Tour, secretrio-geral da ITU Unio Internacional de Telecomunicaes.</p><p>Fica claro, que a escola precisa de uma reforma. Ser interativa! Coletiva! Em rede! </p></li><li><p>Gil Giardelli professor nos cursos de Ps-Graduao, MBA e coordenada quatro cursos no Centro de Inovao e Criatividade (CIC) na ESPM. CEO da Gaia Creative, empresa em que implementa Inteligncia de Mdias Sociais, Economia Colaborativa e gesto do conhecimento para empresas como BMW, Fundao Roberto Marinho, Grupo CCR, SEBRAE, MINI COOPER, Grupo Cruzeiro do Sul, entre outras.</p><p>Banda largueada. Como ser ensinar para alunos conectados na rede com bandas gigantescas, trocando arquivos, experincias e percepes em uma era, onde a simples troca de informao um motor de grandes mudanas?</p><p>Vivemos o choque entre a era do seu diploma tem prazo de curta validade com a pedagogia da era industrial? Do aprendizado em massa interatividade? Do aprendizado individual ao colaborativo? Da padronizao personalizao?</p><p>Juntos conseguiremos avanar as fronteiras do conhecimento individual para a mentalidade coletiva, saltar para o software da sabedoria das multides.</p><p>Vivemos um sopro renovador. So tempos de transio, vamos aprender o paci smo, a bondade, o perdo, o amor, a lantropia, a honestidade e a ternura. No sculo XXI na era digital precisamos de humanos magnnimos, progressistas, talentosos, sensatos e probos. E parabns e obrigada aos alunos que participaram desse livro, quebrando o tabu que somente professores ensinam. Esse livro um apanhado de aprendizagem. </p></li><li><p>SUMRIO</p><p>A era da sntese na escritaAnderson Pinho</p><p>Planejamento Estratgico - Web 2.0Maria Elisa Teixeira Leito</p><p>Mdias Sociais: Voc est conectado?Aline Patini</p><p>Nas Redes Sociais como numa conversa com as comadresCludia Boechat</p><p>Como empresas devem lidar com crticas nas redes sociais Felipe Mendes</p><p>Real e imaginrioGabriela Ramos</p><p>Inovao Digital: O que ela traz para voc?Karina Giardelli</p><p>Redes Sociais no divLarissa Andrade</p><p>Do choro individual ao grito da multidoMarcus de Barros Pinto</p><p>O tempo entre o rolo e as redes sociais: uma dcada de tecnologia e transformao socialSamantha Col Debella</p><p>11</p><p>13</p><p>15</p><p>17</p><p>20</p><p>22</p><p>23</p><p>25</p><p>27</p><p>29</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>4</p><p>5</p><p>6</p><p>7</p><p>8</p><p>9</p><p>10</p></li><li><p>Os deuses e a Inovao DigitalSergio Karagulian </p><p>Redes Sociais x Cultura BBB VIviane Amaro</p><p>Assessoria de Imprensa 2.0Letcia Volponi</p><p>Contedo Preciso, Rede Social noPaulo Redondo</p><p>O Flickr de Dorian GrayRoberto Cibulski </p><p>Mame, hoje amanh?Samia Gabriel </p><p>Palavrinhas mgicas que aprendi aos dois anos...Sandra de Angelis</p><p>O meu aprendizadoThierry Aires </p><p>As histrias que a internet no contouVanessa Teodoro </p><p>Turbine-se!rica Brasil</p><p>A inovao digital e o foco no usurio.Heloisa Biagi </p><p>11</p><p>12</p><p>13</p><p>14</p><p>15</p><p>16</p><p>17</p><p>18</p><p>19</p><p>20</p><p>21</p><p>31</p><p>34</p><p>35</p><p>38</p><p>40</p><p>42</p><p>44</p><p>46</p><p>47</p><p>49</p><p>51</p></li><li><p>Colombos DigitaisWellington Sacchi</p><p>Muito alm das fronteiras do CyberespaoRicardo Moreno</p><p>Inovaes no comrcioAllan Alves </p><p>Basta um cliqueDanuzza Cavalcante </p><p>A nova descoberta do fogoCintia Coutinho </p><p>O mundo nesta redeDenise Ferreira </p><p>Faa da sua rede de relacionamentos uma inovao.Fabio Fernandes </p><p>Inovao com sustentabilidade. O caminho para um mundo.Fernando Eliezer Figueiredo </p><p>A mo invisvel da rede social.Joo Pedro Piragibe </p><p>Inovao entre os pblicosJose Eugnio Grillo </p><p>Inovao nas organizaesNei Grando </p><p>22</p><p>23</p><p>24</p><p>25</p><p>26</p><p>27</p><p>28</p><p>29</p><p>30</p><p>31</p><p>32</p><p>53</p><p>55</p><p>57</p><p>59</p><p>60</p><p>62</p><p>65</p><p>67</p><p>69</p><p>70</p><p>72</p></li><li><p>Inovar transformar pela irresistvel fora da mudana.Priscilla Freire </p><p>Inovar : novidade ou renovaoReinaldo Cirilo </p><p>O que inovao?Sonia Maria