SOS - Sebrae/UFs/AC/Anexos/Cartilha SOS... Conselho Deliberativo/Acre Associação Comercial, Industrial,…

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    27-Jan-2019

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Como minimizar impactos negativos

financeiros e ambientais

As Empresas e as Enchentes

SOSEMPRESAS ACREEMPRESAS ACREEMPRESAS ACRE

AO EMERGENCIAL0800 570 0800

Conselho Deliberativo | Pernambuco Associao Nordestina da Agricultura e Pecuria - AnapBanco do Brasil - BBBanco do Nordeste do Brasil - BNBCaixa Econmica Federal - CEFFederao da Agricultura do Estado de Pernambuco - FaepeFederao das Associaes Comerciais e Empresariais de Pernambuco - FacepFederao do Comrcio de Bens, Servios e Turismo do Estado de Pernambuco - FecomrcioFederao das Indstrias do Estado de Pernambuco - FiepeInstituto Euvaldo Lodi - IELServio Brasileiro de Apoio s Micro e Pequenas Empresas - SebraeSecretaria de Desenvolvimento Econmico do Estado de Pernambuco - SDEServio Nacional de Aprendizagem Comercial de Pernambuco - Senac/PEServio Nacional de Aprendizagem Industrial de Pernambuco - Senai/PEServio Nacional de Aprendizagem Rural de Pernambuco - Senar/PEUniversidade de Pernambuco UPE PresidentePio GuerraDiretor-superintendenteRoberto Castelo BrancoDiretor tcnicoAlosio FerrazDiretora administrativo-financeiraAdriana Lira Comisso de Editorao Sebrae PernambucoAlosio Ferrazngela SaitoCarla AlmeidaEduardo MacielJanete Lopes Jussara LeiteRoberta AmaralRoberta CorreiaTereza Nelma Alves

Unidade Desenvolvimento Territorial Suape e Mata Sulngela SaitoCarmen Cavalcanti (consultora)Joo Paulo AndradeLuciana Raposo (consultora)Vitor Hugo Gonalves (consultor)

IlustraoMatheus Mendona | Z.diZain Comunicao

RevisoBetnia Jernimo

Projeto grfico e diagramao originalMatheus Mendona | Z.diZain Comunicaowww.zdizain.com.br

Servio de Apoio s Micro e Pequenas Empresas do Estado de Pernambuco Sebrae/PERua Tabaiares, 360 Ilha do Retiro CEP 50750-230 Recife/PETelefones: 0800 570.0800 / 81 2101.8400 www.pe.sebrae.com.br

Conselho Deliberativo/AcreAssociao Comercial, Industrial, De Servio e Agrcola do Acre ACISA

Banco da Amaznia S/A Banco do Brasil S/A BB

Caixa Econmica Federal CaixaFederao da Agricultura do Estado do Acre FAEAC

Federao do Comrcio de Bens, Servios e Turismo Do Acre Federao das Associaes Comerciais e Empresariais Do Estado do Acre

FEDERACREFederao das Indstrias do Estado do Acre FIEAC

Fundao de Tecnologia do Estado do Acre FUNTACInstituto Euvaldo Lodi IEL

Servio de Apoio as Micro e Pequenas Empresas do Acre SebraeServio Nacional de Aprendizagem Rural SENAR

Secretaria de Estado de Planejamento SEPLANSuperintendncia da Zona Franca de Manaus SUFRAMA

Universidade Federal do Acre UFAC

PresidenteJurilande Arago

Diretor-superintendenteMncio Lima Cordeiro

Diretora TcnicaSdia Gomes

Diretora administrativo-financeiraRosa Nakamura

Comisso SOS EMPRESAS ACRELauro Santos - gestor

Soraya Neves de MenezesNilton Luiz Cosson Mota

Aldemar dos santos macielMarcos Clay Lucio da silva

Jorge da Silva FreitasJorge Saady Filho

Adaptao UMC/ACREClovis Pereira/Jos Faustino

ImpressoGrfica Globo

Servio de Apoio s Micro e Pequenas Empresas do Estado do Acre Sebrae/AC

Rua Rio Grande do sul, 109 Centro CEP 50750-230 ACRE/ACTelefones: 0800 570 0800 / (68) 32162100

www.sebrae.com.br

ApresentaoAs enchentes ocorridas entre fevereiro e maro de 2015 no Acre causaram perdas materiais e humanas, no que pode ser considerado um dos piores desastres climatolgicos das ltimas dcadas no estado. Foram atingidas casas, escolas, hospitais, prdios pblicos, e tambm empresas. Ao todo, 08 municpios decretaram estado de emergncia ou calamidade, a maioria no Alto Acre.

Em consequncia das cheias, as empresas atingidas tiveram suas atividades prejudicadas e tiveram que demitir funcionrios o que provocou arrefecimento da economia local. Neste cenrio de recuperao econmica, os pequenos negcios tm papel fundamental. Diante do contexto, o Sebrae no Acre implementou o projeto S.O.S Empresas do Acre, no intuito de contribuir para a recuperao dos negcios atingidos, estimular a criao de novos empreendimentos, apoiar a formalizao dos informais, induzir o desenvolvimento local orientando para resultados e promover a competividade das micro e pequenas empresas atravs de aes de capacitao e consultoria.

