Alphonse bue -_magnetismo_curativo

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    28-Nov-2014

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<ul><li> 1. ALPHONSE BU Magnetismo Curativo PSICO-FISIOLOGIA HIPNOTISMO SONAMBULISMO FASCINAO SUGESTO MENTAL CLARIVIDNCIA LEI FENOMENAL DA VIDA II Traduo autorizada pelo Autor e publicada Sob os auspcios da FEDERAO ESPRITA BRASILEIRA 2. EDIO 1946 FEDERAO ESPRITA BRASILEIRA (Departamento Editorial) Avenida Passos, 30 Rio de Janeiro Brasil ndice Pgs. Prefcio ................................................................................................................ 17 PRIMEIRA PARTE EXPOSIO DOS FENMENOS CAPTULO I </li> <li> 2. Hipnotismo e Magnetismo Experincias do Dr. James Braid, em 1841. Depois de haver concludo pela identidade dos efeitos produzidos pelo seu sistema e os produzidos pelos partidrios do mesmerismo, ele volta sua primeira opinio, especificando as diferenas que distinguem esses efeitos. Sua definio do sono nervoso provocado. Experincias e teorias do Dr. Durand de Gros (1854-1860). Estado hipotxico, sua definio. Experincias pblicas de fascinao experimental (Hansen e Donato, (1880-1886). Hipnotismo moderno. Grande e pequena hipnose. O que se deve entender por hipnotizar. Nomenclatura dos fenmenos hipnticos. Suas tendncias para substituir o automatismo, o desdobramento e a inconscincia unidade do eu consciente. Opinio de Msmer acerca da inutilidade e perigos do sono nervoso provocado ............................... 23 CAPTULO II Das diferenas existentes entre o Magnetismo e o Hipnotismo Processos de Braid para produzir o sono provocado. Processos do Dr. Durand de Gros. Processos da escola atual. Processos dos fascinadores. Manobras hipnticas comparadas aos processos magnticos. Diferenas notveis entre os sonmbulos formados por um e outro mtodo. Concentrao dos sonmbulos magnticos. Exteriorizao dos sonmbulos hipnticos. Negao, pelos hipnotistas, da existncia dos fenmenos psquicos. Causas dessa negao. Meio magntico de pr-se em relao. Regularizao que da resulta. Ressonncia magntica ideoplstica. Causa de apreciaes confusas. Individualidade psico- fisiolgica do experimentador. A ao direta sobre o encfalo e ao direta sobre o epigastro diferenciam o Hipnotismo do Magnetismo ....................................................................................................................... 33 CAPTULO III Explicao fisiolgica dos fenmenos Esquema do equilbrio orgnico: crebro, aparelho genital, corao e fgado. A vida um equilbrio oscilatrio, obedecendo a uma lei de concentrao tonalizante. Do enormon. Do rtmico vital. De suas relaes com a acstica e a tica. Divises do circuito nervoso: encfalo, rquis, sistema ganglionar. Funcionamento do sistema nervoso: sentido, crebro, tronco; seu preparo; corrente sensorial e corrente visceral. Os hipnotistas atuando diretamente sobre o crebro pela corrente sensorial, </li> <li> 3. provocam uma reao dispersiva, que exterioriza a ao dos sentidos, enfraquece a tenso-enormon, faz nascer a idia improporcionada, e acarreta automatismo e inconscincia. Papel obturador do cerebelo. Os magnetizadores, atuando indiretamente sobre o crebro pela corrente visceral, produzem um estado de concentrao que duplica a tenso-enormon, fecha as vias dispersivas dos sentidos, aumenta a isolao e entretem o jogo equilibrado do aparelho cerebral. Integridade da vontade e do eu consciente. Papel libertador do cerebelo .............................................................................................................................. 44 CAPTULO IV Estudo comparado, sob o ponto de vista curativo, dos efeitos hipnticos e magnticos O Hipnotismo e suas virtudes curativas, segundo os partidrios deste mtodo. O Hipnotismo e seus perigos: proibio das experincias pblicas pela autoridade administrativa. Opinio dos magnetistas, Aubin Gauthier, Jussieu, Puysgur, Bruno, Dr. Roullier, Deleuze, Msmer. Nossas averiguaes pessoais. Experincias feitas sobre os animais, por Lafontaine, Dr. Harting e Beckensteiner. Generalizao dos processos magnticos, sua aplicao s degenerescncias dos tecidos e dos rgos. Exemplos de curas: cura de uma artrite crnica causada por uma entorse; cura de uma hemiplegia facial, conseqncia de uma crie do rochedo; cura de um quisto multilocular........................ 