RETENÇÃO DE FRUTOS DE LARANJEIRAS DE UMBIGO ?· Retenção de frutos de laranjeiras de umbigo 'Monte…

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    10-Dec-2018

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<p>Cincia Rural, Santa Maria, v. 29, n. 4, p. 639-644, 1999ISSN 0103-8478</p> <p>Recebido para publicao em 16.12.98. Aprovado em 10.03.99</p> <p>639</p> <p>RETENO DE FRUTOS DE LARANJEIRAS DE UMBIGO MONTE PARNASOEM FUNO DA APLICAO DE 2,4-D, CIDO GIBERLICO</p> <p>E DA ANELAGEM DE RAMOS 1</p> <p>FRUIT SET OF 'MONTE PARNASO' NAVEL ORANGES IN FUNCTION OF THE APPLICATIONOF GROWTH REGULATORS AND BRANCH GIRDLING</p> <p>Gilmar Schfer2, Otto Carlos Koller3; Ivar Antnio Sartori 4</p> <p> 1 Trabalho financiado pela FINEP, CNPq, UFRGS e FAPERGS.2 Engenheiro Agrnomo, aluno do Programa de Ps-graduao da Faculdade de Agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do</p> <p>Sul (UFRGS).3 Professor Adjunto, Faculdade de Agronomia, UFRGS, Departamento de Horticultura e Silvicultura, CP 776, 90001-970, Porto Alegre,</p> <p>RS. Bolsista 1A do CNPq - E-mail: ockoller@adufrgs.ufrgs.br.4 Aluno da Faculdade de Agronomia da UFRGS e Bolsista de Iniciao Cientfica - E-mail: ivar@vortex.ufrgs.br.</p> <p>RESUMO</p> <p>A laranjeira de umbigo Monte Parnaso muitoapreciada e cultivada no RS, entretanto, apresenta baixa produti-vidade, relacionada a uma intensa abciso de flores e frutos emdesenvolvimento. O propsito deste trabalho foi reduzir a quedaprematura de frutos e aumentar a produo de laranjeiras deumbigo Monte Parnaso (Citrus sinensis Osbeck). O experi-mento foi realizado no municpio de Eldorado do Sul, Estado doRio Grande do Sul. As plantas estavam com 7 anos de idade,enxertadas sobre Poncirus trifoliata [L.]. O delineamento expe-rimental adotado foi de parcelas subdivididas em esquema fatori-al 6 x 3, onde se aplicou os seguintes tratamentos principais: (T1)Testemunha (tratamentos em novembro); (T2) 10ppm de cidogiberlico (AG3) em agosto de 1996 + 10ppm de AG3 em maio de1997; (T3) 10ppm de AG3 em agosto de 96 + 10ppm de AG3 e15ppm de cido 2,4 diclorofenoxiactico (2,4-D) em maio de 97;(T4) T3 + 5ppm de AG3 em outubro de 96; (T5) T4 + [0,3%ZnSO4 + 0,15% de MnSO4 e 2% de adubo N-P-K (26-00-26), emoutubro de 96]; (T6) T5 + anelagem da casca dos ramos princi-pais, em outubro de 96. Todos esses tratamentos foram combina-dos com os seguintes subtratamentos, em novembro de 1996: (a)15ppm de 2,4-D; (b) Anelagem da casca dos ramos principais;(c) 15ppm de 2,4-D + anelagem da casca dos ramos. De dezem-bro de 96 a agosto de 97, contou-se o nmero de frutos cadospor planta e, em agosto de 97, foram avaliados o nmero e o pesodos frutos colhidos. Verificou-se que os tratamentos 4, 5 e 6diminuram a abciso de frutos e aumentaram o peso e o nmerode frutos produzidos.</p> <p>Palavras-chave: Citrus sinensis, reguladores de crescimento,queda de frutos, reteno de frutos.