Jornal escolar junho 2012

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    13-Jul-2015

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<ul><li><p> DESTAQUES N E S T A E D I O : </p><p>Visita de Estudo ao Monte Selvagem e a vora </p><p>2 </p><p>Toldos para nos abrigarmos 3 </p><p>Visita de Estudo a Espa-nha e Frana </p><p>4 </p><p> Festival Internacional de Folclore do concelho de Almeirim </p><p>5 </p><p>A Menina da Amizade 6 </p><p>Os jovens da Atualidade 7 </p><p>Ilustraes e Conversas com Rui Castro ... </p><p>8 </p><p>No dia 8 de junho, </p><p>realizou-se um sarau </p><p>cultural na Escola </p><p>Bsica 2/3 ciclos </p><p>Febo Moniz. Professo-</p><p>res do Departamento </p><p>de Cincias Sociais e </p><p>Humanas convidaram </p><p>alunos, outros profes-</p><p>sores e encarregados </p><p>de educao a embar-</p><p>carem numa viagem </p><p>ao tempo de D. </p><p>Manuel I. Vestidos </p><p>poca, viveram um dia </p><p>em pleno, como se </p><p>estivessem no sculo </p><p>XVI, desempenhando </p><p>papis e realizando </p><p>atividades tpicas da </p><p>poca. No faltou a </p><p>mesa do trono decora-</p><p>da a rigor, com obje-</p><p>tos que revelavam a </p><p>riqueza da poca. No </p><p>faltaram as danas, </p><p>as lutas, os nobres, </p><p>os religiosos, os cam-</p><p>poneses e, claro, os </p><p>bobos para anima-</p><p>rem a corte. Este tra-</p><p>balho exigiu muita </p><p>dedicao e esforo </p><p>por parte de quem o </p><p>organizou e por isso </p><p>no podemos deixar </p><p>de reproduzir um </p><p>comentrio feito nas </p><p>redes sociais a esta </p><p>atividade, afirmando </p><p>que na atualidade, </p><p>como est o ensino, </p><p>j no h muito quem </p><p>tenha determinao </p><p>para investir neste </p><p>tipo de iniciativas, por </p><p>isso os professores </p><p>que a impulsionaram </p><p>esto de parabns </p><p>pelo seu trabalho. Clube de Jornalismo </p><p>SARAU CULTURAL U M A V I AG E M AO T E M P O D E D. M A N U E L I </p><p>O NOSSO JORNAL </p><p>Agrupamento </p><p>de Escolas </p><p>Febo Moniz </p><p>Almeirim </p><p>Rua Antnio </p><p>Srg io </p><p>2080-062 Almeirim </p><p>Ano 2011/2012 </p><p>Junho </p><p>UEEA 2 Encontro a Escritora Maria Joo Lopo de Carvalho </p><p>10 </p><p>As mes regressam escola 11 </p><p>2012: Ano Europeu do Enve-lhecimento Ativo e da Solidarie-dade entre Geraes </p><p>Concurso de Fotografia </p><p>12 </p></li><li><p>No dia 20 de Maro, os </p><p>alunos do 5 ano de </p><p>escolaridade realizaram </p><p>uma visita de estudo ao </p><p>Parque Temtico do </p><p>Monte Selvagem e </p><p>cidade de vora. </p><p> hora marcada,8.30 horas, partimos rumo ao </p><p>Alentejo, caras alegres, </p><p>de sorriso pronto, visit-</p><p>mos os dois locais desti-</p><p>nados. </p><p> No Parque do Monte </p><p>Selvagem pudemos ver, </p><p>de perto, muitos ani-</p><p>mais, alguns dos quais </p><p>provenientes de outras </p><p>zonas da Terra ( boi da </p><p>Abissnia, emas, antlo-</p><p>pes, zebras, jiboias, </p><p>etc ). Brincmos com </p><p>alguns desses animais, </p><p>sobretudo na Quintinha </p><p>Pedaggica, com as </p><p>cabrinhas ans, que so </p><p>to meigas. Foi tambm </p><p>aqui que almomos, no </p><p>espao destinado a </p><p>isso, muito agradvel e </p><p>sempre em contacto </p><p>com a natureza. </p><p> Na segunda parte da </p><p>Visita, fomos a vora, </p><p>aprecimos a beleza da </p><p>S Catedral, como </p><p>exemplo da arquitetura </p><p>romnica em Portugal, e </p><p>o Templo Romano teste-</p><p>munho do nosso passa-</p><p>do romanizado e da nos-</p><p>sa herana cultural. </p><p> Regressmos a