Revista gn Litoral 4ª Edição

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    22-Mar-2016

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Revista do Litoral Norte

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  • Claudia Leitte Inspira a Bahia com o encanto da frica

    CLNParceria para odesenvolvimentoLo SantanaEm Guarajuba leite Condensado noumbigo

    Revista

    Dica do VeroReeducao comportamental que ajuda a emagrecer

    1anoEdio Especial

    Claudia Leitteajuda a emagrecer

  • Diretora Priscila Sastre

    Jornalista responsvel

    Jornalista colaboradora

    Amanda Menezes (DRT 3435/10)

    Thas Bahia

    Luciano Pitta.

    Jurdico Ricardo Bertelli, Nathlia Tanure

    Projeto Grfico e Diagramao

    Fotografia

    Arnaldo Santos de Almeida Filho

    Robson Santana

    Reviso

    Comercial

    Vernica Lima

    Elma Santana

    Impresso Grfica Santa Marta

    Tiragem 25.000 exemplares

    Publicidade 71 3674-0081 // 9904-1919

    Colaboradores desta edio Everaldo de Jesus, Ana Ruth, Gustavo Maciel, Erivaldo de Almeida, Ivan Gargur, Matilde Eugnia, Luiz Carlos de Macedo,

    A cada edio, tenho uma enorme sensao de que essa ainda

    mais especial. Foi assim com a primeira. Poxa! o nascimento

    de um projeto. A segunda me deu a impresso de que daria tudo

    certo mesmo e poderia seguir em frente. Na terceira, tivemos

    muitas mudanas - para melhor - e foi necessrio apostar em

    inovao. Deu certo. Aqui estamos ns em nossa quarta e festiva

    edio. Esta tem um gostinho todo especial. Completamos agora

    nosso primeiro aniversrio e, como se isso no fosse o suficiente,

    celebramos juntos o nascimento de Jesus e nos enchemos de

    esperana para mais um ano. Motivos de sobra para comemorar.

    Com toda essa motivao, no poderia ter uma escolha mais

    apropriada para ilustrar a nossa capa. A cantora Claudia Leitte ,

    definitivamente, um smbolo de energia, sucesso e prosperidade.

    A imagem e desejo do que queremos passar para todos os nossos

    leitores. Em uma matria exclusiva, ela nos falou das suas vitrias,

    do sucesso no lar, da relao com os fs e da expectativa para

    mais um carnaval.

    Outros temas que so sempre abordados por considerarmos de

    extrema relevncia em nossa regio so: Sustentabilidade, Esporte,

    Economia e Sade. Sobre o ltimo, uma matria superinstrutiva,

    com bons conselhos para uma rotina mais saudvel, resultando em

    um corpo admirvel no somente no vero. Alm disso, confira as

    dicas especiais na matria Dormindo com os Anjos. Certamente,

    depois desses conselhos suas noites jamais sero as mesmas.

    A piaava ganha destaque como uma matria-prima de excelncia

    no ar tesanato de bolsas e outros acessrios que ultrapassam as

    fronteiras brasileiras.

    Outra surpresinha que adoamos ainda mais essa edio.

    Acrescentamos em nossa receita de sucesso uma lata de leite

    condensado. O resultado foi uma deliciosa sesso de fotos

    exclusiva com o vocalista da banda Parangol, Lo Santana, para

    deixar qualquer f com gostinho de quero mais.

    Convido voc, leitor, a brindar comigo a estao mais quente e

    enrgica do ano, as festas dessa temporada e o sucesso do nosso

    primeiro ano. Obrigada! Tim, tim!

  • 19

    36

    08 PONTO DE VISTA

    12 TURISMO

    14

    18

    SOCIAL

    BEM ESTAR

    Sumrio 30

    18

    3639

    06

    TRADIO HISTRICA

    20 ECONOMIA

    30 CAPA

    36

    ESPORTE

    44 DIGA-ME QUEM TU S

    54 DICAS VERO 2012

    42 EDUCAO

    28

    SADE

    53

    50

    ENTREVISTA

    ARTE CORPORAL

    39

    PERSONALIDADE

    SUSTENTABILIDADE47

    54

    28

    Telha Cermica.

    Matilde fala sobre a Homoafetividade.

    Aeroporto cresce em nmero de passageiros.

    Presidente da Cmara de Camaari (Z de Elisio) faz um balano das aes do primeiro mandato.

