Gás Natural (Natural Gas, Gas Natural)

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    22-Nov-2014

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Carlos Alexandre Calcio da Silva "Mesmo desacreditado e ignorado por todos, no posso desistir, pois para mim, vencer nunca desistir." (Albert Einstein) "So poucos os que te ajudam no dia a dia, raros, e muitos os que te atrapalham, em excesso, por isso, de valor e agradea quem te oferea ajuda no mundo de hoje." (Carlos Calcio)

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<ul><li> 1. Autor: Carlos Alexandre Calcio da Silva Curso: Biocombustveis Disciplina: Fontes de Energia Faculdade de Tecnologia de Araatuba SP Brasil 27 de maio de 2010 127/05/2010 QR Code </li> <li> 2. TPICOS DE APRESENTAO 1- FORMAO DO GS NATURAL 2- HISTRIA 3- EXPLORAO DO GS NATURAL 4- TRANSPORTE DO GS NATURAL 5- CONSUMIDOR 6- ASPECTO AMBIENTAL 7- ASPECTO SOCIAL 8- ASPECTO POLTICO 9- ASPECTO ECONMICO 10- CONCLUSES 11- REFRENCIAS BIBLIOGRFICAS 227/05/2010 </li> <li> 3. 1 - FORMAO DO GS NATURAL 1 - FORMAO DO GS NATURAL 327/05/2010 </li> <li> 4. 1 - FORMAO DO GS NATURAL 1.1 - TEORIA DA ORIGEM ORGNICA DO GS NATURAL Depsito de matria orgnica (animais e plantas marinhas); Ao de bactrias e diversos processos de transformaes; medida que alcanava maiores profundidades no solo , era convertido em hidrocarbonetos como : leo, carvo , gs natural, xisto etc. 4 Fonte: www.edukbr.com.br 27/05/2010 </li> <li> 5. 1 - FORMAO DO GS NATURAL 5 1.2 - IMAGEM MAIS PRXIMA DA REALIDADE 27/05/2010 Fonte: http://diariodopresal.wordpress.com/petroleo-e-gas/ </li> <li> 6. 1 - FORMAO DO GS NATURAL 1.3 - FONTE DE FORMAO DO GS NATURAL Degradao de Matria Orgnica: Bactrias Anaerbias; Temperatura e Presso elevadas. Carvo: Temperatura e Presso elevadas. Alterao trmica dos hidrocarbonetos lquidos . 627/05/2010 </li> <li> 7. 1.4 - QUEROGNEO Seco: Derivados de matria orgnica vegetal. Compostos formados: Linhito, carvo negro, antracito, xisto carbonfero, metano. Gorduroso: Provenientes de algas e matria orgnica animal. Composto formado: Petrleo. 1 - FORMAO DO GS NATURAL 727/05/2010 </li> <li> 8. 2 - HISTRIA 2 - HISTRIA 827/05/2010 </li> <li> 9. 2 - HISTRIA Fonte: portal.gsnatural.com.br. Acesso em: 4 mar. 2010 s 13h30. (modificado). 2.1 - GS NATURAL NO MUNDO - Registros antigos mostram que a descoberta do gs natural ocorreu no Ir entre 6000 e 2000 A.C . - Na Prsia utilizavam o combustvel para manter o fogo eterno, smbolo de adorao de uma das seitas locais . - Era conhecido na china desde 900 A.C, mas foi em 211 A.C que o pas comeou a extrair o gs como matria-prima com o objetivo de secar pedras de sal, utilizando varas de bambus para retirar o gs natural de poos com profundidade de aproximadamente 1000 metros. - Na Europa, o gs natural s foi descoberto em 1659, no despertando interesse por causa da grande aceitao do gs de carvo, o primeiro combustvel responsvel pela iluminao de casas e ruas desde 1790. 927/05/2010 </li> <li> 10. 2 - HISTRIA Fonte: portal.gsnatural.com.br. Acesso em: 4 mar. 2010 s 13h30. (modificado). 2.2 - GS NATURAL NO MUNDO - E o gs natural passou a ser utilizado, na Europa, em maior escala no final do sculo XIX, devido inveno do queimador Bunsen, em 1885 ( por Robert Bunsen), que misturava ar com gs natural. - Nos EUA , o primeiro gasoduto com fins comercias entrou em operao na cidade de Fredonia, no Estado de Nova York, em 1821, fornecendo energia aos consumidores para iluminao e preparo de alimentos. -No final de 1930, os avanos na tecnologia de construo de gasodutos viabilizaram o transporte para longos percursos. -O pice nas construes ps-guerra durou at 1960 e foi responsvel pela instalao de milhares de quilmetros de dutos, proporcionado pelos avanos em metalurgia, tcnicas de soldagem e construo de tubos. 1027/05/2010 </li> <li> 11. Fonte: catedradogas.iee.usp.com.br, acesso em: 4 mar. 2010. (modificado). 