TRIBUNA DO VALE - EDIÇÃO 2172

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    16-Mar-2016

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27 DE JULHO DE 2012

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<ul><li><p>cmyb</p><p>cyan magenta yellow black</p><p>27 DE JUNHO DE 2012 DIRETOR: BENEDITO FRANCISQUINI ANO XVI - N0 2172 R$ 1,00</p><p>www.tribunadovale.com.br</p><p>210 110</p><p>Quarta-feira</p><p>ELEIES</p><p>DESCASO</p><p>TRFICO</p><p>PISCICULTURA</p><p>JACAREZINHO</p><p>PSC veta aliana e Maria Ana tem que procurar outro vice</p><p>Mesmo com Raio X, mdico no viu pulmo perfurado de acidentado</p><p>Rapaz preso com 300 gramas de maconha no Jardim do Sol</p><p>Ministro no aparece em Pinhalo para assinatura de convnio</p><p>Moradores atribuem rachaduras em imveis a exploses de pedreira</p><p>Antnio de Picolli</p><p>Jivago</p><p>O pr-candidato a prefeito de Santo Antnio da Platina, Francisco Otvio Beckert, o Chico da Princesa (PSB), firmou uma aliana com o partido do deputado federal Carlos Rober-to Massa Junior, o Ratinho Jnior (PSC), que refletiu diretamente nos planos polticos da prefeita Maria Ana Pombo (PT), que ficou sem </p><p>a sua j anunciada vice-prefeita, Leia Ritti. A dobradinha entre elas significava a unio do PT com o PSC, na eleio majoritria e incluindo o PCdoB, na disputa proporcional. Porm, com a aliana entre Chico da Princesa e a direo estadual do PSC, os candidatos da sigla devem apoiar o ex-deputado federal, junto com o PSDB </p><p>e, provavelmente, com o PMDB, que decide seu destino em conveno nesta quinta-feira. Se isso ocorrer, outra candidatura que poder sofrer esvaziamento a do ex-prefeito Pedro Claro de Oliveira Neto (DEM), que j anunciou que seu vice seria o mdico Jorge Garrido, que pertence aos quadros do PMDB. PG. A3</p><p>Vtima de um acidente na noite de sbado, Marcos Roberto Lo-pes da Silva, 37, foi retirado das ferragens pelo Corpo de Bombei-ros e trazido para o Pronto Socorro de Santo Antnio da Platina. O mdico que o atendeu fez dois exames de Raio X e deu alta para o paciente na manh do dia seguinte, quando foi levado para sua casa em Jacarezinho. Com dores, ele foi levado para a Santa Casa daquela cidade, onde novo Raio X detectou uma perfurao em seu pulmo. O paciente tambm est com fraturas na clavcula e em um joelho. Ele permanece internado. PG. A6</p><p>Com imveis apresentando rachadu-ras profundas, os moradores do bairro Aeroporto acreditam que os danos esto sendo causados pelas constantes exploses de uma pedreira situada na Fazenda So Geraldo ao lado da BR-153, prximo ao Bairro. Ao menos, nove famlias esto com o mesmo pro-</p><p>blema. Uma das casas j precisou ser demolida e outra est condenada, mas a famlia continua dentro por no ter para onde se mudar. O proprietrio da pedreira nega que as exploses estejam danificando as casas. Segundo ele, j foram feitos testes que no apontaram essa possibilidade. PG. B1</p><p>O Servio de Inteligncia da Polcia Militar (P2) prendeu Willian Rafael da silva Lopes, 20, na tarde de ontem. O rapaz j vinha sen-do monitorado pelo seu envolvimento com o tr co de drogas em Santo Antnio da Platina. De acordo com o major Antnio Carlos de Morais, Lopes tambm suspeito de ter praticado vrios furtos no municpio. PG. A6</p><p>Willian Rafael tambm suspeito de praticar </p><p>furtos na cidade</p><p>SORTEMoto furtada recuperada no Aparecidinho 3</p><p>Para sorte do proprietrio da H o n d a T i t a n , Diego Alecsan-der dos Reis, sua moto, que havia sido furtada no domingo, no cen-tro da cidade, foi encontrada on-tem pela polcia na rua A do bairro Aparecidinho 3. A moto, com alguns danos, foi enca-minhada para a delegacia, onde foi entregue ao proprietrio. Nin-gum foi preso. PG. A6</p><p>Marcada para s 16 horas, autoridades de toda a regio aguardavam a chegada do ministro da Pesca, Marcelo Crivella, para assinatura do convnio