Eullio Alves</p><p>Inovao DigitalMagali Martins</p><p>33</p><p>34</p><p>35</p><p>36</p><p>78</p><p>79</p><p>84</p><p>82</p></li><li><p>A era da sntese na escrita</p><p>Anderson Pinho</p><p>Revirando minhas gavetas outro dia, tive a grata surpresa de reencontrar a carta de um amigo paulistano. Amarelada pelo tempo, a carta manuscrita foi postada no dia 16 de junho de 1996, conforme carimbo da Empresa Brasileira de Correios e Telgrafos (ECT). A caligra a no era das melhores, mas seu contedo era legvel. Ela descrevia uma rotina de sonhos, de trabalho, de lazer e das relaes con ituosas de uma famlia, como muitas outras, tal qual a minha. A riqueza de detalhes dos relatos estimulava minha imaginao.</p><p>O fuso horrio entre Cuiab e So Paulo - cuja diferena de uma hora - restringia as conversas telefnicas, mais espordicas do que as correspondncias. A carta via servio postal era uma das formas mais baratas de manter correspondncia com quem morava longe, uma forma de regar o jardim da amizade. Com trs pginas, o documento era bem escrito, com poucos erros de gramtica. A correspondncia era um espelho de muitas que recebi e tantas outras que enviei.</p><p>Hoje recebo todo tipo de correspondncia via correio: boletos, contas, faturas, cartes comemorativos, revistas, informativos, exceto cartas manuscritas. A internet e mundo digital contriburam para que processos manuais estivessem to em baixa. Enviar carta manuscrita equivale hoje a ouvir disco de vinil. Mas, por romantismo ou nostalgia, h sempre algum que no abre mo dessas prticas. As inovaes tecnolgicas revolucionaram a forma de lidar com as relaes sociais.</p><p>Graas s novas tecnologias em comunicao, a distncia entre as pessoas cou mais curta e o contato cou mais instantneo. O computador diminuiu de tamanho, agora cabe no bolso. A popularizao no acesso s novas tecnologias tem permitido a incluso social, ainda que precariamente no Brasil, e despertado o interesse pelas redes, pelo mundo virtual. A internet o meio, seu contedo seduz e vicia. Ele desperta interesses pessoais e coletivos, um trampolim para o protagonismo, para o voluntariado, para a atuao colaborativa.</p><p>1. </p><p>11</p></li><li><p>Nunca o conceito de que uma cmera na mo e uma idia na cabea esteve to em alta como nessa era das mdias digitais. Vdeos postados na internet fazem um recorte do olhar de um indivduo. Eles so compartilhados com milhares de pessoas no mundo todo, fazendo com que aquelas imagens valham mais que mil palavras.</p><p>As mensagens via celular, aprimoraram a simpli cao (abreviao) da escrita, da mesma forma que aquelas veiculadas em comunicadores web, salas de bate-papo e instant Messenger: - Ea kra, blz? Kkkkkkkkk Ql eh a boa? Vai rol um churras aki em Ksa no fds!. A mecnica dessa engrenagem ser compreendido, ainda que regras gramaticais sejam ignoradas. No toa que os aparelhos celulares foram os eletrnicos mais vendidos no e-commerce no ano passado. Cada vez mais suas funes vem acompanhando as necessidades do mundo digital como ferramentas e aplicativos. Celular um objeto to indispensvel quanto para a internet. Voc consegue viver sem eles hoje em dia?</p><p>Nessa esteira, as mensagens deixadas nos per s de redes sociais acompanharam essa simpli cao os torpedos, ganhando textos mais curtos, mas sem tantas abreviaes. Se por um lado se perdeu em detalhes e em espao por causa do carter prtico do mundo moderno, de outro se ganhou em poder de sntese. O Twitter, por exemplo, estabeleceu 140 caracteres por mensagem. Mais fcil de escrever, mais difcil de errar, melhor para ser compreendido, melhor para ler.</p><p>As redes sociais so uma vitrine do seu mundo, de uma imagem positiva de si, um carto de visitas, de um argumento inteligente, de uma imagem que queremos que os outros tenham da gente, de uma persona virtual. Um ator social, a nal voc o que compartilha. Ou no ?