</p> <p>SUMMARY</p> <p>The present trial was carried out aiming to increasefruit set of 'Monte Parnaso' (Citrus sinensis Osbeck) naveloranges budded on trifoliate orange (Poncirus trifoliata Raf.)rootstocks grown in Rio Grande do Sul State, Brazil. In June1996, seven-year-old navel orange trees were sprayed withgrowth regulators combined or not with girdling and fertilization.In the main plot the following treatments was conducted: (T1)Control (treatments in November); (T2) 10ppm of GA3 in Augustof 96 + 10ppm of GA3 in May of 97; (T3) 10ppm of GA3 in Augustof 96 + 10ppm of GA3 and 15ppm of 2,4-D in May of 97; (T4) T3+ 5ppm of GA3 in October of 96; (T5) T4 + [0,3% ZnSO4 +0,15% of MnSO4 and 2% of fertilizer N-P-K (26-00-26), onOctober of 96]; (T6) T5 + branch girdling in October of 96. Inthe sub-plot, accomplished in November (20/11), they were thecombinations of all treatments with: (a) 15ppm of 2,4-D; (b)branch girdling; c) 15ppm of 2,4-D + branch girdling. OfDecember of 96 to August of 97, the number of fallen fruits wascounted by tree, and in August of 97 the number and weight ofharvested fruits were assessed. The results showed that T4, T5and T6 significantly reduced the number of dropped fruits andincreased the weight and number of fruits produced.</p> <p>Key words: Citrus sinensis, Growth regulator, fruit drop, fruitset.</p> <p>INTRODUO</p> <p>O Rio Grande do Sul o terceiro maiorprodutor de citros do Brasil (IBGE 1996), destacan-do-se principalmente pela produo de frutos de</p> <p>Schfer et al.</p> <p>Cincia Rural, v. 29, n. 4, 1999.</p> <p>640</p> <p>mesa, como as tangerinas 'Montenegrina' e 'Ca' e delaranjas de umbigo Bahia e Monte Parnaso.Dentre as laranjeiras de umbigo, a Monte Parnaso a mais cultivada, principalmente porque seus fru-tos so grandes e de colheita tardia (agosto a outu-bro), entretanto, ela apresenta baixa produtividade,atingindo em geral apenas 1/3 a 1/4 da produtividadealcanada pela laranjeira Valncia (KOLLER,1993).</p> <p>A causa principal da baixa produtividadeem laranjeiras de umbigo, pode ser atribuda a dese-quilbrios hormonais e nutricionais, relacionadoscom a ausncia de sementes e intensa florao, emcachos florais desprovidos de folhas novas, resultan-do em elevada queda de botes florais, flores e fruti-nhos em desenvolvimento. Essa queda tanto maisintensa quanto maior o ndice de florao (AGUST&amp; ALMELA, 1991). Variedades sem sementes somais sujeitas queda de frutos, se ocorrerem varia-es de temperatura ou qualquer outro estresse du-rante ou depois da queda natural de frutinhos (EL-OTMANI, 1992). Para PRIMO-MILLO (1993), osfatores que condicionam a fixao de frutos so adisponibilidade de nutrientes, disponibilidade hdricae os nveis hormonais. Todos os fatores que estimu-lam o crescimento inicial do ovrio aumentam afixao de frutos (ZUCCONI et al., 1978).</p> <p>A aplicao de cido giberlico (AG3 -cido 2,4a, 7-trihidroxi-1-metil-8metileno-gib-3-eno,4a-lactona-1, 10-carboxlico), durante o perodo emque as gemas iniciam a brotao ou ainda no atingi-ram 1 a 3mm de comprimento, em agosto/setembro,em que no so visveis os primrdios foliares, redu-zem a florao, redistribuindo a brotao (CASTROet al., 1996). Com isso ocorre um aumento natranslocao de nutrientes minerais e fotoassimila-dos das folhas adjacentes para a flor e o fruto emdesenvolvimento (AGUST &amp; ALMELA, 1991 ePRIMO-MILLO, 1993). Esses autores citam queuma aplicao de AG3 no incio da brotao, nomais inibe o florescimento, mas estimula a formaode folhas novas e aumenta a sua superfcie, conse-qentemente, incrementa a sntese de fotoassimila-dos.