FEIRA DE CIÊNCIAS 2014

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    07-Jul-2015

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Apresentao dos experimentos da 1 Feira de Cincias da E. E. Dr. Pedro Velho, localizada em Pedro Velho/RN/Brasil.

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<ul><li> 1. Dinamizar, democratizar e popularizar o conhecimento de Cincias da Natureza,explicando fatos que ocorrem no dia-a-dia comunidade, relacionando-os aosexperimentos e Cincia.</li></ul><p> 2. SALA 1: QUMICA 3. REAO DE SAPONIFICAO SABO CASEIROALUNAS GLRIA E RITA A. 2 SRIE E.M. 4. REAO DE SAPONIFICAO SABO CASEIROTambm denominada hidrlise alcalina, a reao de saponificao um tipo de reao qumica que ocorre entre um ster e uma base inorgnica ou um salbsico, tendo como produtos finais um sal orgnico e um lcool.O nome saponificao se deve ao fato de que, quando se utiliza um ster derivado de um cido graxo em reaes desse tipo, produz-se o sabo.Resumidamente, temos:leo ou gordura + base forte --&gt; sabo + glicerolAs bases mais utilizadas nas reaes de saponificao so o hidrxido de sdio (NaOH), conhecido popularmente como soda custica, que produz um sabomais consistente, ou o hidrxido de potssio (KOH), que d origem a um sabo mais mole, conhecidos como sabes potssicos.Outro produto da reao de saponificao o glicerol, um composto orgnico que faz parte do grupo dos alcois. Devido a isso, as indstrias de saboproduzem tambm a glicerina, forma comercial do glicerol com 95% de pureza. Essa substncia tem propriedades umectantes, ou seja, capaz de manter aumidade, sendo, por isso, aplicada produo de cremes e loes de pele, sabonetes e produtos alimentcios. 5. CONDUO DE ELETRICIDADE EM SOLUESALUNAS LAYZA E MIRIAN 1 SRIE E.M. 6. CONDUO DE ELETRICIDADE EM SOLUESEm soluo (misturadas com gua), as substncias cidas, bsicas e sais, formam ons que conduzem eletricidade, possibilitando oacendimento da lmpada. J a gua destilada que pura, se ioniza muito fracamente, no chegando a formar ons suficientes paraconduzir eletricidade. A gua da torneira, dependendo do tratamento a que foi submetido para limpeza, ou da sujeira nela presente,pode conduzir ou no. As substncias cidas e sais so aquelas que em soluo se ionizam, formando ons H + e as bsicas, se dissociamformando ons OH-. 7. CROMATOGRAFIA EM FOLHAS E FLORESALUNAS ELLEN,REGINA E GEISIANE 1 SRIE E.M. 8. CROMATOGRAFIA EM FOLHAS E FLORESAps macerar o material no lcool, os pigmentos constituintes do material analisado so arrastados pelacapilaridade no papel filtro de acordo com o seu peso especfico (densidade), proporcionando a visualizaoem ordem crescente de pigmentos de cores diferentes e presentes no material (folha/flor). O experimentotambm proporciona visualizar a presena do pigmento verde clorofila, em folhas de cores diferentes doverde. 9. INDICADORES DE pH NATURAISALUNAS AMANDA E TALITA 1 SRIE E.M. 10. INDICADORES NATURAIS DE SOLUES CIDAS E BSICASOs indicadores obtidos de flores aps macerao no lcool, ao serem misturados s solues cidas oubsicas formam novos compostos atravs de reaes qumicas. Esses novos compostos apresentam coresespecficas, que permitem identificar a funo qumica (cida ou bsica) da soluo que a originou. Assubstncias cidas so aquelas que em soluo se ionizam, formando ons H + e as bsicas, se dissociamformando ons OH-. 