Vitrine Lageana Edição 166

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    07-Apr-2016

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  • VITRINE LAGEANA - LAGES, SEXTA-FEIRA, 06 DE FEVEREIRO DE 2015OpinioSadeSegurana Destaque CidadeEducaoEsporte Poltica

    Lages, sexta-feira, 06 de fevereiro de 2015R$ 2,00

    Ano 05 - Edio 166

    Como pde ser capaz?

    Nada justifica uma me abandonar uma criana recm-nascida prpria sorte, muito menos num tmulo de cemitrio. Mas, aconteceu. Por sorte o beb foi encontrado a tempo e passa bem. | Pg. 03

    Presidncia da AMURES questionada

    Surto de dengue em Itaja assusta SC

    Inter de Lages chega ao primeiro ponto

    Prefeito assume entidade mesmo com processos. | Pg (3)

    Em Lages so reforadas as medidas de preveno. | Pg (8)

    Colorado lageano empata em casa e se complica. | Pg (14)

    Fernando Coruja refora time de deputadosO lageano suplente do PMDB assumiu vaga esta semana. | Pg (4)

    Pablo G

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    Car

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    an

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    AL

  • VITRINE LAGEANA - LAGES, SEXTA-FEIRA, 06 DE FEVEREIRO DE 2015Opinio1202

    Senhor diretor:

    Nossa Opinio

    H denncias de leitores consci-entes de que, a gua necessita de, por parte da populao, seu uso racio-nal e consciente. Cabe aos vereadores legislar sobre o assunto. Ao chefe do Execu-tivo a colocao em vigor, de lei, que, proba as lavaes de automveis e de cala-das nas residncias. de responsabilidade tambm do Poder Executivo, a con-scientizao da populao, atravs de publicaes espe-cializadas, visando a econo-mia de gua nas residncias e instituies pblicas. preciso que, as auto-ridades tambm com-ecem a dar exemplos, pro-movendo as conscientiza-es dos servidores pbli-cos, para que os mesmos tambm o faam em suas casas, ao retornarem no nos finais de expedientes. H uma necessidade especfica,

    promover em todos os esta-belecimento escolares do municpio, pblicos e priva-dos, eventos que demon-stram que o uso racional de gua uma prioridade. Talvez seja por a, a melhor forma de iniciar uma campanha que pode atingir ao mesmo tempo o maior percen-tual da populao do municpio. J que os alunos tero quer ser ensinados a passarem o que apren-deram aos seus pais. Logo o uso consciente atinge quase toda a populao.A conscientizao faz-se necessria, com a mxima urgncia. Se h crise de gua em vrios estados do Brasil, certamente se, no houver providncias ime-diatas, no tardar a atingir Santa Catarina. As auto-ridades tm conhe-cimento da gravi-dade da situao.

    Desperdcio de gua

    Grimpa

    Fizeram projetos arquitetnicos. Houveram gastos. E o Mercado Pblico continua como sempre esteve, espera da to propalada reforma. Lages vive um caos de ausncia de representatividade poltica. Ou seja, vereadores e chefe do Poder Executivo devem dar exemplos de fora de vontade, de quererem ser verdadeiramente teis comunidade lageana. Ser que no bastam os escndalos aconte-4cidos ultimamente? preciso que d uma volta por cima. Os inter-esses do municpio so prioridades. E a reforma do Mercado Pblico Municipal uma necessidade.

    !

    Foram constatados por entidades de classe, pela imprensa, e at mesmo por quem construiu o viaduto na BR 282. Ele apresenta, um grave erro em sua construo. H um perigo constante para os motoristas que por l vo trafegar. Numa de suas sadas, h um estreitamento, que, para quem no sabe pode colocar em risco a prpria vida, podendo se envolver num acidente de grandes propores. O certo que, nem a instituio federal que responsvel pela obra, no tomou conhecimento da questo. O perigo permanece, e no se sabe qual ser o destino de um erro no projeto.Viadutoda BR 282

    ...

    Voltandos aulas ?MercadoPblicoEm vrias cidades brasileiras as aulas j iniciaram. Em Lages, somente dia 09/02. Para os alunos, a alegria de retornar s classes. Aos professores, principalmente aqueles que amam suas profisses, um motivo a mais para compartilhar com seus alunos o prazer de ensinar. H ainda aqueles, a maioria, que, pelos baixos salrios que recebem, chegam a perder as moti-vaes profissionais. Realmente no esto errados. J est passando da hora de valorizar nossos mestres. Eles so responsveis por ensinar nossos jovens, a trilharem o caminho sem obstcu-los, que os levaro ao sucesso profis-sional e ao futuro brilhante da Nao.