</p> <p>Testando o efeito da aplicao de cidogiberlico em limeira cida 'Tahiti', para o controleda florao de primavera, BARROS ERODRIGUES (1992) utilizaram uma aplicao noinicio do desenvolvimento da gemas e mais duas acada 7 dias, diminuindo significativamente o nmerode flores e frutos por ramo. MONSELISE &amp;HALEVY (1964) observaram que duas aplicaesfoliares de AG3, na concentrao de 10ppm, porocasio da induo floral, inibiram a florao emlaranjeiras. Por outro lado, MOSS (1972) cita que o</p> <p>AG3, aplicado na dose de 10ppm durante a florao,em cultivares de frutos sem sementes como a tange-rineira Clementina, aumenta a fixao de frutinhose RAGONE (1992), na Argentina, conseguiu au-mentar em 16,8% a produtividade da tangerineira'Ellendale' com 10ppm de AG3 aplicados quando75% dos botes florais estavam abertos.</p> <p>O 2,4-D (cido 2,4 - diclorofenoxiactico) um produto sinttico que, aplicado em doses reduzi-das, exerce ao hormonal. BRAVO, apudCOELHO et al. (1978), relata que o uso de 2,4-Dchegou a reduzir a queda de laranjas Bahia em56%.</p> <p>Pulverizaes com 10ppm de 2,4-D, quan-do as flores perdem as ptalas, aumentaram a fixa-o e o tamanho dos frutos em laranjeiras Washin-gton Navel (GARCA-MARTNEZ, apud AGUST&amp; ALMELA, 1991). Na Espanha, para aumentar afixao e o crescimento de frutos em laranjeiras deumbigo, AGUST &amp; ALMELA (1991) recomendama pulverizao foliar com 5ppm de AG3 e micronu-trientes no final da queda das ptalas e 10 a 15 diasaps a anelagem da casca dos ramos principais.</p> <p>RAGONE (1992) cita que, na Argentina,ocorre uma queda natural de frutos maduros de la-ranjas de umbigo, comeando no ms de maio eacentuando-se nos meses seguintes, alm disso osfrutos retidos nas plantas no mantm a qualidade doincio da safra, j que a casca perde a resistncia. Emexperimento realizado pelo autor, testando-se a apli-cao de AG3 e 2,4-D na pr-colheita, reduziu-se emat 50% a queda de frutos, pela aplicao de 2,4-D,sendo que o AG3 aumentou a resistncia da casca.</p> <p>O nvel endgeno de carboidratos no onico fator responsvel pela fixao de frutos, en-tretanto, em ocasies de elevada competio naplanta pode ser um fator limitante. Com a realizaode uma anelagem dos ramos, pode-se aumentar afixao de frutos, atravs da reteno temporria nacopa dos carboidratos que se translocariam para osistema radicular (AGUST &amp; ALMELA, 1991 eFONFRA et al., 1996).</p> <p>O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeitode reguladores de crescimento e micronutrientes,aplicados em diversas pocas e da anelagem dosramos principais, sobre a produo de laranjeiras deumbigo Monte Parnaso.</p> <p>MATERIAL E MTODOS</p> <p>O experimento foi realizado no ano agrcolade 1996/97, com laranjeiras de umbigo Monte Par-naso enxertadas sobre Poncirus trifoliata [L.] Raf,com idade de sete anos, plantadas no espaamentode 2,5 x 6,0m, na Estao Experimental Agronmica</p> <p>Reteno de frutos de laranjeiras de umbigo 'Monte Parnaso' em funo da aplicao de 2,4-D...