    Durma com os anjos

    Vero e minha conta bancria.Oportunidade de ouro.Tendncias da construo civil.l

    Carto de Visita - Dra. Dbora, Cirurgi Dentista fala sobre tcnicas que garantem resultados de um belo sorriso.

    Claudia Leitte - Nesse carnaval a frica invade Salvador.

    Stand up Paddle vira mania no vero 2012

    Lo Santana e o delicioso leite condensadono umbigo.

    Trajetria de sucesso Escola Emanuel

    Carlos Canuto de oliveira, o Carlinhos de Guarajuba.

    Coleta seletiva de lixo: Dr. Luciano Pitta CLN - Parceria para o desenvolvimento.

    Movimente-se!

    Ademar Delgado.

    Estar magro uma deciso diria

  • 6 gnLitoral

    Durabilidade e tradio histrica

    Segundo a histria da humanidade, quando

    o homem deixou a vida nas cavernas, teve

    de buscar um novo abrigo. Nesse perodo,

    a forma de subsistncia era baseada na

    agricultura. Surgiu ento a necessidade

    de pensar a fabricao de recipientes

    resistentes para armazenar os alimentos

    e impermeveis para conter a gua. Em

    toda a histria, o homem contou com sua

    criatividade e capacidade de adaptao

    para tornar mais confortvel o espao em

    que vive.

    Dessa forma, foi encontrada

    a argila, que, no universo de

    suas caractersticas e funes,

    tornou-se posteriormente a mais

    tradicional matria-prima para a

    confeco de telhas cermicas.

    A inteligncia humana trouxe

    inumerveis benefcios para a

    sociedade em todos os tempos e,

    no que diz respeito arquitetura,

    entender esse processo

    importante na hora de construir ou

    reformar um imvel, garantindo,

    assim, escolhas que, alm de

    durveis, constituam a relao de

    custo-benefcio.

    Existem diversos de tipos de

    telhas no mercado, que variam

    entre: telha s de ao, alumnio, vidro,

    concreto e fibra; Porm, as telhas

    cermicas se destacam por serem

    tradicionais, seguras, durveis, resistentes

    e a mais popular. Principalmente quando o

    assunto : construes residenciais.

    As telhas constituem um material

    importante para as construes civis e,

    como garantia de aquisio pelo produto

    ideal, as telhas devem ser detalhadamente

    pensadas, assim como as demais partes

    da construo. At porque o telhado est

    em contato direto com o exterior e deve

    garantir segurana ao imvel, alm de

    proteger de fatores climticos como a

    ao do vento, rudos, chuvas, poeira, sol,

    granizo e as demais intempries.

    As telhas cermicas se adequam bem

    ao clima tropical e esto disponveis no

    mercado em diversos formatos, tamanhos,

    tipos de encaixes. Quem entende de

    construo sabe a importncia da escolha

    da telha. Quem est pensando em

    construir precisa levar em conta alguns

    critrios para a compra do material.

    importante seguir algumas regras bsicas

    para a escolha de telhas que satisfaam

    sua construo. O estilo da construo,

    a esttica, a cor da telha e a inclinao

    da cobertura devem ser levadas em

    considerao, observando se na superfcie

    da telha existem fissuras, esfoliaes,

    rompimentos ou rebarbas, pois a presena

    de algum desses inconvenientes prejudica

    o encaixe adequado entre as telhas. A

    porosidade deve ser baixa, para que a

    absoro de gua ocorra com pouca

    intensidade; a queima deve ser adequada

    e uniforme, para no comprometer

    colorao, regularidade da forma e

    dimenses. Alm das dicas citadas acima,

    consultar um especialista pode ser a

    deciso mais acertada. Fique atento e boa

    sorte na escolha!

    por Thas Bahia

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  • Durabilidade e tradio histrica

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  • 8 gnLitoral

    ontra fatos no h argumentos.

    Mas pode haver fingimento,

    pode haver hipocrisia, falso

    moralismo. S dessa forma se explica

    a celeuma contra a unio homoafetiva,

    unio presente em nossa sociedade, no

    s a brasileira. Por que negar o fato? Por

    que criticar o Supremo Tribunal Federal

    se a ele que cabe legislar sobre o que

    acontece na sociedade? Em qualquer lugar

    do mundo a Lei posterior aos fatos. No

    se pode legislar sobre o que ainda no

    aconteceu, sobre o que no existe, sobre

    possibilidades. E, convenhamos, h muito

    sobre o que legislar nessa sociedade

    mundial em constante mudana, e

    mudanas em freqncia e velocidade no

    experimentadas antes. Nesse sentido, o

    Brasil deu um passo histrico. O STF ao

    reconhecer dois gneros de unio estvel

    htero e homoafetiva no fez mais

    do que normatizar o fato social. Ambas

    merecem ser reconhecidas como entidade

    familiar, afirmou o STF.