</p></li><li><p>Planejamento Estratgico - </p><p>Web 2.0</p><p>Maria Elisa Teixeira Leito</p><p>As redes sociais esto a, com fora total, modi cando dia-a-dia comportamentos e rompendo conceitos estabelecidos. Conceitos estes, que pareciam ser nicos, eternos e e cientes. </p><p>Mas, em seu lugar, a ora uma conscincia coletiva e colaborativa que est reposicionando e reestruturando papeis sociais. Neste novo cenrio encontramos as empresas que iro derrubar suas paredes e abrir suas salas de reunies para viverem esta nova era da transparncia, da informao e da colaborao entre pessoas, sejam elas denomidadas como: clientes, fornecedores, funcionrios, etc., que iro impactar o mundo dos negcios.</p><p>At ento, as empresas tinham um papel unilateral nas suas relaes com os clientes, produziam produtos e servios, distribuiam e desenvolviam a comunicao, do outro lado, os clientes compravam acreditando que estes eram feitos para atender suas necessidades e aceitavam o que lhes era imposto pelas indstrias. Agora, os clientes passaram a ter acesso a informao e as pessoas, ideias e experincias passaram a ser trocadas entre clientes, catlogos e guias de produtos e servios, gerados pelos departamentos de marketing, perderam espao para opinies publicadas nas redes sociais e, as empresas precisaro aprender a administrar estas novas relaes onde a opinio externa e colaborativa far parte das empresas.</p><p>Sem dvida, o fator de sucesso passar a ser a rapidez. A rapidez que as empresas compreendem as necessidades e comportamentos e a forma como se relacionam com as pessoas. Lembrando que o segredo tornou-se obsoleto dando lugar para a gesto da transparncia da informao.</p><p>Diante desta realidade, preciso desenvolver um planejamento estratgico para cuidar da percepo da marca e das relaes interpessoais. </p><p>13</p><p>2. </p></li><li><p>Inicialmente, necessrio integrar os colaboradores internos, para que sejam envolvidos, construam e se identi quem com as diretrizes corporativas, fomentando a participao e o monitoramento da marca no mercado.</p><p>Tambm importante saber com quem a empresa est se relacionando e com quem quer estabelecer relacionamento para desenvolver um contedo adequado para as mdias digitais. </p><p>De nir o objetivo da comunicao, onde e quando ser lanada e planejar como a empresa ir se relacionar com as pessoas que iro interagir com a marca.</p><p>Estabelecer uma mtrica para anlise das aes. Por exemplo: se a comunicao est alinhada e interessante, a probabilidade que o nmero e frequncia de acessos sejam crescentes. Caso contrrio, a ao dever ser repensada rapidamente.</p><p>Estimular a criatividade na comunicao para as mdias digitais fundamental para o sucesso das aes, porque a maioria da comunicao na web tem contedo e textos estticos que lembram catlogos e outros materiais impressos, no servindo para o dinmico meio digital.</p><p>Depois destas re exes e de nies, certamente as empresas iro encontrar as ferramentas adequadas para desenvolverem suas campanhas com sucesso. </p><p>Concluindo, fundamental desenvolver um planejamento estratgico para as mdias sociais, considerando a reputao digital da marca e o impacto que este novo modelo de negcios, causar no mundo corporativo.</p></li><li><p>Mdias Sociais: Voc est </p><p>conectado?</p><p>Aline Patini</p><p>Provavelmente de uns tempos para c, voc se deparou com duas palavras que juntas se anunciam revolucionrias para os negcios: Mdias Sociais.</p><p>Muitos torcem o nariz e mesmo diante de inmeros cases de sucesso, acreditam que modinha. Grandes enganos cometem os mesmos. </p><p> necessrio admitir o avano tecnolgico e as mudanas decisivas nas relaes entre empresa e consumidor e literalmente sair do lugar, dando o primeiro passo rumo a um mundo de possibilidades.</p><p>So inmeras mdias sociais que esto disponibilizadas para serem exploradas. Entre elas citarei as cinco mais populares no Brasil: Orkut, Twitter, Facebook, Youtube e Formspring, lembrando que existem outras, to boas e e cientes quanto.</p><p>Mas a nal, como us-las e conseguir resultados positivos para seu negcio?</p><p>Tenha em mente que o seu consumidor sempre falou de marcas e empresas, a grande diferena presente nessas mdias que agora ele pode ser obs...</p></li></ul>

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