Almei-rim por volta das 18 </p><p>horas, depois de um dia </p><p>bem passado, em que </p><p>tudo correu bem, inclu-</p><p>sive o tempo, pois este-</p><p>ve um sol magnfico. </p><p> Por este ano j est, </p><p>estamos prontos para o </p><p>prximo ano letivo!!! </p><p>Professora Emlia Pereira </p><p>Pgina 2 </p><p>Visita de Estudo do 5 ano </p><p>ao Monte Selvagem e a vora </p><p>Junho </p><p>DIA INTERNACIONAL DO LIVRO INFANTIL </p><p> No dia 2 de abril comemora-se o </p><p>Dia Internacional do Livro Infan-</p><p>til, escolheu-se esta data por </p><p>que Hans Christian Andersen </p><p>nasceu nesse dia este foi o autor </p><p>de algumas das histrias que os </p><p>nossos pais nos contavam quan-</p><p>do eramos pequenos, como por </p><p>exemplo O Patinho Feio, O Solda-</p><p>dinho de Chumbo, A Pequena </p><p>Sereia, A Princesa e a Ervilha e </p><p>muitas mais. </p><p> Beatriz Canio -7 B </p><p>Editorial O tempo passa...como um corredor incansvel, </p><p>como um gil pssaro a voar sobre ns e depressa chegmos ao final do 3 perodo...ao </p><p>fim de mais um ano letivo. </p><p>Neste nmero de O Nosso Jornal, poders ler </p><p>sobre atividades do Plano Anual de Atividades </p><p>realizadas ao longo deste tempo. Os alunos do </p><p>Clube de Jornalismo tambm dedicaram algu-</p><p>mas horas pesquisa de informaes sobre </p><p>datas comemorativas, que se assinalaram nos </p><p>ltimos meses. Resolvemos dar destaque no </p><p>s aos dias de que sempre se fala, mas tambm </p><p>queles de que normalmente se fala menos. </p><p>Destacamos ainda um inqurito realizado a alu-</p><p>nos da E/B 2, 3 Febo Moniz, sobre hbitos dos </p><p>jovens da atualidade. </p><p>Esperamos que gostes deste nosso jornal e </p><p>desejamos-te umas timas frias de Vero. Professora Rute Loureiro </p></li><li><p>O Nosso Jornal </p><p>E qual a razo de ser </p><p>desta data? Bem, tal </p><p>como as restantes </p><p>efemrides, o seu </p><p>objetivo sensibili-</p><p>zar para a importn-</p><p>cia de algo e, neste </p><p>caso, claro que esta-</p><p>mos a falar da voz. </p><p>Mas, afinal, o que </p><p>a voz? Se consulta-</p><p>res um dicionrio </p><p>encontrars uma </p><p>definio parecida </p><p>com a seguinte: o </p><p>"conjunto dos sons </p><p>produzidos pelas </p><p>vibraes das cor-</p><p>das vocais e pelos </p><p>movimentos da boca </p><p>e da lngua do </p><p>homem" A voz um </p><p>dos meios usados na </p><p>comunicao e na </p><p>socializao, ou </p><p>seja, no estabeleci-</p><p>mento de relaes </p><p>com os outros. </p><p>Pgina 3 </p><p>D I A I N T E R N AC I O N A L D O S M O N U M E N T O S R O D R I G O O L I V E I R A </p><p> C R I S T I A N O L I M A 6 G </p><p>Os chamados profissionais da </p><p>voz so: </p><p>Cantores, Atores, Professores, </p><p>Padres, Advogados, Juzes, </p><p>Promotores, Reprteres, </p><p>Radialistas, Operadores de </p><p>telemarketing, Leiloeiros, </p><p>Polticos, Vendedores, etc. </p><p>Conselhos para </p><p>cuidar da voz: </p><p>DEVE-SE BEBER, EM MDIA DOIS (2) LITROS DE GUA POR DIA, de </p><p>preferncia em temperatura </p><p>ambiente. </p><p>DURANTE A ATIVIDADE VOCAL, DEVE</p><p>-SE BEBER ALGUNS GOLES DE </p><p>GUA, para humidificar a garganta. </p><p>A gua deve estar em temperatura </p><p>ambiente, para que no ocorra o </p><p>choque trmico. </p><p>Dia Dia Mundial da Voz </p><p>O Dia Internacional dos monumentos foi criado no dia 18 de abril no ano de 1982 e foi aprovado pela assem-bleia geral de Unesco em 1983. O objetivo deste dia promover a conscientizao cerca da diversidade de cultura espalhada por todo o mundo. </p><p>Monumento