Relações Humanas & Interpessoais no trabalh ?· Interpessoais no trabalho. ... adquiram sensibilidade…

  • Published on
    04-Aug-2018

  • View
    212

  • Download
    0

Embed Size (px)

Transcript

<ul><li><p>14/10/2013 </p><p>1 </p><p>Esta apresentao visa apresentar um resumo para a eficcia das atividades grupo e algumas dicas para melhorar </p><p>as Relaes Humanas &amp; Interpessoais no trabalho. </p><p>Sergio Kappel / Abr 2011 </p><p>INTRODUO: </p><p>Nosso objetivo que os colegas participantes adquiram sensibilidade / dinmica interpessoal e tenham algumas idias e conceitos teis para maior compreenso de si mesmo e dos outros no complexo processo das relaes humanas. </p></li><li><p>14/10/2013 </p><p>2 </p><p>INTRODUO: </p><p>Aprender a aprender, aprender a dar ajuda e desenvolver uma participao no grupo so essenciais. </p><p>Alguns pressupostos filosficos consideram o homem como um ser que est em constante desenvolvimento, e busca constantemente a realizao, a felicidade e fugir da dor. </p><p>Todavia este ser faz parte de grupos, convive com outras pessoas e, portanto, suas potencialidades individuais somente sero plenamente atualizadas com a participao e apoio dos outros </p><p>INTRODUO: </p><p>Aprender a aprender significa aprendizagem que fica para a vida, independentemente do contedo. </p><p> um processo de buscar e conseguir informaes e recursos para solucionar seus problemas, com e atravs da experincia de outras pessoas, conjugada sua prpria. </p><p>Aprender a dar ajuda quer dizer estabelecer uma relao com o outro para crescimento conjunto. </p></li><li><p>14/10/2013 </p><p>3 </p><p>INTRODUO: </p><p>O processo de dar e receber feedback fundamental para atingir este objetivo, porquanto conduz a trocas autnticas e construo de confiana e respeito mtuos. </p><p>Quando esses objetivos so atingidos, desenvolve-se na pessoa uma disponibilidade psicolgica para continuar aprendendo a aprender a aperfeioar, constantemente, os processos de ajuda e participao em grupo. </p><p>RELAES HUMANAS : INTERPESSOAIS </p><p>As relaes interpessoais desenvolvem-se </p><p>em decorrncia do processo de interao </p><p>humana. </p><p>Em situaes de trabalho, h atividades </p><p>predeterminadas a serem executadas, </p><p>assim alguns sentimentos e boas prticas </p><p>recomendados: comunicao (dilogo), </p><p>cooperao, respeito e amizade. </p><p> medida que as atividades e interaes </p><p>prosseguem, os sentimentos despertados </p><p>podem ser diferentes dos iniciais. </p></li><li><p>14/10/2013 </p><p>4 </p><p>Os sentimentos causam uma grande </p><p>influncia aos ambientes humanos. </p><p>Assim, sentimentos negativos de antipatia </p><p>e rejeio tendero diminuio das </p><p>interaes, afastamentos e menor </p><p>comunicao, repercutindo de forma </p><p>desfavorvel nas atividades com provvel </p><p>queda de produtividade e, ento, os </p><p>sentimentos influenciam as interaes e as </p><p>prprias atividades. </p><p>RELAES HUMANAS : INTERPESSOAIS </p><p>Assim, esse ciclo atividades - interaes - </p><p>sentimentos no se relacionam </p><p>diretamente com a competncia tcnica de </p><p>cada pessoa. </p><p>Profissionais competentes individualmente </p><p>podem render muito abaixo de sua </p><p>capacidade por influncia do grupo e da </p><p>situao de trabalho. </p><p>RELAES HUMANAS : INTERPESSOAIS </p></li><li><p>14/10/2013 </p><p>5 </p><p>O relacionamento interpessoal pode </p><p>tornar-se e manter-se harmonioso e </p><p>prazeroso, permitindo trabalho </p><p>cooperativo, em equipe, com integrao de </p><p>esforos, conjugando as energias, </p><p>conhecimentos e experincias para um </p><p>produto maior que a soma das partes, ou </p><p>seja, a to buscada sinergia. </p><p>RELAES HUMANAS : INTERPESSOAIS </p><p>Relaes interpessoais e clima de grupo </p><p>Influenciam-se recproca e circularmente, </p><p>caracterizando um ambiente: agradvel e </p><p>estimulante, desagradvel e adverso ou </p><p>neutro e montono. </p><p>Cada modalidade traz satisfaes ou </p><p>insatisfaes pessoais e grupais. </p><p>RELAES HUMANAS : INTERPESSOAIS </p></li><li><p>14/10/2013 </p><p>6 </p><p>O trabalho em equipe s ter expresso </p><p>real e verdadeira quando os membros do </p><p>grupo desenvolverem sua competncia </p><p>interpessoal, o que lhes permitir alcanar </p><p>a to desejada sinergia, em seus esforos </p><p>colaborativos. </p><p>E assim obter-se muito mais que a simples </p><p>soma das competncias tcnicas individuais </p><p>como resultado conjunto para os projetos e </p><p>trabalhos em geral. </p><p>RELAES HUMANAS : INTERPESSOAIS </p><p> RELAES HUMANAS : CATEGORIAS DE INTERAO </p><p>As categorias distribuem-se em duas </p><p>reas de ocorrncia: a rea de tarefa e a </p><p>rea scio-emocional. </p><p> A primeira considerada neutra e engloba </p><p>os comportamentos de perguntas, tentativas </p><p>de respostas e as operaes. </p><p>A segunda pode ser positiva ou negativa, </p><p>conforme as reaes emocionais manifestas </p><p>dos participantes. </p></li><li><p>14/10/2013 </p><p>7 </p><p> RELAES HUMANAS : CATEGORIAS DE INTERAO </p><p>As relaes humanas so complexas e </p><p>multidimensionais. </p><p>O processo de interao humana supe </p><p>necessariamente comunicao, mesmo que </p><p>haja inteno contrria. Estamos sempre </p><p>comunicando algo, seja por meio de </p><p>palavras ou outros meios no-verbais, tais </p><p>como gestos, postura corporal, posio e </p><p>distncia em relao aos outros etc. </p><p> RELAES HUMANAS : CATEGORIAS DE INTERAO </p><p>Quando algum, no grupo, fica silencioso, </p><p>afasta-se, vira-se de costas, na verdade est </p><p>interagindo e comunicando algo aos demais, </p><p>como, por exemplo: disposio para no </p><p>dialogar, constrangimento, ressentimento, </p><p>agresso ou qualquer outro sentimento. </p><p>R. Bales (1950), em seu clssico estudo sobre </p><p>o processo de interao, alm de separar em </p><p>2 reas de ocorrncia, apresentou 12 papis </p><p>que representam as atitudes humanas tpicas </p><p>de participao num grupo de trabalho. </p></li><li><p>14/10/2013 </p><p>8 </p><p> RELAES HUMANAS : PAPIS DOS MEMBROS DA EQUIPE </p><p>AO NVEL DE TAREFA : </p><p>1) Instrutor / Demonstrador: Explica conceitos ao grupo, instrui sobre uma rea de conhecimentos, traz fatos, </p><p>d ilustraes, exemplos, mostra como feito. </p><p>2) Especialista: Oferece conhecimentos especializados, </p><p>relata descobertas de pesquisas e inovaes. </p><p>3) Orientador : Ouve cuidadosamente, usa questes de indagao no-condicionadora, utiliza abordagem </p><p>no-diretiva para ajudar o grupo a pensar nos problemas, </p><p>na tcnica de anlise e de definio de problemas. </p><p> RELAES HUMANAS : PAPIS DOS MEMBROS DA EQUIPE </p><p>AO NVEL DE TAREFA : </p><p>4) Conselheiro: Sugere alternativas sobre o que pode ser feito e como faz-lo, e usa uma abordagem mais </p><p>diretiva na indagao de aes, procedimentos, etc. </p><p> 5) Observador / Confrontador: Registra processos, eventos, relata e comenta coisas que existem, e como esto </p><p>sendo feitas, relata dados de comportamento e percepes, d </p><p>feedback de sentimentos e impresses, usando episdios, que </p><p>podem ser confrontados pelos participantes. </p></li><li><p>14/10/2013 </p><p>9 </p><p> RELAES HUMANAS : PAPIS DOS MEMBROS DA EQUIPE </p><p>AO NVEL DE TAREFA : </p><p>6) Pesquisador : Elabora modelos p/ coleta de dados, recomenda fontes ou pessoas para pesquisa, recolhe </p><p>informaes sobre dados existentes e como as coisas </p><p>esto sendo feitas, identifica as informaes necessrias, </p><p>as fontes de conhecimento bsico necessrio, etc ... </p><p>7) Planejador: Determina metas e objetivos, identifica critrios de desempenho, limites, presses, determina </p><p>seqncia de atividades e estratgias de ao consistentes </p><p>com metas e objetivos. </p><p>8) Avaliador: Determina resultados especficos, elabora referncias e critrios. </p><p> RELAES HUMANAS : PAPIS DOS MEMBROS DA EQUIPE </p><p>AO NVEL SCIO-EMOCIONAL: </p><p>... ( Papis construtivos ) ... </p><p>1) Conciliador : Busca um denominador comum, qdo. em conflito, aceita rever sua posio e acompanhar o grupo </p><p>para no chegar a impasses. </p><p>2) Mediador: Resolve as divergncias entre outros membros, alivia as tenses nos momentos mais difceis </p><p>atravs de brincadeiras oportunas. </p><p>3) Animador: Demonstra afeto e solidariedade aos outros membros do grupo, bem como compreenso e </p><p>aceitao de outros pontos de vista, idias e sugestes, </p><p>concordando, recomendando