Revista Comércio & Cia - 10ª Edição

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    11-Mar-2016

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Revista do Sistema Fecomrcio MS com textos da Infinito Comunicao Empresarial.

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<ul><li><p>P U B L I C A O D O S I S T E M A F E C O M R C I O M A T O G R O S S O D O S U L | A N O 2 | E D I O N 1 0 | S E T E M B R O / O U T U B R O / N O V E M B R O 2 0 1 2</p><p>DEVOLUOGARANTIDA</p><p>CORREIOS</p><p>Sem Paredes Ambiente coletivo </p><p>exige boa liderana</p><p>EstratgiaTerceirizao reduz custo, mas </p><p>pede amparo jurdico</p><p>Carreira &amp; MercadoGesto &amp; FinanasIncubadoras do fora para </p><p>quem est nos primeiros passos e evitam mortalidade precoce</p><p>Pesquisas de mercado definem pblico-alvo e ajudam na tomada de decises</p></li><li><p>Sindicato do Comrcio Varejista de Amambai</p><p>Sindicato do Comrcio Varejista de Aquidauana</p><p>Sindicato do Comrcio Varejista de Campo Grande</p><p>Sindicato do Comrcio Varejista de Corumb</p><p>Sindicato do Comrcio Varejista de Gneros Alimentcios de Campo Grande</p><p>Sindicato do Comrcio Varejista de Materiais de Construo de Campo Grande</p><p>Sindicato do Comrcio Varejista de Navira</p><p>Sindicato do Comrcio Varejista de Paranaba</p><p>Sindicato do Comrcio Varejista de Trs Lagoas</p><p>Sindicato do Comrcio Varejista de Ponta Por</p><p>Sindicato do Comrcio Varejista de Nova Andradina</p><p>Sindicato do Comrcio Atacadista e Varejista de Dourados</p><p>Sindicato Varejista de Produtos Farmacuticos de MS</p><p>Sindicato dos Comerciantes de Aparecida do Taboado</p><p>Sindicato dos Despachantes do Estado de Mato Grosso do Sul</p><p>Sindicato dos Representantes Comerciais do Estado de Mato Grosso do Sul</p><p>Sindicato dos Centros de Formao de Condutores de Veculos de MS</p><p>Sindicato dos Revendedores de Veculos Automotores de Campo Grande</p><p>ONDE TEM</p><p>TEM REPRESENTATIVIDADE</p><p>E TODA DO COMRCIOFORA</p><p>Entre em contato</p><p>com a Assessoria</p><p>Sindical da Fecomrcio</p><p>e Informe-se.</p><p>SINDICATOS DA BASEMANTENHA </p><p>SEU SINDICATO</p><p>FORTE.ASSOCIE-SE.</p><p>67 3321-6292fecomercio-ms.com.br</p><p>Certificao Digital</p><p>Revista Comrcio &amp; Cia</p><p>Desenvolvimento Empresarial</p><p>Atestado de Inexistncia</p><p>Atestado de Exclusividade</p><p>Representao das Empresas do Comrcio</p><p>Negociao Coletiva</p><p>Informaes Trabalhistas</p><p>Acompanhamento Legislativo</p><p>Estudos e Pesquisas</p></li><li><p>EDISON FERREIRA DE ARAJOPresidente do Sistema Fecomrcio </p><p>de Mato Grosso do Sul</p><p>s portas do fim do ano, melhor perodo para as vendas, tempo de rever e repensar novas propostas. Informaes para subsidiar aes no faltam. Qual a leitura que devemos fazer ao saber que o Governo Federal reduziu a previso de crescimento do produto interno bruto (PIB) brasi-leiro para este ano? E sobre a desonerao sobre a folha de pagamento para mais 25 setores produtivos? </p><p>Dados da Confederao Nacional do Comrcio de Bens, Servios e Turismo (CNC) indicam que o nmero de famlias endividadas e das inadimplentes em MS est aumentando paulatinamente. Sinal de renda