Revista Teológica - 4ª Edição

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Revista Teolgica da Conveno Batista Nacional/ SP Edio de Setembro de 2010

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    R e v i s l a I e Iii c0 10 1 Edi~ ao T rim e stra l ] XX A sse rn ble ia G era l O rd in aria

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    8wltchloot~ 1 f I I k . . ,

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    I N D I C E

    2Perfil d o O bre irono contexte no conflito espiritua l

    3A depressao como ob je tod e estudo10Conve ncao Batis ta N aciona l:D ificu ldades para m ante ra identidade

    EDITORIAL

    Presidente:P r o S alim Bu as sa li N e to

    Email : sal imbuassal i@uol.com.br10Vice Presidente: P ro Manoe l Messla s Pereir aEmail: messiaspereira@ig.com.br/20 VicePresiden te Pro Mauric io Abreu de CarvalhoEm ail : prmeurklo.abreueuctcorn.br z s - ViceP re sid en te P r.G erem ia s E lia sd osS an to s E m ail:pastoT_geremlas@yahoo,com.br I 1Secretario P r o Franscisco C avalcanti da S ilvaEmail: fcavalcantisilva@ig.com.br/2Secretanc P ro Jose Teixeira de Moura FllhoEma il : p a st or zi co@ i g. com .b r/3 S e cr eta ri o P r oCarlos Alberto dos Santos Email:pr carlosalberto@gmail

    Secretirio ExecutivoPastor M arcia Luiz da S ilva

    Coordena~o e ConteudoSe cr et ar ia d e C omuni ci I( :O e sd a C onv en ~ o Ba tis ta N a cio n al- 5 P

    P ro J ela s D an ta sAssessorfa EcieslAst lca

    Pr .EdgarRu f inoD ire ~o de E dito ra ~o e A rteJu li ano Poza ti

    Ag@nci ade Comun ic a~o O fi cia lapozat i .comImpressioFaro l Edi tora

    Dlstrlbulcaoxx Assemb le la Gera lOrd ina riaRIO CLARO - SP

    mailto:salimbuassali@uol.com.brmailto:messiaspereira@ig.com.br/20mailto:messiaspereira@ig.com.br/20mailto:pastoT_geremlas@yahoo,com.brmailto:pastoT_geremlas@yahoo,com.brmailto:messiaspereira@ig.com.br/20mailto:salimbuassali@uol.com.br
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    ART IGO Pau lo de S ouza O liveira

    Perfil do O b re iro noContexto do Confllto Espir i tualN ao som os donos de nenhum segm ento de ig reja ou dornlnlsterlo, apenas mordomos .

    Dentre outros textos preciosos daPalavra de Deus, 0capitulo tres da primeiracarta do apostolo Paulo 11TIm6teo, seu filhona fe, apresenta um quadro dequahflcacoes que todo obreiro do Senhor,nao importando 0 seu grau ouresponsabilidade na estrutura da igreja ouminlsterlo, devia sempre meditar.

    Nesta carta esta uma sintese do que osbiblistas chamam de A Sa Doutrina e aPiedade". 0 texto foi escrito por volta de 65d.C, mas e atualissimo, especialmente doquadro em que vivemos no conflltoespiritual destes ultlmos tempos. Diaconos,pastores, bispos e outros liderem estaosendo cobrados, e multo, mas suasresponsabilidades morais tanto no mundosecular quanto no religioso. Estamosvivendo uma serla crise no campo da etlca,Sabemos quais sao os maiores interessadosna perslstencla e no agravamento destasitua~ao: uns inimigos no campo espiritual.o capitulo tres de nossa carta cornecadeclarando que ser lider do trabalho deDeus e uma excelente tarefa, mas haobjetivos e deveres que, infelizmente, nemtodos que estao na seara parecem estarpreocupados.