para construo do primeiro abatedouro de peixes da regio. Porm, Crivella no apareceu e apenas por volta das 19h30, ele falou com as poucas pessoas que ainda estavam no local do evento por meio de uma videoconferncia. O projeto para construo de abatedouro de peixes em Pinhalo promete investimentos na ordem de R$11 milhes destinados cadeia produtiva, fbrica de rao e farinha. PG. A5</p><p>PG. A4</p><p>Jacarezinho registra primeiro caso de Gripe A</p><p>SADE</p><p>PG. A6</p><p>Assistncia Social enfrenta falta de Cestas Bsicas</p><p>CHUVAS</p><p>Edital na pgina : B2</p><p>Casas esto com rachaduras nas paredes e nos pisos e </p><p>moradores acham que o problema causado pelas </p><p>exploses de uma pedreira que fica nas proximidades</p></li><li><p> Impresso e Fotolito:Editora Jornal Tribuna do ValeFone/Fax : 43 3534 . 4114</p><p>Editora Jornal Tribuna do Vale LTDACNPJ 01.037.108/0001-11</p><p>Matriz: Rua Tiradentes 425, CentroSanto Antnio da Platina, PRFone/Fax: 43 3534 . 4114</p><p>Circulao: Abati | Andir | Arapoti | Bandeirantes | Barra do Jacar |Cambar | Carlpolis | Conselheiro Mairink | Figueira|Guapirama | Ibaiti | Itambarac | Jaboti | Jacarezinho Jaguariava | Japira | Joaquim Tvora | Jundia do Sul | Pinhalo | Quatigu | Ribeiro Claro | Ribeiro do Pinhal | Santo do Itarar |Santana do Itarar |Santo Antnio da Platina | So Jos da Boa Vista | Sengs | Siqueira Campos |Tomazina | Wenceslau Brz </p><p>* Os artigos assinados no representam necessariamente a opinio do </p><p>jornal, sendo de exclusiva responsabilidade de seus respectivos autores.</p><p>O Dirio da nossa regio - Fundado em agosto de 1995</p><p>TRIBUNA DO VALEA-2 Opinio</p><p>E D I TO R I A L E E D I TO R I A L </p><p>Homens que ocupando postos e ministros...cuidado! No en-treguem a seus descendentes a honra da memria e a conser-</p><p>vao do nome de vocs: os t tulos passam, os favores desa-parecem, as dignidades se perdem, as riquezas se dissipam e o </p><p>merecimento degenera.</p><p>Neno Bartholomei</p><p> No uma nova descoberta, mas a verdade que precisamos de mais aten-o e mais dedicao do poder pblico pela educao, para que ela seja re-cuperada. Se no ti vermos uma educao decente, nossas crianas no sero adultos que gostaro de ler e a maldio, aquela que reza que brasileiro no l, conti nuar a rondar nosso pas.Luiz Carlos Amorim</p><p>C HARGE chargeonline.com.brHORRIO DE FECHAMENTO</p><p>SANTO ANTNIO DA PLATINA</p><p>22:10</p><p>NESTA EDIO TEM</p><p>PREVISO PARA HOJE</p><p>22 PGINASCADERNO PRINCIPAL A 01 - 08- OPINIO A 02- POLTICA A 03- GERAL A 04- CIDADES A 05- COTIDIANO A 06- ESPORTES A 07- AGRONEGCIO A 08</p><p>2 CADERNO B 01 - 08- AGRONEGCIO B 01 - ATAS &amp; EDITAIS B 02 - 07- SOCIAL B 08</p><p>TRIBUNA DO VALE Representao:MERCONET Representao de Veculos de Comunicao LTDARua Dep. Atlio de A. Barbosa, 76 conj. 03 - Boa Vista - Curitiba PR </p><p>Fone: 41-3079-4666 | Fax: 41-3079-3633Diretor Responsvel</p><p>Benedito Francisquini - MTB 262/PRtribunadovale@tribunadovale.com.br</p><p>tribunadovale@uol.com.br</p><p>Vendas AssinaturaAnual R$ 200,00Semestral R$ 100,00</p><p>Filiado a Associaodos Jornais Diriodo Interior do Paran</p><p>A RTIGO A RTIGO</p><p>210 110</p><p>A RTIGO</p><p>Luiz Carlos Amorim *</p><p>Neno Bartholomei * Cla Andrade *</p><p> preciso acabar com as medidas provisrias</p><p>E tudo continua como antes... Alice e ela</p><p>Educao de qualidadee leitura</p><p>Quarta-feira, 27 de junho de 2012</p><p>A presidente Dilma Rousse tem sido, comparativamente ao seu antecessor, parcimoniosa na edio de medidas provisrias (MPs). Em seu primeiro ano de gesto baixou 31, enquanto Lula, no mesmo perodo, editou nada menos de 68. Entretanto, tem abusado de um artifcio preocupante o de contrabandear para MPs em trmite no Congresso dispositivos que nem de longe se aproximam do seu objeto original. E mais: tem editado medidas para alterar dispositivos fundamentais de leis recm-aprovadas pelo Congresso aps longo, custoso e democrtico debate parlamentar.