comprometida, mas tambm que o consumidor est comprando mais. O ndice de Confiana do Empresrio aponta que o setor est mais ani-mado e com maior confiana na economia. Conforme a ltima pesquisa do Banco Central, o nmero de cheques sem fundo foi o menor do ano. E nos prognsticos positivos da economia que os empresrios tm de se atentar, ainda que a margem de lucro esteja cada vez mais apertada. preciso estratgias e maior jogo de cintura tanto de governo e empre-srios para fomentar a fora produtiva e econmica do nosso Estado. alinhar a metodologia ao feeling, vital para quem est inserido em um mercado sempre competitivo. </p><p>Nesta edio, trazemos exemplos de representantes da fora produtiva do setor tercirio que fazem acontecer e buscam diferenciais para con-seguir seu lugar ao sol. Mudanas no ambiente de trabalho, que pedem equipes cada vez mais alinhadas aos valores da empresa e boas lideran-as. Saberemos mais sobre a importncia das pesquisas de opinio do pblico-alvo para a tomada de decises certeiras.</p><p>Outra ferramenta a atualizao constante e, para isso, a Fecomrcio MS oferece palestras e workshops para estimular a gesto em um mercado cada vez mais competitivo. Os temas vo do aprimoramento da ges-to at a valorizao do capital humano por meio de benefcios que ajudam a reter talentos, garantindo uma receita de sucesso: em-presa forte e equipe coesa. </p><p>Palavra do Presidente</p><p>Sindicato do Comrcio Varejista de Amambai</p><p>Sindicato do Comrcio Varejista de Aquidauana</p><p>Sindicato do Comrcio Varejista de Campo Grande</p><p>Sindicato do Comrcio Varejista de Corumb</p><p>Sindicato do Comrcio Varejista de Gneros Alimentcios de Campo Grande</p><p>Sindicato do Comrcio Varejista de Materiais de Construo de Campo Grande</p><p>Sindicato do Comrcio Varejista de Navira</p><p>Sindicato do Comrcio Varejista de Paranaba</p><p>Sindicato do Comrcio Varejista de Trs Lagoas</p><p>Sindicato do Comrcio Varejista de Ponta Por</p><p>Sindicato do Comrcio Varejista de Nova Andradina</p><p>Sindicato do Comrcio Atacadista e Varejista de Dourados</p><p>Sindicato Varejista de Produtos Farmacuticos de MS</p><p>Sindicato dos Comerciantes de Aparecida do Taboado</p><p>Sindicato dos Despachantes do Estado de Mato Grosso do Sul</p><p>Sindicato dos Representantes Comerciais do Estado de Mato Grosso do Sul</p><p>Sindicato dos Centros de Formao de Condutores de Veculos de MS</p><p>Sindicato dos Revendedores de Veculos Automotores de Campo Grande</p><p>ONDE TEM</p><p>TEM REPRESENTATIVIDADE</p><p>E TODA DO COMRCIOFORA</p><p>Entre em contato</p><p>com a Assessoria</p><p>Sindical da Fecomrcio</p><p>e Informe-se.</p><p>SINDICATOS DA BASEMANTENHA </p><p>SEU SINDICATO</p><p>FORTE.ASSOCIE-SE.</p><p>67 3321-6292fecomercio-ms.com.br</p><p>Certificao Digital</p><p>Revista Comrcio &amp; Cia</p><p>Desenvolvimento Empresarial</p><p>Atestado de Inexistncia</p><p>Atestado de Exclusividade</p><p>Representao das Empresas do Comrcio</p><p>Negociao Coletiva</p><p>Informaes Trabalhistas</p><p>Acompanhamento Legislativo</p><p>Estudos e Pesquisas</p></li><li><p>4 COMRCIO &amp; CIA SE TEMBRO/OUTUBRO/NOVEMBRO 2012</p><p>SumrioP U B L I C A O D O S I S T E M A F E C O M R C I O M A T O G R O S S O D O S U L | A N O 2 | E D I O N 1 0 | S E T E M B R O / O U T U B R O / N O V E M B R O 2 0 1 2</p><p>Mudanas no ambiente de trabalho pedem equipe afiada com os valores da empresa. Nos coletivos ou no sistema home office, o importante o colaborador se sentir conectado.