    A o bra qu e d irig im os nao e nossa, e de

    02 A NO 2010 gevste Teo l6g ica

    Deus. Nao somos donos de nenhumsegmento de igreja ou do minlsterlo,apenas mordomos. Os primeiros versiculosdo capitulo tres, nossa atencao edespertada para 0 tipo de llderanca queestamos exercendo, em nosso casamento,em nosso lar e em nosso relacionamentofamiliar. 0 versiculo cinco termina com umimportante questionamento: se naosabemos liderar nosso lar, temos condkoesde faze-lo em nossa igreja ou mlnlsterlo]

    Muitos dos problemas que passamosno que estamos enfrentando, nao teriamcomo origem 0 esquecimento ou adesobedlencla da afirma~ao do Salmo119:105? 0 preparo acadernlco e util enecessarlo. Diplomas e titulos podem, sim,ser muito uteis para 0nosso desempenhoecleslastlco, mas 0 conhecimento e avivencia dos preceitos da palavra de Deusdevem estar em primeiro lugar em nossaexperlenda crista. Que a adrnoestacao doapostolo Paulo, registrada no final de suacarta a Tim6teo sirva tambern para todosn6s: " guardar 0 dep6sito que nos foiconfiado, tendo horror aos clamores vaos eprofanos e as oposkoes da falsamentechamada ciencia". Que assim seja, Arneml

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    Nos tempos atua is vemos 0d ese nvo lvim e nto ca da ve z ma is a to rn lco d edoencas que an tigamente nao era nemcata lo gad a com o pato lo gia m edica, com oa d ep re ss ao , a s in d rome d o p an ko , 0stresse va rto s outros fenomenos dam odern idade . V arios sao os fatores quepodem desencadear esses d ls turb los. D op onto de vis ta d a B ib lia a ig re ja , p or sua vezn ao pod e e sta r d es ate nta a e ss as que sto es ,sendo que e a principa l so lucao param uitos desses prob lem as, po is e 0 lugaro nd e a s p es so as p od em e nco ntra r a p ala vrade D eus, que lim pa, liberta e cura de todoso s ma le s da so cie dade .

    Segunda escr eveu 0Cen tro d e T era piaP astora l p .9. A lg uns fa tores pod em g era r ad ep re ss ao c omo : Doe nca o rq an lc a, p ec ad oe demonlos, M as 0 que e adepressao? Para Broger 1998 " e umaco nd ka o ca ra cte riz ad a p or s en tim en to s d e

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    d esalen to e /ou culpa, resultan do em fa ltad e e spe ra n ce e ln te rrupcao da a tiv id a de s."

    C om freq iienda, a depressao tern s ideclass ificada por a lguns in tegrantes daclasse medica como "doanca" econsiderada atualmente, como aenfe rm idade de maior frequencla nam edicina gera l. A clenda m ed ica , poremadmite que as suas causas ainda saoamplamentedesconhecidas.

    P ara mu ito s a in da d a c la ss e e de sla stk ae ste te rn s id o assunto de m uita d lscussao edlverqenclas,

    Ninguem esta com pletam ente im uneaos sen tim entos depressivos. L em os ateem muitos casos da narra tiva b ib lica,depo im entos que evidenciam casosdasslcos de depressao com o E lias que aos er amea ca do p or J ez ab el, s e e ncla us uro uem um a caverna, dese jando a te a m orte . (IRs19) .

    Conven~ao B atista N aclonal S P 03

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    CAPA

    Todos atravessam momentos dedesan lm o e depressao. A lgum as pessoasse ntem -se d ep rim id as s em s ab er 0porque.Tern urn born em prego, gozam de saude,te rn um a famflia amorosa, nao te rn mo tiv oa lg um para recla ma r d a vid a. E ,n o e ntan to ,e la Ihes parece sem brilho e sem saber, 0fa to de se sent i r em a ss im , s em encon tr arrazoes que 0justifiquem , norm alm ente asle va a a ch arem -s e cu lp ad as, o u te oriz aremsobre as causas do seu desan lmo, E lasp r6p ria s n ao c ompre en dem 0 m otivo dasua instab ilidade, de seus a ltos e ba ixosemo cio na is , e se se ntem in como dad as comiSSD.

    S into ma s que ca racteriz am urn qua drode dep ressao

    T riste za - (e x. a co rd ar e m uito ru im );I n utili d ade - (apos en tadoria ,ba ix a imagem);Asten ia- (cansaco lnexpllcavel, seme nerg ia , a pa tlco , fa dig a cr6n ica , M em 6riadeficien te); D im inuicao da capacidade dea te nca o, (in clusive em crla nca s): P erd a d oapetite ; Dor cronka; D lsturb los do sono;A nsie da de ; A gita~ ao o u a pa tia ; ln de clsa o,lnsequranca; M edo, sem saber do que;Choro filc il; Perda do im pulso sexual-(redu~ao do lib ido); H ipocondria - (m an iade doenca); Irritabilidade- (pavio curto );Desesper anca - (nao te rn espe rance , p re cis ade m onito ram ento); A gora fobia- (m edo defica rn o me io d a mu ltld ao )

