REFLEXÕES TEOLÓGICAS - 4ª EDIÇÃO

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    09-Mar-2016

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NESSA EDIO O REV. PAULO CESAR LIMA ABORDA AS PROIBIES DA IGREJA E A CULTURA DO CASTIGO.

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  • uma relao de medo e culpa

    eexes teolgicasR

    Edio III - Nmero 3 - Ano 2013

    20 de maro de 2013

    PROIBIES RELIGIOSAS

    E A CULTURA DO CASTIGO

  • 8,9

    2 m

    m

  • Editorial

    uma relao de medo e culpa

    eexes teolgicasR

    Edio III - Nmero 3 - Ano 2013

    20 de maro de 2013

    PROIBIES RELIGIOSAS

    E A CULTURA DO CASTIGO

    uma relao de medo e culpa

    eexes teolgicasR

    Edio III - Nmero 3 - Ano 2013

    20 de maro de 2013

    PROIBIES RELIGIOSAS

    E A CULTURA DO CASTIGOfalncia quase que total da

    herana cultural teolgica,

    falando das tendncias da

    cristandade hodierna: H

    uma for te e generalizada

    a v e r s o a p r e g a e s

    doutrinrias. As pessoas

    exigem algo que seja oratrio,

    que suscite emoes, que leve

    a aes imediatas e que no

    requeira concentrao de

    pensamentos. Por haver uma

    forte ausncia de reflexo

    n e s s e s i s t e m a , o

    ' r e l i g i o s i s m o ' , s o b r e o

    d e p s i t o s a g r a d o d a

    revelao divina, o mesmo se

    escuda em construes

    simplistas de bons augrios e

    slogans motivacionais. Com

    isso, no novidade nenhuma

    que o mesmo misture, em seu

    m e i o , e l e m e n t o s

    completamente estranhos ao

    legado intelectual e teolgico

    cristo.

    Srgio Verine, com a sua

    pgina disco-tindo, faz o leitor

    relaxar e viajar aos bastidores

    da msica gospel. A doutora

    El izabeth Liberato Lima,

    mestra em Psicanlise, por

    sua vez, fala sobre o mal do

    s c u l o a a n s i e d a d e.

    Segundo a psicanalista, tanto

    a ansiedade quanto o medo,

    no surgem na vida da pessoa

    por uma escolha. Acredita-se

    que vivncias interpessoais e

    p r o b l e m a s n a p r i m e i ra

    i n f n c i a p o s s a m s e r

    importantes causas desses

    sintomas. Alm disso, existem

    A R e v i s t a R e f l e x e s

    Teolgicas, na sua terceira

    edio, vem apresentando

    matrias que vo segurar o

    leitor e abeno-lo ao mesmo

    tempo. Comeamos com a

    matria Emanuel Deus

    conosco que, segundo o

    escritor Jeferson Costa, em

    mui tas es t r u tu ras d i tas

    evanglicas, h de tudo, s

    no h DEUS. Alm disso, a

    igreja evanglica no Brasil

    precisa deixar esteretipos

    ant igos e o excesso de

    comportamentalismos a fim

    de viver consoante com o

    perfil do homem-Jesus. Ter

    uma linguagem piedosa para

    impressionar os outros no

    ser espiritual. Chorar em

    orao para comover o irmo

    do lado, no s inal de

    quebrantamento. Ofertar para

    declarar o quanto voc

    generoso no agradvel aos

    olhos de Deus. Perder a

    conexo da pureza interna

    com as obras exteriores

    sinal de legalismo e no de

    devoo. Subir monte para

    descer e se achar mais

    espiritual do que aqueles que

    no sobem, religiosidade;

    impostar a voz (gritar) nos

    cu l tos para demonst ra r

    espiritualidade falta de

    conhecimento bb l ico

    deblatera o escritor Marco

    Antonio.

    Quando o assunto ortodoxia

    e legado teolgico, Leonardo

    Silva pontua, com preciso, a

  • DO SENHOR A TERRA, SUA PLENITUDE

    E TUDO O QUE NELE H!

  • Pelos Caminhos da Igreja

    Marco Antonio dos

    Santos,

    formado em

    Administrao de

    Empresas

    e contabilidade.

    membro da Catedral da

    A.D em Jardim Primavera

    /marcoantoniodossantos

    evangelistamarcoantonio

    contadormas_2012@yahoo.com.br

    marco.antonio_2012@yahoo.com.br

    Marco Antonio

    OS CAMINHOS DA MATURIDADE CRIST

    O irmo mais velho queria

    s u a r e c o m p e n s a , s e

    julgava mais merecedor,

    pois tinha feito mais e

    melhor, porm, se via como

    u m e s c r a v o , n o

    compreendia que sua

    relao era de um filho para

    com o pai, e sob esta tica

    que o pai amorosamente

    declara que tudo que tem

    dele. O grande problema

    que ele servia ao pai pela

    motivao errada, mesmo

    liberto e levando uma vida

    abenoado estava preso a

    religiosidade e por isso era

    legalista e todo legalista e

    j u i z pe r ve r so. Nesse

    prisma, o apstolo Paulo

    u l t r a p a s s a a

    compreenso humana

    quando declara: E ainda

    que eu distribua todos os

    meus bens en t re os

    p o b r e s e a i n d a q u e

    entregue o meu prprio

    corpo para ser queimado,

    se no tiver amor, nada

    disso me aproveitar (1

    Co 13.3). No o qu

    fazemos que conta, mas a

    motivao em faz-lo que

    importa para Deus, pois o

    Todo-Poderoso no quer

    saber o tamanho do nosso

    sacrifcio ou da nossa

    obra, mas a intensidade do

    nosso amor. Muitos so

    pegos no contrap do

    Parte 2

  • amor de Deus, o gape,

    pois, mais do que lavar a

    conscincia, ou seja, um

    ato de compensao, o

    ajudar deve visar em

    primeira instncia o outro.

