Resposta variação quantitativa do fator infra-ótimo ótimo supra-ótimo insuficiência excesso fator  ambiente  ‘não favorável’ ‘tóxico’ min max

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    22-Apr-2015

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<ul><li> Slide 1 </li> <li> resposta variao quantitativa do fator infra-timo timo supra-timo insuficincia excesso fator ambiente no favorvel txico min max </li> <li> Slide 2 </li> <li> http://www.ceara.com/postais/manguezal.htm http://www.vegetacaobrasileira.xpg.com.br/Vegeta%C3%A7%C3%A3o %20litor%C3%A2nea.html </li> <li> Slide 3 </li> <li> ESTRESSE Qualquer fator que provoca uma deformao ou injria (strain) num sistema </li> <li> Slide 4 </li> <li> O que estresse biolgico ? conjunto de reaes do sistema a um ou mais fatores do meio (Selye, 1930) qualquer mudana das condies ambientais que podem reduzir ou afetar negativamente o crescimento e desenvolvimento (Levitt, 1972) perturbao da homeostase por uma flutuao ambiental, com o comprometimento da capacidade de dissipao de entropia, crescimento e reproduo do organismo (Souza, 2001 ) </li> <li> Slide 5 </li> <li> Aclimatao Adaptao homeostase estresse reao abitico bitico elstica plstica dano Jones et al. 2013 The Molecular Life of Plants. Wiley-Blackwell </li> <li> Slide 6 </li> <li> perturbao deformao elstica deformao plstica perturbao </li> <li> Slide 7 </li> <li> FATORES DE ESTRESSE biticos abiticos fsicosqumicos temperatura gua radiao vento campos magnticos outros poluentes pH salinidade pesticidas competio alelopatia herbivoria patgenos outros </li> <li> Slide 8 </li> <li> estresse bitico </li> <li> Slide 9 </li> <li> eliciadores qumicos produo de toxinas reforo das paredes volteis nctar extrafloral atrao de predadores </li> <li> Slide 10 </li> <li> SISTEMINA (via floema) LIPASE AC. LINOLNICO LIVRE JA volteis inibidores de proteinase </li> <li> Slide 11 </li> <li> Acmulo de nicotina em folhas de tabaco, mediada por herbivoria </li> <li> Slide 12 </li> <li> tabaco via floema Proteinas relacionadas patogenia resistncia sistmica cido Saliclico </li> <li> Slide 13 </li> <li> luz e defesa phenolic compounds </li> <li> Slide 14 </li> <li> proteo x sabor compostos secundrios* proteo contra patgenos/herbvoros compostos secundrios proteo defensivos agrcolas riscos ambientais * alcalides, fenlicos, terpenides palatabilidade </li> <li> Slide 15 </li> <li> estresses abiticos hidrico, trmico, salino, luminoso, minerais </li> <li> Slide 16 </li> <li> deficit hdrico max real nvel de hidratao do sistema deficit </li> <li> Slide 17 </li> <li> Slide 18 </li> <li> estresse trmico </li> <li> Slide 19 </li> <li> Eletroforese para polipeptdios em ramos de E.grandis submetidos a choque trmico Em temperaturas altas, as plantas produzem protenas protetoras (proteo contra denaturao) </li> <li> Slide 20 </li> <li> formao extracelular de cristais de gelo desidratao do protoplasto protenas anticongelantes </li> <li> Slide 21 </li> <li> estresse salino possveis respostas de defesa: solutos compatveis excluso compartimentao </li> <li> Slide 22 </li> <li> Ajuste osmtico em Dunaliella http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/jcp.21715/epdf </li> <li> Slide 23 </li> <li> Estresse luminoso </li> <li> Slide 24 </li> <li> nveis de regulao e reparo de danos do estresse luminoso causado por excesso de fotons Taiz e Zeiger, 2009 Chl* + O 2 Chl + 1O 2 * Chl* + carotenide Chl + carotenide* carotenide calor remoo (protena) (ex. ROS) </li> <li> Slide 25 </li> <li> distribuio de cloroplastos em clulas fotossintetizantes de Lemna Taiz e Zeiger, 2009 </li> <li> Slide 26 </li> <li> estresse nutricional exemplo do fsforo </li> <li> Slide 27 </li> <li> P P sinal qumico primrio sinal qumico secundrio crescimento da raiz primria razes laterais expresso transportador de P transportador de P * * </li> </ul>