Revista CASA campo e cia n1

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    19-Mar-2016

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ncora 3G: internet em qualquer lugar Saiba como cuidar de seu jardim Faa dessa noite um sucesso Correo de solos Hortas & Pomares Proteja-se da Leishmaniose e MUITO MAIS Qual o co ideal para voc? Tenha uma linda coleo em casa outono | inverno Edio 01 2009 Pet & Garden 1

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    JARDINAGEMSaiba como cuidar de seu jardim

    ORQUDEASTenha uma linda coleo em casa

    PETQual o co idealpara voc?

    Queijose VinhosFaa dessa noiteum sucesso

    Correo de solosHortas & PomaresProteja-se da Leishmaniose e MUITO MAIS

    Tecnologia3G: internetem qualquer lugar

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    ncoraPet & Garden

    Edio 01

  • Bianca AlvesFotos: Ricardo

    Rodrigueses

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    ndice

    O poder das ervas. Uma verdadeira farmcia natural ao alcance das mos.

    Como garantir que a combinao seja um sucesso.

    Banda larga 3G.Internet a qualquer hora,em qualquer lugar.

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    outonoinverno

    viver bem

    tecnologia

    Noite deQueijos e Vinhos

    Planta da Estao

    Seu jardim

    Hortas & Pomares

    Orqudeas

    Conhea um pouco mais sobre a camlia

    tudo o que voc precisa saber sobre solos

    Tenha em casa uma coleo que vai lhe proporcionar belas floradas o ano todo.

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    1814

    26 O prazer de colher os alimentos em uma horta toda sua. Passo a passo para a construo de um canteiro.

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    arquitetura

    gastronomia

    jardinagemSeu jardim merece cuidados especiais. Saiba como prepar-lo para estar em perfeitas condies quando a primavera chegar.

    Mrmores e Granitos -

    Prepare-se para o prazer de viver em um

    espao nico, revestido com esses nobres materiais. Sua casa em

    clima de Bistr - Aproveite a atmosfera aconchegante do inverno para

    receber amigos, bater um bom papo e

    brindar a vida.

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    Os ces esto cada vez mais parecidos conosco. Mas, e suas

    necessidades nutricionais? 34

    PETRaa em Destaque

    Cane Corso, um guardio que mantm afastados os intrusos, deixando vontade a famlia e as visitas.

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    PETVeterinria

    Leishmaniose Seu co pode estar em risco.Saiba como proteg-lo. 30

    Pet EspecialNutrio

    Planta da Estao . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .12Seu jardim . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 Orqudeas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .18Hortas & Pomares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26 Veterinria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30Especial - Nutrio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34Guia de Raas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36Raa em destaque . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42Tecnologia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46Viver bem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .50Arquitetura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 54Gastronomia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .60Colunas

    Paisagismo - Luiz Carlos Orsini . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28Viver bem - Paulo Noleto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 53Arquitetura - Ana Carolina Matos . . . . . . . . . . . . . . . . . . 58

    Sees

    PETGuia de Raas

    Descubra qual o co ideal para voc.36

  • Queridos amigos, clientes e leitores,

    com enorme prazer que apresentamos a voc a Revista Casa, Campo & Cia. Um guia para os apreciadores do estilo de vida em stios, casas e casas de campo e para todos aqueles interessados em Jardinagem, Orquidofilia,

    Animais de Companhia, Piscinas, Arquitetura, Decorao, Bem-Estar, Gastronomia. Uma revista trimestral que ser distribuda gratuitamente nos condomnios da MG-030 e BR-040 e para os leitores cadastrados em nosso mailing.

    Nesta primeira edio, que sai em pleno outono-inverno, abordamos tudo de bom que essa estao pode trazer: desde lareiras, camlias, seu jardim bem cuidado no frio at um guia de queijos e vinhos, que combinam com essa poca do ano. Tambm apresentamos a voc o Cane Corso, um inteligente e socivel co de raa recm-trazido para o Brasil, alm de um guia de como escolher a raa de co ideal para voc. Aos amantes da jardinagem, um manual sobre como iniciar uma coleo de orqudeas e reportagens sobre ervas medicinais, solos e hortas. Ainda falamos sobre a leishmaniose, uma epidemia que aterroriza a nossa regio, e muito mais!A Casa, Campo & Cia feita para voc! Esperamos que ela lhe seja til e contamos com sua colaborao. Suas opinies, sugestes e experincias no dia a dia de seu jardim e de sua casa sero muito bem-vindos e nos ajudaro a melhorar. Sinta-se a vontade, a Casa sua!

    01EdioA Revista CASA, CAMPO & CIA uma publicao da

    ncoraAv. Toronto, 44 - Jardim CanadNova Lima - MGFone: (31) 3581-3801e-mail: ancoraagrocenter@hotmail.com

    A ncora Pet & Center no se responsabiliza pelo contedo dos anncios de terceiros.

    Diretor e EditorAlexandre Bacelar SmithConsultoria VeterinriaDr. Alexandre Pimenta

    ColaboradoresAna Carolina MatosLuiz Carlos OrsiniPaulo Noleto

    Projeto Grfico e DTPVero Brasil ComunicaoTextosAlexandre Bacelar Smith RevisoRosaura MacedoDireo de ArtePablo T. QuezadaProduo GrficaRaquel PachecoFotos/imagensStockxpert e iStockimageroyalty freeImpressoGrfica Lastro EditoraQuantidade5.000 exemplares

    Publicidade/Comercialcomercial@casacampoecia.com.brfone: (31) 3581-3801

    Gente de CASA Luis Carlos Orsini Paisagista Ana Carolina Matos Arquiteta e Urbanista Paulo Noleto Especialista em medicina chinesa

    R$12,50abril/junho2009

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    edito

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    JARDINAGEMSaiba como cuidar de seu jardim

    ORQUDEASTenha uma linda coleo em casa

    PETQual o co idealpara voc?

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    Correo de solosHortas & PomaresProteja-se da Leishmaniose e MUITO MAIS

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    ncoraPet & Garden

    Edio 01

    Se voc se interessa pelos assuntos da Casa, Campo & Cia e gostaria de passar a receb-la gratuitamente, entre em contato conosco, ser um prazer inclu-lo em nosso cadastro: minharevista@casacampoecia.com.br

    Alexandre Bacelar Smith editor chefealexandre@casacampoecia.com.br

  • Brasilc o m u n i c a o

    .verobrasil.com.br

    wwwBelo Horizonte: Av. Prudente de Morais, 44 - 3 andarCidade Jardim - 30380-000 - Tel.: 55 31 3344-2844Milo: Via Maurizio Gonzaga, 5 - 20123 - Tel.: 39 0289 09 88 61verobrasil@verobrasil.com.br

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  • 8Sempre que pensa-mos no outono-inverno, imaginamos que os jar-dins se tornam inativos e sem vida e que as rvores comeam gradualmen-te a perder suas folhas, formando belos tapetes amarelados. Uma imagem muito comum em alguns pases, mas completa-mente diferente do que ocorre no Brasil. Graas ao nosso clima, as esta-es no se apresentam bem definidas, principal-mente o outono, quando comum nos depararmos

    com ricas floraes de plantas como a camlia, a bela-emlia, o gernio, o antrio, as dlias e muitas outras que escolhem esta poca de poucas chuvas e dias frescos para desa-brochar.

    Com a chegada do outono, os jardins e as plantas que certamen-te passaram maus boca-dos com o calor do vero precisam de cuidados para recuperar a forma e enfrentar as transfor-maes que chegaro com a nova estao. Por

    isso, esse perodo passou a ser considerado pelos floricultores como o ideal para recuperar plantas cansadas, fazer podas e enxertias, alm de ser o momento certo de prepa-rar o solo onde sero plan-tadas as novas sementes e mudas que iro flores-cer na primavera.

    FAXINA GERALO primeiro passo para

    cuidar do jardim nessa poca do ano fazer uma boa limpeza. Elimine inse-tos e ervas daninhas que

    outono inverno

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    Saiba quais cuidados devem ser tomados no outono-inverno para que seu jardim esteja em perfeitas condies quando a primavera chegar:

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    provavelmente invadiram canteiros e vasos durante o vero.

    Folhas e galhos secos devem ser eliminados com uma poda de limpe-za. Nada de podar plantas que vo florir no inverno ou no incio da primave-ra, pois sua florao pode ser prejudicada. Podas educativas (aquelas que dirigem o crescimento das folhagens) tambm no so recomendadas agora. O certo fazer apenas a limpeza, retirando folhas amareladas e galhos secos para favorecer a penetra-

    o dos raios solares entre os galhos da planta. Essa poda de limpeza espe-cialmente indicada para as cercas vivas.

    Com tesouras de pon-tas finas, pos-svel alcanar reas de aces-so mais difcil em arbustos e cercas vivas, mas para has-tes lenhosas essencial usar uma tesoura de poda ade-quada, para no mastigar os caules. Use ferramentas sempre muito bem afiadas, evitando dani-ficar as plantas. Para podar folhas mortas, faa um corte limpo, na extremida-de do pecolo, exatamen-te onde a haste da folha encontra o ramo.

    PREPARANDO O TERRENO

    Aps a limpeza, necessrio revolver a terra, arejando o solo e arrancando as plantas mortas e ervas daninhas. Faa uma boa adubao com compostos orgnicos ou fertilizantes qumicos (veja a diferena entre eles na reportagem espe-cial sobre solos na pg 14). No caso de haver bulbos ou tubrculos (batatas) enterrados, retire-os e pulverize-os com fungicida antes de guard-los num local seco, onde ficaro at o plantio. Anmonas, jun-quilhos, lrios e rannculos, por exemplo, sero planta-dos em setembro.

    Como as plantas esta-ro entrando num perodo no qual as chuvas prati-

    camente cessam e o solo passa a ficar mais resse-cado, aproveite para incor-porar terra elementos com ao hidrorretentora, ou seja, que absorvem e

    mantm a umi-dade na quan-tidade certa. O mais recomen-dado o hmus de minhoca que, alm de cumprir essa funo, ainda contm bons nutrientes para as plantas.

    HORA DE PLANTAR

    Em algu-mas regies, geralmente no

    sul do pas, algumas rvo-res at chegam a perder algumas folhas amareleci-das. Aqui no Sudeste, no entanto, comum obser-varmos espcies como as accias-mimosas, os ips

    O outono-inverno

    considerado pelos

    floricultores o perodo para fazer podas, enxertias e recuperar

    plantas cansadas.

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    amarelo e rosa e as aza-leias cobertas de flores. Os canteiros ficam repletos de ixrias, begnias, gaznias e hortncias. a poca certa de semear amores-perfei-tos, bocas-de-leo, cravos, miostis e sempre-vivas. Paralelamente, faa o plan-tio de estacas de algumas conferas como junpe-ros, pinheiros e crptom-rias japnicas. No final do

    outono, cuide da poda das roseiras que iro florescer no inverno e transplante aquelas que costumam flo-rir na primavera.

    INVERNO, UM PERODO DE DESCANSO

    O inverno j est bem prximo e as atividades do jardim diminuem um pouco. Mas ainda tempo de plantar ris, jasmins-do-cabo (gardnia) e roseiras.

    As espcies que desabro-cham nesta estao so as prmulas, anglicas e viole-tas-cheirosas.

    Nesse perodo, as chu-vas costumam ser ainda mais escassas, fazendo com que as pragas ata-quem vorazmente as plan-tas. Por isso, faa vistorias frequentes para detect-las a tempo. No final do outono muitas plantas j

    entram em seu descanso de inverno. preciso podar as rvores, os arbustos e as h o r t n c i a s . Aproveite os galhos corta-dos para fazer novas estacas.

    Essa poda, alm de eliminar galhos, folhas e flores secos, serve para dar uma forma mais harmoniosa planta. Faa tambm um corte nas cer-cas-vivas, mas evite fazer cortes e podas mais drs-ticos, eliminando apenas os ramos que apresenta-rem algum problema srio, como quebra, ataque maci-o de insetos ou pragas. As flores do inverno so a aza-leia ndica, a euphorbia ful-

    gens, o jequitib-de-manta, o ip-roxo.

    Aproveite tambm essa poca para verificar as con-dies das plantas que pre-cisam de suporte, tutores e trelias. Verifique as condi-es gerais desses apoios e aproveite para corrigir a conduo dos ramos que cresceram durante o vero.

    Com essas sugestes e um pouco de dedicao, seu jardim estar pronto para atravessar, cheio de vida, o outono-Inverno e preparado para se desen-volver ao mximo quando a primavera chegar.

    No inverno as chuvas costumam ser ainda mais escassas, fazendo com que as pragas ataquem vorazmente as plantas. Por isso, faa vistorias frequentes para detect-las a tempo.

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    Gramados:um captulo parte

    1. Limpeza: Deve comear com a retirada das ervas daninhas, de preferncia manual-mente para que sejam extirpadas as razes. Depois disso, a grama pode ser aparada. Evite fazer podas muito drsticas nesse perodo.

    2. Aerao: Aps o corte, recomendvel recolher o excesso de aparas, pois durante o inverno preciso garantir que o gramado respire, a tarefa vai melhorar a aerao e a luminosida-de e, ainda, diminuir a temperatura e umidade junto grama, fatores que facilitam o surgimento de doenas, principalmente as causados por fungos como a Rhizoctoniose. Outra medida que contribui para aumentar a circulao de ar entre as razes da grama fazer perfuraes finas e profundas no solo, manualmente, usando uma ferramenta apropriada.