2 - HISTRIA 2.3 - GS NATURAL NO BRASIL - No Brasil, o Baro de Mau o primeiro grande responsvel pela introduo da iluminao pblica a gs no Rio de Janeiro, ao ganhar a concorrncia aberta pelo governo em 1849. - A iluminao a gs continuava restrita a espaos avanadamente urbanizados, onde j era possvel encontrar, desde 1892, fornos e foges de uso domstico alimentados por gs. - No decorrer do sculo XX, as distribuidoras de gs canalizado usaram materiais como hulha e nafta para produzir o gs. - O GLP, por sua vez, comeou a ser usado para coco muito antes do gs natural entrar no Brasil. - O gs comeou a ser usado no Nordeste no ano de 1950. A produo teve incio na Bahia e era praticamente toda destinada s industrias. - Em 1959 verificou-se uma produo de 1 milho de m /dia e, j na dcada seqente, esse nmero saltou para 3,3 milhes de m/dia. 1127/05/2010 </li> <li> 12. 3 - EXPLORAO DO GS NATURAL 3 - EXPLORAO DO GS NATURAL 1227/05/2010 </li> <li> 13. 3.1 - EXTRAO DO GS NATURAL 1- Se a perfurao for feita em 1 , sara gs com alta presso ( teremos , ento , um poo de gs Natural.); 2- Se a perfurao for feita em 2 e 3, jorrar petrleo. 3 - EXPLORAO DO GS NATURAL Fonte: pbgs 13 QUADRO ILUSTRTIVO DE LOCALIZAO DO GS NATURAL: 27/05/2010 </li> <li> 14. 3.2 - CLASSIFICAO DO GS NATURAL A GS ASSOCIADO Dissolvido no leo sob a forma de capa de gs; fonte de gases liquefeitos de petrleo (GLP). B - GS NO ASSOCIADO Pode ser seco ou umido Livre ou em presea de pequenas quantidades de petrleo. 3 - EXPLORAO DO GS NATURAL 14 A B 27/05/2010 </li> <li> 15. 3.3 - PROCESSAMENTO UNIDADE DE PROCESSAMENTO DE GS NATURAL ( UPNG) E OUTRAS UNIDADES AFINS. O Gs natural extrado contm : gua, cido clordrico, metanol e impurezas mecnicas. UPNG: separao dos componentes mais pesados ( Propano e butano, que seguem para a produo de gs liquefeito do petrleo e gasolina), obtendo-se o gs natural processado (composto basicamente de metano e etano), pronto para o transporte e a distribuio. REMOO DE IMPUREZAS: gua, sujeiras (formao de hidretos, corroso, reduo da linha da transmisso devido ao acmulo destas impurezas); Enxofre e Dixido de Carbono( remoo para evitar formao de cidos). COMPOSIO DO GS NATURAL(%) ELEMENTOS ASSOCIADO NO ASSOCIADO PROCESSADO METANO 81,57 87,12 88,56 ETANO 9,17 6,35 9.17 PROPANO 5,13 2,91 0,42 3 - EXPLORAO DO GS NATURAL 1527/05/2010 </li> <li> 16. GS NATURAL GLP GS DE RUA (manufaturado) GS DE REFINARIA ORIGEM reservatrios de petrleo e de gs no- associado destilao de petrleo e processamento de gs natural gs natural ou de nafta petroqumica processos de refino de petrleo. PODER CALORFICO SUPERIOR (kcal/m3) rico : 10.900 processado: 9.300 24.000 a 32.000 4.300 10.000 DENSIDADE RELATIVA 0.58 a 0.72 1.50 a 2.0 0.55 0.82 PRINCIPAIS UTILIZAES residencial, comercial, autom otivo e gerao termeltrica: (combustvel) industrial: (combustvel, petroqumica e siderrgica) industrial, residencial e comercial (combustvel) residencial e comercial (combustvel) industrial (combustvel e petroqumica) 3 - EXPLORAO DO GS NATURAL 1627/05/2010 </li> <li> 17. 3.4 - BENEFCIOS DO GS NATURAL SEGURANA: - Elevados padres nas instalaes: obrigatrio a adio de compostos base de enxofre ou outros compostos , numa certa proporo para caracterizar um cheiro marcante sem caractersticas corrosivas. - Dispensa a substituio e o armazenamento de gs em botijes ou cilindros. - O gs natural mais leve que o ar: ocorrendo vazamento, dissipa-se mais rpido do que os outros tipos de gases. 3 - EXPLORAO DO GS NATURAL 1727/05/2010 </li> <li> 18. 4 - TRANSPORTE DO GS NATURAL 4 - TRANSPORTE DO GS NATURAL 1827/05/2010 </li> <li> 19. 4.1 - TRANSPORTE 4 - TRANSPORTE DO GS NATURAL 1927/05/2010 4.1.1 - FASE GASOSA GASODUTO : Utilizado para transporte de grandes volumes de gs em distncias variadas . -GASODUTO TERRESTRE; - GASODUTO SUBMARINO. 