Vitrine Lageana Edição 142

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    02-Apr-2016

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  • VITRINE LAGEANA - LAGEs, SEXTA-FEIRA, 8 dE AGOSTO de 2014OpinioSadeSegurana Destaque CidadeEducaoEsporte Poltica

    Lages, sexta-feira, 8 de agosto de 2014R$ 2,00

    Ano 04 - Edio 142

    Aumento alm da contaEnergia eltrica

    Marcos A

    . Alm

    eida

    A Agncia Nacional de Energia Eltrica (ANEEL) autorizou Celesc a repassar aos consumidores o ndice de 22,42%.

    O aumento j est em vigor desde quinta-feira (7). | Pg. 03Valor R$ 1.000,00

    Valor R$ 1.000,00

    10 de agosto Dia dos Pais

    LEMBRETE

  • VITRINE LAGEANA - LAGEs, SEXTA-FEIRA, 8 dE AGOSTO de 2014Aprender a troca de experincias! importante que o processo de aprendizagem esteja alicerado na construo do conhecimento, no

    respeito recproco, como afirma Paulo Freire (2004): No posso descrimi-nar o aluno em nome de nenhum motivo. A percepo que o aluno tem de mim no resulta exclusivamente de como atuo, mas tambm de como o aluno entende como atuo. (p. 97). Na educao, o aluno no pode ser visto como um papel em branco que poste-riormente ser escrito, mas como um ser que carrega uma histria, que tem

    experincias. Somos uma combinatria de elementos. Considera-se a educao como um jogo, no qual os participantes (aluno e professor) so as peas. Em um jogo, uma ao implicar uma reao, assim tambm acontece no processo de ensino-aprendizagem: uma ao leva a outra. A escola precisa rever seus conceitos sobre aprendizagem, portanto, a escola no pode ser vista apenas como um lugar de diverso, e sim uma instituio que desenvolve as habilidades transfor-mando-as em competncias necessrias ao ser em seu campo profissional. O ambiente escolar ainda per-manece preso prtica tradicional esquivando-se da tecnologia que est cada vez mais modificando o nosso dia-a-dia. Faz-se necessrio que os profission-ais revejam seus valores e concepes referentes ao ensinar para atender o presente e o futuro, deixando para trs o passado, a forma ineficiente de ensinar, a maneira de aprendizagem antiga para uma forma de educar que seja intera-tiva e envolvente. A escola passa a ser um espao de conflito entre professor e

    aluno. De um lado, o professor ameaa o tempo todo para poder manter a disci-plina e a total autoridade, e, do outro, o aluno que enxerga o seu professor como sendo autoritrio e comea a disputar o espao. O resultado que os dois no desempenham um bom trabalho, portanto, o sentido da escola no uma simples disputa de espao, mas um lugar em que se deve aprender a conviver com o outro e a aceitar as diferenas.Por Rojane da Silva Carvalho

    Graduada em Letras Vernculas

    Nossa Opinio

    A comunidade serrana tem de aprender a lutar mais pelos seus objetivos. Normalmente, as aes ficam apenas subjugadas s lideranas maiores, espe-cialmente s polticas. Nos municpios deixam a carga nas mos, quase que exclusi-vamente dos prefeitos e dos vereadores. De resto, cruzam os braos e esperam que os acontecimentos caiam do cu,.Estabelecer novos critrios de envolvimento geral a pri-meira atitude a ser tomada.O setor empresarial bastante forte. Atravs dele, h grandes aes que precisam tambm ser res-paldadas no mbito social. A Serra Catarinense h muito tempo se amordaa diante de uma situao de pobreza, e ndices baixos de IDH, e assim por diante. Pouco age em prol de seus anseios. Basta

    lembrar do tempo em que se arrasta a obra o Aeroporto em Correia Pinto. So mais de 14 anos. Todos tambm no esquecem do triste perodo em que ns, serranos, tivemos que esperar para a concluso da BR 282 ligando Lages, Cerrito e Campos Novos. preciso admitir. Somos fracos. No h unio ainda, que seja capaz de reverter um quadro nega-tivo que h anos denigre a nossa regio. Porm, sem-pre tempo para que sejam agilizadas aes que possam ampliar as perspectivas de evoluo, especialmente, nos campos econmico e poltico.Chega de ver choro gen-eralizado por falta de representatividade. At outu-bro, decidam o que querem para a regio em que vivemos. Depois, uma nova luta, por melhorias, deve comear.

    Pelos serranos

    Grimpa

    A inaugurao da ponte sobre a Belizrio Ramos foi boa. Mas tambm o estudo sobre o trnsito na Rua Anastcio da Silva Mota carece de uma definio. A Pre-feitura ainda est avaliando qual a melhor forma de utilizao do trajeto, ou deixar ambas as vias com mo dupla. Por outro lado, ainda no se sabe se cedo ou tarde, vai precisar rever a deciso e instalar semforo no cruzamento. O que no se entende tambm a demora com estudos sobre o trajeto e que poderiam rapida-mente ser definidos. Ou no?

    !

    A revitalizao da SC 390 se arrasta e j tem quase um ano de obra, e pouco mais de 3 quilmetros mexidos, mas sem qual-quer acabamento. O empreendimento foi contratado para ficar pronto em dois anos. Caso mantenham o mesmo ritmo, a obra no termina em menos de 10 anos. Esta semana agentes do governo foram vistoriar e exigiram uma nova postura do consrcio empresarial responsvel pela revitalizao. Conforme disse o secretrio regional, Joo Alberto Duarte, os recursos

    esto em caixa, e no h motivos para tanto atraso. Entre as justificativas dos empreit-eiros esto as chuvas e a falta de mo de obra. O Governador exigiu celeridade e...