</p> <p>Cincia Rural, v. 29, n. 4, 1999.</p> <p>641</p> <p>da Universidade Federal do Rio Grande do Sul(UFRGS), situada no municpio de Eldorado do Sul,Estado do Rio Grande do Sul, nas proximidades darodovia BR-290, a aproximadamente 30 de latitudeSul e 51 de longitude Oeste. O solo da rea experi-mental classificado como Podzlico vermelho-escuro, de textura franco-argilosa.</p> <p>O delineamento experimental adotado foide parcelas subdivididas em esquema fatorial 6 x 3,totalizando dezoito tratamentos com quatro repeti-es. Utilizaram-se trs plantas teis por parcela epelo menos uma planta de bordadura entre as parce-las, na linha de plantas.</p> <p>Nas parcelas principais foram testados osseguintes tratamentos: (T1) Testemunha (subtrata-mentos em novembro); (T2) 10ppm de cido giber-lico (AG3) em 7 de agosto de 1996, quando as brota-es das gemas estavam com 2 a 3mm + 10ppm deAG3 em 14 de maio de 1997 (antes da queda defrutos na pr-colheita); (T3) 10ppm de AG3 em 7 deagosto de 1996 + 10ppm de AG3 e 15ppm de cido2,4 diclorofenoxiactico (2,4-D) em 14 de maio de1997; (T4) 10ppm de AG3 em 7 de agosto de 1996 +5ppm de AG3, aps a queda das ptalas, em 15 deoutubro de 1996 + 10ppm de AG3 e 15ppm de 2,4-Dem 14 de maio de 1997; (T5) 10ppm de AG3 em 7de agosto de 1996 + 5ppm de AG3 e (0,3% Sulfatode zinco + 0,15% de Sulfato de mangans e 2% deadubo N-P-K 26-00-26), aps a queda das ptalas,em 15 de outubro de 1996 + 10ppm de AG3 e 15ppmde 2,4-D em 14 de maio de 1997; (T6) 10ppm deAG3 em 7 de agosto de 1996 + 5ppm de AG3, (0,3%Sulfato de zinco + 0,15% de Sulfato de mangans e2% de adubo N-P-K 26-00-26) e anelagem da cascados ramos principais, em 15 de outubro de 96 +10ppm de AG3 e 15ppm de 2,4-D em 14 de maio de1997.</p> <p>Nas subparcelas em combinao com ostratamentos principais, inclusive com a testemunha,foram efetuados, em 20 de novembro de 1996, osseguintes subtratamentos: (a) 15ppm de 2,4-D; (b)anelagem da casca dos ramos principais; (c) 15ppmde 2,4-D e anelagem da casca dos ramos principais.Por um lapso, faltou uma testemunha nas sub-parcelas.</p> <p>A anelagem da casca dos ramos principaisfoi realizada com uma tesoura aneladora, fazendo-seuma inciso anelar de 360, com aproximadamente1mm de largura, cortando-se apenas a casca dosramos, sem cortar o lenho, segundo metodologiadescrita por AGUST &amp; ALMELA (1991). Comofonte de cido giberlico, usou-se o produto comer-cial PRO-GIBB, da Abbott Laboratrios do BrasilLTDA. e como fonte de 2,4-D, usou-se o produtocomercial U46 D - FLUID 2,4-D, da BASF Brasi-</p> <p>leira S.A. As pulverizaes com reguladores decrescimento foram realizadas das 8h s 11h e das14h s 17h. Utilizou-se um pulverizador do tipocostal (marca Jacto) com bico cnico nmero 12.</p> <p>As variaes das temperaturas mximas,mnimas e as precipitaes, durante a realizao doexperimento, podem ser visualizadas na figura 1. Aproduo no ano anterior ao incio do experimento(1995/96), na Estao Experimental Agronmica daUFRGS, foi em mdia de 55 15 frutos por planta.A colheita dos frutos do experimento foi realizadano dia 28 de agosto de 1997. As adubaes, trata-mentos fitossanitrios e demais prticas culturaisforam uniformes em todo o experimento.