4.2.1 - SOB A FORMA LIQUEFEITA (GS NATURAL LIQUEFEITO GNL): A liquefao ( - 162C presso de aproximadamente 1 atm) propor- ciona uma soluo simples de armazenamento e atenua as modulaes de fornecimento. O transporte feito dentro de reservatrios criognicos dispostos em: - NAVIOS; -CAMINHES; - TRENS. </li> <li> 20. 4.1.1 - GASODUTO 4 - TRANSPORTE DO GS NATURAL GASODUTO TERRESTRE: 2027/05/2010 </li> <li> 21. 4.1.2 - GASODUTO 4 - TRANSPORTE DO GS NATURAL TUBOS: - Tubos checados, com ultra-som da chapa, radiografia da solda longitudinal e teste hidrosttico ainda na fbrica. - Os gasodutos so enterrados a uma profundidade de 1,20 m, numa vala de 2 m de largura. - Tubos concretados so utilizados para atravessar reas alagadas (rios,lagos e lagoas), garantido sustentao e protegendo-os contra corroses. - Os tubos curvos so utilizados para acompanhar o traado do gasoduto geralmente so todos retos 2127/05/2010 </li> <li> 22. 22 4.1.3 - GASODUTO 4 - TRANSPORTE DO GS NATURAL GASENE - Gasoduto da Integrao Sudeste Nordeste Maior gasoduto em extenso construdo no Brasil nos ltimos dez anos. O empreendimento foi importante para a expanso da malha de transporte de gs natural do pas entre 2003 e 2010, perodo em que a rede de gasodutos de transporte brasileira passou de 5.451 km para 9.219 km. (26/3/2010 ) Caractersticas: Comprimento: 1.387 km Largura: 28 polegadas Capacidade: 20 milhes de m/dia de gs natural Investimentos: R$ 7,2 bilhes Gerao: de empregos: 47 mil empregos diretos e indiretos trs trechos: Cacimbas-Vitria (130 km), Cabinas-Vitria (303 km) e Cacimbas-Catu (954 km) 27/05/2010 </li> <li> 23. Fonte: www.abegas.org.br/info_mapagasoduto.php . acesso em: 17 mar. 2010 s16h30. 4 - TRANSPORTE DO GS NATURAL 23 4.1.4 - GASODUTO 27/05/2010 </li> <li> 24. Fonte:www2.petrobras.com.br/ri/port/DestaquesOperacionais/GasEnergia/MapaGasodBrasil.asp. Acesso em: 24 abril 2010 s 13h30. 4 - TRANSPORTE DO GS NATURAL 4.1.5 - GASODUTO 24 (abril de 2010) 27/05/2010 </li> <li> 25. Fonte: www.gsbrasil.com.br/noticia./noticia.asp?NotCodNot Acesso em : 28 Abril 2010 s 13h 30. 4 - TRANSPORTE DO GS NATURAL GASODUTO SUBMARINO: 4.1.6 - GASODUTO 2527/05/2010 </li> <li> 26. Fonte: www.gasbrasil.com.br/noticia./noticia.asp?NotCodNot Acesso em : 28 Abril 2010 s 13h 30. 26 4.1.7 - GASODUTO 4 - TRANSPORTE DO GS NATURAL Terminal de Nyhamna do langeled Pipeline Terminal de Easington do langeled Pipeline 27/05/2010 </li> <li> 27. Fonte: www.gasbrasil.com.br/noticia./noticia.asp?NotCodNot Acesso em : 28 Abril 2010 s 13h 30. 4.1.8 - GASODUTO 4 - TRANSPORTE DO GS NATURAL A CENTRAIS DE EXTRAO DE GS NATURAL: 2727/05/2010 </li> <li> 28. Fonte: www.gasbrasil.com.br/noticia./noticia.asp?NotCodNot Acesso em : 28 Abril 2010 s 13h 30. (modificado). 28 4.1.9 - GASODUTO 4 - TRANSPORTE DO GS NATURAL PARTE DE UMA CENTRAL DE EXTRAO: - A central transportada por um navio, que a leva at o local onde ser instalada ( no mar a uma profundidade de 800 e 1100 metros com o gs a uma presso de 155 atm e 250 atm), sendo guiada por GPS para um posicionamento preciso. As trincheiras so feitas por um rob que na sequncia enterra o gasoduto. - Os tubos so soldados e envoltos em um camada de concreto que adiciona peso e proteo contra corroso. 27/05/2010 </li> <li> 29. Fonte: www.gasbrasil.com.br/noticia./noticia.asp?NotCodNot Acesso em : 28 Abril 2010 s 13h 30. 4 - TRANSPORTE DO GS NATURAL 4.2.1 - SOB A FORMA LIQUEFEITA - O transporte por metaneiro permite ligao direta entre dois pases, produtor e consumidor. 2927/05/2010 </li> <li> 30. Fonte: Shell 30 4 - TRANSPORTE DO GS NATURAL 4.2.2- DISTRIBUIO DO GNL 27/05/2010 </li> <li> 31. Fonte: BP STATISTICAL REVIEW OF WORLD ENERGY . London: BP, jun 2009. Disponvel em: www.bp.com/worldenergy. 4 - TRANSPORTE DO GS NATURAL 31 4.2.3 - Grfico Principais rotas do comrcio do gs Fluxo do comrcio no mundo (Bilhes de met...</li></ul>