    E ssa s sa o a lg uma s d as c ara cte ristic asq ue e xp re ssam u rn qu ad ro d ep re ss iv o. P arao Pastor Everton G ianirdo li F ilho em seutraba lho de Aconse lhamento de Casos

    04 A ND 2010 Revis ta Teol6gica

    A depressiio com o objeto de estudo

    " Uma das atitudes m ais constan tes dos er h umane oj a deslstenda,In fe liz m en te m esm o e ntre a que le sque se d lspoem a traba lhar para 0S en ho r J esus isso ta mb em a con te ce

    "specificos "U rna das atitudes maisco nsta nte s d o se r hum ane e a deststendaIn fe lizm ente m esm o entre aque les que sed ispoem a trabalhar para 0 S en ho r J esusl sso ta rnbem acontece".

    A in da se gund o G ia nird oli, a m aio ria d aspessoas, nao fazem dfferenca entre ad ep re ss ao e a in fe lic id ad e p as sa ge ira . "E stault ima e provocada na pessoa em grandepa rte po r clrcunsta nd as a dve rsa s, m as e lanao perde sua perspectiva de vida ; emcon tra p artid a 0 deprim ido tern urnconce ito pess im is ta de si m esm o e da vida ,tud o Ih e parece cinz ento o u n eqo ",

    M uitos pastores negam a depressaocom o doenca pato l6g ica , desencadeadapor a lguma dls funcao do organ ismo.A cre ditam q ue iss o somen te e ca usa do po ruma vida to ta l m ente desconstitu ida dapresence de Deus. E ntao nao aceitam queuma pessoa que anda nos cam inhos daverdade de Deus possam desenvo lver urnquadrodepress ivo.

    Ou tr os a uto re s, n o e nta nto , d is co rr em ec onc ordam c om a m edic ina, d izendo que adepressao pode sim ser urn fa to r de causasb io l6g icas, com o e 0 caso do pastor

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    psiquiatra Dan Blazerque no seu dasskolivro FreudversusDeusevidencia0auxilioda psiquiatria no tratamento de crlstaosque sofrem dessas doencas inclusive adepressao.Analisando0livro entendemosque para 0 autor Dan Blazer procuraaproximar 0 maximo passlvel 0cristianismo e a psiquiatria sabendo quesegundo oplnlao desseautor a psiquiatriaperdeu a alma e 0 cristianismo perdeu acabeca.0 tema tenta de uma forma eximadesmistificar a psiquiatria como algototalmente distante do evangelho, sendoque esta trata da alma das pessoasque euma das funcoes mor do evangelho, alemde levar a salva~ao a alma pecadora,recuperar entre outras a saude mental doindividuo.

    Freud versus Deus retrata 0aconselhamento pastoral como umatendimento clinico,suaabordagemcriticasobre a pratka pastoral nessaarealevaemconslderacaoosensinosque aclencla hojenos oferece e como podemos e devemosusa-la no atendimento crlstao, Refutar asldelas psiquiatras e tanto ignorar anecessidadequeaspessoastem deverseusproblemas resolvidos. Isto pode serperc eb ido c om 0 lnumeros crlstaos quehoje lotam as clinicas e procuram umprotissional da areapsiquica paratratar demuitos dos seus problemas de cunhomental eemocional.

    A separacao da psiquiatria e docristianismo e uma grande perca, pois 0aconselhamento sensato baseia-se napalavra de Deus e de uma fe racional,baseada no intelecto e no sensitivo. Semduvida a psiquiatria usadaisoladamente setorna ineficaz, sendo que muitos

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    problemas de cunho emocional sao deorigem espiritual. Ajun~ao da psiquiatria edo cristianismo usada de uma maneiracorreta leva ao fundamento principal: acuradasemoceesdo individuo.

    V enc endo a depressaoa luzd a B i bliaAdepressaovem setomando cadavez

    mais comum no vocabulario do homemmoderno; e a realidade dolorosa eangustiante de muitas pessoas ques en tem -s e c om o q ue lite ra lm e nte im e rs asn urn fo ss a d e anqustla, t ri s teza , ans iedadeetotal desencorajamentointerior.

    A depressao pode ter m uitas causas;tem diversos sintomas quando estapresente na vida de uma pessoa, massom ente quem a viveu ou a experim enta,conhecearealdtmensao desuador.