</p> <p>Os resultados foram avaliados atravs donmero e peso de frutos produzidos, peso mdio dosfrutos e nmero de frutos que caram ao solo duranteo crescimento dos mesmos (dezembro/96 a agos-to/97). As mdias foram comparadas pela anlise devarincia e pelo teste da diferena mnima significa-tiva (DMS) em nvel de 5% de significncia.</p> <p>RESULTADOS E DISCUSSO</p> <p>A anlise estatstica no revelou diferenasignificativa para a interao entre os tratamentosprincipais e as combinaes dos subtratamentos,aplicados em novembro, para o peso e nmero defrutos produzidos. Para o peso mdio de frutos hou-ve interao significativa.</p> <p>Na tabela 1, so apresentados o peso e n-mero mdio dos frutos colhidos por planta nos tra-tamentos principais (mdia de 12 parcelas). Na ta-bela 2, so apresentados o nmero e peso dos frutoscolhidos por planta nos subtratamentos (mdia de 24parcelas) e na tabela 3, o peso mdio dos frutoscolhidos. Na figura 2, apresentada a percentagemde reteno de frutos, desde o final da queda natural(Dezembro 96), poca considerada como 100% defixao, at a colheita (Agosto 97).</p> <p>0</p> <p>5</p> <p>10</p> <p>15</p> <p>20</p> <p>25</p> <p>30</p> <p>35</p> <p>40</p> <p>45</p> <p>Mai/</p> <p>96</p> <p>Jun/</p> <p>96</p> <p>Jul/9</p> <p>6</p> <p>Ago/</p> <p>96</p> <p>Set/9</p> <p>6</p> <p>Out/9</p> <p>6</p> <p>Nov/9</p> <p>6</p> <p>Dez/9</p> <p>6</p> <p>Jan/</p> <p>97</p> <p>Fev/9</p> <p>7</p> <p>Mar</p> <p>/97</p> <p>Abr/9</p> <p>7</p> <p>Mai/</p> <p>97</p> <p>Jun/</p> <p>97</p> <p>Jul/9</p> <p>7</p> <p>Ago/</p> <p>97</p> <p>Meses</p> <p>T (</p> <p>oC)</p> <p>0</p> <p>50</p> <p>100</p> <p>150</p> <p>200</p> <p>250</p> <p>300</p> <p>Pre</p> <p>cipi</p> <p>ta</p> <p>o (m</p> <p>m).</p> <p>Temperatura mxima Temperatura mnimaPrecipitao (mm)</p> <p>Figura 1 - Variaes das temperaturas mensais e precipitaesdurante a realizao do experimento. Eldorado doSul, RS. 1996/97.</p> <p>Schfer et al.</p> <p>Cincia Rural, v. 29, n. 4, 1999.</p> <p>642</p> <p>Verificou-se, atravs de observaes visu-ais, que aps a ocorrncia da queda natural de fruti-nhos, que nas laranjeiras Monte Parnaso geral-mente se verifica em outubro, ocorre uma segundafase de intensa queda de frutos, com 2 a 4cm dedimetro, da segunda quinzena de novembro at aprimeira quinzena de dezembro. Os resultados dafigura 2 tambm permitem observar que ocorremquedas menores nos meses seguintes, normalmentedeterminadas por estresses climticos, que podemser visualizados atravs da curva de precipitao dafigura 1 (baixas precipitaes de novembro a maio),conforme tambm foi observado por KOLLER et al.(1999 a e b). Tambm ocorreuuma queda de frutos maduros,no meses que antecederam acolheita, concordando comobservaes feitas porRAGONE (1992).</p> <p>No se observaramsintomas de toxicidez nas plan-tas, decorrentes da aplicaodos reguladores de crescimentoou da prtica do anelamento. Natabela 1, observa-se que ostratamentos 4, 5 e 6 aumentaramtanto o nmero como o peso defrutos produzidos, sem diferen-a significativa entre estes tra-ta...</p>