Com o inicio do projeto, em maio de 2015, o Sebrae espera perpetuar o legado deixado por suas aes atravs da publicao desta cartilha. Nela encontram-se informaes sobre como minimizar os impactos causados pelas enchentes, suas causas e aes a serem tomadas antes, durante e depois dos desastres naturais.

Com uma linguagem direta e didtica, seu contedo voltado para as micro e pequenas empresas ou para aqueles que ainda pretendem abrir o seu negcio. Alm disso, a publicao aborda a importncia do respeito ao meio ambiente e dicas de prticas sustentveis, que no s ajudam a natureza, como tambm contribuem para o melhor aproveitamento dos recursos do empreendimento.

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As enchentes so calamidades que ocorrem quando o volume de gua maior do que aquilo que o leito suporta, resultando em transbordamentos. Podem ocorrer em lagos, rios, crregos, mares e oceanos devido a chuvas fortes e contnuas.

Nos dias de hoje, so resultantes de um longo processo de modificao e desestabilizao da natureza, agravado pelo crescimento rpido e no planejado da maior parte das cidades.

Hoje muitas vrzeas nas reas urbanas se encontram ocupadas pelo ser humano, assim como uma grande rea nas margens dos rios, boa parte impermeabilizada pelo concreto, o que aumenta o volume de gua a ser escoado.

Algumas aes do homem contribuem para as enchentes como a fundao de cidades em limites de rios, invaso de reas ribeirinhas, construes mal projetadas de diques, bueiros e outros responsveis pela evacuao das guas e ainda pelo depsito de lixo em vias pblicas que, com a fora das guas, so arrastados causando o entupimento dos locais de escoamento da gua.

O desenvolvimento urbano pode produzir obstrues ao escoamento como aterros, pontes, drenagens inadequadas, condutos e assoreamentos.

1 Entendend a a a h nteso s caus s d s enc e

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2 . O que voc pode fazer para ajudar a prevenir as enchentesPreveno fundamental quando o assunto enchente. Muitas vezes a atuao do poder pblico na gesto urbana no suficiente para impedir que uma enchente cause grandes estragos. Como vimos, na maioria das vezes as enchentes ocorrem como consequncia da ao humana.

Ento o importante perceber o que voc, como empresrio e cidado, pode fazer para fazer ajudar, principalmente mudando alguns hbitos que ajudam na preveno desses desastres ambientais.

A seguir, abordaremos alguns aspectos que podem ser adotados.

2.1 Resduos slidosA gerao de resduos slidos hoje um dos principais problemas ambientais das cidades em todo mundo. Para contribuir com a minimizao desse impacto, observe aes com base no principio dos 3Rs (Reduzir, Reutilizar e Reciclar) que podem ser adotadas em sua empresa.

2.1.1 ReduzirProcure fornecer apenas as embalagens realmente necessrias ao produto.

Avalie seu processo produtivo. Talvez a matria-prima utilizada possa ser otimizada.

Tente utilizar embalagens a granel, evitando a gerao de mais resduos com pequenas pores.

Adote um sistema de controle de mercadorias para evitar desperdcios com produtos fora da validade e estoques superdimensionados.

Busque o apoio do Sebrae para a adoo de sistemas de gesto ambiental. A Produo Mais Limpa (P+L), por exemplo, uma metodologia simples que ajuda a reduzir desperdcios, impactos negativos ao meio ambiente, aumentando a lucratividade empresarial.

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Evite o assoreamento e a poluio de rios, lagoas e outros mananciais

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2.1.2 Reutilizar

Procure reutilizar internamente as embalagens de insumos e matrias-primas.

Contate seu fornecedor para retornar as embalagens dos produtos fornecidos por ele.

Recarregue os cartuchos de tinta de sua impressora.

Utilize pilhas recarregveis.

Procure utilizar o mnimo de produtos descartveis

O reaproveitamento de matrias reduz a quantidade de lixo que, muitas vezes, acaba contribuindo para o entupimento de bueiros e galerias.

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2.1.3 Reciclar

Para muitas empresas, o lixo deixou de ser problema para se tornar uma oportunidade de negcio. Alm de amenizar a poluio do meio ambiente, a reciclagem pode gerar renda e emprego para a sociedade.

No Brasil, apenas 37% do papel produzido vo para a reciclagem. Papel e papelo representam, em mdia, 40% dos resduos urbanos brasileiros e tm comerciais armazns, ferragens, lojas de vesturio, mercadinhos e outras tm necessidade de descarte de papelo e papel, que podem ser reutilizados na produo de embalagens e papel para escrita ou impresso.

Equipamentos de informtica ultrapassados, impressoras quebradas e cartuchos de impresso representam lixo para escolas e empresas, mas podem ser desmontados e reaproveitados para diversas finalidades.

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Os resduos slidos gerados pela construo civil causam um alto impacto ambiental negativo ao meio ambiente. Muito desses resduos, contudo, podem ser reciclados.

Entulhos podem ser processados e se transformar em blocos de construo.

Resduos de metalrgica podem virar agregados para o cimento; produtos quebrados de gesso podem virar artefatos de construo; e p de serra pode virar matria-prima para artesanato e produo de chapas de madeira.

Em resumo, o que pode ser lixo para uns, matria-prima para outros. Portanto, fique atento ao seu resduo e, em caso de descarte, observe a forma mais adequada.

No deposite lixo em locais inadequados como terrenos baldios, bueiros, galerias pluviais, canais de drenagem e cursos d'gua.

No caso de u