    3.Cobertura: Em algumas regies onde o inverno no muito rigoroso, costuma-se dispensar a cobertura do gramado. Entretanto, a prtica no indicada apenas como proteo contra o frio e geadas. A cobertura com substrato prprio para gramados incorpora ao solo alguns nutrientes e tambm ajuda a nivelar o grama-do, cobrindo eventuais buracos. A utilizao de areia lavada mdia, na proporo de um para um, misturada ao substrato proporciona ainda uma melhora na capacidade de drenagem do solo. Mas, ateno, no preciso soterrar a grama: nunca cubra completamente as folhas, uma camada de no mximo 3 cm de altura suficiente para cumprir a fun-o. Caso o gramado apresente falhas, aproveite para corrigi-las antes da cobertura, completando as reas com pedaos de placas de grama da mesma espcie. Aps a cobertura, regue o gramado para ajudar a incorporar a terra.

    4. Irrigao: Durante o outono-inverno a irrigao passa a ter um papel especial na sade das plantas. Devido ao frio, que diminui a evaporao, a grama corre o riso de passar vrias horas molhada, o que aumenta sensivelmente o risco da proliferao de fungos. Para diminuir esse risco, concentre a irrigao no perodo da manh, evitando molhar a grama no fim tarde para que ela no passe a noite encharcada.

    Muita gente fica preocupada com o gramado durante o inverno. Nos meses frios a grama merece realmente ateno, mas nada que alguns cuidados com limpeza, aerao, cobertura e irrigao no resolvam.

  • Caractersticas: Arbusto que conserva sua folhagem verde durante todo o ano. Produz flores isoladas de incrvel beleza nas cores branca, rosa e vermelha.poca de florao: outono e inverno.Reproduo: Por sementes, por estacas retiradas das pontas dos ramos de plantas adultas e por alporquia.Solo: Rico em matria orgnica. Para o plantio em vasos, recomenda-se a seguinte mistura: 2 partes de substrato para flores, 1 parte de terra vegetal e 1 parte de com-posto orgnico ou hmus de minhoca.Cultivo: Clima ameno, no se adapta bem a temperaturas elevadas, sendo bem resistente ao frio, inclusive a geadas. Pode ser cultivada a meia-sombra, desde que receba luz solar direta algumas horas por dia. As regas devem ser frequentes, mas evitando-se o encharcamento do solo.Adubao: Para estimular a florao, pode-se incorporar terra uma mistura de 100g de farinha de osso com 50g de torta de mamona ou um adubo completo para florao na dosagem indicada pelo fabricante.

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    Conhecida pelas folhagens brilhantes que se mantm firmes o ano inteiro e pela espetacular florao que a cobre nos meses de outono e inverno, a camlia utilizada tanto para enfeitar jardins quanto para decorar ambientes internos.

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    conheaum pouco mais sobre a

    camlia

  • Podas: Para manter um visual equilibrado, principalmente na camlia cultiva-da em jardim, recomenda-se uma poda de formao aps o trmino de cada florao.Pragas e doenas: Apesar de serem bem rsticas e resistentes, em condies adversas podem ser atacadas por pulges, cochonilhas e at por formigas. Quanto s doenas, quando h excesso de gua nas regas, podem surgir doen-as causadas por fungos, que aparecem na forma de manchas semelhantes ferrugem nas folhas.Dicas: Dentro de casa, as flores colhidas podem durar vrios dias, desde que no se toque nas ptalas. Quando tocadas, as ptalas da camlia se cobrem de manchas amarronzadas que comprometem o visual. As folhas so muito deco-rativas e acompanham muito bem em arranjos at para outras flores. Para que durem bastante, deixe os galhos com as folhas imersos profundamente em gua durante poucos minutos. Mas ateno: faa isso apenas com as folhas e nunca com as flores.

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    Nome cientfico:

    Camellia japnica

    Famlia:

    Teceas.

    Origem:

    Asitica, principalme

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    Japo e Coria.

  • O solo , sem dvida, um dos aspectos determinantes para se ter um jardim bonito e saudvel. Existem trs aspectos principais que devem ser observados quando falamos sobre solo: a textura, o pH e a fertilidade.

    Bianca AlvesFotos: Ricardo Rodrigues

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    SE VOC J SE PERGUNTOU POR QUE O JARDIM DO VIZINHO MAIS BONITO QUE O SEU, SAIBA QUE A RESPOSTA PODE ESTAR EMBAIXO DELE

    14

    tudo o que voc precisa saber sobre solos

    Textura: No que diz respeito textura, os solos se dividem, basicamente, em dois tipos: argilo-

    so e arenoso. O simples toque na terra poder ajud-lo a diferenciar um do outro. O solo argiloso liso e pegajoso. Rico em argila, ele retm muito bem a umidade,

    tornando-se pesado e viscoso. Em pocas de seca, no entanto, pode rachar com facilidade devido perda de umidade, variao que pode prejudicar as plantas. Embora difcil de ser trabalhado e com grande propenso compactao, ele costuma ser frtil. As plantas que melhor se adaptam aos solos argilosos so samambaias, avencas, antrios e filodendros.

    O solo arenoso seco, solto, leve e de fcil drenagem. Devido grande quantidade de areia e cascalho, seca rapidamente e no retm muito bem os nutrientes. Precisa de maiores cuidados que o argiloso, mas inicialmente mais fcil de ser trabalhado. Cactceas, suculentas e palmceas so boas opes de plantas para esse tipo de solo.

    Como corrigir: Argiloso: use sempre um garfo. A p, ao ser introduzida no solo argiloso, pode vedar

    as laterais do buraco, tornando mais difcil a aerao. Misture cascalho mido ou areia grossa e hmus at uma profundidade de pelo menos 30 cm para aumentar a drenagem e melhorar a fertilidade.

  • Arenoso: adicione composto ou outro tipo de matria orgnica para melhorar as caractersticas do solo arenoso. Faa isso em um dia seco e comece pelas extremidades, sempre recuando para no pisar no solo recm-trabalhado.

    pH O ph o ndice que aponta se o solo neutro (pH igual a 7,0), cido (menor que 7,0)

    ou bsico (maior que 7,0). um dos fatores que mais influencia no crescimento da planta e pode determinar sua morte caso esteja inadequado.

    0 pH ligeiramente cido (entre 6 e 6,5) o ideal para jardins, porque cria excelentes condies para o armazenamento de nutrientes no solo. Algumas espcies, no entanto, preferem solos mais cidos (por volta de pH 6,0): alamanda, azaleia, camIia, prmula, petnia, begnia, samambaia, magnlia.

    Poucas plantas se desenvolvem bem em solos bsicos, acima de 7,0, dentre elas esto as tulipas, alyssum, rosas e fuchsias.

    Para verificar o pH do solo, existem kits prprios venda em casas de jardinagem. O teste muito simples. Basta colocar uma pequena quantidade de terra de onde vai ser feita a plantao dentro da soluo qumica que vem no kit. Depois de um tempo, a mistura se estabiliza e aparece uma das cores sinalizadoras:

    Amarelo alaranjado - Solo cido Verde claro - Solo neutro Verde escuro - Solo alcalino

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    O solo ideal uma mistura dos solos arenoso e argiloso e apresenta um aspecto barrento. conseguido combinando-se a capacidade de drenagem da areia e do cascalho, com a facilidade de reteno de gua e nutrientes da argila. A maior parte das plantas ornamentais desenvolve-se bem nessas condies e, por isso, ele o mais indicado para jardins.

  • Como Corrigir:Para deixar o solo mais cido, basta acrescentar matria orgnica e fazer regas

    frequentes ou adicionar um pouco de sulfato de amnia ou enxofre. Para torn-lo mais bsico, preciso acrescentar calcrio. Para se calcular a quantidade exata a ser utilizada desses produtos, consulte um agrnomo.

    FertilidadeMuitas pessoas acham que pelo fato de suas

    plantas estarem indo bem sem fertilizante, elas continuaro assim indefinidamente. Porm, no to simples assim. Mesmo que suas plantas sobre-vivam sem voc fertiliz-las, voc no conseguir o melhor delas. Plantas fertilizadas adequadamente sero mais saudveis e mais resistentes a doenas e a ataques de pestes alm de visualmente mais bonitas.

    do solo que as plantas retiram os nutrientes fundamentais para sua sobrevivncia. Cada sal mineral, por menor que seja a quantidade consumi-da pela planta, exerce funo indispensvel para sua sade, desenvolvimento e manu-teno. A seguir, um resumo das principais funes de cada elemento:

    Macronutrientes Primrios:Nitrognio (N) - Essencial para formao das folhas e caules, fundamental para a fabri-cao de clorofila, pigmento verde das plantas responsvel pela fotossntese.Fsforo (P) - Para a formao das razes e flores. Fortalece os tecidos das plantas e contribui com o vigor da planta, tamanho das folhas, intensidade do florescimento e formao de sementes.Potssio (K) - Responsvel pela hidratao da planta. Aumenta a resistncia a seca e a diversas doenas, alm de evitar a queda precoce de frutos. Tambm essencial para a sntese da clorofila.

    Macronutrinetes Secundrios:Clcio (C) - Resistncia das paredes celulares.Magnsio (Mg) - Componente da clorofila, sem ele a planta no pratica a fotossntese.Enxofre (S) - Componente dos aminocidos e das vitaminas, sem ele a planta no trans-forma glicose em protenas.

    Micronutrientes:Ferro (Fe) - Fundamental para a sntese da clorofila.Mangans (Mn) - Ativador de enzimas, acelera os processos qumicos.Zinco (Zn) Atua no crescimento da planta.Cobre (Cu) - Componente de enzimas, responsvel pelo metabolismo.Molibdnio (Mo) - Essencial para a assimilao do nitrognio.

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    Quem tem animais em casa deve tomar um cuidado especial ao utilizar fer-tilizantes em vasos, canteiros e jardins, uma vez que alguns produtos podem ser txicos se ingeridos. o caso da torta de mamona, um adubo orgnico nitrogenado feito a partir da prensagem da mamona. Embora excelente para as plantas, ela extremamente venenosa para os animais, podendo lev-los a morte. Em sua frmula, alm dos componentes da mamona, que uma plan-ta txica, h boas concentraes de elementos qumicos como o cdmio e o chumbo. Consulte um especialista antes de utilizar qualquer adubo em locais que tenham acesso de crianas e animais.

    Para aumentar a fertilidade do solo, utilizam-se adubos qumicos e org-nicos.

    Adubos qumicos Os adubos qumicos, tambm

    conhecidos como sintticos, so vendidos em forma de sais simples -como o salitre do chile, o sulfato de amnia, o superfosfato simples - ou em misturas qumicas j pron-tas, que podem ser facilmente encontrados em lojas especia-lizadas. Repare que na emba-lagem estar inscrita uma srie de nmeros, como 10-10-10 ou 4-14-8. Esses nmeros indicam a pro-poro de nitrognio (N), fsforo (P) e pots-sio (K) que os adubos contm o famoso NPK. As formas mais completas con-tm, alm de NPK, todos os macro e micronutrientes importantes para o desenvolvimento da planta.

    Os adubos qumicos libe-ram nutrien-tes de forma direta, rpida

    e por um per-

    odo curto de tempo.

    Siga sem-pre as orienta-

    es de aplicao e dosagem fornecidas

    pelos fabricantes. A utiliza-o incorreta pode intoxicar e at

    matar a planta.

    Adubos orgnicosOs adubos orgnicos so compostos

    de resduos de origem animal e vegetal. Dentre os mais conhecidos esto a farinha de ossos, a torta de mamona, o esterco e o hmus, alm de compostos resultantes da decomposio de plantas ou mesmo de lixos orgnicos. Esses compostos cos-tumam conter todos os macros e micro-nutrientes que as plantas precisam, porm s devem ser aplicados se j estiverem curtidos, ou seja, aps a sua completa fermentao.

    Os aditivos orgnicos no liberam todos os nutrientes de uma s vez, como acontece com os qumicos. O resultado, no entan-to, mais duradouro. Escolha compostos orgnicos de procedncia conhecida ou de fabricantes regulamentados. Evite utilizar resduos, principalmente de animais, sem a devida orientao, eles podem conter microorganismos patognicos que podem fazer mal a voc ou a suas plantas.

    Como melhorara fertilidadedo solo

    Fertilizantes X Animais

  • Entre para o maravilhoso mundo da orquidofilia!

    orqu

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    A aparncia frgil e delicada das orqudeas muitas vezes chega a inibir aqueles que gostariam de cultiv-las. Apesar dessa aparente fragilidade, as orqudeas so muito mais rsticas e fceis de cultivar do que parece. Resistentes e timas para o nosso clima, com alguns conhecimentos e um pouco de dedicao, a arte de colecion-las pode se transformar em um agradvel hobby.

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  • Primeiro passo:Consiga boas mudas.

    O primeiro passo para se iniciar uma coleo de sucesso escolher boas mudas, de preferncia aos poucos. No se apres-se, lembre-se de que, qualquer que seja a poca do ano, sempre haver inmeras espcies em florao. Assim, se voc adquirir algumas orqu-deas por ms, conseguir formar uma coleo que vai lhe garantir flores o ano inteiro.

