TEMAS CONTEMPORÂNEOS - UNEMAT

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  • 1. TEMAS CONTEMPORNEOS UNEMAT 2014 PROF. CARLOS BIDU

2. PASSADO OU PRESENTE? 3. O QUE A UNEMAT QUER? A relao sociedade-natureza apropriao dos recursos naturais ambientais; Aspectos polticos, culturais e sociais da frica; Democracia; Desemprego; Direitos humanos; Diversidade Cultural; tica e Cidadania; Globalizaes e relaes internacionais; Ideologias Contemporneas; Meios de comunicao, consumo e cultura contempornea; Modos de vida na sociedade contempornea; Movimentos sociais; Mudanas tecnolgicas e impactos sociais; Neoliberalismo; Pobreza e excluso social; Problemas socioeconmicos e ambientais das cidades; Questes de gnero; Redes sociais; Reestruturao produtiva; Relaes tnicas; Violncia. 4. TEMAS 5. A relao sociedade-natureza apropriao dos recursos naturais ao longo do tempo, polticas e impactos ambientais 6. Paisagem e temporalidade social Fotos do Largo da Carioca 7. Largo da Carioca 1608 8. Largo da Carioca 1650 9. Largo da Carioca 1723 10. Largo da Carioca 1824 11. Largo da Carioca 1910 12. Largo da Carioca 1955 13. Largo da Carioca 1999 14. Kansai kuuko - Regio de Osaka 15. TEM GUA AI??? 16. FILMES E VDEOS HISTRIA DAS COISAS UMA VERDADE INCOVENIENTE A LTIMA HORA ILHA DAS FLORES WALL. E 17. VIOLNCIA CONTRA A MULHER Qualquer ato ou conduta que cause morte, dano ou sofrimento fsico, sexual ou psicolgico mulher, tanto na esfera pblica quanto na privada, considerado violncia. Esta a definio prevista na Conveno Interamericana (tambm conhecida como Conveno de Belm do Par), de 1994, para Prevenir e Erradicar a Violncia 18. UM PROBLEMA ANTIGO....SEM SOLUO? 19. Na mitologia grega, Pandora foi a primeira mulher que existiu, criada por Hefesto e Atena auxiliados por todos os deuses e sob as ordens de Zeus. Cada um lhe deu uma qualidade. Hermes, porm, ps no seu corao a traio e a mentira. Foi enviada a Epimeteu, a quem Prometeu recomendara que no recebesse nenhum presente dos deuses. Vendo-lhe a radiante beleza, Epimeteu esqueceu quanto lhe fora dito pelo irmo e a tomou como esposa. Ele tinha em seu poder a Caixa de Pandora que os deuses lhe haviam dado, que continha todos os males. Avisou a mulher que no a abrisse. Pandora no resistiu curiosidade. Abriu-a e os males escaparam. Por mais depressa que providenciasse fech-la, somente conservou um nico bem, a esperana. E dali em diante, foram os homens afligidos por todos os males. Pandora 20. Aspectos polticos, culturais e sociais da frica VRIAS FRICAS DIVERSIFICAO CULTURAL, RELIGIOSA E POLTICA FRICA E COLONIZAO PS-COLONIZAO PROBLEMAS ATUAIS 21. FILMES HOTEL RUANDA DIAMANTE DE SANGUE DISTRITO 09 INVICTUS 22. Democracia 23. Direitos humanos 24. QUE PONTOS VER: HOMOFOBIA XENOFOBIA QUESTES TNICAS A MULHER 25. FILMES: A OUTRA HISTRIA AMERICANA LISTA DE SCHINDLER BICHO DE SETE CABEAS OLGA LARANJA MECNICA ILHA DAS FLORES BATISMO DE SANGUE TIROS EM COLUMBINE THE CORPORATION UM DIA SEM MEXICANOS 26. Meios de comunicao, consumo e cultura contempornea 27. CONSUMO PELO CONSUMO VALEMOS O QUANTO CONSUMIMOS CONSUMIR PARA VIVER OU VIVER PARA CONSUMIR? 28. FILMES: A DIETA DO PALHAO CRIANA, A ALMA DO NEGOCIO ILHA DAS FLORES OBRIGADO POR FUMAR HISTRIA DAS COISAS 29. GLOBALIZAO E GEOPOLTICA 2 30. A Globalizao no um fenmeno novo. s lembramos das Grande Navegaes realizadas por portugueses e espanhis e veremos que at mesmo a descoberta do Brasil j faz parte de um processo de integrao global. S que naquela poca no se utilizava este termo. 31. O termo globalizao designa um fenmeno de abertura das economias e das respectivas fronteiras em resultado do acentuado crescimento das trocas internacionais de mercadorias, da intensificao dos movimentos de capitais, da circulao de pessoas, do conhecimento e da informao, proporcionados quer pelo desenvolvimento dos transportes e das comunicaes, quer pela crescente abertura das fronteiras ao comrcio internacional. guiadicas.com 32. No final da dcada de 1980 que o termo globalizao comea a ser utilizado, designando no apenas a mundializao da economia, mas tambm o intercmbio cultural e a interdependncia social e poltica ao nvel mundial. 