Valvulas e Acessorios

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    03-Jul-2015

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NDICE ANALTICO VOLUME 3

1.

VLVULAS

183 184 184 186 186 186 186 187 196 197 198 202 203 203 203 203 203 204 209 209 211 213 213 215 216 221

1.1. INTRODUO 1.2. UMA BREVE HISTRIA DA INDSTRIA DE VLVULAS 1.3. A INDSTRIA DA VLVULA 1.4. TIPOS DE VLVULAS 1.5. FUNES 1.6. ESPECIFICAO 1.7. SISTEMA CONSTRUTIVO DAS VLVULAS 1.8. CLASSES DE PRESSO 1.9. CONCEITOS SOBRE TIPOS DE VLVULAS 1.10. FABRICANTES DE VLVULAS 2. VLVULAS DE GAVETA

2.1. INTRODUO 2.2. APLICAO 2.3. PRINCIPAIS VANTAGENS 2.4. PRINCIPAIS DESVANTAGENS 2.5. IDENTIFICAO DAS PARTES DE UMA VLVULA DE GAVETA 2.6. SISTEMA CONSTRUTIVO 2.7. SISTEMAS DE VEDAO 2.8. ACIONAMENTO DAS VLVULAS 2.9. MATERIAIS CONSTRUTIVOS DAS VLVULAS 2.10. CLASSES DE PRESSO 2.11. EXEMPLOS DE ESPECIFICAO TCNICA 2.12. EXEMPLO DE FOLHA DE DADOS 2.13. TABELAS TCNICAS 2.14. FABRICANTES

3.

VLVULAS DE ESFERA

222 223 223 223 223 223 224 227 227 228 228 229 230 231 234

3.1. INTRODUO 3.2. APLICAO 3.3. PRINCIPAIS VANTAGENS 3.4. PRINCIPAIS DESVANTAGENS 3.5. IDENTIFICAO DAS PARTES DE UMA VLVULA DE ESFERA 3.6. SISTEMA CONSTRUTIVO 3.7. SISTEMAS DE VEDAO DA SEDE 3.8. ACIONAMENTO DAS VLVULAS 3.9. MATERIAIS CONSTRUTIVOS DAS VLVULAS 3.10. CLASSES DE PRESSO 3.11. EXEMPLOS DE ESPECIFICAO TCNICA 3.12. EXEMPLO DE FOLHA DE DADOS 3.13. TABELAS TCNICAS 3.14. FABRICANTES

I

4.

VLVULAS DE MACHO

235 236 236 236 236 236 237 237 237 237 237 237 239 240 243 244 245 245 245 245 245 246 246 246 246 246 247 248 250 251 252 252 252 253 253 254 259 259 260 261 262 265 266 271 271 272 273 273 273 273

4.1. INTRODUO 4.2. APLICAO 4.3. PRINCIPAIS VANTAGENS 4.4. PRINCIPAIS DESVANTAGENS 4.5. IDENTIFICAO DAS PARTES DE UMA VLVULA DE MACHO 4.6. MEIOS DE LIGAO 4.7. CARACTERSTICAS CONSTRUTIVAS 4.8. ACIONAMENTO DAS VLVULAS 4.9. MATERIAIS CONSTRUTIVOS DAS VLVULAS 4.10. CLASSES DE PRESSO 4.11. EXEMPLOS DE ESPECIFICAO TCNICA 4.12. EXEMPLO DE FOLHA DE DADOS 4.13. TABELAS TCNICAS 4.14. FABRICANTES 5. VLVULAS DE GUILHOTINA

5.1. INTRODUO 5.2. APLICAO 5.3. PRINCIPAIS VANTAGENS 5.4. PRINCIPAIS DESVANTAGENS 5.5. IDENTIFICAO DAS PARTES DE UMA VLVULA DE GUILHOTINA 5.6. MATERIAIS CONSTRUTIVOS DAS VLVULAS 5.7. MEIOS DE LIGAO 5.8. CARACTERSTICAS CONSTRUTIVAS 5.9. CLASSES DE PRESSO 5.10. EXEMPLOS DE ESPECIFICAO TCNICA 5.11. EXEMPLO DE FOLHA DE DADOS 5.12. TABELAS TCNICAS 5.13. FABRICANTES 6. VLVULAS DE GLOBO

6.1. INTRODUO 6.2. APLICAO 6.3. PRINCIPAIS VANTAGENS 6.4. PRINCIPAIS DESVANTAGENS 6.5. IDENTIFICAO DAS PARTES DE UMA VLVULA DE GLOBO 6.6. SISTEMA CONSTRUTIVO 6.7. SISTEMAS DE VEDAO 6.8. ACIONAMENTO DAS VLVULAS 6.9. MATERIAIS CONSTRUTIVOS DAS VLVULAS 6.10. CLASSES DE PRESSO 6.11. EXEMPLOS DE ESPECIFICAO TCNICA 6.12. EXEMPLO DE FOLHA DE DADOS 6.13. TABELAS TCNICAS 6.14. FABRICANTES DE VLVULAS GLOBO 6.15. FABRICANTES DE VLVULAS DE AGULHA 7. VLVULAS BORBOLETA