    Se voc optar por coletar as mudas na natu-reza, o que sem dvida uma tarefa deliciosa, tome muito cuidado para no estragar nenhuma planta. Retire apenas trs ou qua-tro bulbos da parte fron-tal, para que a planta-me possa continuar a crescer. Aps a retirada, remova as partes secas, doentes ou quebradas e limpe toda a muda com um pano macio e mido. Fique atento para a presena de pragas ou doenas que possam con-taminar a sua coleo.

    Segundo passo:O lugar ideal.

    O principal fator que determina o bom flores-cimento e desenvolvimen-to das orqudeas o local onde elas so cultivadas.

    Na natureza, as orqu-deas podem ser encon-tradas em quase todos os tipos de ambientes, em florestas, montanhas, vales, pntanos e at em rochas. Por isso, fica difcil

    generalizar qual o melhor ambiente para cultiv-las. A epfitas, por exemplo, nascem em rvores e gos-tam de iluminao intensa e difusa, enquanto as ter-restres podem tanto viver sob densas florestas, com baixa luminosidade, como em campos abertos, onde a luz farta. J as rupculas nascem fixadas em rochas, expostas ao sol pleno.

    Quando levar para casa uma muda de orqu-dea com o intento de cul-tiv-la, procure dar-lhe um ambiente com as condi-es parecidas s do local de onde ela veio, de seu nicho ecolgico.

    Em geral, as orqude-as se do bem em locais em meia-sombra. Em casa, elas podem ser mantidas em locais onde o sol incida apenas em algum pero-do do dia, de preferncia pela manh, podendo ser sob os beirais do telha-do, varandas ou sacadas. Esses locais, no entanto, quando no apresentam problemas com relao luminosidade, expem em demasia as orqudeas ao vento e chuva. Deix-las sob a copa de rvores uma boa opo, apesar de nem sempre isso ser pos-svel.

    Para solucionar com-pletamente o problema, o ideal criar um ambiente para que suas orqudeas se desenvolvam e floresam bem por anos seguidos. A construo bsica para este ambiente o orqui-drio.

    Terceiro passo:Muito carinho na hora de plantar.

    Na hora de plantar ou replantar suas orqude-as, um pouco de cuidado e carinho garantir uma pega mais rpida e o retor-no do seu ciclo de cresci-mento.Em que vaso plantar?

    Existem vrias opes de casos disponveis no mercado, os mais indica-dos so os de cermica ou barro cozido, prefe-rencialmente furados nas laterais, para garantir boa drenagem e aerao.

    Embora os vasos de barro sejam timos para essas plantas, elas podem tambm ser cultivadas

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    Experimente! Afinal, assistir ao florescimento de uma orqudea cultivada em casa uma das maiores recompensas que um orquidfilo amador pode ter. Ao contrrio do que se imagina, isso pode acontecer sem grandes dificuldades. Com certos cuidados bsicos de cultivo e algumas mudas de boa qualidade, voc poder ter em casa uma coleo que vai lhe proporcionar, alm de momentos de muito prazer, belas floradas durante todo o ano.

  • em placas de xaxins e de fibra de coco, troncos ou pranchas de madeira. Para plantar em vasos, escolha recipientes novos, a fim de evitar contgio de pos-sveis doenas. Outra opo fixar as orqudeas em placas ou troncos de rvo-res. Envolva as razes em um pouco de substrato e fixe-as, amarrando-as com um fio de cobre ou com um barbante no local desejado.

    Em que substrato plantar? Substrato todo o material utili-

    zado como meio de crescimento para plantas, que no seja o solo. Pode ser constitudo por um nico material ou por uma mistura balanceada de materiais orgnicos, minerais ou sin-tticos. Na hora de escolher o substra-to, lembre-se de que ele deve conter boa aerao, boa drenagem, forne-cer nutrientes, manter a umidade e garantir a sustentao da planta, sendo semelhante ao que ela encontra em seu habitat natural. Uma boa opo misturar diversos tipos, aproveitando as qualidades de cada um.

    Alguns dos materiais mais usados para substrato so:

    Xaxim - Seu uso proibido por ser extrado de uma samambaia, em extin-o, da mata nativa brasileira.

    Fibra de coco - um excelente mate-rial, com bom custo benefcio. Ajuda na fixao da planta, fornece alguns nutrientes e permite boa aerao. Como absorve pouca gua, deve-se aumentar a freqncia das regas. Antes do uso, deixe de molho por 1 dia na gua.

    Casca de pinus - Material de custo um pouco mais elevado, mas com carac-tersticas muito boas. Permite boa aera-o, ajuda na fixao da planta devi-do sua rugosidade e fornece alguns nutrientes. Tambm seca muito rpido, exigindo regas frequentes.

    Esfagno - obtido de mus-gos importa-dos, sendo um mate-rial de custo eleva-do. Sua principal caracterstica a grande reteno de gua, que possibili-ta reduzir o nme-ro de regas. Alm disso, fornece grande quantidade de nutrientes.

    Carvo - o mesmo carvo utilizado no pre-paro de churrascos. Com excelente custo e fcil de ser encontrado, s u a principal funo a de reter a umidade e garantir boa aerao.

    Dica - A mistura de casca de pinus com fibra de coco, nas mesmas propor-es, e um pouco de carvo triturado tem dado bons resultados em diversos cultivos.

    Como plantar?Primeiramente, lave bem o vaso.

    Depois, tampe o furo de drenagem com cacos de cermica, coloque uma cama-da de substrato e, logo em seguida, a muda j com as razes envoltas em um pouco de fibra de coco. Para terminar, preencha o vaso com o restante do substrato, compactando bem nas late-rais, mas deixando as razes da frente mais soltas para elas se fixarem von-tade no novo meio.

    Quarto passo:Cuidando das orqudeas.

    Alm de um ambiente adequado, as orqudeas precisam de alguns cuidados para se desenvolver. No h grandes segredos. Algumas das principais dicas se encontram a seguir:

    Limpeza:Conserve o ambiente limpo, livre de

    mato e de resduos que possam atrair e desenvolver pragas e fungos. Lave as pra-teleiras ou bancadas com produtos a base de cloro e limpe periodicamente as folhas com uma flanela macia para remover o p. De seis em seis meses, lave todas as plantas com uma esponja embebida em

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    Uma boa forma de avaliar as condies de cultivo das orqudeas observar o tamanho dos bulbos dianteiros. Se o bulbo da frente estiver do mesmo tamanho ou um pouco maior que o imediatamente anterior, sinal de que o cultivo est adequado. Caso contrrio, se o bulbo mais novo, dianteiro, estiver menor que o anterior, a planta est avisando que seu cultivo est inadequado, ou na rega ou na adubao.

    gua e sabo neutro. Assim elas vo ficar com todos os poros desobstrudos para respirarem livremente.

    Regas:O modo mais fcil de prejudicar uma

    orqudea molhando-a demais. Suas razes ficam sem oxignio e os fungos se proliferam de forma descontrolada. Portanto, a umidade na medida certa um dos fatores mais importantes no cultivo.

    O ideal que o substrato dos vasos seja conservado sempre ligeiramente

    mido, mas nunca encharcado. Uma rega abundante pela manh o bastante para mant-lo mido por vrios dias. Somente

    se a temperatura estiver muito elevada ser neces-srio regar diariamente. Na dvida, sempre verifique o substrato e s regue nova-mente quando estiver bem seco.

    No vero, as regas devero ser mais frequen-tes por causa da evapora-o causada pelo calor. J no inverno, as regas devem ser bem espaadas, prova-velmente uma por semana. Atente-se, no entanto, ao fato de que, em algumas regies onde os dias so muito secos, com ventos gelados que tambm desi-

    dratam sobremaneira as plantas, as regas devem ser mais frequentes, mesmo no inverno.

    Alm disso, importante levar em considerao as caractersticas de cada lugar, uma vez que dentro da regio metropolitana de Belo Horizonte pode-se encontrar situaes climticas com-pletamente opostas. Nova Lima, por

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    Algumas dicas: Apsaflorao,corteasfloresmur-chas na juno das folhas. Isso muito importante, pois as hastes das flores

    so ocas e, se forem mantidas, vo acumular gua e podero apo-

    drecer, prejudicando toda a planta. Sempre utilize facas, tesouras e alicates pre-

    viamente esterilizados com lcool, a fim de evitar transmisso de doenas de uma planta para

    outra.Quandoaplantaestiverexcessivamen-

    te perfilhada ou com as razes ocupando todo o vaso, efetue a diviso da planta ou

    a transfira para um vaso maior, pois suas razes j no pos-

    suem espao suficiente para seu bom desenvol-vimento.

    exemplo, conta com um clima de ameno para frio durante pratica-

    mente 10 meses do ano e umidade relativa mdia

    anual em torno de 65%, o que reduz a necessidade de rega. J em Lagoa Santa, encontra-se o oposto, com

    10 meses de clima quente ao ano e umidade relativa do ar mdia anual de 45%, o que j

    requer regas mais constantes.Outro aspecto importante

    a condio da planta. No perodo de brotao, ela necessita de mais gua. No perodo de repouso vegetativo, aps a florao, convm reduzir as regas ao mnimo, apenas para evitar que o subs-trato fique inteiramente seco. Lembre-se de que o substrato e as prprias folhas absorvem sempre alguma umi-dade do ar, o que dificulta que as orqu-deas morram de desidratao.

    Fique atento, pois o acerto na rega o sucesso de todo cultivo. No momento em que voc dominar completamente as necessidades de seu micro clima, adequando corretamente a sua rega, o sucesso ser garantido.

    AdubaoA adubao pode ser aplicada nas

    folhas ou diretamente no vaso, o mais importante em ambos os casos a fre-quncia.

    A adubao foliar pode ser feita a cada quinze dias, com adubo mineral dissolvido em gua. Procure em casas especializadas, h diversas formulaes.

    No caso da adubao feita no vaso, voc pode escolher entre duas alterna-tivas: aplicar um fertilizante qumico a cada quinze dias ou um adubo orgnico natural a cada seis meses. Neste lti-mo caso, uma boa recomen-dao mis-turar 30% de farinha de osso, 50% de torta de mamona, 15% de esterco de aves e 5% de cin-zas (de carvo, por exemplo). Aplique os fer-tilizantes longe dos rizomas das plantas, para no queim-los.

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    Construa uma horta em sua casa e descubra o prazer de colher alimentos plantados por voc.

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  • Comer verduras e legumes colhidos na hora no privilgio de quem mora na roa. Com um pouco de criatividade e cui-dado, possvel ter uma horta toda sua em qualquer lugar. Afinal, no h quem resista ao charme de exibir uma dessas em casa. Para quem gosta de cozinhar, ver todas aquelas ervas fresquinhas enfileiradas um convite para colocar a mo na massa.

    Para quem pode dispor de espao, o ideal montar sua horta em canteiros no jardim. Para pequenas reas, as jardineiras

    de cimento ou de madeira so mais ade-quadas.

    Em geral, as hortas podem ser feitas em qualquer lugar, de pequenos vasos a grandes canteiros. O que muda so as espcies a serem utilizadas. Em canteiros, voc pode plantar de tudo, j em jardinei-ras e vasos d preferncia para: agrio, alface, almeiro, capim-limo, cebolinha, coentro, endro, estrago, hortel, manjeri-co, manjerona, organo, rabanete, rcula, salsinha e tomilho.

    Tamanho ideal: 1,20m x 3,00m = 3,6m2Capacidade (N de plantas): 10 por canteiroSolo: Deve ser neutro e rico em matria orgnica misture substrato ou terra adubada com matria orgnica na proporo de 5kg por m2 de canteiro, misturados a 30cm do solo original

    Regras bsicas: O local escolhido deve receber sol pleno por pelo menos 6 horas dirias, ter ventos barrados com muros e rvores e ponto de gua potvel prximo ao local.

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    1 - Escolha do local:Na escolha do local, o mais importante a insolao. Seu canteiro

    deve receber, no mnimo, 6 horas de sol direto diariamente.

    2 - Demarcao: mea e demarque o canteiro. (1,20m x 3,00m). Para facilitar, use estacas de madeira e cordas para determinar os limites. Depois de demarcado, revolva a terra com um enxado

    3 - Conteno: com troncos de eucalipto, estacas de bambu ou tijolos, faa as bordas do canteiro, esse procedimento se faz

    necessrio para conter o substrato.

    4 O Solo: veja como corrigir corretamente seu solo em nossa reportagem da pg 14. Aps corrigido o solo base, adicione a mistura feita com substrato e matria substrato e matria orgnica, revolvendo at cerca de 30 cm de profundidade.

    Parabns, seu canteiro est pronto, agora s plantar! Logo aps o plantio, faa uma rega generosa. Nos primeiros 10 dias,

    deve-se regar pela manh e tarde. Para conservar a umidade e manter a temperatura do solo, aconselhvel cobri-lo com uma camada

    de palha ou outro material vegetal. Depois de plantadas, as mudas devem ser adubadas a cada 15 dias.

    SUGESTO PARA CONSTRUO DE UM CANTEIRO

    Passo a passo

  • Nesta primeira edio vamos falar do paisa-gismo da fazenda Engenho da Rainha, situada na Zona da Mata em Minas Gerais, no municpio de Guarar, exatamente no meio do caminho entre BH e o RJ.

    O paisagismo em questo um grande formato, visto sua dimenso e seus limites sem demarcao definidos.