    Familiar! Essa, ao que parece, a

    palavra-chave geradora da celeuma

    e cortina de fumaa do moralismo

    retrgrado. Argumentam que tal unio

    descaracterizaria e desestabilizaria o

    conceito (tradicional, diga-se de passagem)

    de famlia, cuja funo exclusive e

    excludente, tudo indica seria procriar. E

    aqui cabe a pergunta: a que famlia estaria

    se referindo nos dias atuais? Em que

    categoria colocaria os casais hteros que

    no podem procriar? E os que produzem

    filhos de proveta, muitos at com smen

    e vulos de terceiros e em barrigas de

    aluguel? Seriam amaldioados? Deixariam

    de ser desgnio de Deus?

    Ignorar a realidade em que vivemos ficar

    preso ao passado, possivelmente explica a

    falta de viso prospectiva dos legisladores.

    Em vrias reas, no s em relao ao

    contrato matrimonial. Embora, reconhea-

    se, tenhamos avanado apesar do muito

    tempo que levamos para avanar em se

    tratando do contrato matrimonial. Abolimos

    o conceito de bastardos, o direito a matar

    a mulher em defesa da honra, ausncia

    de direitos por prevaricao da mulher

    entre outros que ocupariam muito espao

    se listados, inclusive o divrcio e tambm

    os direitos das unies estveis fora e

    concomitantes ao casamento. Nada disso

    destruiu a famlia. Ao contrrio, ampliou o

    conceito, ampliou o crculo familiar, ampliou

    direitos. Levamos muito tempo para

    aceitar e legislar sobre fatos. E fizemos

    muita gente sofrer, penar, ser socialmente

    execrada. Da mesma forma, no que r

    refere unio homoafetiva. Felizmente, os

    legisladores acordaram.

    certo que as leis emanam dos fatos,

    mas as possibilidades abertas pelo

    desenvolvimento tecnolgico deveriam

    estar sob a mira dos legisladores. No para

    legislar sobre possibilidades, mas para

    se posicionar mais rapidamente quando

    da ocorrncia do fato. A presuno de

    paternidade um exemplo do avano

    tecnolgico lastreando a legislao. Pela

    lgica, e prospectando o que nos aguarda,

    o DNA e no o casamento ou a unio

    htero que vai determinar o conceito

    de famlia muito em breve. Afinal, como

    determinar a consaguinidade elemento

    estruturante da famlia tradicional e evitar

    o incesto quando somos filhos gerados

    em provetas, irmos, primos, sobrinhos,

    tios, netos de pais desconhecidos? Diante

    disso, surge outra pergunta: tem mesmo

    sentido dificultar ou mesmo impedir que

    os vivam em relao homoafetiva estvel

    adotem crianas?

    Se cada um de ns colocarmos a mo

    na conscincia e encarar a realidade, nos

    daremos conta do quanto estamos sendo

    injustos com os homossexuais e o quanto

    h de preconceito e discriminao em

    nossa atitude, ainda que digamos que

    merecem respeito e considerao.

    Homoafetividade

    Nada disso destruiu a famlia. Ao contrrio, ampliou o conceito, ampliou o crculo familiar, ampliou direitos. Levamos muito tempo para aceitar e legislar sobre fatos. E fizemos muita gente sofrer, penar, ser socialmente execrada.

    A diversidade familiar, aplicada nas necessidades sociais.

    ponto de vista

    C

    se listados, inclusive o divrcio e tambm

    os direitos das unies estveis fora e

    concomitantes ao casamento. Nada disso

    destruiu a famlia. Ao contrrio, ampliou o

    conceito, ampliou o crculo familiar, ampliou

    direitos. Levamos muito tempo para

    aceitar e legislar sobre fatos. E fizemos

    muita gente sofrer, penar, ser socialmente

    execrada. Da mesma forma, no que

    Foto

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  • Nova lojano GuarajubaShopping.Subir o litoralvai ficarmais gostoso.O Pastel do Carioca inaugura mais uma loja. Agora, no Shopping Guarajuba que fica ao lado do Banco do Brasil. Tudo pra deixar seu passeio ainda mais gostoso.