    Parece que o caos que esto vivendo milhares de pessoas na capital do Estado de So Paulo, no est servindo de exemplo para muitas pessoas que ainda se conscientizaram que, a questo da gua, no apenas dos paulistanos ou dos paulistanos, e sim, de todos os brasileiros. No faz muito tempo, a prpria empresa responsvel pela distribuio do lquido precioso em So Paulo j aler-tava: sabendo usar, no vai voltar. Pelo visto, a populao deu provas categricas que, realmente no sou-beram usar. Isso sem contar o descaso que as autoridades daquele estado fizeram em torno do problema. Coisa de brasileiro, que s depois da tem-pestade que resolve fechar a janela. Deixando a populao dos demais estados que enfrentam a escas-sez de gua, voltamos especificamente para Lages. O municpio, felizmente, tem em seu territrio, uma das mel-hores de Santa Catarina, pela pureza e sabor. Tanto que, est implantada em Lages um empresa de bebidas que utiliza milhares de litros de gua por dia de um rio que corta o per-metro urbano da cidade. Entretanto, o

    assunto da minha missiva, no se trata de relatar a qualidade da gua nossa de cada dia; e sim, o desperdcio que se faz a cada instante em centenas de lares de famlias lageanas. comum, principalmente nos finais de semana, proprietrios de veculos lavando-os com mangueira, no economizando a gua que, um dia pode faltar pelo uso consciente e racional da gua.Por esses e outros maus exem-plos, como tambm, muitas donas de casas que tomam a inicia-tiva ou colocam suas auxiliares, para lavarem caladas todos os dias. Uma

    atitude danosa e irresponsvel, pois, no caso de faltar gua, no ser ape-nas para uma s residncia, e sim para toda a populao. Assim que, por culpa de uma ou mais donas de casa que no pensam em economizar gua, colaboram para que o mais rpido possvel a gua possa tambm faltar em Lages. um caso muito srio, senhor diretor, e necessita de que sejam tomadas as providncias com urgncia com uma fiscalizao capaz de coibir os gastos de gua na cidade.

    Flavio Conseio de Niz

  • VITRINE LAGEANA - LAGES, SEXTA-FEIRA, 06 DE FEVEREIRO DE 201503DESTAQUE

    Beb encontrado em cemitrio

    Pab

    lo G

    omes

    F

    bio

    Ram

    os

    Divulgao

    O beb encontrado na manh de tera-feira (3) em um tmulo no cemitrio municipal da Penha, em Lages, continua no Hospital Tereza Ramos (HTR), para onde foi levado imediata-mente aps o resgate pelo fato de a instituio contar com UTI Neonatal e ser refern-cia em gestaes de alto risco no Estado. A menina, recm-nascida de parto normal, pesa 2,380 quilos, se alimenta bem e est saudvel.A criana deve permanecer no HTR at o fim de semana apenas espera da adoo. A

    diretora do hospital, Beatriz Montemezzo, comenta que um casal j foi selecionado e aguarda somente os ltimos trmites burocrticos junto Justia para levar a menina.Renata, como a criana foi chamada inicialmente pelos profissionais do HTR em aluso palavra renascida, um nome fictcio e no registrado em cartrio. Qualquer informa-o que eventualmente possa identificar o beb e seus futuros pais, como imagem, nome, endereo e at a cidade, ser mantida sob absoluto sigilo.

    O caso chamou ateno das autoridades e agora a criana ser adotada

    Representantes serranos em reunio em Florianpolis

    Prefeito de Correia Pinto, Vnio Forster, presidente da Amures

    questionvel a posse de Vnio Forster na

    presidncia da Amures

    Chiodini assume a SDS

    Encontro de lideranas serranas

    Antigamente se preservava a integridade das instituies. E hoje, nem sempre! Para que algum chegasse a presidir uma entidade, tinha que ter um passado integro, sem mculas. Um nome que acima de tudo, invocasse respeito. H em Lages, e em out-ros municpios serranos um comentrio que est na boca de muita gente, e faz ecoar at mesmo na capital do Estado. Segundo o que se houve a inad-missvel posse na presidncia da Amures, do prefeito Vnio Forster. Ele, est sendo proces-sado pela Justia Pblica da

    Tomou posse na quarta-feira, 4, o novo secretrio do Desen-volvimento Econmico Susten-tvel (SDS), Carlos Chiodini, 32 anos e de Jaragu do Sul. Em 2007, assumiu o cargo de dire-tor do Porto de So Francisco. Foi eleito deputado estadual em 2010 e reeleito em 2014. Segundo ele, o primeiro objetivo

    ser reduzir o valor de custeio da pasta, conforme solicitao do governador Raimundo Colombo. Queremos tambm fortalecer os rgos vinculados, estreit-ando o relacionamento ouvindo as necessidades e executando as melhorias fundamentais para o benefcio da populao catari-nense, falou Chiodini.

    Os deputados estaduais Gabriel Ribeiro (PSD) e Fernando Agostini (PMDB), e o prefeito Toni Duarte (PPS) reuniram-se na ltima quarta-feira (4), na Assembleia Legislativa, em Flori-anpolis. Foi a primeira vez que os trs se sentaram na mesma mesa na condio de auto-ridades, para dialogar sobre os problemas de Lages. A unio de esforos em prol do desenvolvi-mento do municpio consen-sual entre as lideranas.

    A diretora do HTR lembra que comum mulheres darem luz na instituio e manife-starem aos mdicos a vontade de no ficar com as crianas. Nestes casos, os bebs so encaminhados para adoo. Na tera-feira, enquanto a menina abandonada no cemi-trio era atendida, duas mes estavam internadas no HTR nesta condio. Se a me no quer o filho, pelo menos que faa todo o pr-natal e d luz na maternidade. mais seguro para ela e para o beb, conclui Beatriz.

    comarca do municpio onde est cumprindo o segundo mandato como chefe do Poder Executivo de Correia Pinto. O Ministrio Pblico, ofereceu denncia contra ele e outras pes-soas. Acusa o promotor de Justia de Formao de Quadrilha, des-vio de recursos pblicos, etc. Na ve