11. LQUIDO NO-NEWTONIANO/MAIZENA E GUAALUNOS ROMRIO E DAYRES 1 SRIE E.M. 12. LQUIDO NO-NEWTONIANO/MAIZENA E GUAOs fluidos classificados como newtonianos caracterizam-se por terem uma viscosidade constante, ou seja, seguem a Lei de Newton. Soexemplos a gua, o leite e os leos vegetais. J nos fluidos no newtonianos a viscosidade varia com a fora aplicada (e por vezes com otempo tambm) e portanto tm propriedades mecnicas muito interessantes.Se voc colocar lentamente sua mo na mistura de amido de milho (Maizena) e gua, ela se comporta como um lquido. Entretanto, sevoc golpe-la, ela parecer dura, e sua mo no ir penetrar na mistura. Voc pode derram-la lentamente, mas tambm agarrar umaporo, quase como um slido. Esse tipo de fluido chamado de no newtoniano. Ele se torna mais viscoso quando agitado oucomprimido.A explicao mais aceita para esse comportamento da mistura que, quando esto inertes, os grnulos de amido so envolvidos porgua. A tenso superficial da gua impede que ela flua completamente pelos espaos existentes entre os grnulos. A almofada d'guaoferece lubrificao considervel, permitindo que os grnulos se movam livremente. Porm, se o movimento for abrupto, a gua espremida para fora dos grnulos, e a frico entre eles aumenta de forma bastante drstica. 13. ELETRLISE DA GUAALUNO JOS LEANDRO 1 SRIE E.M. 14. ELETRLISE DA GUAA eletrlise (quebra atravs da eletricidade) um processo eletroqumico, caracterizado pela ocorrncia de reaes de oxirreduo em umasoluo condutora quando se estabelece uma diferena de potencial eltrico entre dois eletrodos mergulhados nessa soluo.No eletrodo negativo da fonte (nodo): Carregado de eltrons, por ao da fonte (carregador de celular), o nodo comea a transferir esseseltrons para os ons H+, que passam ento para a forma H0 (reao de reduo). Nessa forma, porm, o elemento hidrognio no quimicamente estvel, e assim, buscando a estabilidade qumica, esses tomos comeam a se combinar entre si, formando molculas de gshidrognio (bolhas) prximo ao eletrodo e se acumulando na parte mais alta do tubo.O eletrodo positivo (Ctodo), simultaneamente, comea ento a absorver os eltrons "em excesso" dos nions prximos (OH-), fechando assim ocircuito. O oxignio da hidroxila (OH-), depois de este ceder eltrons, se separa do hidrognio e se combina com outro oxignio, formando o gsoxignio (bolhas no tubo 2). Como se v, a funo da fonte CC , na prtica, retirar eltrons dos nions (oxidao) e entreg-los aos ctions(reduo). 15. SALA 2: BIOLOGIA 16. HIGIENE BUCALALUNAS CLARISSA E RAYANE 2 SRIE E.M. 17. HIGIENE BUCALA Crie uma outra forma de se denominar a deteriorao do dente. Ela fortemente influenciada pelo estilo de vida do indivduo - o que se comee como se cuida dos dentes. A hereditariedade tambm tem um papel importante na predisposio dos dentes para se estragarem.A Placa Bacteriana uma pelcula pegajosa e incolor, constituda de bactrias e restos alimentares que se forma sobre os dentes. a principal causade crie e gengivite. Se no for removida diariamente, endurece e forma o trtaro.Trtaro, as vezes tambm chamado de clculo dental, a placa bacteriana ou biofilme dental que endurece na superfcie dos dentes.A gengivite uma inflamao da gengiva que pode progredir e atingir o osso alveolar. este que envolve e sustenta os dentes. causada pelapresena da placa bacteriana ou biofilme dental.A sensibilidade dentria a dor causada por desgaste da superfcie do dente. A causa mais comum desta sensibilidade na pessoa adulta aexposio da raiz dos dentes na rea cervical, ou colo, devido retrao gengival, provocada muitas vezes por escovao errada.Os cuidados dirios preventivos, tais como uma boa escovao e o uso correto do fio dental, ajudam a evitar que os problemas dentrios se tornemmais graves.O experimento mostrou tambm a reao que ocorre em dois ovos cozidos imersos em uma soluo de cido muritico fraca, com um dos ovosprotegido com pasta. O resultado com o ovo protegido pela pasta permanecendo ntegro refora a importncia de se escovar os dentes. 