    SC390

    ...

    Obrase obras ?Indefiniodo trajetoA administrao municipal tem se mostrado contente com o nmero de obras e os investimentos promissores no setor. Porm, ainda precisa fortalecer a ateno aos vrios postos de sade que j esto prontos e ainda no foram inaugu-rados. A sade foi determinante nas propostas de campanha do atual pre-feito. O discurso uma coisa, a prtica outra. No passa um dia sequer sem que algum apresente alguma con-testao ou reclamao no campo da sade de Lages. Aes mais efetivas precisam ser tomadas em respos-tas aos anseios da comunidade!

    Opinio1202

  • VITRINE LAGEANA - LAGEs, SEXTA-FEIRA, 8 dE AGOSTO de 201403DESTAQUE

    Reajuste tarifrio da energia eltrica de 22,62%

    Empresa dinamarquesa confirma instalao em Lages

    O alto ndice de aumento da tarifa dever refletir fortemente na economia catarinense

    Dentro de 180 dias a empresa dever iniciar suas obras no terreno recebido da prefeitura

    Divulgao

    San

    dro

    Sch

    euer

    man

    nH 40 anos no Brasil, o grupo dinamarqus Thornico uma das corporaes mais respeita-das da Europa, composta por 120 empresas, e est chegando ao Sul do pas atravs de uma de suas marcas, a Sanovo Greenpack, especializada em embalagens para armazenamento e condicio-namento de frutas e ovos. A insta-lao em Lages foi confirmada na tera-feira durante solenidade na Associao Empresarial de Lages (Acil). Em Lages a empresa fabricar bandejas para mas, mas h pos-sibilidade de outros produtos. O fornecimento, na primeira etapa, atingir um raio de 120 quilmet-ros, atendendo 85% do mercado

    de mas; mais tarde chegar ao restante de Santa Catarina e ao Rio Grande do Sul. Com sistema robotizado, a Sanovo surge no cenrio industrial com tecnolo-gia de ponta o equipamento de grande porte ser importado da Dinamarca. O novo empreendi-mento vai resultar na abertura de 150 novos postos de trabalho.Se somadas as trs primeiras etapas de investimentos o resul-tado de R$ 120 milhes, mas nestas primeiras duas sero R$ 60 milhes. A meta chegar a produo de 50 milhes de embalagens por ano. A Sanovo a detentora do maior portflio de embalagens do Brasil e uti-liza, como matria-prima, papis

    reciclados e papeles ondulados, processando a polpa moldada para produzir bandejas. Doao do terrenoNa mesma ocasio foi tam-bm destinada a rea territorial de 80.358 metros quadrados, doada Sanovo pela adminis-trao municipal. Assim como ocorreu em relao Sinotruk, o

    Projeto de Lei da doao do ter-reno seguir do Executivo para a Cmara de Vereadores.Dentro de 180 dias a empresa dever iniciar suas obras no ter-reno recebido, situado rua Vic-tor Alves de Brito, no bairro So Miguel, acesso rodovia SC-114.

    A Agncia Nacional de Energia Eltrica (ANEEL) anunciou os ndices de reajuste das tarifas de fornecimento de energia eltrica para cada classe de consumidores da Celesc Distribuio. Os novos valores tarifrios tiveram vigncia a partir desta quinta-feira, 7. Para os consumidores residenciais, atendidos em baixa tenso (Grupo B), o efeito mdio percebido do reajuste ser de 22,76%. J para os consumidores atendidos em alta tenso, como indstrias e uni-dades comerciais de grande porte, como shopping (Grupo A), o efeito mdio ser de 22,42%.O valor total do reajuste estabe-lecido pela Aneel foi de 23,21%. Deste valor, 17,96% corresponde cobertura da parcela econmica do reajuste e 5,26% para a parcela financeira. Conforme explicaes, o reajuste tarifrio anual tem o objetivo de manter o poder de compra da receita das concession-rias de energia eltrica, segundo

    frmula prevista nos contratos de concesso. Ele acontece anual-mente, na data de aniversrio do contrato, exceto no ano da Reviso Tarifria Peridica.

    Por outro lado, segundo a FIESC, a elevao mdia de 22,6% nas tarifas de energia eltrica para os consumidores catarinenses, (ANEEL), agravar a situao do setor industrial do Estado. estranho que o ndice tenha superado em dois pontos percen-tuais o que foi pedido pela Celesc. O resultado ser maior presso por elevao de preos em toda a economia, com alta da inflao e, ao mesmo tempo, piora da situa-o da indstria, que tem dificul-dade em repassar esse aumento de custos para os seus preos, diz o presidente da FIESC, Glauco Jos Crte. Ele lembra que indicadores que iniciaram o ano positivos, como os do emprego, de vendas e da produo industrial, j sinal-izam tendncia de reverso.

    Em 18 meses a produo dever ser iniciada. Foi realizado estudo demarcado e notamos que Lages possui posio geogrfica estrat-gica favorvel, infraestrutura, ser-

    vios, logstica e capital humano, pontua o presidente da empresa na Amrica do Sul, Ernesto W. Schnbrod, cnsul da Dinamarca no Uruguai.

  • VITRINE LAGEAN