    Foram 20 meses de obras ininterruptos. Essencialmente tropical, o paisagismo abrange as 02 casas na fazenda e seus entornos, circula o lago e segue at rea industrial, onde a criao de gado holands de primeira linha e o leite so as princi-pais atividades econmicas da fazenda.

    Os nmeros do paisagismo chegam a impres-sionar. Desde a porteira da entrada at a casa principal, passando pela rea industrial, foram plantadas cerca de 100 palmeiras imperiais de 10 a 12 metros de altura (foto), em forma de alameda. Outras 70 de 06 a 07 metros esto pontuadas no meio do jardim. A iluminao das palmeiras foi feita com uma lmpada que reproduz a luz irradiada

    pela lua cheia (moon light).Isso sem contar mais de 100 ips variados,

    50 eritrinas, 50 ravenalas, 40 butis grandes, 30 tamareiras (10 metros), 180 jerivs, 50 neodypsys, 70 phoenix roebelines, 20 phoenix rupcolas, 100 cycas, bambusas, heliconias, alpinias, pitosporus, clusias, jasmins manga, crotons, philodendrons, arundinas, vriesias, bromlias ponto seguro, ixoras, entre outras, alm dos 50.000 m2 de grama esme-ralda que foram plantados e 2.000 m de lajes irre-gulares de quartzito para a confeco dos caminhos.

    Os trabalhos de reorganizao da topografia foram muito complicados, foi necessrio contratar uma empreiteira de Juiz de Fora que utilizou esca-

    vadeiras enormes para a configurao dos taludes e uma draga para o desassoreamento do lago em toda a sua borda.

    Hoje, aps 06 anos da sua concluso, tira-mos esta foto que comprova toda essa grandiosa histria. Mais informaes no www.lcorsini.com.br ou no livro Luiz Carlos Orsini 30 anos de Paisagismo.

    Luiz Carlos OrsiniFotos: Pedro David

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    Luiz Carlos OrsiniPaisagista formado pela Escuela de Jardineria y Paisajismo Castillo de Batres em Madrid, na Espanha. Scio da fbrica de substratos agrcolas Solu Bonu e autor do livro Luiz Carlos Orsini - 30 anos de Paisagismo.

  • MELHOR AMIGO DELEAmizade via de mo dupla. Com o seu animal de estimao no seria diferente. Ele te d alegria e voc cuida dele. Por isso, consulte um veterinrio e proteja o seu melhor amigo com os vermifugos da Agener Unio.

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  • alerta!

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    A Leishmaniose Visceral, doena que acomete tanto o homem quanto o co, comprometendo fgado, bao e medula, preocupa. Os nmeros so alarmantes: atinge cerca de 3.500 pessoas por ano no Brasil, matando em mdia 200, mais do que a malria e a dengue juntas. Se no for tratada, a leishmaniose fatal em mais de90%doscasos.

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    Setenta anos depois de ter sido descrito pela primeira vez, o parasita Leishmania chagasi, cau-sador da Leishmaniose Visceral, continua desafian-do pesquisadores e auto-ridades de sade pblica brasileiros. Todos os meca-nismos de controle tenta-dos at agora pelo poder pblico tm se mostrado incapazes de conter o avan-

    o da doena. De acordo com o Ministrio da Sade, haviam sido contabilizados 8.959 casos de leishmanio-se humana desde sua iden-tificao,em1932,at1985.Esse nmero saltou para 53.480 no perodo de 1990a 2007. Para piorar a situ-ao, a doena est mais agressiva: se antes mata-va trs em cada 100 pes-soas infectadas, hoje esse

    nmero pode ultrapassar os 12%. Diante desse quadro, difcil entender o desco-nhecimento da populao a seu respeito e o pequeno espao ocupado por ela nos meios de comunicao.

    Ainda mais preocupan-te o fato de estarmos numa das reas de maior risco. De acordo com dados divulgados pela Secretaria de Sade do Estado de

    voc, sua famlia e seu copodem estar correndo risco

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    Minas Gerais, a leishma-niose est presente em 66 cidades mineiras e j foi confirmada em 23 dos 37 municpios que compem a Regio Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), contribuindo para que a capital mineira seja um dos centros urbanos de maior incidncia de casos huma-nos no pas. Com taxa de letalidade local mdia de 10% a 15% nos ltimos cinco anos, s nos quatro pri-meiro meses deste ano a leishmaniose matou quatro vezes mais que a dengue no Estado: foram 110 casos con-firmados de Leishmaniose, com 12mortes sendo9 nacapital, enquanto a dengue, no mesmo perodo, matou trs pessoas.

    Uma das maiores difi-culdades encontradas no combate doena e talvez um dos fatores que mais colaboram para o grande nmero de casos em nossa regio a capacidade de adaptao do inseto trans-missor, que com a redu-o das reas de vegetao se adaptou aos parques e aos quintais das casas. Diferentemente do mos-quito da dengue (Aedes aegypti), que precisa da gua para se reproduzir, o transmissor da leishmanio-se, a fmea do Mosquito Palha (Lutzomyia longi-palpis), pe seus ovos em superfcies midas, como pedras e folhas em con-tato com a terra, fazendo com que todo o jardim ou quintal seja um foco em potencial. Alm disso, par-ques e reas de preserva-o ambiental, onde no se pode utilizar inseticidas como forma de controle, servem de criatrio para o transmissor.

    Alm disso, a chega-

    da do Mosquito Palha s regies metropolitanas foi acompanhada de um gran-de complicador nelas, alm dos jardins e quintais ideais para sua reproduo, o mosquito encontrou uma formidvel fonte de san-gue: o co, que assumiu o papel de principal reserva-trio da Leishmania e fonte de contaminao para o vetor.

    Para tentar controlar a doena, o Ministrio da Sade recomenda a elimi-nao dos ces infectados. Essa medida, alm de des-pertar a indignao dos grupos de proteo aos animais, e de toda a pol-mica envolvida na determi-nao do diagnstico, uma vez que os testes aplicados podem falhar em algumas situaes, tem-se mos-trado claramente ineficaz no combate doena. S no perodo de 1990 a 1994,80 mil ces foram sacrifi-cados e isso no impediu que a doena em huma-nos aumentasse em quase 100% no mesmo perodo. Resultados como esse levam a comunidade cien-tfica a considerar como sendo limitado o impac-to da eliminao dos ces soropositivos no combate doena.

    J que eliminar os ces no traz resultados, o que pode ser feito para tentar minimizar os riscos a que estamos expostos?

    Especialistas garan-tem que prevenir a con-taminao dos ces a nica alternativa, uma vez que o Ministrio da Sade, por meio da Portaria Interministerial N 1.426, de 11 de julho de 2008, proi-biu o tratamento da leish-maniose visceral canina

    estabelecendo multa para o proprietrio, no valor de R$ 4.000,00 e penalida-des que podem chegar cassao do registro pro-fissional para os veterin-rios que desrespeitarem a determinao. E h real-mente motivos para a pre-cauo. Embora melhorem clinicamente, os ces no so curados com o trata-mento e podem voltar a ser transmissores. Alm disso, teme-se que o uso de medicamentos huma-nos utilizados no tratamen-to dos ces possa tornar o parasita resistente.

    Os especialistas do Centro de Pesquisa Ren Rachou (CPqRR), unidade da Fiocruz em Minas Gerais e referncia nacional no estudo dos vetores, des-tacam que as aes mais importantes para comba-ter o inseto transmissor da leishmaniose so a distri-buio de material infor-mativo para a populao, a aplicao de inseticidas em reas de maior incidncia e, principalmente, as medidas de preveno como o uso de coleiras inseticidas a base de deltametrina e repe-lentes a insetos em ces a partir dos trs meses de idade. Aconselham, ainda, o fechamento de canis com telas finas e a eliminao de matria orgnica, de lixos e entulhos dos quintais prop-cios proliferao do inse-to transmissor.

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    conhea um pouco mais sobre as principais formas de preveno utilizadas nos ces

    Apesar da complexidade do assunto, todos os especialistas so unnimes em afirmar que seja atravs da vacinao, do uso de coleira, de inseticidas tpicos, ou da utilizao de mais de um mtodo em conjunto, fundamental que comecemos a nos preocupar em proteger nossos ces. de longe a melhor forma de proteger nossas famlias e vizinhos dessa grave doena.

    Coleira

    Inseticidas tpicos

    VacinaEm 2004, a Fiocruz em Minas estudou o uso da coleira antiparasitria e concluiu que, desde que usada corretamente, uma alternativa vi-vel para a preveno da doena. Segundo pes-quisas, a coleira ofere-ce proteo em mais de 80% dos casos. As prin-cipais crticas ao seu uso se referem ao tempo de espalhe do princpio ativo pelo corpo do ani-mal, que pode chegar a trs semanas, e facili-dade com que os animas a retiram, principalmente em situaes que envol-vam mais de um co. A coleira deve ser trocada a cada quatro meses.

    Tendo como base diver-sos princpios ativos, os inseticidas de uso tpi-co tambm demonstram grande eficcia na repe-lncia ao inseto e podem ser aplicados em ces a partir dos trs meses de idade. A principal crtica ao seu uso a peque-na durao, uma vez que os produtos que ofere-cem maior durabilidade, disponveis no mercado, precisam ser aplicados mensalmente, o que difi-culta o controle a longo prazo e aumenta os cus-tos envolvidos.

    Fontes: Centro de Pesquisa Ren Rachou (CPqRR) - http://www.cpqrr.fiocruz.br/pt-br/search/node/leish-manioseRevista Pesquisa Fapesp Edio 151 de novembro de 2008Revista Clinica Veterinria, Ano XIV, n. 78, Janeiro/Fevereiro de 2009.Jornal O Tempo - http://www.otempo.com.brPrefeitura Municipal de Belo Horizonte - http://portalpbh.pbh.gov.br

    Desenvolvida na UFRJ aps 24 anos de pesquisa pela equi-pe da Dra. Clarisa Palatnik, a Leishmune, primeira vacina contra a Leishmaniose Visceral Canina (LVC) do mundo, recebeu, em 2003, a liberao do Ministrio da Agricultura para ser comercializada e utilizada em ces. Apesar da liberao, o Ministrio da Sade, responsvel pelas pol-ticas de controle da zoonose, ainda no adotou seu uso como medida de controle em sade pblica, alegando o fato de a vacina ter sido testada em apenas um grupo pequeno de animais, o que dificultaria uma avaliao do impacto da vacinao canina na reduo da incidncia de leishmaniose humana. Em agosto de 2008, no entanto, foram publicados resul-tados de testes recentes com a vacina. A equipe da Dra Clarisa acompanhou por dois anos dois grupos de ces (550 vacinados e 588 no vacinados) na regio de Araatuba, Bauru (SP) e Belo Horizonte (MG), locais onde a LVC endmica. A vacina protegeu os animais em 99% dos casos. Atualmente, sabe-se que mais de 70 mil ces foram vacinados em mais de 258 municpios do pas. O Ministrio da Sade argumenta, tambm, a possibili-dade de que, uma vez vacinados, os ces passem a apre-sentar resultado sorolgico reagente nos testes aplicados, dificultando a identificao dos ces realmente infecta-dos. Segundo o Dr. Afonso lvares Perez Junior, Diretor Executivo do TECSA, um dos maiores laboratrios espe-cializados em sanidade animal de Belo Horizonte, o temor injustificado: At o momento, na nossa experincia acu-mulada de milhares de exames em animais vacinados com at quatro doses, observamos que somente aqueles ces que apresentaram sorologia Reagente estavam realmente infectados com a Leishmania. Ou seja, ao contrrio do que se supunha, ces vacinados e protegidos no apresenta-ro resultado positivo nos testes atualmente utilizados de diagnstico para leishmaniose. Dessa forma, continua sendo vlido solicitar a sorologia para o diagnstico de doena mesmo em animal vacinado. Com base nessas novas informaes, especialistas tm visto na vacinao preventiva uma poderosa ferramenta. O programa de vacinao, indicado para ces a partir dos quatro meses de idade, compreende a aplicao de trs doses iniciais e uma dose nos reforos anuais. Somente animais com resultado negativo para Leishmania podem ser vacinados e os ces estaro protegidos 21 dias aps a aplicao da terceira dose das aplicaes iniciais.

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    informaes transmitidas classe veterinria, foco do nosso trabalho.

    foi aprovada e registrada pelo Ministrio da Agricultura,

    Pecuria e Abastecimento em 11/06/2003, sob a licena n 8627.

    Desde 2004, mais de 70 mil ces de reas endmicas foram vacinados

    com a e a proteo observada a campo de 97%.

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    14853an01_Leish_ 4Cantos.psG:\Clientes\Fortdodge\Corel Draw\14853an01.cdrtera-feira, 16 de junho de 2009 14:41:38

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    Os ces esto cada vez mais parecidos com seus donos, mas suas necessidades nutricionais so completamente diferentes das nossas. Ignorar essa diferena pode trazer prejuzos financeiros, problemas de sade para nossos amigos e at dificuldades de relacionamento conosco.

    Nossos ces descen-dem de candeos selva-gens, como os lobos. Na natureza, estes animais alimentam-se principal-mente da caa. Quando um candeo se alimenta, come carne, pelo, pele, ossos, vsceras e at o contedo intestinal das presas. Por isso to difcil reproduzir em casa uma dieta ideal com a nutrio adequada e balanceada para as neces-sidades do nosso compa-nheiro.