</p><p>Na ltima quinta-feira, em reportagem especial, levantamos este problema e citamos dois exemplos de como a Presidncia vem atuando para driblar o papel legislativo do Congresso. Um deles refere-se ao novo Cdigo Florestal. Ao receber para sano do texto votado nas duas casas legislativas, Dilma Rousse no se contentou apenas em vetar algumas de suas disposies ato legtimo nos regimes presidencialistas , mas, na prtica, substi-tuiu-as e deu-lhes novo sentido por meio de medida provisria.</p><p>Quando os constituintes de 1988 optaram pela criao da medida provisria, tinham em vista conceder ao Poder Execu-tivo um instrumento de natureza legislativa para que pudesse impor rapidez aos seus atos em matrias urgentes e de grande relevncia, dispensando-o de submeter ao Congresso antepro-jetos de lei de demorada tramitao. Visava, en m, garantir ao governo um meio legal de enfrentar determinadas situaes que estivessem a exigir pronta ao. </p><p>Nascida sob o in uxo do movimento de redemocratizao aps duas dcadas de regime militar, a nova Constituio, ao instituir a possibilidade de edio de medidas provisrias, no quis criar um arremedo dos decretos-leis de que se valiam os generais-presidentes para impor sua vontade imperial. Tanto que lhes deu um nome autoexplicativo isto , as MPs deve-riam ter carter provisrio e s teriam efeito perene depois de submetidas e aprovadas pelo Congresso dentro de curto prazo aps sua publicao. Se desaprovadas, seus efeitos pretritos </p><p>seriam tambm cancelados.Entretanto, no este o esprito que a presidente Dilma </p><p>Rousse tem resguardado para exercer a prerrogativa de editar MPs. Ao contrrio, revela a disposio, digamos autoritria, de se sobrepor ao papel constitucional das casas legislativas de editar normas legais. Vale-se, para tanto, da maioria leniente e condescendente que mantm no Congresso pela via de acordos siolgicos com congressistas in uentes e seus partidos, quase sempre dispostos genu exo diante das vontades emanadas do Palcio do Planalto.</p><p>Felizmente, nos ltimos dias, acendeu-se no Congresso uma rstia de reao a tal prtica quando o presidente da Cmara dos Deputados, Marco Maia, passou a dar nova interpretao ao regime de tramitao das medidas provisrias. At agora, se no fossem examinadas e votadas em plenrio no prazo mxi-mo de 45 dias a partir do momento em que fossem recebidas pelo Congresso, as MPs paralisariam todas as demais votaes em curso na Cmara ou no Senado. Pela nova interpretao, as MPs s passaro a trancar a pauta depois de passarem pelas comisses mistas encarregadas de dar-lhes parecer quanto constitucionalidade e ao mrito providncia que no tem prazo para se iniciar.</p><p>Alm disso, as prprias comisses sero orientadas a evitar o contrabando de dispositivos estranhos ao objeto principal das MPs, quer por iniciativa do Executivo, quer mediante emendas parlamentares.</p><p>Trata-se de um avano bem-vindo tanto pela limitao que impe exagerada edio de MPs, como pelo cerceamento utilizao do sistema de cavalos de Troia e, principalmente, como fator de valorizao do papel do Legislativo. Mas h uma contrapartida necessria: se fosse mais rpido em seus processos de tramitao, o Congresso daria menos margem ao Executivo de alegar relevncia ou urgncia para temas, muitas vezes banais, objetos de suas medidas provisrias.