Cartaz "Vamos à Piscina"

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    19-Jul-2015

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<ul><li><p> tera-feira, vamos piscina municipal da Azueira </p><p>Esta atividade, dinamizada no mbito da parceria entre as salas do Jardim de Infncia e a </p><p>Associao de Pais e Encarregados de Educao da EB1/JI de S. Miguel, nasceu da evidncia de </p><p>que o espao de adequao ao meio aqutico uma estratgia fundamental para o </p><p>desenvolvimento integrado e holstico da criana e, com o apoio da Cmara Municipal de Mafra, </p><p>tornou-se possvel aps um espao de preparao e anlise detalhada das condies necessrias e </p><p>existentes. </p><p>Findo o primeiro semestre de atividade, tornou-se evidente, quer no espao de avaliao individual, </p><p>quer no espao de avaliao global, os efeitos notrios no crescimento e no desenvolvimento de </p><p>competncias das crianas que frequentam a atividade. </p><p>IMPORTNCIA DE UMA BOA ADAPTAO AO MEIO AQUTICO </p><p>Entende-se por adaptao ao meio aqutico, o processo que envolve a iniciao natao, recorrendo ao domnio do corpo na gua, com base nos objetivos de cinco domnios: equilbrio, respirao, imerso, propulso e salto (Campanio, 1988). </p><p>A natao favorece a tomada de conscincia do aluno em relao a si, ao meio, ao grupo e sociedade, contribuindo no seu desenvolvimento e </p><p>favorecendo o desenvolvimento de todas as suas aptides. </p><p>A natao d-nos a possibilidade de, utilizando a gua, desencadearmos na criana uma nova vivncia que ir provocar novas capacidades de adaptao. </p><p>O meio aqutico cria novas sensaes, modifica o equilbrio abrindo um largo campo de experincias capacidade motora sob o efeito de uma certa </p><p>ausncia de gravidade. </p><p>O equilbrio, a respirao e a propulso so as componentes bsicas inerentes ao ato de nadar e cujo domnio necessrio para garantir um </p><p>comportamento ajustado na gua. </p><p>Descobrimos que afinal existem brinquedos que </p><p>podemos utilizar na </p><p>piscina para brincar, </p><p>jogar e criar, assim como </p><p>fazer experincias na </p><p>sala </p><p>Saber nomear e utilizar diferentes equipamentos e utenslios, utilizar objetos </p><p>para construir novas formas, reconhecer e </p><p>nomear diferentes cores, sensaes e </p><p>sentimentos (OCEPE, p.81) </p><p>Atravs da orientao no espao, onde nos </p><p>encontramos, </p><p>aprendemos a orientar-</p><p>nos no nosso corpo </p><p>H, por exemplo, contedos relativos biologia, conhecimento dos rgos do corpo, dos animais, </p><p>do seu habitat e costumes, plantas, etc., e ainda a </p><p>experincias da fsica e da qumica (luz, ar, gua, </p><p>etc.) que podem ser realizadas por crianas em </p><p>idade pr-escolar (OCEPE, p.81) </p><p>Por sermos curiosos, descobrimos que nem s os </p><p>materiais que </p><p>experimentmos so leves </p><p>ou pesados. Quando </p><p>estamos dentro da gua </p><p>tambm ns ficamos leves e </p><p>flutuamos </p><p>Brincar com a gua, encher e esvaziar recipientes pode ser, por exemplo, um meio de compreender que o </p><p>ar ocupa espao, experimentar o princpio dos vasos </p><p>comunicantes, questionar porque h objetos que flutuam </p><p>e outros que vo ao fundo (OCEPE, p.81) </p><p>Ao entrarmos no autocarro estamos a partir </p><p>descoberta. Pomos o cinto </p><p>de segurana e a vamos </p><p>ns! </p><p>Mas caminhar tambm nos </p><p>leva a explorar outros stios </p><p>e outros meios. </p><p>Esto tambm neste caso a geografia que pode alargar-se para alm do meio imediato, ou aprofundar-</p><p>se e diversificar-se a partir dele (OCEPE, p.82) </p><p>Ao ouvirmos contar uma histria, a nossa </p><p>imaginao voa Mas to giro ver que </p><p>h histrias que falam </p><p>da nossa vida. </p><p>Assim, a partir de uma situao ou problema, as crianas tero oportunidade de propor explicaes e </p><p>confrontar as suas perspetivas da realidade (OCEPE, p.82) </p><p>O tratamento da rea do Conhecimento do Mundo no visa promover um saber enciclopdico, mas proporcionar </p><p>aprendizagens pertinentes com significado para as crianas que </p><p>podem no estar obrigatoriamente relacionadas com a experincia </p><p>imediata (OCEPE, p.85) </p><p>E ns a pensar que os berlindes serviam s para jogar </p><p>afinal tambm pintamos com eles e fazemos experincias que nos </p><p>mostram que os lquidos e os </p><p>slidos so diferentes. </p><p>A jogar com as palavras, os gestos, os traos, as tintas e os borres para </p><p>recriar as nossas experincias na </p><p>gua, interessamo-nos pelo mundo que </p><p>nos cerca, criando, explorando </p><p>transformando e respeitando-o. </p><p>O Conhecimento do Mundo dever mobilizar e enriquecer os diferentes domnios de Expresso e </p><p>Comunicao (), a linguagem e a matemtica; implica tambm o desenvolvimento de atitudes de </p><p>relao com os outros, de cuidado consigo prprio, </p><p>de respeito pelo ambiente e pela cultura que </p><p>tambm se relacionam com a rea de Formao </p><p>Pessoal e Social (OCEPE, p.83) </p><p>Aprendemos a despir-nos e a vestir-nos e que existem regras </p><p>que devem ser cumpridas, </p><p>como passar o corpo na gua </p><p>antes e depois de irmos para a </p><p>piscina, ou no correr </p><p>Assim, a educao para a sade e higiene fazem parte do dia a dia do jardim de infncia, onde a criana ter </p><p>oportunidade de cuidar da sua higiene e sade (OCEPE, p.84) </p><p>Os</p><p> ed</p><p>uc</p><p>ad</p><p>ore</p><p>s d</p><p>e I</p><p>nf</p><p>nc</p><p>ia: </p><p>Ire</p><p>ne</p><p> Ca</p><p>rre</p><p>to, </p><p>He</p><p>nri</p><p>qu</p><p>e S</p><p>an</p><p>tos</p><p> e F</p><p>ilo</p><p>me</p><p>na</p><p> An</p><p>dra</p><p>de</p><p>ME (1997) Orientaes Curriculares para a Educao Pr-Escolar. Editorial do Ministrio da Educao, Lisboa. Silva, A. &amp; Campanio, J. (1988) Prontido aqutica. I Seminrio da Natao. UTAD, Vila Real, pp 11-130. </p></li></ul>