33. Este pode ser um retrato da globalizao 34. CONSEQUNCIA ALARMANTE 35. Algumas das principais caractersticas da Globalizao 1) mundializao da economia; 2) fragmentao das atividades produtivas nos diferentes territrios e continentes; 3) desconcentrao do aparelho estatal; 4) expanso de um direito paralelo ao Estado; 5) internacionalizao do Estado; e, 6) desterritorializao e reogarnizao do espao de produo. cienciasociologia.blogspot.com 36. Crticas Globalizao As trs pessoas mais ricas do mundo tm ativos superiores ao PIB (Produto Interno Bruto) somado dos 48 pases mais pobres. S os pases ditos desenvolvidos, tm capacidades tecnolgicas e os recursos necessrios para realizar investimentos tecnolgicos e cooperam entre si, afim de solucionar vrios problemas que lhes vo surgindo. medida que, fruto da globalizao, o mundo passa de uma economia agrcola a uma industrial e desta para uma de informao, as limitaes e falhas dos mercados explicam cada vez mais o aumento do desemprego, e os mercados mostram-se incapazes de poder administrar os seus recursos eficientemente. 37. VANTAGENS E DESVANTAGENS INTERNET E REDES SOCIAIS 38. prgjean.blogspot.com 39. UTILIZAO DA INTERNET 40. CUIDADOCOMAINTERNET 41. Estamos todos ligados!? estamostodoscegos.blogspot.com 42. FUNDAMENTALISMOS 43. CONCEITO Designa-se assim todo e qualquer movimento religioso, de qualquer que seja a religio, que tende a interpretar a realidade de hoje atravs dos olhos de antigos preceitos religiosos e que renega os valores da modernidade. Para o fundamentalista o fiel deve seguir risca as pginas dos textos sagrados da sua religio. As Escrituras (sejam elas a Bblia, o Talmude, o Coro, ou o Hadith dos hinds) foram traadas por Deus, logo devem ser interpretadas como a Sua vontade. Naturalmente que os fundamentalistas no aceitam o criticismo, isto , o movimento intelectual teolgico moderno (pelo menos desde Spionza para c) que diz que elas, as palavras sagradas, devem ser interpretadas de acordo com a poca e as circunstncias em que foram escritas e que abrigam uma enorme distncia da realidade atual. 44. Inquisio Tribunal do Santo Ofcio : Era um tribunal destinado a defender a f catlica: vigiava, perseguia e condenava aqueles que fossem suspeitos de praticar outras religies. Exercia tambm forte vigilncia sobre os comportamentos dos fieis e censurava toda a produo cultural e condenava as inovaes cientificas. Se julgados culpados eram torturados at confessar o crime e as penas variavam de priso temporria at morte na fogueira em praa publica. Catolicismo 45. As cruzadas foram tropas ocidentais enviadas Palestina para recuperarem a liberdade de acesso dos cristos Jerusalm. A guerra pela Terra Santa, que durou do sculo XI ao XIV, foi iniciada logo aps o domnio dos turcos sobre esta regio considerada sagrada para os cristos. Aps domnio da regio, os turcos passaram impedir ferozmente a peregrinao dos europeus, atravs da captura e do assassinato de muitos peregrinos que visitavam o local unicamente pela f. Cruzada das crianas 46. A Irlanda do Norte viveu 30 anos de violncia entre protestantes unionistas e republicanos catlicos partidrios da unificao com a Irlanda, que deixaram 3.500 mortos. Apesar do acordo de paz de 1998, que estabelece a diviso de poder entre catlicos e protestantes, incidentes espordicos ainda so registrados Catlicos e protestantes 47. Quem Jesus para as religies ? http://www.youtube.com/watch?v=4IPLnWyrq6c 48. TERRORISMO 49. Etnocentrismo - etnocentrismo a total rejeio de culturas diferentes - o etnocentrista observa a sua cultura em funo da sua prpria cultura, olhando para a sua cultura como uma cultura melhor, uma cultura padro, uma cultura superior a todas as restantes - o etnocentrista tenta ao mximo distanciar-se das restantes culturas e tenta no contactar com elementos de outras culturas, pois no aceita outra cultura que no a dele, no compreende aspectos culturais diferentes e fecha-se na sua prpria cultura, originando algumas posturas claramente negativas como a xenofobia, o racismo e o chauvinismo. 50. O Racismo O racismo a tendncia do pensamento, ou do modo de pensar em que se d grande importncia noo da existncia de raas humanas distintas e superiores umas s outras. 51. Xenofobia Xenofobia (do grego , xnos: "estrangeiro"; e , phbos: "medo o medo irracional, averso ou a profunda antipatia em relao aos estrangeiros, a desconfiana em relao a pessoas estranhas ao meio daquele que as julga ou que vem de fora do seu pas xenofobia pode ter como alvo no apenas pessoas de outros pases mas de outras culturas, subculturas ou sistemas de crenas. O medo do desconhecido pode ser mascarado no indivduo como averso ou dio, gerando preconceitos. 52. AT A PRXIMA!!!!!!!!! PROF. CARLOS BIDU WWW.HISREL.BLOGSPOT.COM