Monitorização multimodal

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Aula na Jornada Multidisciplinar SOESTI

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  • 1. Pablo Braga Gusman, MD, MSc,PhD Hospital Meridional CONSOLIDANDO A MULTIDISCIPLINARIDADE II Encontro do Departamento Interdisciplinar da SOESTI

2. vigiar, verificar (algo), visando a determinado fim; acompanhar o decurso verificar a qualidade ao longo de sua realizao lat. multimdus,a,um 'que de muitos modos' 3. vigiar, verificar (algo), visando a determinado fim; acompanhar o decurso verificar a qualidade ao longo de sua realizao lat. multimdus,a,um 'que de muitos modos' verificar a qualidade ao longo de sua realizao de muitos modos 4. Give your patient a fast hug (at least) once a day. Jean-Louis Vincent. Crit Care Med 2005 Vol. 33, No. 6 D um FAST HUG para cada paciente em toda anestesia. Pablo Braga Gusman. Cong Bras Anest 2007, Natal. F Feeding Feeding A Analgesia Analgesia S Sedation Sedation T Thromboembolic prevention Tendence H Head of the bed elevated Hot/cold U Stress Ulcer prophylaxis Urine G Glucose control Gain 5. Monitorizao bsica No invasiva Eletrocardioscopia DII e V Oximetria de pulso PANI Respiratria Capnografia Analisador de fluxo e presses Analisador de oxignio fasT hug 6. Isquemia miocrdica DI Lateral DII Inferior DIII Inferior aVR aVL Lateral aVF Inferior V1 Septal V2 Septal V3 Anterior V4 Anterior V5 Lateral V6 Lateral 7. Isquemia miocrdica DII Inferior V4 Anterior V5 Lateral Sensibilidade 96 % 8. Oximetria de pulso Indicaes: Presena de Pulso Ausncia de Pulso BPM %Spo2 00 00 9. Oximetria de pulso 10. 1733 - Rev. Stephen Hales (8 3 = 251,46 cm de sangue) 1903 - Otto Frank critrios iniciais para medida PA 1939 - Volpitto et al. Direct Arterial and Venous Pressure Measurements in Man as Affected by Anesthesia. Am J Physiol.1939; 128: 238-245 12 11. Presso arterial no invasiva 12. Presso arterial no invasiva PAM = PAS + 2 (PAD) 3 A largura do manguito deve ser 20 a 30% maior que o dimetro do membro Manguitos estreitos = valores elevados Manguitos largos = valores menores 13. Monitorizao invasiva Presso arterial Presso venosa central Presso de artria pulmonar Especiais Presso intracraniana Ecocardiografia transesofagica Medidas menos invasivas fasT hug 14. Cateter Tubos Transdutor Sistema de lavagem Pressurizador Vlvula 16 15. Onda Fase do Ciclo Evento Mecnico a onda Fim da distole Contrao atrial c onda Incio da sstole Contrao ventricular isovolumtrica v onda Fim da sstole Enchimento atrial sistlico x desc Meio da sstole Relaxamento atrial, descendente da base, colapso sistlico y - desc Incio da distole Incio do enchimento ventricular, colapso diastlico 17 16. Contratilidade ?! Posio do cateter?! Calibrao?! Interpretao?! 17. Rivers E, Nguyen B, Havstad S, et al. Early goal-directed therapy in the treatment of severe sepsis and septic shock. N Engl J Med 2001; 345:1368-1377 18. versus 19. Oxygen delivery index for goal-directed therapy and control groups during the 8-hour study period. Results are means SEM. DO2I, oxygen delivery index; GDT, goal-directed therapy. Pearse et al. Critical Care 2005 9:R687 21 20. Presso Venosa Central Cardiopatia Disfuno VE Cateter de Swan Ganz 21. 23 Swan HJ, Ganz W, Forrester J, Marcus H, Diamond G, Chonette D. N Engl J Med 1970; 283:447-451. 22. OUTRAS FUNES: Dbito cardaco intermitente. Adicionais: Infuso contnua de frmacos. Medida contnua do dbito cardaco. Medida da saturao do sangue venoso misto. Anlise laboratorial. Contnua fibra ptica. Marcapasso temporrio. 24 Swan HJ, Ganz W, Forrester J, Marcus H, Diamond G, Chonette D. N Engl J Med 1970; 283:447-451. 23. 25 24. 26 Ruptura do balo. Perfurao ventricular. Introduo errnea: CIA, CIV, Ao Ruptura da artria pulmonar. Infeco. Embolia area. Posicionamento incorreto. Obstruo. Arritmias extrassistoles ventriculares. Bloqueio AV total. Hemorragia endobrnquica. Infarto pulmonar. N no cateter e aprisionamento. Leso valvular. Trombocitopenia. Formao de trombo. INTERPRETAO ERRNEA DOS PARMETROS. 25. 27 Sobrevivncia e custo de hospitalizao em 2016 pacientes. 26. Anlise da Onda de Pulso 27. Variao da Presso Sistlica Systolic Pressure Variation SPV=SPmax-SPmin 5 mmHg - Pr-carga responsiva Variao da Presso de Pulso Pulse Pressure Variation PPV = (PPmax-Ppmin)/[(PPmax+PPmin)/2]*100 13-15% Pr-carga responsiva Variao do Volume de Ejeo Stroke Volume Variation SVV = (SVmax-Svmin) /[(SVmax+Svmin)/2]*100 13-15% Pr-carga responsiva 29 28. 30 29. 31 30. VANTAGENS Menos invasivo que Swan-Ganz Tempo real Repetido Contnuo Indicador da reposta aos fludos Early Goal Therapy 32 31. DESVANTAGENS Necessita recalibrao. Depende da complacncia da rvore arterial. No usado em arritmias. Estudos limitados a pacientes estveis. A maioria em anestesia e no ps-operatrio. Poucos estudos em pacientes em choque ou hemodinamicamente instveis. Sem gold standard geralmente com PAC. 33 32. Equipamentos34 33. Proporcionalidade entre a presso de pulso e o volume de ejeo. Pode fornecer Oximetria Venosa Central (ScvO2). 35 34. Computa o volume de ejeo a partir do sinal da presso arterial. Mostra os valores a cada 20 segundos. Sem calibrao manual. Idade Sexo Altura Peso. Anlise da onda de pulso para compensar as diferenas de tnus vascular, tipo da artria. Possibilidade de uso de Oximetria Venosa. 36 35. Termodiluio transpulmonar. Cateter venoso central (qualquer) Anlise do contorno da onda de pulso arterial. Cateter prprio t -T t -T Calibration P [mm Hg] SV 39 36. Injection t -Tb Corao Direito Injeo soluo