    A enorme variedade de

    raes existentes no mer-cado pode deixar confuso at o mais interessado dos donos. A escolha errada do alimento, alm de tra-zer prejuzos sade de nossos amigos, pode nos afetar diretamente, tanto no bolso quanto no relacio-namento que temos com eles. Voc sabia que o volu-me, a consistncia e o odor das fezes, os pelos que caem e at a disposio do co podem ser reflexo da alimentao?

    Para facilitar o entendi-

    mento e acabar de vez com as duvidas, elaboramos um pequeno guia com as prin-cipais diferenas entre os diversos tipos de rao dis-ponveis no mercado.

    RAES ECONMICASSo os produtos mais

    baratos que existem no mercado e foram os pri-meiros alimentos indus-trializados a surgirem no Brasil, na dcada de 70. Embora j existam h bas-tante tempo, ainda con-servam as mesmas carac-

    FORMULAO VARIVEL:a formulao varivel, que nos rtulos pode ser identificada atravs da frase eventuais substitutivos, significa que o fabricante pode alterar os componentes da rao, substi-tuindo as fontes de nutrientes descritas por outras conforme as condies do mercado. Sendo assim, mesmo que a embalagem apresente ingredientes como carne fresca ou leo de peixe, esses produtos podem ser substitudos na fabricao por outros mais baratos.

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    tersticas. So produtos com nveis nutricionais mnimos, ingredientes de baixo custo e qualidade, formulao varivel e fon-tes vegetais de protena e gordura. Normalmente so formulados com sub-produtos de milho, soja e farelo de algodo. Tais ingredientes no so bem assimilados pelos ces. Por isso ces alimentados com raes econmicas preci-sam ingerir grandes quanti-dades para se satisfazerem. Devido baixa digestibili-dade, apenas 60% do que ingerido aproveitado, ou seja, para cada quiilo de rao ingerido cerca de 400 gramas retornam na forma de fezes. Alm da grande quantidade, as fezes pro-duzidas apresentam forte odor e consistncia pastosa.

    DIGESTIBILIDADEA digestibilidade corres-ponde parte dos nutrien-tes que absorvida pelo organismo, em relao ao total que ingerido, e facilidade com que absorvida. Essa taxa podevariarde60%a98%nos alimentos para ces e gatos. Se a rao no possuir boa digestibilida-de, altos teores de prote-na podem trazer srios danos sade do animal.

    DICASCadelas gestantes devem comer raes de filhote a partir do 30 dia at o fim da lactao. Ces de raas grandes e gigantes devem rece-ber dieta adequada e sem exageros, principalmente quando filhotes. Uma dieta reforada demais pode tra-zer problemas de calcifica-es indesejadas no futuro.Petiscos humanos como biscoitos, pes e doces esto frequentemente envolvidos em casos de alergias alimentares, por isso no devem ser oferecidos.

    RAES PREMIUMSurgiram no Brasil na

    dcada de 80, com nveis nutricionais superiores aos produtos econmicos, mais atraentes para os ces e com controle de qualidade de matrias-primas mais rigoroso. Os produtos pre-mium apresentam uma formulao balanceada, ou seja, do ao co aqui-lo que ele precisa em ter-mos nutricionais. Seguem, entretanto, a mesma filoso-fia de formulao varivel, utilizao de ingredientes de origem vegetal, e adio de corantes e conservantes. Apresentam digestibilidade entre 70 e 80%, o que reduz um pouco o volume neces-srio para nutrir o animal e, consequentemente, dimi-nui o volume das fezes.

    RAES SUPER PREMIUMOs alimentos Super

    Premium comearam a ser desenvolvidos na dcada de 90. Apresentam alto valornutricional e ingredientes selecionados. Estas raes so balanceadas de acordo com o tamanho e a fase de vida do co. Algumas empresas tm formula-es especficas at para necessidades especiais de determinadas raas, nvel de atividade dos animais ou tratamentos de problemas

    de sade. Utilizam protena de origem animal de fcil absoro e digesto e con-servantes naturais, alem de no conterem corantes e palatabilizantes artifi-ciais. Por proporcionarem alta densidade energtica e digestibilidade acima de 90%, o volume ingeridocai significativamente, o mesmo ocorrendo com o volume e o odor das fezes, que passam a apresentar uma consistncia firme e seca.

    Geralmente os preos destas raes so mais ele-vados, entretanto o volu-me ingerido necessrio para a manuteno do co pequeno.

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    O primeiro e mais importante critrio para a escolha o espao que voc dispe: ter um co em apartamento bem dife-rente do que t-lo em uma casa com quintal, em um stio ou em uma fazenda.

    Um co de porte gran-de criado em uma rea pequena poder se tornar um problema para o dono, expressando sua inade-quao atravs de latidos, agressividade, destruio de mveis, e um sofri-mento para o animal que precisa de espao e ativi-dades fsicas compatveis com seu tamanho e com as caractersticas de sua raa.

    O segundo critrio a ser observado a utilida-de que o co ter. Voc deseja um co que faa companhia sua famlia, um co para guardar a sua casa, um companhei-

    ro para a corrida? Cada raa tem caractersticas e aptides especficas que a tornam mais indi-cada para determinadas tarefas. Escolher a raa adequada ajuda a evitar transtornos e aborreci-mentos para voc e para o co.

    Terceiro critrio, a pelagem: ces de pelos curtos exigem menos cui-dados, como escovaes dirias e tosas frequentes, do que os de pelos longos. Ces de pelagem muito longa necessitam que os banhos sejam dados em petshops devido dificul-dade de secagem.

    Lembre-se ainda de alguns detalhes:

    Raas muito grandes ou muito pequenas no devem ser dadas s crian-as. Os filhotes de raas muito grandes crescem rapidamente e o perigo

    de a criana ser machuca-da em uma brincadeira maior. No caso de ces de raas muito pequenas, os animais so extremamen-te frgeis e no so raros os casos de fraturas cau-sadas por pises ou brin-cadeiras mais violentas.

    No compre um co baseado em modismos. A escolha do co algo muito importante, pois ele viver em mdia 12 anos.

    No se deixe levar pelo tamanho do filhote. Filhotes crescem rpi-do, e um pequeno Dogue Alemo pode ficar maior que voc em alguns pou-cos meses.

    A cada edio trare-mos as principais caracte-rsticas de algumas raas alm de uma matria abordando com mais profundidade uma raa em destaque.

    guia de raasA primeira dvida que surge quando comeamos a pensar em adquirir um cachorro qual raa devemos escolher. So inmeras opes e a escolha errada pode nos levar a problemas e frustraes.

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    SHIH TZU Porte: pequeno.Altura: at 26 cm.Peso: de 4,5 a 8 Kg.

    Resultado do cruzamento entre o Lhassa Apso tibetano e o Pequins chins, exempla-res da raa foram dados, pelo Dalai Lama, em 1643, como um presente aos soberanos chineses da dinastia Manchu, onde receberam a denominao de Ces lees (Shih Tzu). Durante muito tempo foi apreciado como o co da corte chinesa. Foi levado Inglaterra pela nobreza em 1930 e de l se espalhou pelo mundo. Sua populao menor que a do Lhassa, mas pode ser facilmente encontrado em todo o Brasil.

    Caractersticas: Vivo e muito ativo um co independente e alegre que necessita de muita afeio e ternura. o mais extrovertido dos ces asiticos. Indiferente com relao a estranhos, late para avisar sua presena. Sua educao precisa ser firme porm suave.

    Conselhos: destinado a viver na cidade, mas, passeios dirios so indispensveis. No gosta de solido, deve ser penteado diaria-mente e tomar banhos freqentes. No gosta de altas temperaturas. recomendado man-ter amarrado os pelos sobre a cabea e acom-panhar constantemente o estado dos olhos.

    Utilizao: Companhia e Guarda

    BULLDOG FRANCS Porte: pequeno.Altura: de 25 a 35 cm.Peso: de 8 a 14 Kg.

    Descendente do Dogue do Tibet surgiu na Frana por volta de 1850 onde teve seu tama-nho gradualmente diminudo pelo cruzamen-to de raas indeterminadas. Era muito utiliza-do na caa a ratos e como guarda-costas. O padro da raa foi fixado em 1998, aps um perodo de declnio no nmero de registros, assiste-se hoje a um retorno da raa e j no raro encontr-la em parques e praas de Belo Horizonte.

    Caractersticas: Ativo, corajoso e perse-verante esse co de carter enrgico um bom guardio. Muito afetuoso e sensvel, de natureza fortemente agradvel um com-panheiro que exige muita ateno e afeto. meigo com as crianas mas agressivo com outros ces. Sua educao deve ser firme e precoce mas com suavidade e persuaso.

    Conselhos: Co de cidade por excelncia, adapta-se bem a vida em apartamentos. No suporta separar-se do seu dono. Detesta o calor, que lhe causa dificuldades respiratrias. Escovar todos os dias e vigiar o estado dos olhos e das dobras da face.

    Utilizao: Companhia e Guarda.

  • SHAR PEI Porte: mdio.Altura: de 40 a 58 cm.Peso: aproximadamente 20 Kg.

    Raa chinesa extremamente antiga, possvel que tenha surgido inicialmente no Tibet ou no Norte da China h cerca de 2000 anos. Inicialmente utilizado como caador de javalis e guardio de templos era tambm utilizado para combates entre ces. Com a revoluo comunista os ces foram proibidos na China em 1947, com exceo daqueles com-provadamente utilizados na caa, os poucos Shar Peis sobreviventes tiveram que enfren-tar o problema da desnutrio e comea-ram a diminuir gradativamente em nmero e tamanho, chegando quase extino. Em 1968 alguns criadores de Hong Kong se uniram na tentativa de salvar a raa e em 1970 exporta-ram alguns indivduos para os Estados Unidos onde sua sobrevivncia foi garantida.

    Caractersticas: Sua principal caracters-tica a pele macia e pendente em largas rugas. Quando filhote, as rugas so mais acentuadas e vo diminuindo conforme o co vai atingindo a fase adulta. De um tem-peramento dominador, pode ser agressivo com outros ces. Equilibrado, calmo e afetuoso com seu dono, se d muito bem com as crianas. Sua educao deve ser firme, mas suave.

    Utilizao: Guarda e companhia

    CO DGUA PORTUGUS Porte: mdio.Altura: de 46 a 54 cm.Peso: de 16 a 25 Kg.

    Esse Terra-Nova miniatura seria uma raa portuguesa autctone originria da pro-vncia de Algarves. Era tradicionalmente o co dos pescadores ajudando em navios e portos. Relativamente desconhecido, tornou-se ins-tantaneamente famoso no mundo inteiro ao ser escolhido pela famlia Obama como novo mascote presidencial. O simptico animal teria chegado ao Brasil em 1808, juntamente com a Famlia Real Portuguesa. No acervo do Jardim Botnico do Rio de Janeiro, exis-te, inclusive, uma pintura que retrata o co dgua portugus pertencente a D. Joo VI.

    Caractersticas: Muito perseverante, enrgico, impetuoso e robusto esse co de bom faro um nadador e mergulhador excep-cional. Pode ser um co de guarda fiel e um agradvel companheiro. Deve receber uma educao firme.

    Conselhos: Precisa de espao e de muitos exerccios. Deve ser penteado e escovado com freqncia.

    Utilizao: Companhia, guarda e caa.

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  • BERNESE MOUNTAIN DOGPorte: gigante.Altura: de 58 a 70 cm.Peso: de 40 a 50 Kg.

    Raa sua muito antiga, cuja origem se situa na regio de Berna. O Bernese descende dos Molossos utilizados pelas legies roma-nas para combate. Com o passar dos anos, a raa adaptou-se muito bem ao pastoreio e guarda de rebanhos.

    Caractersticas: Resistente, bem equili-brado e sossegado. um grande companhei-ro, de temperamento dcil e de uma grande bondade natural. Muito leal, fiel e afetuoso com seus familiares. Na guarda, vigilante e corajoso sem ser agressivo. um co de porte gigante, que gosta e precisa de companhia. Muito inteligente, o Bernese precisa de uma educao firme, sem brutalidade e paciente, pois s atinge a maturidade comportamental por volta dos dois anos.

    Conselhos: No suporta ficar confina-do em apartamentos. Precisa de espao e exerccios, sendo um excelente companheiro para atividades fsicas. Rstico, no requer grandes cuidados, basta uma escovao semanal.

    Utilizao: Pastoreio, guarda, co poli-cial e de companhia.

    DOGUE DE BORDEAUX Porte: gigante.Altura: de 58 a 68 cm.Peso: de 45 a 50 Kg.

    O nico Dogue francs e uma das raas mais antigas da Frana, descenderia dos molossos romanos e dos dogues espanhis. Utilizado no combate e na caa, conhecido no sudoeste da Frana desde a idade mdia. Aps quase ter desaparecido em funo da proibio das lutas entre ces, foi lentamente recuperando espao e sua criao se popula-rizou na dcada de 80 depois da participao em filmes e comerciais.

    Caractersticas: Antigo co de combate excelente para a guarda, funo que assume com vigilncia e coragem mas sem agressi-vidade. anti-social com outros ces, mas extremamente manso, calmo, sensvel e afe-tuoso com seu dono e sua famlia, inclusive as crianas. Late pouco, detesta a solido e a inatividade. Deve ser educado perfeitamente para se manter controlvel.