18. EXTRAO DO DNA DA CEBOLAALUNA BRBARA 2 SRIE E.M. 19. EXTRAO DO DNA DA CEBOLAO cido Desoxirribonucleico (DNA) um composto orgnico cujas molculas contm as instrues genticas que coordenam o desenvolvimentoe funcionamento de todos os seres vivos e alguns vrus, e que transmitem as caractersticas hereditrias de cada ser vivo.Para a extrao do DNA necessrio quebrar a membrana citoplasmtica para poder chegar at o ncleo da clula e sem comprometer suaconstituio. Para isso as etapas a seguir so muito importantes.A soluo de lise assim denominada devido a sua funo de rompimento da membrana plasmtica e outras membranas. formada pordetergente e sal. O detergente permite a desestruturao das molculas de lipdios das membranas biolgicas e o sal proporciona o ambientefavorvel para a extrao de DNA, neutralizando a carga negativa dos grupos fosfatos dessa molcula.O resfriamento do filtrado no gelo permitir a precipitao do DNA e o lcool gelado diminui a solubilidade do DNA com a ajuda do saladicionado inicialmente. O DNA, menos solvel em lcool, formar um aglomerado que precipitar junto com outras molculas. Adicionar olcool gelado em velocidade lenta auxilia na eficincia de precipitao do DNA. A visualizao fcil do DNA da cebola se deve a sua grandedimenso. 20. MEDIDOR DE PRESSO PULMONARALUNOS ERIC E VALBER 2 SRIE E.M. 21. MEDIDOR DE PRESSO PULMONARO experimento verifica a capacidade pulmonar e o desempenho dos msculos intercostais e diafragma. Essaverificao feita a partir do movimento expiratrio mximo canalizado por uma mangueira at um manmetro,que medir a presso do ar expelido pelo pulmo devido a ao da musculatura respiratria. Quanto maior apresso, melhor capacidade pulmonar e melhor desempenho dos msculos envolvidos. 22. FAUNA E FLORA MICROBIANA - MICROSCOPIAALUNAS LUANA E TAS 2 SRIE E.M. 23. FAUNA E FLORA MICROBIANA - MICROSCOPIAO microscpio possibilita observar seres no visveis a olho nu, denominados de forma geral como microrganismos. Este experimentoutiliza o microscpio com a objetiva de 10 e ocular de 16 possibilitando um aumento de 160 vezes. Na lmina uma gota de gua poludaretirada da margem do rio Curimata, sob a ponte ferro, e prximo da descarga de esgoto. Nela possvel observar um grande nmerode seres microscpicos, dentre eles os protozorios, algas, nematides (vermes), rotferos, coppodes e a pulga dgua (Dfnia) crustceo da Ordem Cladocera. Os trs ltimos so utilizados como alimento para peixes e camares criados em cativeiro e para isso socriados em indstrias especializadas na sua produo e distribuio. 24. ULTRASSOM E DOPPLER A MATEMTICA DO CORAOALUNOS RICHARDSON E AMANDA M. 1 SRIE E.M. 25. ULTRASSOM E DOPPLER A MATEMTICA DO CORAOOs sons audveis so utilizados para a comunicao, j os sons inaudveis possuem diversas aplicaes em engenharia, cincias bsicase medicina, principalmente na forma de ultrassom.Na medicina, o ultrassom muito utilizado para diagnstico de doenas cardacas e em exames preventivos em gestantes.O efeito Doppler descrito como uma caracterstica observada em ondas emitidas ou refletidas por fontes em movimento relativo aoobservador. Na medicina, o ecocardiograma utiliza este efeito para medir a direo e velocidade do fluxo sanguneo ou do tecidocardaco. O ultrassom Doppler uma forma especial do ultrassom, til na avaliao do fluxo sanguneo do tero e vasos fetais porexemplo. Pode ser mostrado de vrias formas, entre as quais como som audvel.No experimento o aparelho emite dois sons, descritos como lub, dub; lub, dub. O lub o primeiro som cardaco (bulha) e causadopelo fechamento das vlvulas atrioventriculares durante a contrao dos ventrculos. O dub o segundo, causado pelo fechamentodas vlvulas artica e pulmonar ao termino da contrao. A contagem dos lub durante 15 segundos multiplicado por 4 dar osbatimentos cardacos por minuto. A frequncia cardaca normal ou basal, em repouso, de 60 a 100 batimentos cardacos por minuto,porm ela pode variar de acordo com a idade, atividade fsica ou a presena de doenas cardacas. 