</p><p> poltica segura e antiga nas repblicas essa de deixar o povo adormecer por meios de festas, espetculos, luxo, fausto, prazeres, vaidades e moleza; de deixa-lo se encher do vazio e saborear as coisas insignifican-tes. Quantos louvores se tecem ao desptico por essa indulgn-cia? No h ptria no desptico; outras coisas o substituem: o interesse, a glria, o servio do prncipe. So palavras do francs Jean de La Bruyre (1645 - 1696) La Bruyre estu-dou direito mas no exerceu a advocacia, comprou um ttulo de inspetor de finanas, mas pouco tempo depois o ven-deu. Por influencia do grande orador sacro Boussuet, seu amigo, em 1684, La Bruyre foi nomeado preceptor do prncipe </p><p>Louis de Bourbon, neto do rei. Exerceu a funo durante dois anos, pois o prncipe veio a falecer. Contemplado com uma penso pde continuar na corte real, prestando outros servios. Esprito arguto e perspicaz, passou a observar e anotar aes e reaes das pessoas da corte francesa. E como podem observar pouca coisa mudou daquele sculo para c.Visto que suas anotaes e obser-vaes servem, sem tirar nem por, para os que frequentam e fazem parte da nossa corte. Outra observao interessante de La Bruyre:Homens que ocupando postos e ministros...cuidado! No entreguem a seus descendentes a honra da me-mria e a conservao do nome de vocs: os ttulos passam, os </p><p>favores desaparecem, as digni-dades se perdem, as riquezas se dissipam e o merecimen-to degenera. La Bruyre diz tambm que: Os homens (da corte)no so levianos ou s o so nas pequenas coisas. Mu-dam seus trajes, sua linguagem, suas aparncias, suas atitudes, e algumas vezes mudam de gosto; mas conservam sempre seus maus costumes, so firmes e constantes no mal ou na indi-ferena pela virtude. Ou seja: tanto faz o ano - 1600 ou 2012, a corte continua como antes , a grande maioria usando-a para benefcio prprio , numa troca frentica de favores e benesses. Ainda tenho esperana... Que o G:.A:.D:.U:. nos proteja. Neno Bartholomei- M:.I:.- Homem Li-vre - bartholomei@hotmail.com </p><p>So elas assim, como irms siamesas, no fosse pelo fato de ela ter criado Alice sua imagem e semelhana. Ela se utiliza de Alice, jogando-lhe a culpa pelo que no quiser assumir. Por no ter uma irm com quem dividir tal culpa, j que aquela que tivera no est mais entre os vivos, ento criou Alice (brincadeira de Deus que as crianas sempre fazem).</p><p>Sabe que incontinenti con-tinua o Alexandre Cmara, sobre a mesa, esperando para ser acariciado, degustado, de-vorado em toda a sua essncia processual civil. No entanto, isto pode esperar posto que as frias, vancances, vacation, vacacio-nes esperam por ela.</p><p>Capitais e aeroportos esto para ela assim como Ela est para Alice, embora a ltima </p><p>tautologia no se reconhea verdadeira invertida. Enfim, o que ocorre com os pais que so mais, embora no devessem s-lo para filhos crescendo com a noo da realidade sem foco. Assim pecam os pais</p><p>Peca tambm todo o resto do mundo que por ora espera uma gerao de crianas especiais, responsveis pela mudana que todos ansiamos at o final deste ano, e para a qual no movemos uma palha sequer. Que sobre-carga desumana!</p><p>Marcar datas para no serem cumpridas outro divertimento dela, erro que costuma atribuir inadequadamente a Alice. Tam-bm, Alice no sabe contestar, peticionar, contrarrazoar, nada disso pertence ao seu universo. Mas, ela (a outra) sabe e o faz </p><p>com uma propriedade que supe ter origem no fato de gostar de escrever, escrever e ler, e ler</p><p>Assim, ambas vo se mis-turando em posturas e ideais, no sabendo ao certo onde comea e termina exatamente a vontade de cada uma. Por agora, suficiente saber-se de frias e reconhecer que poder no executar algumas tarefas autoimpostas. Provavelmente ela colocar a culpa em Alice, j que no se d ao luxo de ficar toa. Tal premissa falsa, se considerarmos que trabalhar enquanto descansa, escrevendo talvez, sobre tribunais longn-quos, com vontades diferentes da justia daqui, que se ocupa de cuidar sobre como embasar em lei o no julgamento de uma CPI, por exemplo.</p><p>Dia desses, estava num grupo de pessoas falando sobre livros, leitura e leitores e em se falando disso, a realidade indisfarvel no pode deixar de vir tona: l-se muito pouco no Brasil. O brasileiro l pouco. Alis, at fora do Brasil o brasileiro l pouco. Nossa amiga...</p></li></ul>