    Conselhos:No um co de apartamento. Precisa de espao e de exerccio.

    Rstico, no requer cui-dados especiais.

    Utilizao: Guarda e companhia.

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  • Inteligente, enrgico, equilibrado, dcil, afetuoso. Acostumado h sculos parceria com o homem, o Cane Corso ideal para quem valoriza um guardio que mantm afastados os intrusos, mas deixa bem a vontade a famlia e as visitas.

    Dentre as diversas raas que aportaram recentemente em nosso pas, uma em especial atrai a ateno pela diversida-de de utilizaes a que se presta. Da guarda com-panhia, da caa ao pasto-reio, o Cane Corso Italiano vem se destacando de forma impressionante no Brasil e no mundo. O equi-lbrio, a devoo ao dono e a versatilidade para adap-tar-se s necessidades do homem so a razo de seu sucesso e a explicao do uso to ecltico.

    Adaptvel, discreto e de fcil adestrabilidade, um guardio espetacu-lar e, ao mesmo tempo, uma grande companhia. Seu temperamento equi-librado e o estilo socivel o tornam muito confivel no convvio com a famlia. No h notcias de algum pas que inclua a raa na lista daquelas sujeitas legislao restritiva. Dcil e afetuoso com o dono, amante das crianas e da famlia, um co atento, inteligente e fiel.

    No Brasil, a raa foi popularizada pelo apre-sentador Fausto Silva, um dos primeiros propriet-rios a import-la da Itlia, e hoje conta com uma legio de fs que inclui o Presidente Lula, dono de Estrela, uma fmea da raa.

    Em Minas, ainda pequeno o nmero de

    exemplares, em sua maioria trazidos do sul do pas e da Europa. Cludio Gontijo que possui cinco ces de raa, um dos poucos criadores da raa no Estado. Para ele, o Cane Corso um co nico, com qualidades difceis de serem reuni-das em um mesmo ani-mal. Um co gil e poten-te para a guarda mas de uma confiabilidade nica, que permite ao seu pro-prietrio receber visitas sem a preocupao que outras raas de guarda trazem, comenta.

    Na guarda, sua presen-a fsica, aparncia intimi-dadora, porte e solidez asseguram ao Corso gran-de eficcia. A desenvoltu-ra com que o Cane Corso patrulha a propriedade o coloca entre as raas que marcam mais presena entre os passantes, fator psicolgico muito valori-zado. Porm, apesar da presena marcante, ele apenas se impe em seu territrio, no represen-tando perigo sociedade em geral, como acontece com outros ces.

    O relacionamento do Cane Corso com os mem-bros da famlia de seus donos, principalmente com as crianas, surpre-endente. um co dcil e socivel, particularmente tolerante com as crian-as, mesmo quando estas abusam nas brincadeiras.

    Consciente de sua fora, muito delicado no trato com os pequenos.

    um co muito ativo, que precisa de exerccio e espao e aprecia o contato com o dono, preservando ao mesmo tempo, um alto nvel de iniciativa. Rstico e vigoroso, no precisa de muitos cuidados. Uma boa alimentao e uma escovao semanal so suficientes para mant-lo bem. fcil de adestrar, orgulhoso e intrpido. Quando filhote, precisa de uma educao firme mas sem excessos. Muito afe-tuoso, no gosta de soli-do nem suporta bem lon-gos perodos preso.

    Breve Histria Descendente direto do

    canis pugnax, que acom-panhava as legies roma-

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    nas nas guerras, o Corso Italiano (ou Cane Corso) uma raa muito antiga, desenvolvida na regio meridional da Itlia, h mais de 2.000 anos.

    Com o passar dos anos, desempenhou diferentes atividades nas proprieda-des rurais italianas, sendo utilizado no pastoreio de boiadas, em caadas a grandes animais e at mesmo na guerra.

    A vocao para a defe-sa sempre foi uma carac-terstica marcante da raa, tanto que a principal hiptese para a origem do nome que ele descen-da do latim cohors, que significa guarda, protetor. Apesar de milenar, a raa quase desapareceu aps a II Guerra Mundial, sendo recuperada na dcada de 1980 graas aos esforosde um pequeno grupo de apaixonados criadores. O padro moderno da raa foi reconhecido oficial-mentenaItliaem1994.

    Caractersticas um animal de gran-

    de porte, com musculatura muito bem desenvolvida, que lhe d um aspecto sli-do e compacto, com tama-nho variando de 62 a 68 cm para os machos e de 58 a 64 cm paras as fmeas e peso variando de 40 a 50 kg.

    Possui cabea bem proporcional ao corpo, olhar expressivo, morde-dura levemente prognata (os incisivos inferiores se sobrepe aos superiores), pescoo possante, trax bem aberto e alto.

    A pelagem curta, forte e abundante, garan-

    tindo uma perfeita imper-meabilidade. No inverno surge um subpelo que faz com que o co se sinta bem, mesmo nas regies mais frias. As cores pre-vistas so: preto, tigrado, fulvo (um marrom claro) e cinza.

    Para mais informaes:CANE CLUB KENNEL(41)3364-9995Contato: Eduardowww.caneclub.com.brCanil Domini Cane(31)9191-9282Contato: Alexandre

  • Banda larga 3G? Sim, que, alm dos aparelhos celulares, existem as placas e os modems 3G que permi-

    tem que qualquer computador (notebook ou desktop) se conecte Internet com banda larga 3G atravs de uma simples cone-

    xo USB (hoje presente em prat icamente

    todos compu-tadores).

    Este ser-vio passa a ser uma

    e x c e l e n t e alternativa de

    acesso Banda Larga Internet, competindo com o ADSL das opera-doras de telefonia fixa (por exemplo Velox ou Speedy) e o Cable Modem das operadoras de TV a Cabo.

    Mobilidade e seguranaA principal vantagem deste modelo de

    acesso a mobilidade. Afinal, voc pode levar sua banda larga no bolso e usar em qualquer computador, por exemplo, em casa, no escritrio, na casa de amigos... Algo impensvel na antiga tecnologia fixa.

    Outro ponto forte a ausncia da obri-gao de assinar um provedor de acesso ou o telefone fixo (ainda obrigatrios na banda larga fixa), o que reduz considera-velmente o custo.

    Mais uma vantagem que, escolhendo bem a operadora de servios, de acordo com seu perfil de uso, voc ter acesso a internet em seu notebook onde voc estiver, seja em viagem, em um caf ou em uma sala de espera. Diferentemente do modelo de acesso Wi-Fi, os atuais hotspots que se multiplicam em bares, aeroportos, que tambm promete entre-gar esse tipo de acesso, o modem 3G bem mais seguro para trafegar suas

    banda larga 3G, a internet em qualquer lugar.

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    A 3 Gerao de telefonia celular j uma realidade que veio para ficar. No Brasil uma das principais foras motivadoras para o contnuo crescimento das vendas de celulares e agora tambm de banda larga

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  • informaes. Praticidade e segurana so, sem dvi-das, pontos de forte apelo da banda larga 3G.

    nica opoPara os brasileiros loca-

    lizados em reas que no so atendidas pela banda larga fixa, o servio mvel tem sido cada vez mais adotado. Os excludos digi-talmente normalmente habitam fora dos grandes centros e necessitam de banda larga, mas so igno-rados pelas operadoras fixas. Verificamos que o volume de novos clientes de banda larga cresceu de 31% em janeiro de 2008 para 52% em janeiro deste ano compara Fernando Lcio,

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    Diretor Comercial da Rede Aqui (Distribuidora Nacional da Claro sediada em BH). Sem dvida esse cresci-mento est concentrado nas pessoas que residem em novos bairros de gran-des cidades ou em cidades que no so atendidas por outros servios de banda larga. Este pblico necessi-tava de internet e era uma demanda reprimida ignora-da pelas operadoras fixas de banda larga. Agora elas tm uma opo.

    O que voc precisa?Basicamente o que voc

    precisa para ter acesso a esta tecnologia de um computador (que pode ser notebook ou PC de mesa), um modem ou placa 3G e um plano de acesso de uma operadora. Hoje, em Minas Gerais, existem 4 operado-ras - Claro, Vivo, Tim e Oi - que ofertam estes tipos de planos, cada uma com seus pontos fortes e fracos. O ideal que voc encontre as condies que mais se ade-quem ao seu perfil de uso.

    Alguns cuidadosAntes de conectar seu

    modem 3G ao seu compu-tador para acessar a banda larga mvel, fique de olho no contrato e nas condies oferecidas pela operadora. No so poucos os casos que a operadora lhe ofe-rece um desconto vlido somente para os primei-ros meses neste caso se oriente sobre qual ser o preo depois da oferta, uma degustao grtis tempor-ria para depois cobrar altas mensalidades, ou ainda esconde em seus contratos a cobrana de excedentes pelo uso. Procure sempre se informar dos detalhes na hora da compra, para que

    voc utilize seu modem 3G com toda a liberdade que a tecnologia oferece! Para acesso com total despreo-cupao, ideal um plano de acesso ilimitado, prefe-rencialmente sem cobrana de excedentes.

    Tecnologia 3G e suas caractersticas

    A tecnologia HSDPA, que permite a transmisso de dados mveis em alta velocidade nas redes 3G, sensvel a diversos fato-res. O servio est sujeito a condies topogrficas, distncia do usurio em relao antena, nmero de pessoas que comparti-lham o servio na mesma regio e at condies cli-mticas, explica Fiamma Zarife, Diretora de Servios de Valor Agregado da Claro.

    Em resumo, o meio de transporte o ar e a existncia de uma gama de obstculos pode afetar a qualidade do acesso. Em alguns casos, isso pode ser resolvido com confi-guraes corretas em seu computador ou na rede da operadora, mas em outros casos o local escolhido real-mente pode no ter cober-tura disponvel. A sada, ento, mudar de lugar, ficar mais prximo de uma janela ou outro local.

    Diante desse cenrio, algumas operadoras (Oi, TIM e Vivo) optam por no garantir nenhum mnimo de velocidade para a banda larga 3G em contrato. J operadoras como Claro e CTBC trabalham com a garantia mnima de 10% da velocidade contrata pr-tica idntica adotada nos contratos de servios de banda larga fixa como o Velox, por exemplo (ADSL e cabo).

  • Seja para quem busca uma opo mvel antiga banda larga fixa, ou para quem anseia por sair do acesso discado, o Brasil conta com uma oferta ampla de servios de acesso 3G para todos os bolsos e perfis de acesso. Fizemos uma pesquisa para os planos hoje disponveis para os mineiros e colocamos na tabela abaixo. uma simples pesquisa de referncia, ou seja, na hora de comprar, confirme todas as condies com a operadora que voc escolher!

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    MODEM GRTISClaro e Tim

    SEM EXCEDENTEClaro e Tim

    MAIOR COBERTURAClaro e Vivo

    GARANTE VELOCIDADEClaro e CTBC

    Guia de Compra Rpida

    Comparativode planos e ofertas

    Informaes obtidas, em 12/05/2009, no site Info Online e entre 1 e 12 de maio de 2009, no site de cada operadora citada.

  • 1G - Primeira GeraoBaseada na tecnologia analgica, as redes sem fio 1G foram criadas visando apenas ao trfego de voz. Lanadas comercialmente nos anos 80, hoje praticamente no existem mais redes, sendo substitudas pelas tecnologias digitais.

    2G - Segunda GeraoBaseada em tecnologias digitais, as redes 2G oferecem melhor qualidade e capacidade de voz que os sistemas 1G. Os sistemas 2G suportam voz e servios de dados comuta-dos por circuito e pacotes. O GSM, TDMA e o cdmaOne so algumas das tecnologias de segunda gerao.

    2.5G - Gerao 2,5Baseadas em tecnologias digitais, a adio de padres 2,5G s redes 2G GSM permitem servios de dados por pacotes e melhores taxas de transmisso. J possvel navegar na Internet, embora um pouco lenta.

    3G - Terceira GeraoBaseadas em padres digitais, as redes 3G oferecem aumento na capacidade de voz e maiores taxas de transmisso de dados que as redes 2G e 2,5G, alm de banda larga mvel para servios multimdia e internet. A experincia de navegao na web real, multimdia e interessante!

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    Entenda os Gs:

  • O poderdas ervas

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    Durante sculos, a sabedoria popular utilizou-se de plantas para curar as mais diversas doenas. Seu poder curativo foi passado de gerao a gerao e resgatado no mundo moderno por fitoterapeutas e farmacuticos. Hoje, as ltimas pesquisas cientficas confirmam a eficcia das ervas medicinais. Elas so muito fceis de achar, esto em qualquer feira ou mercado e podem ser cultivadas em casa. Uma verdadeira farmcia natural ao alcance das mos.

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  • As ervas so realmente poderosas. Tanto verda-de que, antes de consu-mi-las, preciso levar em considerao seus benef-cios e malefcios. Muitas pessoas pensam que, por serem naturais, podem ser consumias vontade, acre-ditando no antigo ditado popular: se no fizer bem, mal no vai fazer. Apesar dos efeitos benficos para determinados problemas, preciso ficar atento s rea-es malficas em outras partes do corpo. Pesquisas recentes j apontaram, por exemplo, que em deter-minadas regies onde havia consumo exagerado de graviola, era grande o nmero de portadores de Mal de Parkinson. Tambm foi constatado que o sene (planta originria da ndia e Somlia) e a aloe-vera (babosa), quando chegam ao intestino, podem liberar substncias cancergenas.