    Nossa prpria satisfao

    deve ser um ato segundo,

    o q u a l s u r g e c o m o

    c o n s e q u n c i a d a

    motivao correta: ajudar

    por ajudar, ajudar por amor.

    E tudo quanto fizerdes,

    fazei-o de todo o corao,

    como ao Senhor e no aos

    homens (Co. 3.23). A

    i g r e j a d e h o j e t e m

    exatamente a cara de

    Jonas em que as pessoas

    se preocupam mais com o

    g r a n d e p e i xe q u e o

    engoliu do que com a

    m e n s a g e m e o

    ensinamento de um Deus

    misericordioso que quer

    resgatar o seu povo e para

    tanto enviou a terra o seu

    filho para morrer por ns

    na cruz do calvrio. Nos

    preocupamos mais em

    agradar aos homens do

    que agradar a Deus. Uma

    igreja que se preocupa

    mais com o pano de fundo

    da mensagem do que com

    o verdadeiro ensinamento

    d a m e n s a g e m . N o s

    preocupamos com roupas,

    adornos, ou seja com o

    exterior do que com o

    inter ior das pessoas,

    Jonas tipifica a igreja de

    h o j e e m

    que a morte dos ninivitas

    mais esperada, mas se

    p r e o c u p a c o m a

    aboboreira (pessoas de

    dentro do que as pessoas

    de fora), na qual segundo a

    bbl ia (Vs. 4.10) no

    trabalhaste, nem fizeste

    crescer; que em uma noite

    cresceu e, em uma noite

    morreu, e que segundo o

    Vs. 11 o problema de

    N n i v e e r a f a l t a d e

    conhecimento do caminho

    cer to a ser percorrido.

    Jesus disse: Eu sou o

    caminho a verdade e a

    vida ningum vai ao pai

    seno por mim. Lembre-

    se no cap. 8 de atos da

    igreja executados atravs

    de Jesus nos conta a

    histria do evangelista

    Filipe que ao se encontrar

    com o homem etope que

    estava lendo o livro do

    profeta Isaas, e ao avist-

    lo pergunta para ele

    Entendes tu o que ls? E

    ele disse: Como podereis

    entender, se algum me

    no ensinar. Jesus veio

    para dar luz ao cego, e s

    pode dar luz quem tem luz

    para dar. O caminho de um

    cristo tem que estar

    sempre iluminado para

    que resplandea a luz de

    Cristo e a sua glria possa

    se manifestada, por isso O

    Senhor no evangelho de

    M a t e u s c a p . 5 . 1 6

    p r o f e r i n d o a s b e m -

    aventuranas para os

    discpulos Ele diz que:

    Assim resplandea a

    vossa luz d iante dos

    homens, para que vejam

    as vossas boas obras e

    glorifiquem o vosso Pai

    nos cu.RT

  • REVELAO GOSPEL

    Revelao Gospel

    ROSI BASTOS sempre foi

    uma levita na casa e obra de

    Deus.

    No entanto, esse o 1 Cd

    gravado como prova do

    cumprimento da promessa

    de Deus para sua vida.

    Filha do saudoso Pastor

    Osmar, pastor presidente e

    fundador do Campo de

    Saracuruna e esposa do

    Pastor Evandro Vicente.

    Seu ministrio tem sido

    mu i to a benoado po r

    Deus!!!

  • 2778-2687

    7680-1680

    8036-8832

    (21)

  • Lies doEvangelho Simples

    Jeferson Costa, casado

    com Jucilede Rocha,

    filho da D. Lcia e Seu

    Hlio. bacharel em

    Teologia pelo SEMTEL -

    Seminrio Teolgico

    Livre, serve a Deus

    como Evangelista na

    Catedral da Assembleia

    de Deus em Jardim

    Primavera, Duque de

    Caxias - RJ.

    habitatvisual@gmail.comdeus conoscoemmanuel

    deus conoscoNa caminhada da vida,

    v a m o s d e i x a n d o

    algumas coisas de lado

    que nos faro falta num

    futuro prximo.

    N o i n c i o d o N o vo

    T e s t a m e n t o , n o s

    deparamos com uma

    l i n d a e x p r e s s o

    referindo-se presena

    sempre presente de

    Deus: EMANUEL.

    triste como perdemos

    conceitos to absolutos e

    ve rdade i ros como o

    significado desse nome:

    DEUS CONOSCO.

    Entristeo-me em ver que

    na caminhada da vida

    abrimos mo do DEUS

    Ser simples, semelhana do Evangelho,

    no basta. Tem que ter algo a mais.

  • CONOSCO por coisas

    to pequenas e banais

    o ferec idas por uma

    teologia pobre, cega e