26. MOVIMENTOS RESPIRATRIOS - PULMOALUNAS FLAVIANA E MRCIA 1 SRIE E.M. 27. MOVIMENTOS RESPIRATRIOS - PULMOAo se puxar a bexiga na parte de baixo (diafragma), se cria uma presso negativa no interior da garrafa (trax), fazendo comque o ar penetre inflando a bexiga interna (pulmo). Ao soltar, a presso volta ao normal, expulsando o ar presente nabexiga. Os dois movimentos respiratrios, inspirao e expirao, so executados graas, principalmente, mas noexclusivamente, pelo diafragma, msculo que se encontra abaixo dos pulmes. Na inspirao o diafragma puxado parabaixo, permitindo a entrada de ar. Quando se expira, os pulmes so esvaziados aps a troca gasosa (oxignio por gscarbnico) e o diafragma volta a posio normal. 28. RECICLAGEM DE PAPEL, PLSTICO E PETALUNOS JEFFERSON E PMELA 2 SRIE E.M. 29. RECICLAGEM DE PAPEL, PLSTICO E PETA reciclagem uma forma de aproveitamento de material utilizado que, jogado no lixo, seria um contaminante do ambiente. Assim, oexperimento produziu jarros feito de papel de revistas, rvores de natal tambm feitas a partir de revistas descartadas, um abajur feitode garrafa pet e flores feitas de sacolas de plstico e restos de fios. Nas rvores de natal foram tambm aproveitadas adereos deplstico e pisca-piscas descartados, depois de concertados. Foi montado tambm, um jarro de garrafa pet com plantas aguadas a partirde uma outra garrafa com dosador de sada de gua feito de equipo de soro fisiolgico reaproveitado.As sacolas plsticas e garrafas pet levam de 200 a 600 anos para se degradarem e so uma das principais causas de enchentes, poisjogadas nas ruas e em terrenos baldios, entopem bueiros e galerias. A reciclagem de uma tonelada de plstico economiza 130 kg depetrleo.O Tempo de decomposio do papel vai de 1 a 3 meses e cada tonelada de papel reciclado evita a derrubada de 40 rvores e economiza2,5 barris de petrleo, cerca de 100 mil litros de gua e 5000 kWh de energia eltrica. 30. SALA 3: ELETRICIDADE 31. CIRCUITOS EM SRIE E PARALELOALUNA TAMIRES 2 SRIE E.M. 32. CIRCUITOS EM SRIE E PARALELOOs diferentes modos que podemos utilizar para interligar os elementos eltricos, formando um circuito eltrico, so chamados de associaes oucircuitos. Podemos ter associao em srie, paralela ou mista.No tipo de associao em srie, os elementos so ligados em sequncia, estabelecendo um nico caminho de percurso para a corrente eltrica. Osfuncionamentos dos aparelhos eltricos ou lmpadas ficam dependentes entre si: ou todos funcionam ou nenhum funciona.Assim, numa associao em srie, temos:1) Correntes eltricas iguais em todos os elementos do circuito;2) Voltagem igual a soma das voltagens em cada elemento do circuito (por isso as lmpadas tm luminosidade fraca).No circuito em paralelo, os aparelhos eltricos so ligados ao gerador (rede) independentemente um do outro. Podem todos funcionar simultneaou individualmente. Observamos, nesta forma de associao, que existe uma corrente eltrica para cada aparelho eltrico, possibilitando o seufuncionamento independentemente de qualquer outro. Portanto, numa associao em paralelo, temos:1) Correntes eltricas diferentes para cada aparelho eltrico (lmpadas);2) Voltagens iguais em todos os aparelhos eltricos ( por isso as lmpadas tm a mesma luminosidade). 33. TELEFONE COM FIOALUNAS ALESSANDRA E PATRCIA 1 SRIE E.M. 34. TELEFONE COM FIOAo se emitir um som no microfone, este som faz vibrar um cone que possui ligado uma bobina. Essa bobina, ao vibrar em um campomagntico produzido por um m no seu interior, produz corrente eltrica em pulsos, que se transmite, via fio, at o fone do outrotelefone. L, os pulsos geram campo magntico na bobina, que se movimenta pela interao com o campo magntico do mpermanente, fazendo vibrar o cone, que, por sua vez, transforma essa vibrao no som do incio do processo. 35. ELETRICIDADE ESTTICA - VERSORIUMALUNOS VINICIUS E RONALDO 1 SRIE E.M. 36. ELETRICIDADE ESTTICA - VERSORIUMAo atritar o PVC com algum material se est retirando ou lhe fornecendo eltrons, carregando...</p>