e elogiando as contribuies. </p></li><li><p>14/10/2013 </p><p>10 </p><p> RELAES HUMANAS : PAPIS DOS MEMBROS DA EQUIPE </p><p>AO NVEL SCIO-EMOCIONAL: </p><p>... ( Papis construtivos ) ... </p><p>4) Ouvinte interessado : Acompanha atentamente a atividade do grupo e aceita as idias dos outros, servindo </p><p>de audincia e apoio nas discusses do grupo. </p><p>... ( Papis no-construtivos ) ... </p><p>1) Dominador : Procura afirmar sua autoridade ou superioridade dando ordens incisivas, interrompendo os </p><p>demais, manipulando o grupo ou alguns membros, sob </p><p>forma de adulao, afirmao de status superior, etc. </p><p> RELAES HUMANAS : PAPIS DOS MEMBROS DA EQUIPE </p><p>AO NVEL SCIO-EMOCIONAL: </p><p>... ( Papis no-construtivos ) ... </p><p>2) Dependente : Busca ajuda, sob forma de simpatia dos outros membros do grupo, mostrando insegurana, </p><p>auto-depreciao, carncia de apoio. </p><p>3) Criador de problemas : Discorda e ope-se sem razes, mantendo-se teimosamente negativo at a </p><p>radicalizao, obstruindo o progresso do grupo aps uma </p><p>deciso ou soluo j atingida. </p></li><li><p>14/10/2013 </p><p>11 </p><p> RELAES HUMANAS : PAPIS DOS MEMBROS DA EQUIPE </p><p>AO NVEL SCIO-EMOCIONAL: </p><p>... ( Papis no-construtivos ) ... </p><p>4) Agressivo : Ataca o grupo ou o assunto tratado, fazendo ironia ou brincadeiras agressivas, desaprova os </p><p>valores, os atos e os sentimentos dos outros. </p><p>5) Vaidoso : Procura chamar a ateno sobre sua pessoa de vrias maneiras, contando realizaes pessoais </p><p>e agindo de forma diferente, para afirmar sua superioridade </p><p>e vantagens em relao aos outros. </p><p>6) Reinvindicador : Manifesta-se como porta-voz de outros, de subgrupos ou classes, mas acaba revelando </p><p>seus verdadeiros interesses pessoais e preconceitos. </p><p> RELAES HUMANAS : PAPIS DOS MEMBROS DA EQUIPE </p><p>AO NVEL SCIO-EMOCIONAL: </p><p>... ( Papis no-construtivos ) ... </p><p>7) Confessante : Usa o grupo como platia para extravasar seus sentimentos, suas preocupaes pessoais </p><p>ou sua filosofia, que nada tem a ver com a disposio ou </p><p>orientao real do grupo para a situao ou caso. </p><p>8) Brincalho : Aparentemente agradvel, evidncia, entretanto, completo descomprometimento com o grupo, </p><p>podendo exibir atitudes cnicas, desagradveis, indiferente </p><p> preocupao e ao trabalho do grupo atravs de poses </p><p>estudadas de espectador, que se diverte com dificuldades e </p><p>os esforos dos outros. </p></li><li><p>14/10/2013 </p><p>12 </p><p> RELAES HUMANAS : PAPIS DOS MEMBROS DA EQUIPE </p><p>Em todos os grupos seus membros podem </p><p>desempenhar papis construtivos e no-</p><p>construtivos, ao nvel da rea scio-emocional. </p><p>Facilitando ou dificultando a tarefa do grupo, </p><p>criam obstculos e canalizam energias para </p><p>atividades e comportamentos no adequados </p><p>aos objetivos comuns do grupo. </p><p>Estes papis correspondem a necessidades </p><p>individualistas, motivaes de cunho pessoal, ou </p><p>a problemas de personalidade, ou at decorrem </p><p>de falhas da estrutura do prprio grupo. </p><p> RELAES HUMANAS : PAPIS DOS MEMBROS EM REUNIES </p><p>01 O CALADO ... 04 O SABE TUDO ... 07 O QUE NO COOPERA ... 10 O COCHICHADOR </p><p>02 O BELICOSO ... 05 O FALANTE ... 08 O DESINTERESSADO ... 11 O PERGUNTADOR </p><p>03 O POSITIVO ... 06 O ACANHADO ... 09 O DESDENHOSO </p></li><li><p>14/10/2013 </p><p>13 </p><p> RELAES HUMANAS : CONCLUSO </p><p>Um papel facilitar ou inibir as atividades e o </p><p>desenvolvimento do grupo, sendo, portanto, </p><p>construtivo ou no construtivo, a depender das </p><p>necessidades do grupo e de seus membros </p><p>naquela ocasio especfica. </p><p>A competncia interpessoal dos membros do </p><p>grupo desenvolvida medida que eles se </p><p>conscientizam da variedade de papis exigidos </p><p>para o desempenho global do grupo e se </p><p>sensibilizam para o que mais apropriado s </p><p>necessidades existenciais do grupo e de seus </p><p>membros. </p><p>Fonte: </p><p> MOSCOVICI, Fela - Desenvolvimento Interpessoal - 3 Edio - </p><p>Leitura e Exerccios de Treinamento em Grupo - Rio de Janeiro: </p><p>LTC - Livros Tcnicos e Cientficos Editora S. A., 1985. </p></li></ul>