</p><p>18. Entrevista Otimismo a tnica do presidente da Federao das Associaes Empresariais de MS, Antonio Freire, que fala sobre o cenrio para o semestre e as aes para 2013.</p><p>28. Carreira &amp; Mercado Para transformar projetos em realidade, empreendedores buscam apoio nas incubadoras, se consolidam e conseguem fugir das altas estatsticas de mortalidade de empresas. </p><p>32. Fecomrcio MS Palestras e workshops da Fecomrcio integram pacote de aes para estimular a boa gesto das empresas em um mercado cada vez mais competitivo. </p><p>36. Tecnologia &amp; Inovao Empresrios j esto familiarizados com smartphones e tablets, mas poucos conhecem a ameaa dos vrus nestes equipamentos. Especialistas do dicas de como se proteger.</p><p>40. Ponto de Vista Celso Figueira, presidente da Central Sicredi Brasil Central, fala sobre a importncia social e econmica das cooperativas e do sistema cooperativo de crdito. </p><p>42. Empresria do Ms Com posicionamentos sempre abalizados e algumas vezes polmicos, a empresria Marisa Mujica fala sobre os 23 anos de atuao no comrcio, desafios e conquistas. </p><p>A terceirizao ajuda empresas a focarem suas atividades-fim e reduzir custos. Mas para no ter a dor de cabea indispensvel anlise jurdica dos contratos. </p><p>Concorrncia acirrada e consumidor com a renda comprometida. Com margens de lucros apertadas, empresrios precisam ser eficientes.</p><p>08 Capa Economia MS12 16 Estratgia </p></li><li><p>Na briga por mo de obra qualificada, benefcios como planos de sade e vale-alimentao fazem a diferena e ajudam a reter talentos.</p><p>Iniciativa do juiz titular da 2 Vara de Execues Penais, Albino Coimbra, beneficia entidades filantrpicas e passou a ser recomendada em mbito nacional.</p><p>PRESIDENTE DA FECOMRCIO/MSEdison Ferreira de Arajo</p><p>DIRETORIA</p><p>1 VICE-PRESIDENTEDenire Carvalho</p><p>2 VICE-PRESIDENTEJos Alcides dos Santos</p><p>1 SECRETRIOHilrio Pistori</p><p>2 SECRETRIOManoel Ribeiro Bezerra</p><p>1 TESOUREIROSebastio Jos da Silva</p><p>2 TESOUREIRORoberto Rech</p><p>SUPLENTES DA DIRETORIARicardo Massaharu Kuninari; Valdir Jair da </p><p>Silva; Carlos Roberto Bellin; Benjamin Chaia; lvaro Jos Fialho; Cludio Barros Lopes </p><p>SINDICATOS REPRESENTADOS PELA FECOMRCIO/MS</p><p>Sind. do Com. Atacadista e Varejista de Dourados; Sind. do Com. Varejista de Amambai; Sind. do Com. Varejista de </p><p>Aquidauana e Anastcio; Sind. do Com. Varejista de Campo Grande; Sind. do Com. Varejista de Corumb; Sind. do </p><p>Com. Varejista de Gneros Alimentcios de Campo Grande; Sind. do Com. Atacadista e Varejista de Materiais de Construo de Campo Grande; Sind. do Com. Varejista de Navira; Sind. do Com. Varejista de Paranaba; Sind. do Com. Varejista de </p><p>Trs Lagoas; Sind. do Com. Varejista de Ponta Por; Sind. do Com. Varejista de </p><p>Produtos Farmacuticos de MS; Sind. dos Despachantes Documentalistas do Estado </p><p>de Mato Grosso do Sul;Sind. dos