7.1. INTRODUO 7.2. APLICAO 7.3. PRINCIPAIS VANTAGENS 7.4. PRINCIPAIS DESVANTAGENS

II

7.5. IDENTIFICAO DAS PARTES DE UMA VLVULA BORBOLETA 7.6. SISTEMA CONSTRUTIVO 7.7. SISTEMAS DE VEDAO 7.8. ACIONAMENTO DAS VLVULAS 7.9. MATERIAIS CONSTRUTIVOS DAS VLVULAS 7.10. CLASSES DE PRESSO 7.11. EXEMPLOS DE ESPECIFICAO TCNICA 7.12. EXEMPLO DE FOLHA DE DADOS 7.13. TABELAS TCNICAS 7.14. FABRICANTES 8. VLVULAS DIAFRAGMA

274 274 275 275 277 279 279 281 282 284 285 286 286 286 287 287 288 289 289 290 290 292 293 295 296 297 297 297 297 297 298 299 300 302 303 305 306 307 307 308 308 309 310 311 312 313 314 315 317 318 323

8.1. INTRODUO 8.2. APLICAO 8.3. PRINCIPAIS VANTAGENS 8.4. PRINCIPAIS DESVANTAGENS 8.5. IDENTIFICAO DAS PARTES DE UMA VLVULA DIAFRAGMA 8.6. MATERIAIS CONSTRUTIVOS 8.7. MEIOS DE LIGAO 8.8. FORMATO DO CORPO 8.9. ACIONAMENTO DAS VLVULAS 8.10. EXEMPLOS DE ESPECIFICAO TCNICA 8.11. EXEMPLO DE FOLHA DE DADOS 8.12. TABELAS TCNICAS 8.13. FABRICANTES 9. VLVULAS DE MANGOTE

9.1. INTRODUO 9.2. APLICAO 9.3. PRINCIPAIS VANTAGENS 9.4. PRINCIPAIS DESVANTAGENS 9.5. IDENTIFICAO DAS PARTES DE UMA VLVULA DE MANGOTE 9.6. SISTEMA CONSTRUTIVO 9.7. ACIONAMENTO DAS VLVULAS 9.8. EXEMPLOS DE ESPECIFICAO TCNICA 9.9. EXEMPLO DE FOLHA DE DADOS 9.10. TABELAS TCNICAS 9.11. FABRICANTES 10. VLVULAS DE RETENO

10.1. INTRODUO 10.2. APLICAO 10.3. O EMPREGO DO BY-PASS 10.4. VLVULA DE RETENO TIPO DISCO INTEGRAL 10.5. VLVULA DE RETENO TIPO FLAP 10.6. VLVULA DE RETENO TIPO PORTINHOLA SIMPLES 10.7. VLVULA DE RETENO TIPO PISTO 10.8. VLVULA DE RETENO VERTICAL TIPO DISCO 10.9. VLVULA DE RETENO TIPO DISCO DUPLO OU DUPLEX 10.10. VLVULA DE RETENO DE P 10.11. EXEMPLO DE ESPECIFICAO TCNICA DE VLVULA DE RETENO 10.12. EXEMPLO DE FOLHA DE DADOS 10.13. TABELAS TCNICAS 10.14. FABRICANTES

III

11.

VLVULAS REDUTORAS DE PRESSO

324 325 325 325 325 326 326 327 327 327 328 329 331 333 335 335 336 337 337 337 338 338 329 331 333 335

11.1. INTRODUO 11.2. APLICAO 11.3. PRINCIPAIS VANTAGENS 11.4. PRINCIPAIS DESVANTAGENS 11.5.IDENTIFICAO DAS PARTES DE UMA VLVULA REDUTORA DE PRESSO 11.6. SISTEMA CONSTRUTIVO 11.7. MATERIAIS CONSTRUTIVOS 11.8. ACIONAMENTO DAS VLVULAS 11.9. INSTALAO DAS VLVULAS REDUTORAS DE PRESSO 11.10. ACESSRIOS PARA AS VLVULAS REDUTORAS DE PRESSO AUTO -OPERADAS 11.11. EXEMPLOS DE ESPECIFICAO TCNICA 11.12. EXEMPLO DE FOLHA DE DADOS 11.13. TABELAS TCNICAS 11.14. FABRICANTES DE VLVULAS REDUTORAS DE PRESSO 11.15. FABRICANTES DE VLVULAS DE CONTROLE AUTO-OPERADAS 12. VLVULAS DE SEGURANA E ALVIO

12.1. INTRODUO 12.2. APLICAO 12.3.IDENTIFICAO DAS PARTES DE UMA VLVULA DE SEGURANA E ALVIO 12.4. INSTALAO 12.5. SISTEMA CONSTRUTIVO 12.6. EXEMPLOS DE ESPECIFICAO TCNICA 12.7. EXEMPLO DE FOLHA DE DADOS 12.8. TABELAS TCNICAS 12.9. FABRICANTES

13.