    E mais. No Ms de inaugurao voc compra uma cesta com 12 pastelitos especiais e ganha um chopp ou um refrigerante. Voc escolhe.Aproveite e venha saborear mais essa novidade.

    Inaugurao:

    Dezembro 2011

    Imag

    ens

    mer

    amen

    te il

    ustra

    tivas

    . Pro

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    31

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    2011

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    12Pastelitos

    +Chopp ou Refri

  • As mos habilidosas das artess do Litoral Norte da Bahia no param. Uma grande encomenda de bolsas, carteiras, esteiras e chapus da palha da piaava precisa ser concluda e entregue rapidamente.

    O destino? O mundo.

    Piaava, a palmeira com As mos habilidosas das artess do Litoral Norte da Bahia no

    Piaava, a palmeira comax baianopiaava, uma variedade de pal-

    meira de nome cientfi co Attalea

    Funifera, uma planta nativa da

    mata atlntica do litoral da Bahia. O nome

    popular vem da ln-

    gua tupi e signifi ca

    planta fi brosa. Os

    ndios tupinambs

    h muito j haviam

    descoberto as

    qualidades dessa

    palmeira para a

    fabricao de

    utenslios e qua-

    se difcil enumerar

    a quantidade de

    objetos feitos a

    partir da piaava: vai da tradicional vassoura a

    cordas para navio, de enchimento de estofa-

    dos a interessantes mveis rsticos comercia-

    lizados na Estrada do Coco. Mas na arte de

    transformar as palhas em bolsas e carteiras

    deslumbrantes que a palmeira genuinamente

    baiana desfi la todo seu charme.

    Porto do Saupe, no municpio de Entre Rios,

    o celeiro dessa arte. L, mulheres e crianas

    tecem a palha da piaava e com elas fazem

    tranas de lacinho, bico, treze e dezesse-

    te pares (leia box). Logo, logo, dezenas de

    braas estaro prontas para se transformarem

    nas bolsas coloridas que tem conquistado

    clientelas cada vez mais seletas. Cada modelo

    tem seu nome caracterstico: bolsa balde,

    bolsa pastel, bolsa ba, bolsa rolo, e por a vai.

    As artess do vilarejo orgulham-se de serem

    as pioneiras na nova fase da fabricao de

    artigos da piaava, que deixaram de ser ape-

    nas objetos utilitrios para uso domstico e

    se constituram em cobiadas peas fashion,

    com belos designs e combinaes de cores e

    materiais de causar inveja a qualquer estilista

    de moda. Para

    essa transforma-

    o, contaram com

    um parceiro im-

    portante: o Projeto

    Berimbau.

    H quase dez anos

    presente no Litoral

    Norte da Bahia, o

    Projeto Berimbau

    uma iniciativa

    do Fundo de

    Previdncia Previ,

    da Fundao Banco do Brasil e do Ministrio

    do Desenvolvimento Agrrio, com o objetivo

    de gerar emprego e renda na regio. Entre as

    diversas aes empreendi-

    das, o apoio ao artesanato

    local um dos destaques.

    Construram o prdio onde

    funciona a associao de

    artesos de Porto do Saupe,

    que funciona tambm como

    loja, ateli e centro de fabri-

    cao, e ajudaram a inserir o

    senso de profi ssionalizao

    da produo, atravs de

    palestras, cursos e apoio

    comercializao.

    Talentos do Brasil

    Na sede da associao,

    Maria Joelma Bispo Silva,

    artes e presidente da cooperativa que rene

    cinco outras entidades da regio, recebe a

    equipe da gn Litoral para falar dos avanos do

    artesanato da piaava. Elas se aprontam para

    inaugurar a primeira loja exclusiva com seus

    artigos na cidade de Munique, na Alemanha.

    Para isso, se organizam-se e trabalham como

    uma grande empresa, com foco na inovao

    e na qualidade.

    Maria Joelma explica a busca pela perfeio.

    Produto artesanal no industrial, mas tem

    que ter qualidade. Graas a essa determi-

    nao, o artesanato da piaava tem ganha-

    do prateleiras de lojas exigentes, como a

    Tok&Stok, por todo o Brasil.

    Outra grande conquista foi a incluso da pia-

    ava no catlogo nacional Talentos do Brasil,

    uma iniciativa que rene grandes parceiros

    capitaneados pelo Ministrio do Desenvolvi...

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