Representantes Comerciais do Estado de Mato Grosso do Sul; Sind. dos Centros de Formao de Condutores de </p><p>Veculos do MS; Sind. dos Revendedores de Veculos Automotores de C. Grande</p><p>SUPERINTENDENTE DA FECOMRCIO/MSReginaldo Henrique Soares Lima</p><p>DIRETOR SUPERINTENDENTE IPFThales de Souza Campos</p><p>DIRETOR REGIONAL DO SENAC/MSVitor Mello </p><p>DIRETORA REGIONAL DO SESC/MSRegina Ferro</p><p>COORDENADORA DE COMUNICAONbia Cunha</p><p>46. Senac MS Acompanhando uma exigncia do mercado, o SENAC inova e implanta a Fbrica de Software que vai aprimorar a atividade tecnolgica desenvolvida em MS.</p><p>50. Sindical O Sistema de Excelncia Gesto Sindical operou grandes transformaes nos sindicatos patronais, que passaram a focar no s os interesses das categorias, mas de toda a sociedade. 52. Cidades Um municpio jovem, com apenas 24 anos, Chapado do Sul mostra sua fora liderando os ndices de desenvolvimento humano e social do Estado e gerando riquezas.</p><p>58. Nosso Ambiente &amp; Cidadania Aps quase um ano da campanha para dar vez ao pedestre, ainda evidente a dificuldade para pr em prtica regras simples de convivncia no trnsito. 62. Sesc MS Programa de sustentabilidade implantado nas lanchonetes e restaurantes do SESC evita desperdcios, reduz custos e ainda diminui os resduos, ajudando o meio ambiente. </p><p>64. Gesto &amp; Finanas Saber a opinio do pblico-alvo da empresa fundamental para orientar decises. Pesquisas de mercado ajudam empresas a enfrentarem a concorrncia.</p><p>EDIO: Infinito Comunicao Empresarialinfinitocomunica@gmail.com</p><p>EDITORA-CHEFE: Neusa Pavo MTB/MS 035</p><p>REPORTAGEM: Neusa Pavo, Fernanda MathiasMTB/MS 041, Marineiva Rodrigues MTB/MS 114, Vera Halfen MTB/RS 8291 e Michele Abreu MTB/MS 1142</p><p>REVISO: Vanderlei Verdolin</p><p>FOTOS: Mrio Bueno MTB/MS 166</p><p>PROJETO GRFICO E DIAGRAMAO: TIS Publicidade e Propaganda</p><p>COMERCIALIZAO: Departamento de Relaes com o Mercado - FECOMRCIO/MS</p><p>PUBLICIDADE: Cndido da Costa Silva MTE 187</p><p>GESTORA DE RELAES COM O MERCADO: Ionise Catarina Piazzi Tavares</p><p>CONSULTORA DE RELAES COM O MERCADO: Ctia de Almeidacomercial@fecomercio-ms.com.br</p><p>Rua Almirante Barroso, 52, Bairro Amamba, CEP: 79008-300, Campo Grande/MS Fone: (67) 3321-6292 / Fax: (67) 3321-6310</p><p>24 Comrcio &amp; Servios 56 Legislao</p></li><li><p>6 COMRCIO &amp; CIA SE TEMBRO/OUTUBRO/NOVEMBRO 2012</p></li><li><p>7COMRCIO &amp; CIA SE TEMBRO/OUTUBRO/NOVEMBRO 2012</p></li><li><p>8 COMRCIO &amp; CIA SE TEMBRO/OUTUBRO/NOVEMBRO 2012</p><p>Capa</p><p>Sem paredes e com valores</p><p>Nos ltimos anos crescente a quantidade de empresas que investe no ambiente de trabalho, em busca da maior produtividade e qualidade de vida dos colaboradores. Neste processo, ocorreram mudanas estruturais e comportamen-tais, paredes e salas individuais deram espao a baias ou mesas lado a lado, modelo que exige uma liderana bem-alinhada com os interesses da empresa e uma equipe motivada para o trabalho conjunto. Na Schettini Engenharia quase todos os 34 colaboradores trabalham em ambientes coletivos, um sistema, que, segundo o gerente Fernando Schettini Figueiredo, d agilidade na re-soluo dos problemas e facilita a comunicao. A empresa tem ncleos com at oito pessoas e, nos sete anos em que utiliza esse modelo, constatou que uma boa liderana indispensvel para que os resultados sejam positivos. Vai depender muito da refe-rncia dos gestores do ambiente. J tivemos vantagens e proble-mas. muito importante considerar a capacidade de tratamento entre os colaboradores, diz Fernando.