59 CAPTULO V Das causas Definio. Antiga doutrina mdica das crises. Dias decretrios ou crticos. As crises sob o ponto de vista magntico. Crisacos e convulsionrios. Erro acreditado que o estado de crise o estada habitual daqueles que se submetem ao Magnetismo. As crises naturais so os sinais mais evidentes da reao vital. Estado magntico e estado de crise. Como se acalma e se sustenta uma crise. Inutilidade e perigos de toda a interveno estranha. Exemplos. As crises naturais provocadas pelo Magnetismo restabelecem inopinadamente a sade. Trs observaes curiosas em casos de perturbaes funcionais ................................................................................................ 84 </li> <li> 4. CAPTULO VI Do Sonambulismo Definio do Sonambulismo. Falsa denominao. Classificaes arbitrrias. O fenmeno realmente s apresenta trs fases distintas. O Sonambulismo tem sido mais nocivo do que til causa do Magnetismo: opinies de Lafontaine, Deleuze e Aubin Gauthier. Aparncias complexas do fenmeno devido idiosincrasia dos sonmbulos. Processos para favorecer a ecloso do Sonambulismo e faz-lo cessar. Efeitos psquicos: Atrao magntica, nulificao dos sentidos, reviramento da pupila, insensibilidade. Efeitos psquicos: exaltamento das faculdades intelectuais, transmisso do pensamento, clarividncia, vista a distncia, percepo das molstias, previso. Fragilidade da clarividncia. Necessidade de uma boa direo. Impresses morais transmitidas. Sugestes. Perda da lembrana ao despertar. Percepo luminosa das radiaes magnticas. Irradiao dos corpos. Variaes resultantes da idade, do temperamento e do estado de sade. Experincia do copo dgua. Aumento da refrao luminosa pelo movimento e pelo choque. Acrdo entre a maneira de ver dos sonmbulos e dos sensitivos na cmara escura. O Od do Baro Reichenbach. As vibraes de A. Gauthier. A Fora radiante de Crookes. Relaes entre a Fora e a Matria, segundo Lodge.............................................................................................. 115 CAPTULO VII Da Clarividncia sob o ponto de vista Teraputico Raridade da clarividncia magntica. Sua utilidade para a teraputica, quando se desenvolve espontneamente no decurso dum tratamento. Cura de uma sonmbula, referida por ela prpria. Concluso do relatrio da Comisso da Academia de Medicina em 1861, acerca da faculdade que possuem os sonmbulos de precisarem o gnero, a durao e o termo das molstias. Diferentes modos de percepo dos sonmbulos. Consultas feitas sobre objetos e cabelos. Precaues a tomar com um paciente sonamblico ................................................................................................................. 133 CAPTULO VIII </li> <li> 5. Das causas que demoravam o conhecimento e a propagao das virtudes curativas do Magnetismo Memria acerca da descoberta do magnetismo animal, publicada em 1779 por Msmer. Arresto da Faculdade contra o Dr. dEslon. Relatrios sobre o Magnetismo apresentados Academia das Cincias e Sociedade Real de Medicina, em 1784. Imparcialidade de Jussieu. Sociedades magnticas da Harmonia; sua propaganda at a Revoluo. As rvores magnetizadas de Buzancy. Os dois irmos de Puysgur; o padre Hervier, o abade Faria, Deleuze; os magnetizadores modernos Lafontaine, Du Potet, etc. Comisses de 1831 e de 1837. Relatrio de Husson. Prmio Burdin. Os magnetizadores saindo de seus papis de curadores para apresentarem o Magnetismo ao pblico e s corporaes sbias; a opinio expressa por estes ltimos s foi realmente dada quanto aos fenmenos de letargia, catalepsia e sonambulismo, e no sobre as virtudes curativas do Magnetismo. Conseqncias desastrosas das crises e das experincias pblicas. Congresso internacional do magnetismo curativo, em 1889. Sua composio, seu fim, seus resultados ......................................................................... 151 CAPTULO IX Do exerccio do Magnetismo sob o ponto de vista legal O preconceito que consiste em s considerar o Magnetismo sob a forma do sono provocado pode contribuir para obstar o seu livre exerccio. Processo de Montepellier (1836). Defesa do Baro Du Potet perante o Tribunal Correcional e a Crte Rgia. Processos de Bressuire e dAngers (1842-1845). Defesa do advogado Charles Ledru, no Tribunal de Paris. Opinio de Royer-Collard e dos Drs. Pan, Pter, Chevandier e de Pietra-Santa sobre a liberdade cientfica. Carta do relator da lei sobre o exerccio da Medicina, ao presidente do Congresso Internacional de Magnetismo em 1889. O Magnetismo uma propriedade coletiva sobre a qual ningum tem o direito de primazia. Exemplos de casos desesperados em que o Magnetismo tem sido ou poderia ser de um grande auxlio Medicina. Odissia de um infeliz reumtico. Uma operao evitada pelo Magnetismo. Conseqncias de uma operao inoportuna, reparadas pelo Magnetismo. Efeitos poderosos do Magnetismo no crup. A morte de Jules Ferry . .........................................................................................................................................16 4 </li> <li> 6. CAPTULO X Da prtica do Magnetismo sob o ponto de vista da conscincia O preconceito que consiste em considerar o Magnetismo to somente sob a forma de sono provocado, contribuiu para originar escrpulos de conscincia. O Magnetismo nunca foi condenado pela Igreja e nada tem de diablico, tese sustentada pelo Congresso Internacional de Magnetismo em 1889 pelo Padre de Meissas, doutor em Teologia. O Magnetismo na sociedade e nas casas religiosas. Exemplos de escrpulos vencidos. Cura de clicas hepticas ......................................................................................................... 