Romano </p><p>TOMA NOTA </p><p>No dia Internacional dos Monu-</p><p>mentos, os museus, por vezes, </p><p>oferecem visitas guiadas aos </p><p>turistas. Visitar museus tambm </p><p> uma oportunidade de conhe-</p><p>cermos um pouco melhor da </p><p>nossa prpria historia. </p><p>Durante o perodo de frias de Pscoa iniciou-se a construo de telheiros </p><p>por vrias partes da escola. </p><p>No incio do 3 perodo, o telheiro da entrada dos alunos j estava termina-</p><p>do, o da entrada do bar estava em construo e o da entrada dos professores tam-</p><p>bm. </p><p>Na 2 semana de aulas, o projeto ficou concludo </p><p>Os toldos servem para quando chover os alunos se poderem abrigar. </p><p>Miguel Valverde, Pedro Batista e Pedro Ferreira </p><p>TO L D O S PA R A N O S A B R I G A R M O S </p></li><li><p>Pgina 4 </p><p>V I S I TA D E ES T U D O A ES PA N HA E FRA N A </p><p>A Revoluo e a liberdade conquistada </p><p>Abril Primavera em flor </p><p>Liberdade por conquistar </p><p>Teus filhos a sofrer em dor </p><p>Portugal esperava o dia de te poder </p><p>cantar </p><p>A liberdade a palavra certa </p><p>To boa sentir </p><p>Ela como uma flor aberta </p><p>Que no deixa de florir </p><p>Em Abril outro dia comeou </p><p>Nessa manh os cravos foram flores </p><p>Revoluo onde o canho no soou </p><p>Abriram as celas, soltaram os amores </p><p>Liberdade, Grndola a sua cano </p><p>Na madrugada rua saiu </p><p>Portugal teu povo, tua nao </p><p>Nesse novo dia sorriu </p><p>Madrugada de abril </p><p>Teus filhos puderam falar </p><p>Tantas flores mais de mil </p><p>Uma na espingarda foi parar </p><p>Junho </p><p>Alguns dos locais visitados pelos alunos e professores, durante uma viagem inesquecvel, que decor-</p><p>reu no final do 2 perodo. As imagens captadas pelo professor Jorge Santos falam por si! No falam, </p><p>mas se falassem seria, certamente, em espanhol e em francs... </p><p>Liberdade teu caminho, teu ideal </p><p>Caminho que faltava percorrer </p><p>Para honrar Portugal </p><p>E teu povo deixar de sofrer </p><p>Os velhos puderam falar </p><p>As crianas correr pela cidade </p><p>Todos se puseram a cantar </p><p>Deram vivas liberdade </p><p>Em 74 o povo saiu rua </p><p>Ouviu-se a cano que o Zeca </p><p>cantou </p><p>Grndola que agora tua </p><p>Na cidade que o soldado libertou. </p><p>Jos Neves7 D </p><p> A Revoluo dos Cravos refere-se a um pero-do da histria de Portugal resultante de um </p><p>golpe de Estado militar, ocorrido a 25 de abril </p><p>de 1974, que deps o regime ditatorial do Estado Novo, vigente desde 1933, e que </p><p>iniciou um processo que viria a terminar com </p><p>a implantao de um regime democrtico, </p><p>com a entrada em vigor da nova Constituio </p><p>a 25 de abril de 1976. </p><p>Este golpe, normalmente conhecido pelos </p><p>portugueses como 25 de Abril, foi conduzido </p><p>por um movimento militar, o Movimento das </p><p>Foras Armadas (MFA), composto por oficiais </p><p>intermdios da hierarquia militar, na sua </p><p>maior parte capites que tinham participado </p><p>na Guerra Colonial e que foram apoiados por </p><p>oficiais milicianos, estudantes recrutados, </p><p>muitos deles universitrios. Este movimento </p><p>nasceu por volta de 1973, baseado inicial-</p><p>mente em reivindicaes corporativistas </p><p>como a luta pelo prestgio das foras arma-</p><p>das, acabando por se estender ao regime </p><p>poltico em vigor. Sem apoios militares, e com </p><p>a adeso em massa da populao ao golpe </p><p>de estado, a resistncia do regime foi pratica-</p><p>mente inexistente, registando-se