</p><p> Uma observao tambm feita por Francisco Teixeira re-ferncia em comunicao empresarial. O risco que a empresa corre ao apostar nessa tendncia advm, principalmente, do comportamento das pessoas mais influentes, seja pela figura do gestor, seja pelas lideranas aglutinadoras, que conseguem fazer com que as pessoas co-piem seus comportamentos. Ns modelamos (segui-mos o modelo) das pessoas que admiramos ou com quem convivemos. Se a empresa tem gestores ou lderes bons, o risco ser ter uma equipe melhor ainda. Se os gestores ou lderes so negativos, o ris-co ser ter uma equipe mais negativa e menos produtiva. Nesse processo, os valores </p><p>Ambientes coletivos pedem liderana afiada,que transmita os valores da empresa equipe</p><p>FERNANDO SCHETTINI: O RESUL-TADO DEPENDE DA REFERNCIA DOS GESTORES DO AMBIENTE</p></li><li><p>9COMRCIO &amp; CIA SE TEMBRO/OUTUBRO/NOVEMBRO 2012</p><p>que os colaboradores percebem, sejam nos gestores e lderes ou escales mais altos, fazem a diferena entre o sucesso ou insucesso do modelo coletivo.</p><p>&gt;&gt; APRENDIZADO Para Teixeira, ambientes integrados proporcionam apren-dizado inconsciente, a partir do momento em que o colabora-dor observa o colega atuando e resolvendo problemas. Alm de tambm moldar o comportamento em funo da coletivi-</p><p>dade e favorecer a prtica do feedback externo e do autofeed-back. O feedback externo quando algum faz observaes a voc sobre como executar determinada atividade ou procedi-mento. E o autofeedback quando voc diz para voc mesmo, ao observar os colegas, que aquilo que o outro fez no algo bom para ser feito daquela forma, explica o especialista, que acumula 16 anos de experincia em consultoria, treinamentos e palestras e tem formao nas reas de Psicoterapia, Estudos Sociais, Filosofia e Pedagogia, alm de especializaes em ins-tituies de vrios pases, dentre eles Sua, Alemanha, Estados Unidos e Itlia. Nessa adequao comportamental, uma ferramenta que pode fazer diferena a aplicao da Programao Neurolin-gustica (PNL) que auxilia o colaborador a desenvolver elastici-</p><p>dade mental e descobrir outras formas de agir, para conseguir o mesmo objetivo. Muitas empresas investem dinheiro na es-trutura, mas se esquecem de treinar novos comportamentos e negociar com seus colaboradores. Quando isso acontece, sem dvida haver resistncias das pessoas e o prejuzo da empre-sa pode ser muito grande, seja em clima organizacional, seja em desperdcio, sabotagem ou retrabalho.</p><p>&gt;&gt; DE CASA Na contramo dos ambientes cada vez mais adensados, ou-tra tendncia ganhou fora a partir da dcada de 1990 e mo-dela uma nova dinmica de trabalho: o sistema Home Office, onde os custos so reduzidos e o colaborador ganha flexibilida-de. No mundo, um a cada cinco profissionais trabalham em casa, indica pesquisa da Ipsos/Reuters. Dados da So...</p></li></ul>