    Tambm importante destacar que o mercado est cheio de ervas que prometem falsos efeitos milagrosos - principalmen-te quanto ao emagreci-mento. Para obter um bom resultado, os especialistas orientam o uso moderado e a aquisio de ervas de procedncia conhecida. Alm disso, ressaltam que a fitoterapia no substitui os tratamentos convencio-nais, agindo como uma alia-da da medicina tradicional.

    Com esses cuidados em mente, voc j pode comear a desfrutar dos enormes benefcios do consumo consciente de plantas, ervas e temperos medicinais.

    Uma das principais for-mas de consumo das plan-tas medicinais em todo o mundo atravs dos chs. Desintoxicantes, calman-tes, digestivos, diurticos e emagrecedores - vrios

    so os motivos que levam as pessoas a saborearem uma xcara de ch. Alm dos tradicionais hortel, camomila, boldo, cscara-sagrada e espinheira-santa, volta e meia surgem novas descobertas. Umas das vedetes do momento o ch verde, que, com diver-sas funes, que vo do emagrecimento ao reforo do sistema imunolgico e ao combate ao cncer, hoje um dos mais consumi-dos no mundo.

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    alguns tipos de

    chs

    DesintoxicantesErvas: Alfafa, salsaparrilha, zedoaria, ch verde, espinheira-santa e bar-

    dana.Como agem: Limpam e mantm equilibrado o organismo, o que ajuda a perder peso. As toxinas so captadas pelas substncias e eliminadas por meio da urina, fezes e suor.

    EmagrecedoresErvas: alfafa, cavalinha, cana-do-brejo, graviola, cabelo-de-milho, carqueja

    e capim-limo.Como agem: Dissolvem a gordura com princpios ativos que agem nos rins,

    fgado e intestino.

    DiurticosErvas: Agrio, alfavaca, cavalinha, dente-de-leo, cabelo-de-milho, sabugueiro, abacateiro, quebra-pedra e salsa.Como agem: Diminuem a reteno hdrica, atuando nos rins e no crtex da glndula supra-renal. Reduz a produo do hormnio cortisona

  • Ch de limo desintoxicante:Ingredientes:1/4 molho de salsa 5 folhas de aipo 1 colher de sobremesa de sementes de erva-doce 10 gramas de flores secas de camomila 1 folha de dente-de-leo 1 punhado de barba de milho 1 folha de amoraModo de preparo:Aquea 1 litro de gua. Antes que inicie fervura acrescente todas as ervas e desligue o fogo. Deixe em infuso por 10 minutos. Beber ao longo do dia.

    Suco antioxidanteIngredientes:1/2 ma 1/2 kiwi

    1 colher de sopa de polpa de acerola1 punhado de alfafa fresca1 punhado de folhas de trigo frescas 1 copo de guaModo de preparo:Bata todos os ingredientes no liquidificador e tome imedia-tamente. Adoce com mel e beba duas vezes ao dia.

    Combate ao envelhecimentoIngredientes:Ch verdeMa desidratadaAlcauz raizGinkobilobaGinsengguaModo de preparo:Colocar 1 colher de sopa de cada erva em 1 litro de gua fervente. Deixe no fogo por trs minutos, espere esfriar e coe. Tome diariamente uma xcara, de trs a quatro vezes ao dia.

    Alvio nos sintomas da TPMIngredientes:FunchoErva de So JooMil homensAnis estreladoFolha de louroAgoniadaAbutuaModo de preparo:

    Ferva uma colher de sopa de cada erva em 1 litro de gua. Tome uma xcara de ch qua-tro vezes ao dia.

    Sintomas da menopausaIngredientes:Anis estreladoAquileiaJoo da costaMelissaNogueiraCimicifugaAmoraMuluguModo de preparo:Adicione uma colher de sopa de cada erva em 1 litro de gua fervente. Tome uma xcara de ch quatro vezes ao dia.

    Queima gorduras, melhora o metabolismo e ainda acalma:Ingredientes:1 xcara de ch de gua1 colher de camomila seca1 colher de melissa seca1 maracuj1 cubo de geloModo de preparo:Coloque a gua no fogo e quando comear a ferver, retire do fogo e acrescente a camomila e a melissa;Deixe em infuso por aproxi-madamente 5 minutos e coe.Bata no liquidificador com os outros ingredientes e coe.

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    Algumas receitas de chs:

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    DigestivosErvas: Alecrim, hibisco, cscara- sagrada, camomila, erva-cidreira, zedoria, psilium, boldo do Chile e fucus.Como atuam: Deixam o intestino regulado e a barriga lisinha por conterem substncias que atuam no fgado (produtor da blis que dissolve a gordura em molculas menores e facilita a absoro pelo intestino).

    CalmantesErvas: Alecrim, hortel, erva-cidreira, capim-limo, camomila, melissa, jasmim, mulungu e aniz.Como agem: Atuam no sistema nervoso central, reduzindo a ansiedade que desencadeia a compulso pela comida. Como preparar o chPara cada litro de gua, use quatro colheres de sopa de folhas secas ou oito colheres de sopa de folhas verdes. Antes de iniciar a fervura, acrescente a erva na gua. Desligue e deixe descansar para que a substncia ativa se solte na gua. Prepare e guarde os chs em recipientes de vidro, porcelana ou barro.

  • A Camellia sinensis (L.) Kuntze uma rvore originria do Sudeste Asitico, China e ndia, sendo muito cultivada em pases com clima ameno e mido. Apesar de ser ampla-mente encontrada em pases como ndia, Sri Lanka, Gergia e Japo, a Camellia sinensis (L.) Kuntze de melhor qualidade a cultiva-da na China. Alguns pases tentaram adaptar essa espcie a seus climas e solos, mas o resul-tado no foi positivo.

    A primeira colheita das folhas e caules utilizados para a preparao dos chs origi-nados da rvore de Camellia sinensis ocorre aps 3-5 anos depois da plantao da mesma. Quando a rvore atinge 20 anos, a produo alcana um alto nvel de quantidade e quali-dade. As colheitas so realizadas trs vezes ao ano, iniciam-se pelo Ch da Primavera, logo aps o Ch de Vero e para finalizar o Ch de Outono. A vida til da rvore dura aproximadamente 50 anos.

    Atualmente, existem cinco principais tipos diferentes de chs provenientes da Camellia sinensis: Ch Verde (Green Tea), Ch Branco (White Tea), Banch, Ch Vermelho (Red Tea / Dark Tea / Pu-erh) e o Ch Preto (Black Tea). Uma das principais diferenas entre esses chs o grau de fer-mentao.

    O ch vermelho tambm conhecido como o devorador de gorduras. Na verda-de, o ch vermelho uma variedade de ch verde que adquire determinadas caractersticas aps ser fermentado. O processo de matura-

    o demora cerca de 60 anos. As folhas so comprimidas e armazenadas em barris, em condies muito especiais, cujo segredo con-tinua bem guardado. Acelera o metabolismo do fgado, favorece a reduo do colesterol, depurativo, desintoxicante, usado em trata-mentos de emagrecimento e de beleza pela sua ao lipotrpica e digestiva.

    O ch branco previne o envelhecimento. Entre todos os chs, o mais rico em subs-tncias antioxidantes, nutrientes capazes de combater os radicais livres responsveis pelo envelhecimento precoce das clulas. Acelera o metabolismo, estimulando a queima cal-rica, e diurtico. Assim como o verde, estudos associam o consumo do ch branco diminuio das taxas de LDL, o colesterol ruim.

    O ch verde vem das folhas de rvores parcial-mente cobertas pelo sol. A pre-veno de cncer promovida pelo ch verde atribu-da aos flavonides e s catequinas, que tm a capaci-dade de bloquear as alteraes celu-lares que originam

    os tumores. Alm de conter mangans, pots-sio, cido flico e as vitaminas C, K, B1 e B2, ajuda a prevenir doenas cardiovasculares, j que os estudos associam o consumo dirio deste ch a uma diminuio dos nveis sang-neos de LDL, que a frao ruim do coles-terol, e melhora das condies das artrias.

    Ateno: a ingesto excessiva noite desses chs pode gerar insnia, devido pre-sena de cafena.

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    a rvoredo ch

    Prof. Paulo Noleto Diretor do INCISA Instituto Superior de Cincias da Sade, autor dos livros:Matria Mdica Fitoterapia Chinesa e Frmulas e estratgias da Medicina Chinesa, atende com Medicina Chinesa h 30 anos em Belo Horizonte.

    Paulo NoletoFotos: Pedro David

  • Podendo ser aplica-da em fachadas, pisos, mveis, pias, paredes decorativas e colunas, seja em ambientes residenciais ou comerciais, internos ou externos, existe sem-pre uma pedra ornamental adequada a cada situao. Dentre as pedras mais uti-lizadas, destacamos o mr-more e o granito.

    Mrmores e Granitos inegvel a versa-

    tilidade e o requinte que o mrmore e o granito podem trazer para um ambiente. Por serem natu-rais, a variedade de cores e formas proporcionam a cada espao um local nico. Considerados pro-dutos nobres para deco-rao de interiores e exte-riores, as vantagens so muitas ao utilizar esse tipo de material, indo da beleza esttica que um ambiente apresenta quando decora-do ou revestido, durabi-lidade e facilidade para se manter a limpeza e higiene do local.

    Os preferidos:Entre as muitas opes

    disponveis, os mrmores mais procurados so o

    champgne, que apresenta uma grande variedade de tonalidades e movimenta-es, personalizando bem os ambientes, principal-mente quando utilizado em salas; os mrmores pretos com ondas bran-cas; os mrmores cremes, para quem precisa de um ambiente mais unifor-me; os importados, como crema marfil (Espanha), boticcino (Itlia) e carrara (Itlia) e outros mrmo-res exticos, nacionais ou importados.

    Entre os granitos, sobressaem-se na prefe-rncia dos consumidores o granito branco, o preto e os verdes.

    Segundo Ftima Baracho, proprietria da Baracho Pedras, tradicio-nal marmoraria de Belo Horizonte, uma nova ten-dncia que vem conquis-tando o mercado so os materiais extrados de forma sustentvel da Amaznia, pedras que tm chamado ateno mundial por suas caractersticas nicas, proporcionando exclusividade e sofistica-o aos projetos. Apesar de direcionados priori-tariamente para a expor-

    tao, esses materiais j podem ser encontrados nas grandes marmorarias de Belo Horizonte.

    No momento de esco-lher qual o material ideal que geralmente sur-gem as primeiras dvidas. Para a escolha correta, importante observar uma srie de caractersticas. Por isso, a nosso pedido, a Baracho Pedras elaborou um resumo dos locais mais indicados para aplicao dos mrmores e granitos na construo civil.

    Os granitos podem ser usado em todos os locais. Em pisos externos, bordas de piscinas, degraus de escada e rampas deve-se dar preferncia aos acaba-mentos speros, com efei-to antiderrapante como o levigado, bruto, flameado, anticato ou escovado.

    Os mrmores tam-bm no possuem restri-es de uso. So indicados para banheiros, bancadas, pisos e paredes e ambien-tes internos, como salas de estar e jantar.

    Para a cozinha, o granito o material mais indicado, principalmente nas banca-das. Polido, a sua superfcie torna-se muito higinica.

    mrmores e granitosar

    quite

    tura

    So poucos os materiais naturais que, como as pedras, resistem ao passar do tempo. As pedras ornamentais marcaram presena na histria e exemplos marcan-tes de sua utilizao so encontrados no apogeu da arquitetura de diversas civiliza-es, aliando durabilidade, luxo e requinte.

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    Conhea os acabamentos:Polido: Aps a serragem, a chapa polida por meio de abrasivos especiais. Indicado para reas internas (pisos e paredes) e fachadas de prdios e casas. o mais utilizado em bancadas de cozinhas e banheiros.

    Bruto: Como extrado da natureza. Material sem acabamento, apenas serrado. Muito utilizado em projetos rsticos.

    Jateado: Acabamento feito com jato de areia. Sem brilho, indicado para reas externas. Ultimamente tambm tem sido muito escolhido por decoradores para uso em ambientes internos, tornando-os mais rsticos.

    Levigado: Tipo de acabamento em que so utilizados apenas os primeiros abra-sivos. um semi-polimento em que a superfcie da pedra no apresenta brilho. Indicado para reas externas e algumas internas. Tem sido muito procurado, devi-do tendncia atual de materiais foscos.

    Flameado: gua e fogo queimam a superfcie da chapa, atribuindo textura anti-derrapante ao material. muito utilizado em reas externas e locais como bordas de piscina, escadas, caladas e rampas.

    Apicoado: Essa textura, de aspecto mais agressivo que a flamagem, antiderra-pante e muito utilizada em reas externas e revestimentos. conseguida atravs da perfurao uniforme de toda a superfcie da chapa.

    Anticato ou escovado: Obtido atravs da escovao da face do material em uma banca, pode ser aplicado em cima de outros acabamentos. Sobre o leviga-do (efeito couro), bastante utilizado em bancadas, piso, revestimento. Sobre o flameado (efeito envelhecido), muito escolhido para bordas de piscinas, pisos, revestimentos. Dependendo da quantidade de escovas utilizadas, pode manter a textura antiderrapente.