apenas </p><p>quatro mortos em Lisboa pelas balas da DGS </p><p>(Direo-Geral de Segurana). </p><p>Pesquisa de Mnica Pacheco7B </p></li><li><p>Otto Fredrik Gideon Sundbck ou simplesmente </p><p>Gideon Sundback foi um engenheiro e inventor </p><p>sueco que ficou conhecido por pesquisas de </p><p>desenvolvimento do zper. </p><p>Nasceu em Jnkping no dia 24 de abril de </p><p>1880 e faleceu de problema cardaco em Mead-</p><p>ville no dia 21 de junho de 1954. </p><p>A Inveno do zper: </p><p>No ano de 1893 W. Litcomb Judson patenteou </p><p>um sistema de fecho com ganchos e fendas </p><p>que se agarravam para abrir e fechar, mas Jud-</p><p>son no continuou com seu projeto. Em 1913 </p><p>Gideon Sundback deu vida a ideia de Judson, </p><p>colocando no lugar dos ganchos, dentes de </p><p>metal e criando o nosso to conhecido e til </p><p>fecho zper. </p><p>Joo Monsanto </p><p>O Nosso Jornal </p><p>Durante 6 dias e em representao </p><p>de 7 pases, mais de 300 artistas, </p><p>entre msicos, bailarinos e figuran-</p><p>tes encheram o Concelho de </p><p>Almeirim de uma alegria contagian-</p><p>te, partilhando com a populao a </p><p>sua forma de sentir o folclore. </p><p>Joo Pereira </p><p>Pgina 5 </p><p>Festival Internacional de </p><p>Folclore do Concelho de </p><p>Almeirim </p><p>5</p><p>DIA DO FECHO ZPER24 DE ABRIL H D I A S P A R A T U D O . . . </p><p>No dia 24 de Abril os </p><p>vrios grupos de folclore </p><p>visitaram as escolas do </p><p>concelho. nossa esco-</p><p>la veio o grupo Italiano </p><p>mostrando-nos o folclo-</p><p>re do seu pas. </p></li><li><p>Pgina 6 </p><p>D I A D O TRA BA L HA DOR1 D E M A IO P E D R O F E R R E I R A </p><p>Junho </p><p>Dia do Trabalhador em Portugal </p><p>Em Portugal, s a partir de Maio de 1974 (o ano da revoluo </p><p>do 25 de abril) que se voltou a comemorar livremente o Pri-</p><p>meiro de Maio e este passou a ser feriado. Durante a ditadura </p><p>do Estado Novo, a comemorao deste dia era reprimida pela </p><p>polcia. </p><p>O Dia Mundial dos Trabalhadores comemorado por todo o </p><p>pas, sobretudo com manifestaes, comcios e festas de </p><p>carcter reivindicativo, promovidas pela central sindical CGTP-</p><p>Intersindical (Confederao Geral dos Trabalhadores Portugue-</p><p>ses - Intersindical) nas principais cidades de Lisboa e Porto, </p><p>assim como pela central sindical UGT (Unio Geral dos Traba-</p><p>lhadores). </p><p>No Algarve, costume a populao fazer picnics e so organi-</p><p>zadas algumas festas na regio. </p><p>A MENINA DA AMIZADE </p><p>A Menina da Amizade, uma histria sobre diferenas, mudanas, sorrisos e abertura a um mundo mais justo de direitos e deveres para com todos! Abordar as barreiras integrao tambm falar de preconceitos, de sorri-sos e comentrios de desdm que pairam em rostos alheios, falar de pensa-mentos e aes escusas aceitao da diferena. </p><p>Com A Menina da Amizade queremos contribuir para a reflexo sobre o que ser diferente e as dificuldades que se interpem, as barreiras que exis-tem a todos os nveis. Queremos tambm que se reflita sobre a aleatorieda-de da diferena e sobre a possibilidade de cada um ter uma atitude proactiva na defesa e na adoo de atitudes integradoras. Queremos que cada um pos-sa identificar-se com a Menina da Amizade e assim estender o brao em aju-da de todos, pela amizade sem barreiras podemos tornar o mundo mais colo-rido! </p><p>Podes ver o trabalho no seguinte endereo: </p><p>http://www.youtube.com/watch?v=q-OotYItOUI </p><p>Este trabalho foi feito pelo </p><p>5. A sobre o tema da dife-rena. O trabalho participa </p><p>no concurso "Escola Aler-</p><p>ta" do Instituto Nacional de </p><p>Reabilitao. Este concurso </p><p>pretende: </p><p>Sensibilizar e mobilizar os </p><p>alunos para a igualdade de </p><p>oportunidades e para os </p><p>direitos humanos, em parti-</p><p>cular os direitos das pes-</p><p>soas com deficincia e </p><p>mobiliz-los para a partici-</p><p>pao na superao da dis-</p><p>criminao de que so alvo </p><p>as pessoas em geral e em </p><p>particular as pessoas com </p><p>deficincia. </p></li><li><p>O Nosso Jornal </p><p> Durante alguns dias, alunos do Clube de Jornalismo elabo-</p><p>raram e aplicaram inquritos feitos a vrias turmas. O tema </p><p>geral era Os Jovens da Atualidade. Os seus subtemas eram hbitos desportivos, hbitos de leitura e hbitos de </p><p>estudo. </p><p> Ao inqurito responderam 91 alunos, distribudos de for-</p><p>ma equilibrada pelos dois sexos. </p><p> Quanta s idades, nota-se claramente que foram questio-</p><p>nadas mais pessoas entre 13 e 15 anos, mais precisamen-</p><p>te 64 pessoas. </p><p>Pgina 7 </p><p>5</p><p>OS JOVENS DA ATUALIDADE </p><p> Quanto prtica de desporto, 73 dos alunos inquiridos </p><p>praticam algum desporto. Os desportos preferidos dos alunos-</p><p>so o futebol(14), o atletismo (10), o andebol (6) e a natao </p><p> Em relao leitura, 46 jovens afir-</p><p>maram que gostam de ler e os restan-</p><p>tes 45 que no gostam, no entanto a </p><p>maioria dos alunos que no gosta de </p><p>ler acha esta atividade importante. Ape-</p><p>nas 9 consideram que a leitura no </p><p>importante. </p><p>Os alunos que gostam de ler preferem </p><p>livros de aventura e grande parte deles </p><p>(26) passa mais de 2 horas por ms a </p><p>ler. </p><p> Quanto aos hbitos de estudo, h </p><p>29 alunos que gostam de estudar e </p><p>62 que no, mas apenas 4 alunos </p><p>consideram que o estudo no uma </p><p>atividade importante. A maioria dos </p><p>alunos (48) estuda entre 30 a 120 </p><p>minutos por dia. </p><p>Praticantes de desporto </p><p>NoPraticantes de desporto </p><p>1Patinagem </p><p>2 BTT </p><p>3 Triatlo </p><p>4 Futsal </p><p>5 Ginsio </p><p>6 Tnis </p><p>7Karat </p><p>8 Judo </p><p>9-Golf </p><p>10 Voleibol </p><p>11Andebol </p><p>12 Hquei </p><p>13-Atletismo </p><p>14- Natao </p><p>15- Judo </p><p>16 Futebol </p><p>7Basquetebol </p><p>18 Tnis </p><p>19 Karat </p><p>Miguel Valverde </p><p>Pedro Baptista </p><p>Pedro Ferreira </p></li><li><p>Ilustraes e conversas com Rui Castro... </p><p>Pgina 8 </p><p>O ilustrador Rui Castro veio </p><p>nossa escola, no dia 9 de maio, no mbito </p><p>de uma atividade do PAA, promovida pela </p><p>BE e Areal Editora, para demonstrar aos </p><p>alunos do 6 ano, como se procede a uma </p><p>ilustrao. </p><p>Comeou por referir os mate-</p><p>riais bsicos usados ( palete de cores, </p><p>pincis, placas em acrlico...). Seguida-</p><p>mente Rui Castro referiu que, quando lhe </p><p>do um texto ou um poema l-os bem at </p><p>interiorizar as ideias, depois s pass-</p><p>las para o papel, atravs de imagens. </p><p> Rui Castro utiliza nas ilustraes dese-</p><p>nhos ou figuras feitas a partir dos mais </p><p>variados materiais que tem mo, como </p><p>por exemplo: palitos, papel, cartolina, </p><p>paus de espetadas, rolos de papel, plasti-</p><p>cina... Estas figuras so fotografadas e </p><p>inseridas depois nos livros. </p><p> Terminada a apresentao, o </p><p>ilustrador deu oportunidade aos alunos </p><p>para colocarem questes, s quais res-</p><p>pondeu prontamente. De seguida fez um </p><p>desenho in loco e deixou aos alunos u...</p></li></ul>