ACESSRIOS

344 345 345 345 347 347 348 349 350 351 353

13.1. INTRODUO 13.2. APLICAO 13.3. FILTROS 13.4. VISORES DE FLUXO 13.5. VENTOSAS 13.6. SEPARADOR DE UMIDADE 13.7. PURGADORES 13.8. MANMETROS 13.9. TERMMETROS 14. GLOSSRIO

15.

BIBLIOGRAFIA

359

16.

REFERNCIA BILBLIOGRFICA

359

IV

VLVULAS

1. VLVULAS 1.1. Introduo: Vlvula um acessrio que raramente percebemos o seu funcionamento e, normalmente, ignoramos a sua importncia. Sem os sistemas modernos de vlvulas, no haveria gua pura e fresca em abundncia nos grandes centros, o refino e distribuio de produtos petrolferos seriam muito lentos e no existiria aquecimento automtico nas casas. Por definio, uma vlvula um acessrio destinado a bloquear, restabelecer, controlar ou interromper o fluxo de uma tubulao. As vlvulas de hoje podem, alm de controlar o fluxo, controlar o nvel, o volume, a presso, a temperatura e a direo dos lquidos e gases nas tubulaes. Essas vlvulas, por meio da automao, podem ligar e desligar, regular, modular ou isolar. Seu dimetro pode variar de menos de uma polegada at maiores que 72 polegadas. Podem ser fabricadas em linhas de produo, em bronze fundido, muito simples e disponvel em qualquer loja de ferramentas ou at ser o produto de um projeto de preciso, com um sistema de controle altamente sofisticado, fabricada de uma liga extica de metal para servio em um reator nuclear. As vlvulas podem controlar fluidos de todos os tipos, do gs mais fino a produtos qumicos altamente corrosivos, vapores superaquecidos, abrasivos, gases txicos e materiais radioativos. Podem suportar temperaturas criognicas de moldagem de metais, e presses desde altos vcuos at presses altssimas. 1.2. Uma breve histria da indstria de vlvulas: Ningum sabe quando a idia da vlvula nasceu. Entretanto, os romanos so reconhecidos como os inventores de sofisticados sistemas de controle de gua daquela poca. Sua fundio era avanada o suficiente para construir sistemas para suprir gua em dois prdios diferentes, para o qual eles desenvolveram a vlvula macho e h tambm evidncias que de os romanos usaram vlvulas tipo portinhola para prevenir o contra-fluxo. Por sculos, no houve avanos no projeto de vlvulas. Porm, no Renascimento, o artista e inventor Leonardo da Vinci desenvolveu canais, projetos de irrigao e outros grandes sistemas hidrulicos, os quais incluram vlvulas para serem utilizadas nestes projetos. Muitos de seus rascunhos tcnicos existem ainda hoje. A histria moderna da indstria de vlvulas acontece paralela revoluo industrial, que comeou em 1705 quando Thomas Newcomen inventou o primeiro sistema industrial a vapor. Devido s presses do vapor que tinham que ser contidas e reguladas, as vlvulas adquiriram uma nova importncia. O sistema a vapor de Newcomen foi aperfeioado por James Watt e outros inventores, projetistas e fabricantes tambm ajudaram no aperfeioamento das vlvulas para estes sistemas a vapor. Os interesses, entretanto, estava no projeto como um todo, e o fabricante de vlvulas como um produto separado no estava comprometido numa larga escala por diversos anos. Ento em 1842, a cidade de Nova York construiu um sistema de guas para trazer gua para a cidade de uma distncia de 56,3km. Este simples projeto demonstrou as vantagens do sistema municipal de gua e criou uma grande demanda por vlvulas, tubulaes e instalaes, assim como outras

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cidades seguiram a liderana de Nova York em um curto tempo, diversas fbricas foram estabelecidas para produzir seus produtos. Eles se tornaram os principais usurios de vlvulas indstrias como txteis, papel e celulose, qumica, alimentcias, farmacutica e energia eltrica. Mais tarde, a indstria do petrleo nasceu, e com ela, a demanda para vlvulas de alta performance que pudessem suportar as grandes presses de leo e gs vindas dos poos para a superfcie. Assim como as condies e requerimentos se tornaram mais solicitadas, os fabricantes responderam com melhoras contnuas de engenharia, em materiais e modelos de vlvulas. As primeiras vlvulas foram a globo e a de reteno. Em 1920 surgiu o primeiro tipo de vlvula rotativa que podia ser aberta ou fechada por um simples giro de 90 de um volante. As vlvulas tipo plug tiveram um grand