    Conforme alerta Ftima Baracho, na qualidade do acabamento que geralmente se percebem as maiores diferenas entre os diversos fornecedores. Escolher o forne-cedor correto garante a satisfao de ver seu projeto concludo na forma que voc sonhou, sem aborrecimentos e frustraes. Consulte um arquiteto ou decorador, defina o material ideal, escolha um bom fornecedor e prepara-se para o prazer de viver em um espao nico, revestido com esses nobres materiais.

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    A magia do inverno e o aconchego das lareiras

    Ana Carolina Matos arquiteta e urbanista. Atua nos ramos de arquitetura de edificaes, interiores, empreendimentos imobilirios e espaos corporativos.

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    Desde a pr-histria o fogo tem um importante papel para a humanidade. No princpio, era utilizado como elemento capaz de afastar os predadores e aquecer o cl contra o frio. Foi utilizado para cozinhar os alimentos, torn-los mais saborosos e saud-veis. Foi reconhecido pela

    mitologia como smbolo de poder, pela religio como smbolo do divino. Sempre teve o papel de reunir as famlias; aquec-las e seduzi-las com o movimen-to danante das chamas.

    Mesmo aps milnios de evoluo, as pessoas ainda se vem atradas pela energia do fogo. No inver-

    no, renem-se em torno das charmosas lareiras.

    Atualmente, vrios so os tipos: a lenha, a gs e eltricas. A tecnologia tornou a magia do fogo ainda mais prtica. o que se tem nas lareiras a gs e eltrica que, alm de eliminarem o trabalho de se cortar/comprar e

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    no inverno que o fogo se torna ainda mais atrativo! O frio d vida e sentido s lareiras. chegado o momento de reunir a famlia, os amigos, beber um bom vinho e relaxar!

  • armazenar a lenha, elimi-nam a sujeira e o excesso de fumaa. Outra vanta-gem: tm mtodo cons-trutivo simples e elimi-nam a necessidade da chamin.

    As lareiras eltricas exigem apenas um ponto eltrico e um nicho reves-tido ao gosto do usurio: madeira, tijolos refrat-rios, pedras... So adqui-ridos kits completos que incluem lenha artificial. Basta lig-los na tomada!

    As lareiras a gs exi-gem tubulao especfica, que deve ser protegida e ter pontos de emen-das muito bem vedados. Pode ser de ao carbono com junes rosqueadas

    ou de cobre com junes soldadas e mais seguras. Quando equipadas com sistema controlador de atmosfera, as lareiras a gs dispensam chamins. Esse sistema interrompe a emisso do gs quando o nvel de oxignio est abaixo do seguro. Outro componente indicado a vlvula de segurana que cessa o gs quando a chama apagada. As larei-ras a gs possuem acendi-mento prtico e instalao descomplicada!

    Mas h quem no dis-pense o charme das larei-ras a lenha! O ritual da preparao , para mui-tos, a maior diverso! Para esses casos, as opes so

    diversas: pr-moldados de concreto, alvenaria, peas prontas de ferro, ao-carbono, ao corten e inox. Vale alertar para que se tenha um sistema de exausto perfeito, a fim de que a fumaa no invada o interior. Portanto, tenha critrio na instalao do duto, da coifa e do regis-tro que, alm de controlar a sada da fumaa, evita retorno de fuligem da cha-min.

    E ateno! Indepen-dente do modelo escolhido, no dispense a assessoria de profissionais capacita-dos! Assim, seu inverno se tornar ainda mais praze-roso! Chame a famlia, pre-pare o fogo e divirta-se!

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  • Comece a decorao pelo centro da mesa. Voc pode optar por enfeit-la com flores, mas se quiser obter um efeito mais intimista no ambiente, faa uma composio com velas e castiais.

    Enfeite a mesa com alguns vasos de tamanhos e formatos diferentes, voc ter um efeito incrivelmente charmoso.

    Para realar os pratos e o seu suporte - sous-plat - voc pode mesclar modelos de jogos americanos, do mesmo material. Usar modelos temticos pode garantir originali-dade em sua decorao. Porcelanas lisas combinam com toalhas de mesa decoradas ou jogos americanos estam-pados, j as louas decoradas ficam mais harmoniosas com toalhas lisas.

    As taas do um toque de sofisticao. Complemente com jarras de gua, decanter, balde de gelo e descansos de talheres. Os guardanapos podem sobressair quando unidos aos porta-guardanapos; existem modelos moder-nos, rsticos e clssicos, em vrios materiais.

    Texto:Denise Santos

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    Sua casa em clima de Bistr

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    A atmosfera aconchegan-te do inverno ideal para receber amigos, bater um bom papo e brindar a vida. pensando nisso que a Hudson Coisas de Casa traz dicas para voc

    criar um jantar irresistvel. Prepare-se, porque a par-tir de agora o bistr na sua casa e voc o grande Chef.Para ser um bom anfitrio necessrio se dedicar

    nos pequenos detalhes, desde a escolha do car-dpio at a ambientao. Aprenda a fazer um prato delicioso e montar uma lin-da mesa. Agrade os olhos, desperte o apetite e voil!

    D o tom.Sua mesa de jantar

    cheia de estilo.

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  • Uma mesa posta valoriza ainda mais a escolha do card-pio. Por isso, sugerimos um prato muito saboroso, tpico da culinria francesa.

    Coq au vin1,8 kg frango, cortado em 10 pedaos1/4 xcara de manteigaSal e pimentaAzeiteConhaque1/4 colher (ch) de tomilho1/4 colher (ch) de ervas finas3 Folhas de louro1 Colher (sopa) de curry2 xcaras de vinho tinto seco12 cebolas pequenas1 pote de cogumelosCroutons

    1. Corte o frango em pedaos de 5 cm e tempere com sal e pimenta.

    2. Em uma frigideira grande aquea o azeite. Frite o fran-go at que fique levemente dourado. Tempere com sal, pimenta. Despeje o conhaque.

    3. Flambe o conhaque por 30 segundos. Adicione as ervas. Despeje o vinho por cima do frango. Tampe a panela e, em fogo baixo, cozinhe por 40 minutos.

    4. Enquanto isso, numa frigideira, frite levemente a man-teiga. Junte as cebolas. Tampe a panela e em fogo baixo, refogue as cebolas at estarem tenras, mas no douradas. Adicione os cogumelos. Continue cozinhando por mais 2 minutos.

    5. Em um prato coloque os pedaos de frango por cima dos legumes fritos. Cubra com molho do cozimento engros-sado com maizena, se quiser. Decore com os croutons. Rende 4 Pores.

    Para cortar o frango: As facas da linha Fackelmann garantem um corte mais preciso devido lmina em ao inox com alta concentrao de carbono.

    Para cozinhar: As panelas Lafont de ferro fundido e vitrificado permitem um cozimento uniforme e cons-tante, alm de preservar as vitaminas e sais minerais dos alimentos.

    Para flambar: O maarico Hotery recarregvel possui ajuste de chama que possibilita um controle maior sobre o flambar de sua comida.

    Para fatiar: O cortador de legumes da Progressive ideal para fatiar cebolas, possui lminas regulveis em 3 espessuras diferentes para um resultado melhor.

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    O aromaest no ar

    Modo de preparo:

    Dicas Hudson:

  • Curiosidade: De onde surgiu a palavra bistr? Sua origem vem do francs bistrot, significa restaurante simples e aconchegante. Pode ser entendido tambm como bistrouille, uma bebida composta de caf e aguardente que servida em pequenos cafs na Frana. Hum... Voc j pensou no aperitivo que ir servir no jantar?

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    Confira nossas dicas para seu jantar ficar ainda mais especial ! Os produtos desta matria para decorao do jantar e preparo dos alimentos esto disponveis na Loja Hudson Coisas de Casa.

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    A estao mais fria e elegante do ano chegou. Com a queda da temperatura, o inverno , sem dvida, a melhor poca do ano para reunir os amigos em uma saborosa e agradvel noite de queijos e vinhos.

    queijos&vinhos

    noite de

    Queijos e vinhos no for-mam a combinao milagro-sa que todos acreditam, eles tm personalidades fortes e algumas vezes muito indi-vidualistas. O vinho errado pode matar o sabor do queijo, e o contrrio tambm ver-dadeiro. Por isso, a ordem e a harmonizao corretas entre os queijos e os vinhos so fundamentais para garantir que a combinao seja um sucesso. Veja algumas com-binaes na ordem em que podem ser servidas:

    Queijos Frescos: Muito apreciados pelo

    paladar nacional, os quei-jos frescos, como o minas

    e o mussarela, so ideais para iniciar uma reunio e pedem vinhos brancos fres-cos, secos, com boa aci-dez e aromticos como o Gewrztraminer, Riesling, Moscatel e Malvasia. A combi-nao com um Rose tambm pode surpreender. A maioria dos queijos cremosos de leite de cabra casa perfeitamente com esses vinhos.

    Queijos Macios: Queijos como o brie e o

    camembert combinam com vinhos brancos estrutura-dos como um Chardonnay mais amadurecido. Tintos leves, pouco tnicos, como os Ctes du Rhne, ou um cru

    Beaujolais, so outros exem-plos de boa companhia.

    Queijos Semiduros:Queijos como o emmen-

    thal, o gruyre e o minas curado e semicurado ficam bem com tintos leves, como um Ctes du Rhne, um Pinot Noir ou um Beaujolais, todos poucos tnicos. Tambm vo bem com alguns italianos mais leves como o Barbera e o Dolcetto. Uma opo que no deve ser desprezada um Chardonnay que estagiou em carvalho.

    O provolone pode ser associado com um Chianti Clssico, tinto da Toscana, ou um outro tinto de mdio corpo.

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    Os holandeses gouda e edam tm sabor mais pro-nunciado e pedem vinhos potentes, como os da uva Shiraz especialmente os do Novo Mundo: Austrlia, frica do Sul, Argentina. Tambm formam tima par-ceria com um Rioja Reserva, um Cabernet Sauvignon chi-leno ou um Tannat uruguaio.

    Queijos Azuis: O sabor complexo e

    picante do roquefort combi-na com um Sauternes, vinho francs de sobremesa de alta concentrao de acar. Com um Tokai hngaro, o resultado tambm ser agra-dvel.

    No caso do italiano gor-gonzola, a combinao tra-dicional com um tinto leve como um Valpolicella nobre, um Barbera ou Bardolino. Experimente tambm com-bin-lo com um Moscatel portugus.

    Queijos Duros:Em geral, esses queijos

    so reservados para a sequ-ncia final, uma vez que, com sabor demasiadamente mar-cante, acabam ofuscando os demais.

    As virtudes de um par-miggiano reggiano ou de um grana padano so ressaltadas com tintos potentes como um Cabernet Sauvignon Reserva

    chileno, um Amarone della Valpolicella ou um Zinfandel californiano encorpado.

    O pecorino vai bem com vinhos de mdio corpo - vale provar com um Malbec argentino, que traz uma doura que produz um inte-ressante contraste com esse queijo.

    Uma opo interessante contrariar a regra clssica de aproximar queijos duros e salgados de vinhos encorpa-dos, provando-os com vinhos generosos como um Porto ou Madeira.

    A mesma sugesto se aplica ao provolone, a bebida licorosa rompe com o gosto de defumado desse queijo.

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    Elabore uma bonita mesa, com boas taas. Aprecie as cores, sabores e aromas. Arrisque novas combina-es e descubra todo o prazer que uma boa mesa e uma boa companhia podem trazer.

    1. Calcule cerca de 300 gramas de queijos por pessoa. Uma maior varie-dade de queijos evitar a mesmice e tornar o momento mais interes-sante.

    Para definir as quantidades de cada queijo, calcule aproximadamente:15% de queijos de mofo branco, como o camembert, o brie e o chamois

    dor. 15% de queijos de mofo azul, como o gorgonzola, o chamois bleu, o

    cremazur e o roquefort. 20% de queijos tipo suos, como o gruyre, o fol epi e o maasdamer.25% de queijos suaves, como o gouda, o itlico, o saint paulin, o lou

    palou e o emmenthal. 15% de queijos de sabor forte, como o port salut, o parmeso, o cha-

    vroux, o provolone, o cheddar e o limberger.10% de queijos cremosos com sabores especiais, como o rambol nas

    verses saumon, fines herbes, provenale, noix e poivre vert.

    2. Coloque os queijos sobre tbuas ou suportes de madeira, cada um com sua faca, para no confundir aromas e sabores.

    3. Prepare acompanhamentos, como pes no-temperados, frutas e frios, como presunto e salame.

    Pes: coloque os pes nas extremidades da mesa em cestos de vime. Use e abuse de baguette, po italiano, po preto, po integral, de cen-teio, francs, po caseiro de diversos sabores e po sueco. Um po levemente doce com uvas-passa e tmaras ajuda a recuperar o pala-dar e acentua o sabor dos queijos.

    Frutas: escolha frutas da estao como mas, peras e uvas brancas. Evite as frutas ctricas, que podem alterar o sabor e aroma dos vinhos. Sirva tambm frutas secas como damascos e passas.

    4. Torradas so timas para acompanhar os queijos cremosos. Sirva tam-bm biscoitos de gua e sal e cream cracker.

    5. Evite refrigerantes. Se quiser abrir opes, sirva ch.

    6. No se esquea da gua mineral, com e sem gs. Ela ajuda a equilibrar tanto o sabor dos queijos, frios e vinhos, quanto a dosar o teor alcolico do vinho.

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