Relatório dos auditores independentes

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    09-Jan-2017

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<ul><li><p>Relatrio dos auditores independentes </p><p>Aos: </p><p>Administradores e Quotistas da </p><p>Saneamento de Gois S.A.. </p><p>Goinia GO </p><p>Examinamos as demonstraes contbeis do Saneamento de Gois S.A. (Saneago ou Companhia), </p><p>que compreendem o balano patrimonial em 31 de dezembro de 2012, e as respectivas </p><p>demonstraes do resultado, do resultado abrangente, das mutaes do patrimnio lquido e dos </p><p>fluxos de caixa para o exerccio findo naquela data, assim como o resumo das principais prticas </p><p>contbeis e demais notas explicativas. </p><p>Responsabilidade da Administrao sobre as demonstraes contbeis </p><p>A Administrao da Companhia responsvel pela elaborao e adequada apresentao das </p><p>demonstraes contbeis de acordo com as prticas contbeis adotadas no Brasil, assim como </p><p>pelos controles internos que a Administrao determinou como necessrios para permitir a </p><p>elaborao dessas demonstraes contbeis livres de distoro relevante, independentemente se </p><p>causada por fraude ou erro. </p><p>Responsabilidade dos auditores independentes </p><p>Nossa responsabilidade a de expressar uma opinio sobre essas demonstraes contbeis com </p><p>base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de </p><p>auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigncias ticas pelos auditores e tambm </p><p>que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter uma segurana razovel de que </p><p>as demonstraes contbeis estejam livres de distoro relevante. </p><p>Uma auditoria envolve a execuo de procedimentos selecionados para obteno de evidncia a </p><p>respeito dos valores e das divulgaes apresentados nas demonstraes contbeis. Os </p><p>procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliao dos riscos </p><p>de distoro relevante nas demonstraes contbeis, independente se causada por fraude ou erro. </p><p>Nessa avaliao de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaborao e a </p><p>adequada apresentao das demonstraes contbeis da Companhia para planejar os </p><p>procedimentos de auditoria que so apropriados nas circunstncias, mas no para expressar uma </p><p>opinio sobre a eficcia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, tambm, a </p><p>avaliao da adequao das prticas contbeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contbeis </p><p>feitas pela Administrao, bem como a avaliao da apresentao das demonstraes contbeis </p><p>tomadas em conjunto. </p><p>Acreditamos que a evidncia de auditoria obtida suficiente e apropriada para fundamentar nossa </p><p>opinio. </p></li><li><p>Base para a opinio com ressalva </p><p>Conforme mencionado na Nota Explicativa n. 17, a Saneamento de Gois S.A. - Saneago participa </p><p>no consrcio denominado guas Lindas com a Companhia de Saneamento Ambiental do </p><p>Distrito Federal (Caesb), cujos ativos, passivos e patrimnio lquido, em 31 de dezembro de 2012, </p><p>nos montantes de R$ 32.403 mil, R$ 30.452 mil e R$ 1.951 mil, respectivamente, foram integrados </p><p>s demonstraes contbeis do Saneamento de Gois S.A. - Saneago. No nos foi possvel obter </p><p>evidncia de auditoria apropriada e suficiente sobre os valores contbeis desses ativos, passivos, </p><p>receitas e despesas, que foram consignados s demonstraes financeiras da Saneamento de Gois </p><p>S.A. - Saneago em 31 de dezembro de 2012. Caso consegussemos concluir nossa auditoria, </p><p>poderamos ter tomado conhecimento de assuntos que indicassem a necessidade de ajuste nas </p><p>demonstraes contbeis. </p><p>Opinio com ressalva sobre as demonstraes contbeis </p><p>Em nossa opinio, exceto quanto aos possveis impactos que poderiam advir dos assuntos </p><p>mencionado no pargrafo Base para a opinio com ressalva, as demonstraes contbeis acima </p><p>referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posio patrimonial e </p><p>financeira da Saneamento de Gois S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas </p><p>operaes e os seus fluxos de caixa para o exerccio findo nessa data, de acordo com as prticas </p><p>contbeis adotadas no Brasil. </p><p>Outros assuntos </p><p>Demonstrao do valor adicionado </p><p>Examinamos, tambm, a Demonstrao do Valor Adicionado (DVA) referente ao exerccio findo </p><p>de 31 de dezembro de 2012, preparada sob a responsabilidade da Administrao da Companhia, </p><p>cuja apresentao nas demonstraes contbeis requerida pela legislao societria brasileira para </p><p>companhias abertas e considerada informao suplementar pelas IFRS, que no requerem a </p><p>apresentao da DVA. Essa demonstrao foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria </p><p>descritos anteriormente e, em nossa opinio, est adequadamente apresentada, em todos os seus </p><p>aspectos relevantes, em relao s demonstraes contbeis tomadas em conjunto. </p><p>Saldos comparativos </p><p>As demonstraes financeiras de 31 de dezembro de 2011, apresentadas para fins de comparao, </p><p>foram por ns auditadas, que emitimos relatrio datado em 30 de maio de 2012, com ressalva </p><p>quanto ao mesmo assunto mencionado acima no pargrafo Base para concluso com ressalva </p><p>em relao aos consrcios Aguas Lindas e Corumba. </p><p>Goinia, 28 de maro de 2013. </p><p>Otaniel Junior Martins Rosa Marcos Venicio Sanches </p><p>Contador CRC GO-013.972/O-3 Contador CRC 1SP-218.030/O- 9 S - GO </p><p>Grant Thornton Auditores Independentes </p><p>CRC SP-025.583/O-1 S </p></li></ul>