    Em uma coisa todos os depresslvosgarantem, que nlnquern entende alinguagem de sua dor; sente-se estarafundando num poco sem fundo, semvolta, sem solucao. Entendem como senunca mais em sua vida, vao conseguirvoltar aserquemeram

    Masa realidadee que existeuma salda,uma volta, uma solucao paratodos. Existesimi Naouma rnaqlca,masum CAMINHODERESTAURA~AO!alvez,sofreu a perdade alguem muito amado, sedecepcionoufortemente com alquern em quemdepositou seus sonhos, esta estressadoeestafado por uma sobrecarga flslca eemocional, esta vivendo debaixo depress6esmuito intensas e fortes, esta hatempos passandopor crisesemsuafamnia,em seus relacionamentos, em sua vida

    Convent;ao Batis ta N aclonal S P 05

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    e de fato e de verdade urn relacionamentosadio com Ele; e quer sarar a visiio dapr6pria vida. Elequer deixar de serapenasurn personagem da religiiio, para ser 0Salvador pessoal; literalmente 0Conselheiropessoal,0Senhor,0Mestre,0Guia, 0 Pastor pessoal. 1550 erelacionamento; e comunhao, e vida, eintimidade comDeus.o homem precisa ter estaexperlendacomJesusCristo.

    Deixe a Biblia, a Palavra de Deus,re de fin iro s te us c on ce ito s, e ns in arc omo s ed eve viver e se re lac ionar c om 0 pr6x imo,como enfrentar ascrisese asdificuldades,

    08 A ND 201 0 R ev lsta T eol6g lca

    como lidar com as sltuacoes, com asdecepcoes, com as frustracoes., Abra-separa uma cura profunda em sua visiio domundoede suapropria hlstorla,

    A depressao nao prec isa ac abar em urndesistir de sonhos, em urn desesperocontinuo, em urn abandono dasesperancas.ernurnviver amargo;0homempode, em Jesus,aprender 0 caminho desalda dela. Niio uma magica; niio umafan ta sia , n ao urn esforco em vao, m as um arenovacao interior que vai levar passo apassopara fora dessefossa da depressiio.Deixar a verdade de D eus entrar em nossamente enos libertar dos falsos conceitos

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    in teriores; das m entiras nas quais tem osacred itado por anos e anos, e que tem nosmantido em um cative iro emocional ecomportamenta l .

    Nao se cu lpe pelo que e st asentindo ...ta lvez , crises de choro queparecem nao ter fim , m edos quaselnexpllcavets, desanlmo, fa lta to ta l dem ctlvacao para tudo , desin teresse peloque antes 0 fascinava , d ificuldade ded es empen ha r ta re fa s a nte s c orriq ue ira s d esua vida , desanlm o para orar ou m esm o lera P ala vra; von tad e de se iso lar e ao m esm otempo de ter a lquem ao seu lado ,pensam entos de querer sum ir au m esm omo rre r, e tc. N ao s e co nd en e p or s en tir e sta sco isas, mas ao mesmo tempo nao see ntre gu e a e la s. R e sp eite -s e, s ab en do q ueDeus am a e tem um cuidado especia l. M asao mesm o tempo, precisa abrir-se paraDeus , pa ra r ecebe r dE le 0amor , 0console, 0ca rinh o, uma visa o reno va da d Ele m esm o ede sua v id a.D eix e Deus a ju da r a le r a h is t6 ria d e v id acomosolhosdEle.

    C om certez a, va i um d ia o lh ar para tra s,e c ondu ir que D eus atravessou este va leescuro junto, sem abandona-Lo urn 56m om ento, e que ch egaram juntos ao outrolado.oque 0homem pre cis a fa z er ? convid a rJ esus C ris to a ser 0Senhor de sua vida. ~s imples; como uma crlanca dando seusprimeiros passos. Jesus disse queprec isam os nos tarnar c om o crlancas parae ntra r em seu re in o.

    C on vid e J es us , n uma o ra cs o s imp le s d efe , a entrar no co ra cao , e a assum ir 0contro le da vida; pedir que E le perdoe osp eca do s, q ue E le t ra ga a S ua d oce p re se nce

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    e am or ao coracao: e confle que na cruz Elem orreu, para que pudesse vo lta r para osb ra ce s d e am or de D eus.

    D ep ois , cam in he com E le .C ad a d ia o re aD eu s, co nve rs e com E le , co lo ca nd o d ia ntedE le todas as ansiedades, d ificuldades,anseios, tristezas, alegrias, desejos,gratidao,...