211 SEGUNDA PARTE LEI DOS FENMENOS CAPTULO I O estudo do Magnetismo conduz em teraputica a uma sntese Objeto da Medicina; seu problema fundamental. O primeiro princpio de toda teraputica deve ser este: A Natureza cura! Fisiologia, Patologia, Teraputica. Classificao das molstias: Nosologias orgnica, etiolgica e sintomtica. No existe atualmente teraputica: opinio dos mestres a respeito. Golpe de vista restropectivo sobre a histria das doutrinas mdicas. Necessidade de uma sntese. Investigao da lei que engendra os fenmenos e regula as funes da vida. Esta lei acha-se implicitamente contida nos princpios formulados por Msmer .................................... 223 CAPTULO II </li> <li> 7. S h uma sade Forma e Movimento, ou Matria e Fora. concepo objetiva das coisas cumpre adicionar uma concepo subjetiva. Necessidade de formular uma hiptese. A Cincia moderna no possui idia organizadora suscetvel de ligar entre si os fatos esparsos. Teoria atmica: seu cunho materialista. necessrio procurar o princpio de vida na Fora e no na Matria. Da Causa das causas e da Hiptese das hipteses; necessidade de colocar no limiar de todas as nossas concepes filosficas a idia de uma causa primria. A idia primordial matemtica que cria os nmeros, permite, por analogia, compreender a Idia Primordial universal que cria os mundos. Unidade Ternria. Paralelismo e obliqidade. O mltiplo sai da obliqidade ou da Angulao. Movimento da srie. O infinitamente pequeno e o infinitamente grande. O Universo visvel sai da imaterialidade dum princpio, do mesmo modo que os nmeros saem da imaterialidade do zero. A srie ao mesmo tempo causa e efeito, fora e substncia. Estabelecimento de uma lei do movimento baseado na anterioridade da Fora, ponto de partida de todos os fenmenos, Una e Trinitria como o princpio abstrato donde emana: Seriao, Limitao, Tonalizao. S h uma Vida, porque s h uma Fora e porque s h uma Lei que rege essa Fora ........................................................................................ 233 CAPTULO III S h uma sade A analogia e a srie so os princpios de primeiro plano que do s nossas premissas e s nossas concluses o carter de universidade que devem Ter. Tudo na Natureza tonalidade. Identidade analgica dos fenmenos acsticos, ticos, calricos, eltricos, qumicos, fisiolgicos. A tonalidade acstica tomada como modelo tpico. A msica, ou teoria do som, considerada por todos os filsofos como o smbolo da organizao das foras. (Newton, Rumford, Kepler, Euler, Euclides, Descartes, Mersenne, Plato, Hon Wronski, Louis Lucas). Elementos fundamentais da tonalidade musical: tnica, dominante, mediante, sensvel. Ressonncias fisiolgicas correspondentes: crebro, aparelho genital, corao e fgado. A resultante da vida est na relao tonal desses quatro termos. Ondulaes do Enormon. Na faculdade que o ser possui de mais ou menos se estender e se equilibrar, que jaz sua fora ou sua fraqueza. A tenso equilibrada a salvaguarda dos organismos. A bolha de sabo, prottipo da clula viva, a imagem rudimentar da forma oclusa. Movimento de volatilizao e de suco. Eliminao e absorpo. A sade a resultante dum equilbrio. S h uma sade, pois que s h um ponto de equilbrio ............................................................................. 259 </li> <li> 8. CAPTULO IV S h uma molstia Equilbrio oscilatrio da tonalidade desde a concepo at a morte. Todo desvio patolgico nasce da ruptura deste ritmo. Efeitos da tenso equilibrada sobre os humores do organismo. Assimilao e secreo. Molstias agudas e crnicas. Flutuao do equilbrio vital entre o estado de condensao e o estado de disperso. O estado de tonalizao protege a nossa identidade. Condies de que gozam os sustentculos da ao radiante da fora. Linhas de fora, de Farady. Galvanoplastia. Contratibilidade, sensibilidade e percepo. Estado de imunidade que as altas tenses perifricas do ao organismo. Perigos que apresenta a predominncia de um dos pontos da tonalizao: Efeitos retroativos das altas tenses. Toda falta ou todo excesso de tenso traz perturbaes orgnicas. Dissonncias e batimentos. No h molstias nervosas, nem molstias especficas,...</li></ul>